Abril 04, 2025
Arimatea

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O Huracán surpreendeu o Corinthians na noite desta quarta-feira. Em jogo válido pela primeira rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana, os argentinos venceram por 2 a 1, com gols de Sequeira, enquanto Raniele diminuiu para o Timão. De quebra, o Alvinegro conheceu sua primeira derrota na Neo Química Arena depois de 23 jogos e sete meses de invencibilidade.

Adeus, tabu!
O Corinthians voltou a ser derrotado em seus domínios depois de 225 dias. A última vez que alguém superou o Timão em Itaquera havia sido no dia 20 de agosto do ano passado, quando o Red Bull Bragantino, também pela Copa Sul-Americana, venceu por 2 a 1. Naquela ocasião, no entanto, o Alvinegro passou de fase ao levar a melhor nos pênaltis. De lá para cá, foram 23 jogos sob o comando de Ramón Díaz com 19 vitórias, quatro empates e a conquista do título paulista.

Como foi o primeiro tempo
O Corinthians foi superado pelo Huracán, da Argentina, na primeira metade da partida. O time visitante abriu o placar aos cinco em jogada de escanteio. Gil bateu na primeira trave, ninguém do Timão disputou a bola e Sequeira, sozinho, cabeceou no chão para marcar o gol. A resposta alvinegra não demorou a vir com Raniele, recebendo passe açucarado de Carrillo, para empatar o jogo. Quando parecia que o Corinthians tomaria as rédeas do confronto, Gustavo Henrique falhou em lance de bola aérea, e deixou Sequeira, mais uma vez, livre para marcar e recolocar os argentinos em vantagem. O Timão ainda perdeu duas chances claras com Yuri Alberto e não conseguiu evitar a derrota parcial na Neo Química Arena.

Faltou criatividade
Na etapa final, Ramón Díaz mandou a campo Giovane e Talles Magno. A dupla, no entanto, não conseguiu criar na frente e o Corinthians praticamente não chegou ao gol do Huracán. Com a vantagem no placar, os argentinos abaixaram as linhas de marcação e apostaram no contra-ataque, porém não conseguiram levar perigo ao gol defendido por Matheus Donelli. No fim, o Timão teve Igor Coronado e Breno Bidon em campo, mas manteve o padrão de atuação e ficou preso no ferrolho defensivo argentino.

Situação na tabela
Com a vitória, o Huracán assumiu a liderança do Grupo C da Copa Sul-Americana com três pontos ganhos. O Timão está zerado e aguarda o duelo da noite desta quarta-feira, entre Racing (URU) e América de Cali (COL), no fechamento da rodada. O próximo desafio do Corinthians na Sula será na Colômbia, na próxima terça-feira (8), contra a equipe de Cali.

Olho no Brasileirão
Antes da viagem a Cali, o Corinthians encara o Vasco da Gama, no sábado, a partir das 18h30 (de Brasília), pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo com os cariocas também será disputado na Neo Química Arena.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou, nesta quinta-feira (3), a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas recíprocas a uma série de países que cobram taxas nos produtos norte-americanos, entre eles, o Brasil.

Nessa quarta-feira (2), Trump anunciou que o país passará a cobrar 10% de todas as importações do Brasil, como parte do decreto que estabelece tarifas recíprocas aos parceiros comerciais dos EUA.

Lula citou o caso nesta quinta, durante um evento com ministros, aliados e parlamentares, para fazer um balanço de governo. O evento recebeu o slogan de "Brasil dando a volta por cima".

Segundo o petista, o governo brasileiro irá responder a qualquer iniciativa de impor protecionismo, que não cabe mais ao mundo.

"Somos um país que não tolera ameaça à democracia, que não abre mão de sua soberania, que não bate continência para nenhuma outra bandeira que não seja a bandeira verde e amarela, que fala de igual para igual e que respeita todos os países — dos mais pobres aos mais ricos —, mas que exige reciprocidade no tratamento", afirmou o presidente.

"Diante da decisão dos EUA de impor uma sobretaxa aos produtos brasileiros, tomaremos todas as medidas cabíveis para proteger as nossas empresas e nossos trabalhadores brasileiros, tendo como referência a lei de reciprocidade econômica aprovada ontem no Congresso Nacional e as diretrizes da OMC", prosseguiu.

Também em reação ao anúncio de Trump, o Congresso Nacional aprovou um projeto de lei que cria um marco legal para que o governo brasileiro possa reagir a eventuais cobranças de tarifas de outros países que considere "injustas".

✏️ Atualmente, o Brasil não adota tarifas específicas contra este ou aquele país. O país segue hoje uma regra da Organização Mundial do Comércio (OMC) que proíbe favorecer ou penalizar um colega do bloco com tarifas.

Mas, o projeto aprovado no Congresso permite que o governo descumpra essa norma internacional.

Também determina que as medidas de retaliação do governo brasileiro deverão ser, "na medida do possível", proporcionais ao impacto econômico causado pelas medidas unilaterais de outros países ou blocos.

Evento de governo
O presidente Lula cumpriu dois anos e três meses dos quatro anos de seu terceiro mandato como presidente, e optou por fazer um evento fora do Palácio do Planalto, nesta quinta (3), para destacar as ações do governo.

➡️O evento seguiu um formato diferente das cerimônias convencionais do governo federal. Em lugar do "display de autoridades" – a fileira de ministros e secretários no palco, que se reveza ao microfone –, duas apresentadoras comandaram o roteiro.

O próprio presidente Lula e a primeira-dama Janja, por sinal, se sentaram na primeira fila da plateia na parte inicial do evento. Em seguida, Lula foi convidado ao palco, onde fez um breve discurso.

Popularidade em baixa
O presidente nos últimos meses viu sua popularidade cair, mas ainda não conseguiu reverter o quadro, apesar de em janeiro ter nomeado o publicitário Sidônio Palmeira, marqueteiro da campanha de 2022, como ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) no lugar do deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

Sidônio atualizou a linguagem das redes sociais, incentivou o presidente a dar mais entrevistas e a comparar os resultados da atual gestão com o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), derrotado por Lula na última eleição, mas que permanece como principal líder da direita brasileira, mesmo que esteja inelegível.

A estratégia de Sidônio, contudo, ainda não teve o efeito esperado no Planalto.

Pesquisa Quaest divulgada na quarta (2) mostrou que a desaprovação de Lula subiu de 49% para 56%, o pior índice desde o início do mandato e a primeira vez que passou de 50%.

O mesmo instituto, em sondagem sobre a eleição de 2026, informou que Lula tem empate técnico com Bolsonaro e venceria outros sete candidatos em um segundo turno. O presidente ainda não definiu se tentará a reeleição.

Lula e aliados se queixam do fato que não tem refletido na aprovação do governo a retomada de programas sociais e resultados positivos da economia, como a geração de empregos, o aumento real do salário do mínimo e os dois anos de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Entre os motivos que desgasta o governo, segundo especialistas, estão a alta do preço dos alimentos e a preocupação com a segurança pública.

Desde o ano passado Lula afirma que enviará ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para ampliar a participação da União na segurança, o que ainda não aconteceu.

g1
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu ministros, aliados políticos e militantes em um centro de eventos de Brasília, nesta quinta-feira (3), para um evento de balanço de governo, que recebeu o slogan de "Brasil dando a volta por cima".

Lula cumpriu dois anos e três meses dos quatro anos de seu terceiro mandato como presidente e optou por fazer um evento fora do Palácio do Planalto para destacar as ações do governo.

O evento seguiu um formato diferente das cerimônias convencionais do governo federal. Em lugar do "display de autoridades" – a fileira de ministros e secretários no palco, que se reveza ao microfone –, duas apresentadoras comandaram o roteiro.

O próprio presidente Lula e a primeira-dama Janja, por sinal, se sentaram na primeira fila da plateia na parte inicial do evento.

Popularidade em baixa
O presidente nos últimos meses viu sua popularidade cair, mas ainda não conseguiu reverter o quadro, apesar de em janeiro ter nomeado o publicitário Sidônio Palmeira, marqueteiro da campanha de 2022, como ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) no lugar do deputado Paulo Pimenta (PT-RS).

Sidônio atualizou a linguagem das redes sociais, incentivou o presidente a dar mais entrevistas e a comparar os resultados da atual gestão com o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022), derrotado por Lula na última eleição, mas que permanece como principal líder da direita brasileira, mesmo que esteja inelegível.

A estratégia de Sidônio, contudo, ainda não teve o efeito esperado no Planalto.

Pesquisa Quaest divulgada na quarta (2) mostrou que a desaprovação de Lula subiu de 49% para 56%, o pior índice desde o início do mandato e a primeira vez que passou de 50%.

O mesmo instituto, em sondagem sobre a eleição de 2026, informou que Lula tem empate técnico com Bolsonaro e venceria outros sete candidatos em um segundo turno. O presidente ainda não definiu se tentará a reeleição.

Lula e aliados se queixam do fato que não tem refletido na aprovação do governo a retomada de programas sociais e resultados positivos da economia, como a geração de empregos, o aumento real do salário do mínimo e os dois anos de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Entre os motivos que desgasta o governo, segundo especialistas, estão a alta do preço dos alimentos e a preocupação com a segurança pública.

Desde o ano passado Lula afirma que enviará ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para ampliar a participação da União na segurança, o que ainda não aconteceu.

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O presidente Lula (PT) declarou ontem a senadores da base aliada que pretende disputar a reeleição em 2026. Segundo relatos obtidos pelo blog, o petista afirmou que está cuidando da saúde, fazendo exercícios e mantendo a forma para ser candidato.

“Ele foi literal: tendo saúde, é candidato. E fez questão de dizer que está forte. Vejo com plenas condições de levar o plano adiante”, relatou um dos presentes ao encontro.

Como antecipou o blog ontem, Lula desceu do Planalto até a residência oficial do presidente do Senado para encontrar os líderes da base aliada. O gesto, em si, embute sinal claro de desejo de estreitar laços.

O petista disse ainda que vai mergulhar novamente na articulação e prometeu atenção especial a senadores que vai disputar a reeleição em 2026.

Lula fez uma espécie de prestação de contas das ações do governo, voltou a criticar a taxa de juros e tratou sua crise de popularidade como conjuntural.

“Ele não vê o cenário como irreversível. Longe disso”, relatou um senador.

g1
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Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (3) mostra o presidente Lula (PT) empatado com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em índice de rejeição para a eleição presidencial de 2026. Tanto Lula quanto Bolsonaro têm 55% de rejeição entre os nove potenciais candidatos em 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Os dois estão tecnicamente empatados com o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), que tem 56% de rejeição.

Os menos rejeitados são os governadores Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, com 24%, e Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, com 26%. Porém, ambos são os candidatos menos conhecidos dos entrevistados (veja mais abaixo).

Entre os candidatos com mais chances de voto, Lula tem 41% e empata tecnicamente no limite da margem de erro com Bolsonaro, que soma 39%. Zema (15%) e Caiado (11%) têm os menores índices de intenção de voto.

Os governadores Ronaldo Caiado (63%) e Romeu Zema (61%) empatam entre os candidatos mais desconhecidos pelos entrevistados, seguidos de Ratinho Júnior (51%). Lula (4%) e Bolsonaro (6%) são os menos desconhecidos.

Veja os números:

  • Lula (PT)
  • Conhece e votaria: 41% (eram 47% em janeiro);
  • Conhece e não votaria: 55% (eram 49%);
  • Não conhece: 4% (eram 4%)
  • Jair Bolsonaro (PL)
  • Conhece e votaria: 39% (eram 41%);
  • Conhece e não votaria: 55% (53%);
  • Não conhece: 6% (eram 6%).
  • Michelle Bolsonaro (PL)
  • Conhece e votaria: 30% (eram 29%);
  • Conhece e não votaria: 48% (eram 49%);
  • Não conhece: 22% (eram 22%).
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos)
  • Conhece e votaria: 26% (eram 23%);
  • Conhece e não votaria: 32% (eram 32%);
  • Não conhece: 42% (eram 45%).
  • Eduardo Bolsonaro (PL)
  • Conhece e votaria: 23% (eram 22%);
  • Conhece e não votaria: 56% (eram 55%);
  • Não conhece: 21% (eram 23%).
  • Pablo Marçal (PRTB)
  • Conhece e votaria: 22% (eram 26%);
  • Conhece e não votaria: 45% (eram 42%);
  • Não conhece: 33% (eram 32%).
  • Ratinho Júnior (PSD)
  • Conhece e votaria: 20% (eram 17%);
  • Conhece e não votaria: 29% (eram 32%);
  • Não conhece: 51% (eram 51%).
  • Romeu Zema (Novo)
  • Conhece e votaria: 15% (eram 15%);
  • Conhece e não votaria: 24% (eram 23%);
  • Não conhece: 61% (eram 62%)
  • Ronaldo Caiado (União Brasil)
  • Conhece e votaria: 11% (eram 11%);
  • Conhece e não votaria: 26% (eram 21%);
  • Não conhece: 63% (eram 68%).

Eleição presidencial de 2026
A pesquisa Quaest levantou quais as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. Em cenários de 2º turno, Lula empata com Bolsonaro e vence os demais candidatos.

A pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, coloca o presidente disputando com: Bolsonaro, que está inelegível pela Justiça Eleitoral, o governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o governador de MG, Romeu Zema (Novo), o governador de GO, Ronaldo Caiado (União), o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o empresário Pablo Marçal (PRTB) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 27 e 31 de março. O nível de confiança é de 95%.

Lula deveria se candidatar à reeleição?
A pesquisa também perguntou aos entrevistados se achavam que Lula deveria se candidatar à reeleição em 2026.

Para 35% dos entrevistados, o presidente deveria tentar um novo mandato. A maior parte, 62%, é contra. Os que não souberam ou não responderam são 3%.

Veja os números:

  • Sim: 35
  • Não: 62%
  • Não sabe ou não respondeu: 3%

Cenários de 2º turno
A pesquisa criou oito possíveis cenários na pesquisa estimulada para o 2º turno das eleições para presidente, em 2026:

Cenário 1
Lula aparece tecnicamente empatado, no limite da margem de erro, com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) -- ele está inelegível pela Justiça Eleitoral até 2030 e não pode se candidatar na próxima disputa presidencial.

Lula soma 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro, 40%. Outros 3% estão indecisos e 13% vão votar em branco, nulo ou não vão votar.

Veja os números:

  • Lula (PT): 44%;
  • Jair Bolsonaro (PL): 40%;
  • Indecisos: 3%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 13%.

Cenário 2
Em uma eventual disputa contra Michelle Bolsonaro (PL), Lula aparece com 44%, enquanto a ex-primeira-dama tem 38%. Indecisos são 3%, e 15% votariam em branco, nulo ou não votariam.

Veja os números:

  • Lula (PT): 44%;
  • Michelle Bolsonaro (PL): 38%;
  • Indecisos: 3%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 15%.

Cenário 3
Lula tem 43% das intenções de voto contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que aparece com 37%. Indecisos somam 4%, e 16% indicam votar em branco, nulo ou não votar.

Veja os números:

  • Lula (PT): 43%;
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 37%;
  • Indecisos: 4%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 16%.

Cenário 4
Com Ratinho Júnior (PSD) na disputa de 2º turno, Lula soma 42%, e o governador paranaense, 35%. Indecisos são 4%, e brancos, nulos e não vão votar, 19%.

Veja os números:

  • Lula (PT): 42%;
  • Ratinho Júnior (PSD): 35%;
  • Indecisos: 4%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 19%.

Cenário 5
Em uma possível disputa contra Pablo Marçal (PRTB), o presidente Lula tem 44% das intenções de voto, enquanto o empresário tem 35%. Indecisos são 4% e brancos, nulos e não vão votar, 17%.

Em fevereiro, a Justiça Eleitoral de São Paulo tornou Marçal inelegível, mas o processo ainda não foi concluído.

Veja os números:

  • Lula (PT): 44%;
  • Pablo Marçal (PRTB): 35%;
  • Indecisos: 4%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 17%.

Cenário 6
Lula seria escolhido por 45% dos entrevistados em um eventual 2º turno contra o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), que tem 34% das intenções de voto. Indecisos são 4%, e brancos, nulos e não vão votar somam 17%.

Veja os números:

  • Lula (PT): 45%;
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 34%;
  • Indecisos: 4%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 17%.

Cenário 7
Contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 44% das intenções de voto, contra 31% de Zema. Indecisos são 5%; brancos, nulos e não vão votar, 21%.

Veja os números:

  • Lula (PT): 43%;
  • Romeu Zema (Novo): 31%;
  • Indecisos: 5%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 21%.

Cenário 8
O presidente Lula tem 44% dos votos se tiver como adversário Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, que soma 30%. Indecisos são 4%, e 22% dizem votar em branco, nulo ou não votariam.

Veja os números:

  • Lula (PT): 44%;
  • Ronaldo Caiado (União Brasil): 30%;
  • Indecisos: 4%;
  • Branco/nulo/não vai votar: 22%.

Alternativas da direita
O levantamento também perguntou quem deveria ser o candidato da direita se Bolsonaro não for candidato. Tarcísio, Michelle e Marçal empatam entre si dentro da margem de erro. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), aparece empatado com Marçal, mas não com Tarcísio e Michelle.

Veja os números:

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 15%;
  • Michelle Bolsonaro (PL): 14%;
  • Pablo Marçal (PRTB): 11%;
  • Ratinho Júnior (PSD): 9%;
  • Eduardo Bolsonaro (PL): 4%;
  • Romeu Zema (Novo): 4%;
  • Ronaldo Caiado (União): 4%;
  • Eduardo Leite (PSDB): 3%;
  • Outros: 1%;
  • Nenhum desses: 19%;
  • Não sabem/não responderam: 16%.

A pesquisa também perguntou do que os entrevistados mais têm medo hoje: de Lula continuar na presidência ou de Bolsonaro voltar a ser presidente. O levantamento aponta empate técnico entre as duas opções.

Veja os números:

  • Bolsonaro: 44%;
  • Lula: 41%;
  • Tenho medo dos dois: 6%;
  • Não tenho medo de nenhum dos dois: 4%;
  • Não sabe/não respondeu: 5%.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (2) um novo pacote de tarifas comerciais recíprocas que afetará diversos países. O presidente mostrou uma tabela com os valores que serão cobrados de cada nação, e os produtos do Brasil receberão serão taxados em 10%.

A data foi batizada pelo republicano como o “Dia da Libertação”, marca o início de medidas que, segundo ele, terão impacto global e entrarão em vigor já nesta quinta-feira (3).

“Este é um dos dias mais importantes na minha opinião na história americana. É nossa declaração de independência econômica. Durante anos, cidadãos americanos trabalhadores foram forçados a ficar de fora enquanto outras nações ficavam ricas e poderosas, muito disso às nossas custas”, disse Trump durante o anúncio.

A tabela apresentada pelo presidente dos EUA prevê as seguintes tarifas contra países e blocos econômicos:

  • China - 34%
  • União Europeia - 20%
  • Vietnã - 46%
  • Taiwan - 32%
  • Japão - 24%
  • Índia - 26%
  • Coreia do Sul - 25%
  • Tailândia - 36%
  • Suíça - 31%
  • Indonésia - 32%
  • Malásia - 24%
  • Camboja - 49%
  • Reino Unido - 10%

“Mas agora é a nossa vez de prosperar e, ao fazer isso, usar trilhões e trilhões de dólares para reduzir nossos impostos e pagar nossa dívida nacional e tudo isso vai acontecer muito rápido. Com a ação de hoje, finalmente seremos capazes de tornar a América grande novamente, maior do que nunca”, destacou Trump.

Segundo o presidente dos EUA, “empregos e fábricas voltarão com tudo ao nosso país” a partir das tarifas anunciadas nesta quarta. “Vamos turbinar nossa base industrial doméstica. Vamos abrir mercados estrangeiros e quebrar barreiras de comércio exterior e, finalmente, mais produção em casa significará competição mais forte e preços mais baixos para os consumidores. Esta será de fato a era de ouro da América. Ela está voltando. Nós vamos voltar com muita força.”

Medidas protecionistas e negociação
As novas tarifas fazem parte de uma estratégia que Trump tem defendido desde o início de sua campanha para retornar à Casa Branca. Ele argumenta que os Estados Unidos são tratados de forma injusta por seus parceiros comerciais, que impõem barreiras tarifárias elevadas à entrada de produtos norte-americanos.

O republicano sustenta que esse cenário prejudica a indústria local, desestimula investimentos internos e favorece a saída de capital do país. Em resposta, ele assinou uma ordem executiva em 13 de fevereiro determinando que sua equipe econômica estudasse a implementação de tarifas para equilibrar as relações comerciais.

Na semana passada, Trump indicou que pode adotar uma abordagem mais flexível em relação a determinados parceiros. Em uma conversa com jornalistas no Salão Oval, ele afirmou que poderia ser “gentil” e “menos agressivo do que totalmente recíproco”, pois, segundo ele, um modelo estritamente recíproco poderia ser “duro demais para algumas nações”.

Autorização para governo reagir a tarifaços
O Congresso analisa nesta semana um projeto de lei que autoriza o governo brasileiro a adotar medidas de reciprocidade contra barreiras comerciais impostas por outros países. O projeto já foi aprovado no Senado e está em análise na Câmara nesta quarta.

O objetivo é proteger setores estratégicos da economia nacional, como o agronegócio e a indústria, de restrições que comprometam sua competitividade no mercado internacional.

A proposta permite que a Camex (Câmara de Comércio Exterior) adote contramedidas contra países ou blocos econômicos que:

  • Desrespeitem acordos comerciais assinados pelo Brasil;
  • Imponham barreiras ambientais mais rígidas do que as exigidas no próprio Brasil;
  • Interfiram na soberania nacional em questões comerciais.

As respostas podem incluir restrições comerciais, suspensão de concessões, medidas sobre investimentos e até limitações a direitos de propriedade intelectual. Qualquer sanção imposta deve ser proporcional ao impacto econômico causado ao Brasil.

Além disso, o projeto determina que o governo brasileiro, por meio do Ministério das Relações Exteriores, realize negociações diplomáticas para tentar reduzir os efeitos das barreiras impostas. A Camex será responsável por monitorar constantemente os impactos dessas contramedidas e o andamento das negociações.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ao seu círculo íntimo, incluindo membros de seu gabinete, que Elon Musk deixará o governo nas próximas semanas, segundo o site americano "Político".

De acordo com o site, três fontes disseram que Trump e Musk tomaram a decisão em consenso. Afirmaram ainda que o presidente está satisfeito com o trabalho do bilionário como seu conselheiro e líder do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE).

Pouco depois da publicação do artigo, a Casa Branca comentou o assunto e afirmou apenas que Musk se afastará do serviço público quando seu trabalho no DOGE estiver concluído.

Um alto funcionário do governo disse que Musk provavelmente manterá um papel informal como conselheiro e continuará a aparecer frequentemente nos arredores da Casa Branca.

Outro afirmou que Musk não vai desaparecer completamente da órbita de Trump.

A transição, disseram as fontes do site, provavelmente corresponderá ao fim do tempo de Musk como um “funcionário especial do governo”, um status especial que o isenta temporariamente de algumas regras éticas e de conflito de interesses, que dura 130 dias - até o fim de maio ou início de junho.

O anúncio teria sido feito durante uma reunião de gabinete em que Musk estava no dia 24 de março.

“Elon, quero agradecer a você. Sei que você passou por muita coisa”, disse Trump ao bilionário, em frente a repórteres após a reunião, mencionando ameaças de morte e a onda de vandalismo direcionado aos carros construídos pela Tesla antes de chamá-lo de “patriota” e “amigo meu”.

Ambos já haviam dado sinais de uma possível saída do empresário. Na quinta-feira passada, em entrevista à Fox News, ao ser questionado se ele estaria pronto para sair quando seu status especial de funcionário do governo expirasse, Musk essencialmente declarou missão cumprida:

"Acho que teremos realizado a maior parte do trabalho necessário para reduzir o déficit em US$ 1 trilhão dentro desse prazo".

Na noite desta segunda (31), Trump disse aos repórteres: “Em algum momento Elon vai querer voltar para sua empresa”. E acrescentou: “Ele quer. Eu o manteria enquanto pudesse mantê-lo".

A possível retirada de Musk do governo Trump ocorre em um momento em que alguns de seus membros e muitos aliados externos estão frustrados com a imprevisibilidade do bilionário e, cada vez mais, o veem como um fardo político.

Ela também não significa necessariamente o fim da DOGE. O mandato da equipe de corte de custos expira em 4 de julho de 2026, sob uma ordem executiva assinada por Trump em 20 de janeiro.

Após o artigo ir ao ar, as ações da Tesla, empresa de carros elétricos de Elon Musk, subiram na bolsa de Nova York. Por volta das 13h06 de Brasília, elas eram negociadas em alta de 3,91%, a US$ 278,95 - R$ 1.587,72.

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A China anunciou que concluiu seus exercícios militares em Taiwan nesta quarta-feira (2).

Em comunicado, o porta-voz das Forças Armadas do país anunciou a conclusão da operação ao redor da ilha, que descreveu no dia anterior como "um alerta severo" contra a busca do território pela independência, e disse que o país "concluiu todos os seus objetivos planejados nos exercícios conjuntos realizados de 1º a 2 de abril".

Em vídeo exibido pela CCTV, a mídia estatal chinesa, Pequim exibiu seu poderio militar: mostrou as tropas em ação, seus equipamentos e o lançamento de mísseis de longo alcance.

O comando do Exército confirmou ter realizado exercícios de tiro real com seus caças e foguetes nas águas do Mar da China Oriental, mas não identificou o local exato atingido durante o treinamento.

Afirmou que as manobras "de longo alcance com munição real" envolveram "ataques de precisão contra alvos simulados e instalações de energia" e pretendiam "testar a capacidade das tropas" em áreas como "o bloqueio e o controle e os ataques de precisão contra alvos-chave".

Ameaças a Taiwan
Nesta terça-feira (1º), o porta-voz das Forças Armadas chinesas afirmou que a operação conjunta envolveu forças navais, aéreas e terrestres. O objetivo seria simular um bloqueio da ilha, que Pequim considera parte de seu território.

Shi Yi afirmou que as manobras se concentram em "patrulhas de preparação para combate marítimo e aéreo, e no bloqueio de áreas-chave e rotas marítimas" e que as Forças Armadas chinesas "se aproximam da ilha de Taiwan a partir de múltiplas direções".

O Ministério da Defesa de Taiwan afirmou ter detectado 21 navios de guerra ao redor da ilha, incluindo um porta-aviões, além de 71 aviões e quatro navios da Guarda Costeira, nas primeiras 24 horas de ação chinesa.

Em resposta, o governo de Taiwan mobilizou seus aviões e navios de guerra e ativou o sistema terrestre de mísseis de defesa.

O Gabinete Presidencial do país postou no X que “as flagrantes provocações militares da China não apenas ameaçam a paz, mas também minam a segurança em toda a região". O Ministério das Relações Exteriores escreveu:

"Condenamos veementemente os exercícios militares conjuntos da China perto de Taiwan. As provocações ameaçam a paz regional. Instamos Pequim a parar de desestabilizar o status quo e a paz e estabilidade do Indo-Pacífico por meio de comportamento imprudente".

A Marinha chinesa também realizou, recentemente, exercícios perto da Austrália e da Nova Zelândia para os quais não deu nenhum aviso, forçando o redirecionamento de última hora de voos comerciais.

EUA declaram apoio a Taiwan
Horas depois das declarações das autoridades chinesas e taiwanesas, os Estados Unidos afirmaram que estão monitorando de perto a atividade militar da China perto de Taiwan e continuarão a apoiar a ilha diante da pressão militar, econômica e diplomática de Pequim.

"A China mostrou que não é um ator responsável e não tem problemas em colocar a segurança e a prosperidade da região em risco. Não há justificativa para as ameaças irresponsáveis ​​da China e operações de pressão militar perto de Taiwan", disse um porta-voz do Departamento de Estado nesta terça-feira.

Nos últimos anos, a China recorreu diversas vezes ao envio de suas forças para o entorno de Taiwan, que, mesmo com pouco reconhecimento diplomático oficial, tem governo, moeda e militares próprios.

As tensões entre os territórios, separados pelos 180 km de largura do Estreito de Taiwan, aumentaram com a posse do presidente taiwanês Lai Ching-te, em maio de 2024.

Lai mantém uma postura mais firme a favor da soberania de Taiwan que sua antecessora e colega de partido, Tsai Ing-wen, com quem Pequim teve atritos consideráveis. No mês passado, o presidente taiwanês se referiu à China como "uma força estrangeira hostil" e propôs medidas para combater a espionagem e a infiltração procedente de Pequim.

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A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) abriu 1.858 vagas para processos de transferência voluntária, ingresso de graduado e reopção de curso. Há oportunidades para cursos como odontologia, direito, psicologia, enfermagem e medicina veterinária.

As vagas estão distribuídas da seguinte forma:

  • Transferência voluntária - 629 vagas
  • Ingresso de graduado – 604 vagas
  • Reopção de curso – 625 vagas

As inscrições ficam abertas até o dia 30 de abril, por meio de preenchimento de formulário pela internet, no site da Comprov. A taxa de inscrição custa R$ 50.

O resultado final dos classificados na 1ª chamada será publicado até o dia 12 de maio. O envio da documentação para cadastramento acontecerá de 13 a 19 de maio.

A matrícula em disciplinas será feita de forma automática pelas coordenações de curso no dia 28 de maio. O começo das aulas está previsto para 2 de junho.

Veja para quem é cada processo

Transferência Voluntária:
Destinada a estudantes vinculados em cursos de graduação presenciais de outras instituições de ensino superior públicas ou privadas, que querem continuar os estudos na UFCG no mesmo curso ou em curso mesma área de conhecimento.

Reopção de curso:
A reopção de curso é para alunos regularmente matriculados em curso de graduação da UFCG. O candidato deverá pedir o ingresso em curso da mesma área de conhecimento.

Ingresso de graduado:
É voltado para candidatos que tenham concluído curso superior presencial de tecnologia, de licenciatura ou de bacharelado em qualquer área do conhecimento, mesmo que não seja a mesma do curso desejado.

g1 PB
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Foram enterrados por volta das 10h15 desta quarta-feira (2) os corpos dos estudantes Gustavo Batista Belo da Silva e Fátima Antonella Guedes, de 13 e 16 anos respectivamente. Os enterros aconteceram no Cemitério Municipal São Miguel, de Pilões, e foi marcado por forte comoção popular.

Os dois adolescentes morreram no início da manhã de terça-feira (1º) após um grave acidente em que um ônibus escolar tombou na PB-077, num trecho conhecido por Ladeira do Espinho e que fica entre os municípios de Pilões e Cuitegi.

O veículo era alugado, prestava serviços a Prefeitura de Pilões e fazia regularmente o transporte de estudantes para escolas do município de Guarabira. No acidente, outras 31 pessoas ficaram feridas, incluindo uma jovem de 18 anos que perdeu a mão.

As vítimas, entre elas Gustavo e Fátima Antonella, foram inicialmente enviadas para o Hospital Regional de Guarabira. Dessa forma, os corpos dos dois só chegaram de volta a Pilões por volta de 19h35.

Eles foram velados durante a noite no Centro Social de Pilões e pela manhã os corpos foram levados para a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, onde aconteceu uma missa de corpos presentes.

Foi depois dessa missa que o cortejo segiu para o cemitério, onde os enterros foram realizados. Primeiro o de Gustavo, logo depois o de Antonella.

g1 PB
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