Abril 04, 2025
Arimatea

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Bem-aventurado Tiago Alberione
Fundador da Família Paulina (1884-1971)

Na noite da passagem do século, 31 de dezembro de 1900 para 01 de janeiro de 1901, um jovem seminarista permanece quatro horas em oração na catedral de Alba (Itália). Uma luz vem do Tabernáculo e o envolve: 'Fazer alguma coisa por Deus e pelas pessoas do novo século, com as quais conviveria!' Sente fortemente o convite e o apelo de Deus.

O mundo passava por profundas mudanças sociais e tecnológicas, era necessário utilizar as novas descobertas, as novas forças do progresso para fazer o bem, para evangelizar.

O jovem seminarista, com apenas dezesseis anos, era Tiago Alberione, futuro fundador da Família Paulina, que nunca deixou que essa chama luminosa se apagasse em sua vida. Alberione nasceu em 4 de abril de 1884, em São Lourenço de Fossano, norte da Itália, de uma família de camponeses simples e laboriosos. Vinte quatro horas após o nascimento, foi batizado e recebeu o nome de 'Tiago'.

Buscando melhores terras para a lavoura, a família Alberione mudou para a cidade de Cherasco, onde Tiago passou sua infância e adolescência. Foi lá que se manifestou a vocação para o sacerdócio. - Quero ser padre! foi a resposta que deu à professora, Rosina Cardona, que perguntava aos seus oitenta alunos o que queriam ser quando crescessem.

A resposta, que poderia parecer impensada, veio de um menino de bom coração e piedoso. Com o passar do tempo, a vocação fortificou-se e ele foi encaminhado para o seminário, onde não perdia tempo e procurava aprender de todos e de tudo. Inquietavam Alberione as transformações que aconteciam na sociedade e os apelos do papa, Leão XIII, para que todos se voltassem para Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida, salvação da humanidade.

Foi ordenado sacerdote no dia 29 de junho de 1907, com vinte e três anos de idade. Todas as organizações de renovação existentes, então, na Igreja foram acolhidas por padre Alberione, que participou, ativamente, dos movimentos: missionário, litúrgico, pastoral, social, bíblico, teológico e, mais tarde, do movimento ecumênico. Em todos os movimentos Alberione-profeta vislumbrava espaços carentes de evangelização e atualização.

Impulsionado pelo Espírito Santo, tornou realidade sua intuição carismática com a fundação de várias congregações e institutos para, juntos, anunciar Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida, com os meios da comunicação social. Padres e irmãos Paulinos em 1914; Irmãs Paulinas em 1915; Discípulas do Divino Mestre em 1924; Irmãs Pastorinhas em 1938; e Irmãs Apostolinas em 1957. Fundou, também, os institutos seculares de Nossa Senhora da Anunciação e São Gabriel Arcanjo em 1958; os institutos Jesus Sacerdote e Sagrada Família em 1959; além da Associação dos Cooperadores Leigos em 1917. Hoje, os membros dessas fundações estão presentes em todos os continentes mostrando que é possível santificar-se e comunicar, a todas as pessoas, Jesus Cristo com os meios técnicos e eletrônicos.

Após a fundação dos dois primeiros ramos - Paulinos e Paulinas - a vida de Alberione fundiu-se com suas obras nascentes. Acompanhava de perto a vida de seus filhos e filhas da Itália e do exterior com numerosas e prolongadas viagens. Preocupava-se não só com fundações e organizações, mas principalmente com a formação e a vida religiosa de seus seguidores, apesar do conturbado contexto histórico em que viveu: duas grandes guerras, revolução industrial, conflagrações nacionalistas e sociais, emancipação dos operários e da mulher, além de crises institucionais na família e na Igreja.

Padre Tiago Alberione, jamais esmoreceu, continuou firme na sua fé, acreditando que a obra que realizava era querida e abençoada por Deus. Com humildade e coragem, o fundador da Família Paulina, o profeta e o apóstolo de uma evangelização moderna chegou ao fim de seus dias em 26 de novembro de 1971, aos oitenta e sete anos.

O reconhecimento da santidade de Alberione já acontecera antes da declaração oficial da Igreja, especialmente com algumas declarações de dois papas seus amigos: o bem-aventurado João XXIII e Paulo VI. 'Padre Alberione, veio ao meu encontro' - dizia o 'papa bom'. 'Parecia-me ver a humildade personificada. Ele, sim, é um grande homem!' E Paulo VI, na audiência concedida aos Paulinos em 27 de novembro de 1974, recordava: 'Lembro-me do encontro edificante com padre Alberione, ajoelhado, em profunda humildade. Este é um homem, direi, que está entre as maravilhas do nosso século'.

O processo de beatificação percorreu um longo caminho. Após a morte de Alberione, foram apresentados à Igreja documentos sobre sua vida, sua missão apostólica e suas fundações, assim como documentos sobre sua santidade. Baseados em um meticuloso exame desses elementos e reconhecidas as virtudes praticadas em grau heróico pelo servo de Deus, padre Tiago Alberione, o papa João Paulo II, em 25 de junho de 1996, declarou-o 'venerável'.

Passaram-se sete anos à espera de um milagre que fosse reconhecido como autêntico pela Igreja. E o milagre chegou. A cura milagrosa atribuída ao padre Tiago Alberione, que o conduziu à beatificação, salvou Maria Librada Gonzáles Rodriguez, uma mexicana de Guadalajara. Em 1989, ela foi internada por causa de uma insuficiência respiratória provocada por uma tromboembolia pulmonar, com muitas crises. Pedindo a Deus a cura por intercessão de padre Alberione, doze dias depois teve alta. A cura foi reconhecida pela Congregação das Causas dos Santos, após a declaração da comissão médica que considerava a recuperação de Maria rápida, completa, duradoura e não-explicável à luz da ciência.

E o dia da beatificação chegou: 27 de abril de 2003. Padre Tiago Alberione é proclamado 'bem-aventurado' num reconhecimento oficial da Igreja àquele homem que foi um santo, um profeta e o pioneiro na evangelização eletrônica.

COMECE O DIA FELIZ
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O governador Wilson Witzel pediu nesta segunda-feira (25), por ofício, uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro para tratar de problemas do Rio de Janeiro, nas áreas de segurança pública, educação e saúde.

Auxiliares do governador têm relatado, reservadamente, que ministros do governo federal têm ignorado demandas do governo do Rio de Janeiro após Bolsonaro acusar o governador Wilson Witzel de ter inventado o depoimento do porteiro no âmbito das investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes. Witzel nega as acusações.

Em meio ao clima de acusações, Witzel, enviou um ofício ao presidente, com data desta segunda-feira, com pedido para o presidente "viabilizar uma agenda, que terá como pauta assuntos de relevante interesse para o Estado do Rio de Janeiro".

Entre os temas citados pelo ofício, segundo o blog apurou, estão educação, saúde e segurança pública. No documento, o governador diz que houve uma "escalada na violência pública" nos últimos anos, com domínio territorial de narcotraficantes e que o governo do estado vem combatendo de "forma eficiente".

"No entanto, há necessidade de discussão com governo federal de ações para para diminuir o ingresso de drogas e armas no Estado do Rio de Janeiro", afirmou o governador.

G1
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O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (25) esperar que os acertos feitos pelo governo da Argentina, no âmbito do Mercosul, sejam mantidos pelo presidente eleito do país, Alberto Fernández, que toma posse em dezembro.

"Tudo pode acontecer na vida da gente, né. A gente espera que o q foi acertado com o [Maurício] Macri, a parte econômica, continue com o [novo] presidente da Argentina. Nada contra o povo, nada contra o governo, queremos respeito aos contratos", disse Bolsonaro a jornalistas, ao chegar ao Palácio do Alvorada, residência oficial em Brasília, no final da tarde.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, publicada nesta segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo disse que um dos cenários pode ser uma eventual saída do Brasil do Mercosul. Esse cenário, no entanto, não seria o plano A do governo.

No Palácio do Planalto, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse que a prioridade do governo é lutar pelo livre comércio e cumprir o programa econômico que elegeu Bolsonaro.

"Na hipótese de que não seja possível prosseguir com postulados básicos de uma área de livre comércio com os sócios do Mercosul, o Brasil estudará, não há nenhuma definição de momento, todas as possibilidades para prosseguir na consecução do programa econômico aprovado nas urnas, pelos brasileiros, em 2018. O Brasil, sob a gestão do presidente Jair Bolsonaro, é um país livre para o comércio, para as relações comerciais, e é dentro desse pressuposto que caminha a nossa diplomacia econômica também", afirmou.

Agência Brasil
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A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou nesta segunda-feira (25) que o governo federal vai iniciar, a partir de janeiro, um projeto de capacitação para que todas as delegacias de polícia do país tenham um serviço especializado em atendimento à mulher vítima de violência. O anúncio foi feito durante solenidade, no Palácio do Planalto, em alusão ao Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher. O evento contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro.

"A partir de janeiro, todas as delegacias do Brasil também serão delegacias da mulher. Pronto. Vamos capacitar todos os agentes de delegacia do Brasil. Vamos capacitar todos os delegados", disse a ministra. Segundo ela, apesar de existiram há 35 anos, as delegacias da mulher estão presentes em menos de 10% dos municípios do país.

"Só 9% dos municípios do Brasil têm delegacia da mulher. Como enfrentar a violência desse jeito? Apenas 19% dos municípios têm algum órgão de defesa da mulher", afirmou. Ela também sugeriu que mais mulheres se candidatem a vereadoras, nas eleições do ano que vem, para que sejam criadas Procuradorias da Mulheres em todas as Câmaras Municipais do país.

Perguntada por jornalistas se há orçamento previsto para esta capacitação, a ministra disse que o recurso está assegurado e sairá de um programa da pasta chamado Salve uma Mulher. O valor reservado para a capacitação não foi informado. Damares Alves explicou que já estão sendo feitos contatos com a secretarias de segurança dos estados para que a parceria para capacitação seja fechada e possa começar em janeiro.

"Nós vamos ter mais delegacias das mulheres e nos lugares onde não tiver delegacia da mulher, vai ter um serviço especializado de atendimento até chegar a delegacia da mulher lá. O que não podemos é deixar a mulher sem um atendimento especial dentro das delegacias", disser Damares.

Outra medida anunciada pela ministra foi a ampliação do Disque 180, canal de denúncia de violência contra a mulher. De acordo com Damares, a partir de janeiro a ferramenta vai passar a contar com videoconferência e atendimento em Libras (Língua Brasileira de Sinais), para que possa também ser utilizada por mulheres surdas.

Antes da cerimônia, a ministra Damares Alves chegou a convocar uma coletiva de imprensa com jornalistas, no Palácio do Planalto, em que daria informações sobre a iniciativa. Quando os jornalistas já estavam posicionados, a ministra permaneceu por um tempo em silêncio e, aparentando estar emocionada, se retirou do púlpito preparado para a entrevista sem falar nada. Mais tarde, ela postou um vídeo em sua conta oficial no Twitter para explicar porque chamou a imprensa e não falou nada. Segundo ela, foi uma ação para demonstrar a importância de dar voz às mulheres.

"Eu queria exatamente ficar em silêncio para dizer para eles [repórteres] que nenhuma mulher pode ficar sem voz no Brasil. Vamos embora, você que está sendo vítima de violência, ligue agora 180, é no nosso ministério, nós vamos atender. Você, mulher cigana, ribeirinha, indígena, quem está sofrendo algum tipo de violência, ligue para nós, você tem voz", afirmou.

Ninguém entendeu meu silêncio, mas agora eu explico pra vocês.

Denuncie a violência contra a mulher. Ligue 180.#vctemvoz pic.twitter.com/TfZcyg8hn5

— Damares Alves (@DamaresAlves) November 25, 2019

Campanha nacional
A cerimônia também marcou o lançamento da campanha de enfrentamento à violência contra a mulher, do governo federal. Com o mote Você tem Voz, o objetivo é estimular as mulheres a não se calarem diante da violência. As peças publicitárias, que incluem um clipe musical especialmente elaborado para a campanha, interpretado pela dupla Simara e Simaria, serão veiculadas em emissoras de rádio, televisão, internet, cinema e mídia externa ao longo desta semana.

Agência Brasil
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o Brasil ainda precisa avançar muito no combate à violência contra a mulher. Ele defendeu medidas concretas para que o atual cenário seja superado. Maia participou da sessão solene relativa ao dia internacional de combate à violência contra a mulher.

“Se 97% das brasileiras já sofreram assédio em meios de transporte, é sinal de que precisamos do 25 de novembro, somado a medidas concretas, para deixarmos para trás o atual cenário”, afirmou.

No seu discurso, o presidente destacou a criação da comissão externa destinada a acompanhar os casos de violência doméstica contra a mulher e feminicídio no País. O grupo, segundo Rodrigo Maia, tem buscado alterar o cenário brasileiro, monitorar estatísticas, analisar protocolos de atendimento e buscar as boas práticas de prevenção, educação e proteção.

“Um País que não respeita suas mulheres é uma Nação que está falhando em seus objetivos de construir uma sociedade justa e de promover o bem de todos, sem qualquer forma de discriminação. Por isso, a todas as brasileiras, registramos nossos votos de uma vida livre da violência, para que não tarde a chegar o tempo em que o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher seja uma data em que tenhamos muito a celebrar no Brasil”, disse o presidente.

Agência Câmara
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O governador João Azevêdo fez, nesta segunda-feira (25), um balanço da missão realizada pelos governadores do Nordeste na França, Itália e Alemanha, na última semana, oportunidade que os gestores apresentaram os potenciais econômicos da região e viabilizaram novas agendas de trabalho com investidores europeus. Em seu programa semanal ‘Fala, governador’, transmitido em cadeia estadual pela rádio Tabajara, o chefe do Executivo estadual afirmou que no dia 9 de dezembro, representantes da empresa Golar Power estarão no Nordeste para apresentar seu plano de investimento na área de gás natural para os estados da região. Além disso, empresários dos três países virão ao Brasil em fevereiro e março do próximo ano para discutir parcerias nas áreas de saneamento e energias renováveis. Já a direção da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) deverá visitar a Paraíba para estudar eixos de investimentos e parcerias com o Estado.

“Essa missão teve, na sua essência, a oportunidade para que todos os Estados pudessem apresentar as suas potencialidades a empresários e a organismos internacionais públicos e privados. Tivemos uma semana extremamente positiva, com uma agenda muito intensa que norteou, a partir de agora, os Estados do Nordeste na busca por novos investimentos”, ressaltou o governador.

João Azevêdo também destacou que a missão na Europa ofereceu as condições para os governos estaduais desenvolverem projetos em diversos segmentos da economia e buscar investimentos que resultarão na geração de emprego e renda. “Alguns Estados, como o nosso, tiveram a confirmação da liberação de recursos colocados à disposição, como ocorreu na reunião com o Fida, e outros Estados apresentaram as suas potencialidades, e eu tenho certeza de que os frutos dessa missão na Europa, que alcançou os objetivos desejados, irão acontecer nos próximos meses porque tivemos condições de apresentar o Nordeste e a Paraíba e de entender a lógica dos investimentos com sustentabilidade, crescimento e inclusão social”, comentou.

Agenda - Na França, os governadores tiveram reuniões com um grupo de empresários, representantes da Golar Power, Unesco, Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e dirigentes de Ministérios da Transição Ecológica e Solidária e das Relações Exteriores em busca de investimentos voltados para as energias alternativas, rota de transporte de gás natural e turismo, com foco no desenvolvimento sustentável. Na reunião com a secretária de Estado do Ministério de Transição Ecológica e Solidária, o Consórcio Nordeste assinou uma carta de intenção de cooperação nas áreas de meio ambiente e cidade sustentável, que prevê a cooperação bilateral nas áreas de proteção da biodiversidade e ecoturismo; agrosilvicultura; gestão do lixo; água e saneamento; cidade sustentável e mobilidade sustentável.

Na Itália, os gestores mantiveram encontros com integrantes dos Ministérios da Economia e Finanças e Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional, com empresários e industriais na Confederação Geral da Indústria Italiana (Confindustria) e com a direção geral do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida), ocasião em que o governador João Azevêdo foi informado sobre a disponibilidade de até US$ 118 milhões da instituição e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para investimentos na agricultura familiar, segurança hídrica e arranjos produtivos locais da Paraíba.

Em Roma, ele também teve a oportunidade de apresentar os projetos para ampliação das operações no Porto de Cabedelo, implantação do Polo Turístico Cabo e do estaleiro de reparos navais, em Lucena, além do potencial do Estado na geração de energias eólica e solar.

Já na Alemanha, os governadores do Nordeste se reuniram com investidores na sede da Associação das Câmaras Alemãs de Comércio e Indústria (DIHK) e com representantes dos Ministérios da Economia, Educação e Cooperação e Desenvolvimento da Alemanha. Nas agendas, o gestor paraibano evidenciou o potencial tecnológico de Campina Grande e a fase de implantação do primeiro laboratório em tecnologia 5G no Nordeste e da parceria já existente com o instituto alemão Fraunhofer em um projeto de pesquisa para criação de plástico biodegradável.

A missão na Europa foi a primeira articulação internacional do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste) com o objetivo de ampliar o fluxo de negócios com investidores europeus e fortalecer as relações de cooperação, visando o desenvolvimento da região nordestina, que reúne 57,1 milhões de habitantes e tem um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 898,1 bilhões, equivalente a 14% do PIB brasileiro. Na França, Itália e Alemanha, os governadores buscaram atrair recursos para áreas integradoras, como sustentabilidade, infraestrutura, turismo, saúde, segurança pública, saneamento e energias limpas, inclusive com a perspectiva de abertura de parcerias público-privadas (PPPs).

Além do governador João Azevêdo, participaram da missão os governadores Rui Costa (Bahia), Renan Filho (Alagoas), Camilo Santana (Ceará), Paulo Câmara (Pernambuco), Wellington Dias (Piauí), Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), assim como o vice-governador Carlos Brandão (Maranhão). O governador de Sergipe foi representado pelo superintendente de PPPs, Oliveira Junior.

Secom-PB
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O "Diário Oficial da União" (DOU) publicou nesta terça-feira (26) a indicação pelo presidente Jair Bolsonaro do diplomata Nestor Forster para a embaixada do Brasil nos Estados Unidos. Agora, o Senado deverá submeter Forster a uma sabatina e decidir se aprova a escolha de Bolsonaro.

"Encaminhamento ao Senado Federal, para apreciação, do nome do Senhor NESTOR JOSÉ FORSTER JUNIOR, Ministro de Primeira Classe da Carreira de Diplomata do Ministério das Relações Exteriores, para exercer o cargo de Embaixador do Brasil junto aos Estados Unidos da América", diz a publicação.

O nome de Forster ganhou força após a desistência do deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, de assumir a embaixada em Washington. Eduardo anunciou no mês passado a decisão de permanecer no Brasil, em discurso no plenário da Câmara.

A desistência ocorreu em meio à crise interna no PSL. As desavenças entre aliados de Bolsonaro e do presidente da sigla, o deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), culminaram na saída de Jair do partido e no anúncio da criação do "Aliança pelo Brasil".

Nos bastidores, funcionários do Itamaraty ironizavam a possível escolha de Eduardo para ocupar a embaixada e chegaram a ficar aliviados com a desistência do deputado.

Um dia antes do anúncio por Eduardo, o presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer, durante viagem ao Japão, que preferia que o filho permanecesse no Brasil para "pacificar" o PSL.

Em julho, Bolsonaro afirmou pela primeira vez que pretendia indicar o deputado para a embaixada. Desde então, Eduardo Bolsonaro visitou senadores a fim de obter apoio para a indicação, que precisa ser aprovada pelo Senado. Mas enfrentou resistência de parte dos parlamentares, e o governo nunca obteve a garantia de que teria votos suficientes para aprovar a indicação.

A situação ficou ainda mais difícil com a eclosão da crise no PSL, principalmente depois que um áudio revelou uma conversa telefônica de Jair Bolsonaro na qual pedia, supostamente a um deputado, apoio para que o filho assumisse como líder do PSL na Câmara.

Desde a "guerras de listas" registrada na Câmara dos Deputados, Eduardo passou a ser o líder do PSL na Casa.

G1
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Líderes partidários da Câmara dos Deputados e do Senado se reunirão nesta terça-feira (26) com o ministro da Justiça, Sergio Moro, para debater a votação de uma proposta que permita a prisão após condenação em segunda instância.

O encontro acontecerá na residência oficial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Também são esperados o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os presidentes das comissões de Constituição e Justiça das duas Casas, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) e o deputado Felipe Francischini (PSL-PR).

Na semana passada, Alcolumbre disse que buscará um acordo entre Senado e Câmara para definir o texto sobre o tema a ser votado pelos parlamentares.

Nesta segunda (25), porém, Maia disse que a Câmara dará andamento a uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que já passou pela CCJ e será analisada por uma comissão especial. O texto foi apresentado pelo deputado Alex Manente (Cidadania-SP).

No Senado, um grupo de parlamentares defende a aprovação de um projeto de lei que altera o Código de Processo Penal (CPP). A proposta foi apresentada pelo senador Laiser Martins (Podemos-RS).

Propostas em discussão
Saiba, em perguntas e respostas, quais são as propostas em discussão no Congresso Nacional.

O QUE DIZ A CONSTITUIÇÃO?

Segundo o artigo 5º da Constituição, "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". Isto é, a pessoa não será considerada culpada por um crime enquanto couber recursos a outras instâncias da Justiça.

O QUE O STF DECIDIU?

Por 6 votos a 5, os ministros entenderam que a prisão de uma pessoa condenada só pode ser decretada quando houver o trânsito em julgado. A decisão mudou o entendimento adotado desde 2016, segundo o qual a prisão poderia ser decretada a partir da condenação em segunda instância.

O QUE DIZ A PROPOSTA DO SENADO?

O projeto modifica o artigo 283 do Código de Processo Penal (CPP), especificamente na parte da prisão sobre execução da pena.

O texto define que a prisão poderá ocorrer após "condenação criminal exarada por órgão colegiado", o que, na prática, permite que um tribunal de segunda instância autorize a prisão.

O QUE DIZ A PROPOSTA DA CÂMARA?

A PEC altera os artigos 102 e 105 da Constituição, transformando em ações independentes os recursos especiais e extraordinários apresentados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao STF.

Na prática, pela PEC, o réu só poderá recorrer até a segunda instância e, depois disso, o processo transitará em julgado. O processo até poderá seguir para o STF ou STJ, mas por meio de uma nova ação para questionar aspectos formais da sentença.

EM QUE FASE ESTÃO AS PROPOSTAS?

O texto em análise no Senado é um projeto de lei. Na semana passada, foi apresentado um relatório favorável à proposta, e o tema é o primeiro item da pauta da CCJ desta quarta-feira (27). Se aprovado pela comissão, o projeto seguirá para votação no plenário da Casa. Para ser encaminhado à Câmara, precisa do apoio da maioria simples dos senadores, ou seja, metade dos votos mais um, desde que estejam presentes à sessão pelo menos 41 dos 81 parlamentares.

A PEC em discussão na Câmara já passou na CCJ e agora será analisada por uma comissão especial. O texto a ser aprovado será enviado ao plenário da Casa. Por se tratar de emenda à Constituição, a PEC deverá ser submetida a dois turnos de votação e só será aprovada se tiver o apoio de pelo menos três quintos dos parlamentares, portanto, 308 dos 513 deputados.

G1
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O ministro Alexandre de Moraes decidiu que o Supremo Tribunal Federal (STF) não deve julgar um pedido da ex-presidente Dilma Rousseff que tentava reverter o impeachment.

A decisão foi tomada na última sexta-feira (22) e lançada no sistema do STF nesta segunda (25).

Moraes entendeu que a ação perdeu o objeto, uma vez que o mandato para o qual Dilma foi reeleita em 2014 acabou em 2018.

Dilma foi afastada do cargo em 12 de maio de 2016 e perdeu definitivamente o mandato em 31 de agosto daquele ano. Então vice-presidente, Michel Temer assumiu o Palácio do Planalto.

Na opinião da maioria dos senadores, a então presidente cometeu crime de responsabilidade na edição de decretos de suplementação de crédito. Na ocasião, Dilma negou ter cometido crime, afirmando que o processo era um "golpe".

Após o impeachment ter sido aprovado pelo Senado, a defesa de Dilma recorreu ao Supremo. Os advogados argumentaram que o processo contrariou a Constituição.

À época, o caso foi sorteado para o ministro Teori Zavascki. O ministro morreu em janeiro de 2017, e Moraes herdou o processo.

Entenda o caso no STF
A defesa de Dilma argumentou que a ex-presidente foi condenada com base em dois artigos da lei do impeachment, de 1950, que contrariam a Constituição de 1988.

O artigo 10 da lei regula o processo da perda do cargo e define como crime de responsabilidade "infringir, patentemente, e de qualquer modo, dispositivo da lei orçamentária". Esse artigo foi usado para enquadrar os decretos de Dilma.

O outro é o artigo 11 da mesma lei, que define crimes de responsabilidade "contra a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos", como por exemplo, "contrair empréstimo, emitir moeda corrente ou apólices, ou efetuar operação de crédito sem autorização legal".

Em dezembro de 2018, Alexandre de Moraes negou o pedido. Mas a defesa de Dilma recorreu. O recurso chegou a ser marcado para julgamento no plenário virtual, no qual os ministros votam por um sistema no computador, mas, na última quinta-feira (21), Moraes o retirou da pauta para reanálise.

Em nova decisão, o ministro sequer analisou a argumentação da defesa e afirmou que não há mais o que ser decidido.

"Ocorre, porém, que o mandato para qual foi eleita a ex-Presidente Dilma Rousseff encerrou-se em 31 de dezembro de 2018, o que, consequentemente, faz surgir, na espécie, hipótese de prejuízo, dada a perda superveniente de objeto", destacou Moraes.

G1
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A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse nesta segunda-feira (25) que o Brasil, maior exportador global de carne bovina, pode começar a importar carne para equilibrar o mercado. Pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, da FGV, a carne bovina apareceu entre os destaques em novembro, com alta de 5,26%, dez vezes mais do que em outubro. Em novembro, o Índice de Preços ao Consumidor constatou alta de 6,04% no contrafilé, enquanto em outubro havia subido 2,69%.

"O Brasil é grande exportador, mas pode importar carne se precisar para dar um equilíbrio ao mercado", disse a ministra.

A declaração foi dada durante a inauguração de uma indústria e refinaria de óleo de soja em Dourados, a 230 Km de Campo Grande. A ministra ainda afirmou que o mercado vive uma euforia momentânea.

O produtor rural aguentou muitos anos, isso é um momento de equilíbrio dessa cadeia produtiva. A cadeia vive um momento de euforia, mas já já esse mercado vai equilibrar, os preços não serão mais praticados a 2 meses atrás, mas com certeza eu acho que essa euforia não continua, é um momento de ajuste da carne brasileira", explicou

Segundo a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafigo), um dos fatores que levou ao aumento interno do preço da carne brasileira foi o crescimento das exportações, principalmente para a China.

Com impulso dos chineses, que elevaram as compras de carne bovina do Brasil em 23,6% de janeiro a outubro, para cerca de 320 mil toneladas, o país exportou 11% mais no período, para 1,47 milhão de toneladas, de acordo Abrafrigo.

Além da forte demanda da China após novas habilitações de indústrias de bovinos pelos chineses -- que passaram de 16 no início do ano para 40 unidades atualmente, segundo a Abrafrigo--, um dólar em máximas históricas frente ao real também favorece as exportações.

Não fossem poucos os fatores de alta, a proximidade das festas de final de ano gera uma demanda adicional por carnes, há o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro neste mês e uma oferta mais restrita de bovinos prontos para o abate.

G1
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