Evangelho (Lc 11,42-46)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
- Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse o Senhor: 42 "Ai de vós, fariseus, porque pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as outras ervas, mas deixais de lado a justiça e o amor de Deus. Vós deveríeis praticar isso, sem deixar de lado aquilo. 43 Ai de vós, fariseus, porque gostais do lugar de honra nas sinagogas, e de serdes cumprimentados nas praças públicas. 44 Aí de vós, porque sois como túmulos que não se veem, sobre os quais os homens andam sem saber". 45 Um mestre da Lei tomou a palavra e disse: "Mestre, falando assim, insultas-nos também a nós!" 46 Jesus respondeu: "Ai de vós também, mestres da Lei, porque colocais sobre os homens cargas insuportáveis, e vós mesmos não tocais nessas cargas, nem com um só dedo".
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Canção Nova
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14 de Outubro - quarta-feira
A NOBREZA DO AMOR! - Globo
Alika lembra dos ensinamentos de Cayman e tenta recobrar a calma. Caetana dá informações a Tonho sobre Jendal. Niara afirma a Tonho que eles precisam encontrar Alika antes de Jendal. Mirinho revela a Manoel que está mantendo Alika como sua refém. Jendal e seus seguranças seguem Mirinho, orientados por Virgínia. Binta ordena a Chinua que os rebeldes sejam dizimados. Dâmia se une ao movimento de Resistência de Batanga. Teresa sente falta de notícias de José. Nazário diz que Miguel pode ser inocentado. Tonho, Omar e Niara encontram Alika. Jendal atira contra Niara. Mirinho vê Alika sendo rendida por Jendal.
POR VOCÊ - Globo
Bela confessa a Peixe e seus irmãos que procurou Aroldo, mas não o encontrou. Lucas repreende Sabugo por voltar a beber, e alerta sobre Tom-Tom. Glorinha diz aos irmãos que jamais parou de pensar em seu pai. Bela revela à Glorinha que Aroldo não contou sobre a família dele com Juli à segunda esposa. Sabugo garante a Lucas que irá procurar ajuda. Clemente cria noite do bingo em seu bar. Toy observa a beleza de Lia. Bela sofre com exclusão de Samuca por parte da mãe de uma colega de escola do menino. Vanessa conhece Clarice, enfermeira indicada por Junqueira. Samuca chama Bela de mãe.
QUEM AMA CUIDA - Globo
Heitor visita Pedro no hospital. Pilar celebra a suposta morte de Pedro. Carmita e Bruna ficam sabendo do acidente com Pedro. Pedro informa ao pai que sofreu um atentado. Iuri desconfia de Pilar. Elenice confronta Tom. Ademir sugere que ele e o filho saiam do país. Pilar se assusta ao ver Pedro vivo. Fábia acolhe Ademir, e os dois se beijam. Heitor comunica a Adriana que já sabe o que fazer com a família Brandão, mas que antes precisa de respostas.
Gshow
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Horóscopo do dia
F5
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O primeiro homem livre da história
Chama atenção o título deste artigo, mas quem o confirma é Santo Irineu de Lion, nos primórdios do cristianismo. “Jesus foi o primeiro homem livre da história”. A liberdade é um bem supremo. Poder desfrutá-la torna a pessoa realmente ela mesma.
Sabemos como é difícil ser livre. Muitos são os condicionamentos que criam barreiras à possibilidade de optar e escolher. Sabemos quantos condicionamentos de ordem econômica, psicológica e, sobretudo, moral, interferem em nosso caminho de liberdade. Porém, o que mais impede o desabrochar de nossa liberdade são os preconceitos e compromissos de conveniência.
Jesus não tinha nenhum preconceito e nenhum compromisso de conveniência, a não ser com a vontade do Pai. Jesus não tinha preconceito nem mesmo contra os fariseus. Dialogava com eles e até frequentava suas casas. Não tinha compromisso de conveniência com ninguém a não ser compromisso com o Pai. O maior elogio dado a Jesus, quem o deu foi um doutor da lei: “Mestre, sabemos que és franco e que ensinas o caminho de Deus com lealdade, sem te preocupares com quem quer que seja, pois não olhas a posição das pessoas” (Mt 22,16).
Por ser assim livre, Jesus podia enfrentar com absoluta independência, o poder religioso e político de sua nação. Esta liberdade de espírito ele a confirmou, sobretudo na hora de sua paixão. Não perdeu, em momento algum, a sua dignidade, como não fez concessão nem resistência alguma a quem o julgava e nem a seus algozes. Diante das autoridades, o Sumo Sacerdote o questionou sobre a sua doutrina e sobre seus discípulos e Ele respondeu: “Eu falei abertamente ao mundo, sempre ensinei nas sinagogas e no Templo, onde todos os judeus se reúnem, e não disse nada em segredo. Por que me interrogas? Interroga os que ouviram o que lhes falei. Eles bem sabem o que eu disse” (Jo 18,19-21).
Um dos algozes repreendeu Jesus e lhe deu uma bofetada: “É assim que respondes ao sumo sacerdote?”. Impassível, Jesus respondeu: “Se falei mal, mostra o que lhe disse de mal. Mas se falei bem, por que me bates?” (Jo 18,22-23). Evidentemente, Jesus é livre e paciente, mas não é covarde. Preso e amarrado, reivindica a liberdade de expressão.
É impressionante a postura do Homem mais livre da história diante de Pilatos: “Tu és Rei?”. Jesus responde: “Sim, tu o dizes. Eu sou Rei” (Jo 19,37). Confirmou que veio ao mundo para dar testemunho da verdade. Pilatos pergunta, mas não espera resposta: “O que é a verdade?”. Busca clarear com os acusadores o motivo de sua raiva e percebe que Jesus se dizia “Filho de Deus” e isto deixou Pilatos inquieto. A verdade é que o governador nunca ouvira um acusado com tanta dignidade. Sua independência absoluta foi manifesta sobretudo na corte do Rei Herodes (Lc 23,8-12). Há muito tempo Herodes queria conhecê-lo. Tinha curiosidade de ver algum milagre. Mas a Herodes, Jesus não disse sequer uma palavra. Seu silêncio o levou a silenciar na cruz, mas a proclamar a liberdade absoluta em sua ressurreição.
Frei Luiz Turra, ‘No Coração da Vida’, Programas Radiofônicos Vol. 03.
Comece o Dia Feliz
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Wikipédia
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Origens
Romano de Trastevere, filho de escravos, São Calisto não teve vida fácil. Ele está sepultado com efeito na igreja de Santa Maria, em Trastevere, e não nas catacumbas que levam seu nome.
Administrador pouco habilidoso
O cristão Carpóforo, da família do imperador Cômodo, havia lhe confiado a administração dos bens da comunidade cristã. Não foi um hábil administrador e, descoberto um grande desfalque, Calisto fugiu.
Capturado em Óstia, a ponto de zarpar, foi condenado a girar a roda de um moinho. Carpóforo mostrou-se generoso, condenando-o a pagar o débito, mas a justiça seguiu seu curso. Foi condenado à flagelação, depois, deportado para as minas da Sardenha.
A Liberdade
Libertado, o Papa Vítor ocupou-se pessoalmente dele — sinal de que Calisto desfrutava de certa fama, furto à parte. Para desviá-lo da tentação, fixou-lhe um ordenado. O sucessor Zeferino foi igualmente generoso: ordenou-o diácono e confiou-lhe a guarda do cemitério cristão na via Ápia Antiga (as célebres catacumbas conhecidas em todo o mundo com seu nome).
Missão: Cemitérios da Igreja
O Papa Zeferino, no entanto, o chamou de volta à Roma, confiando-lhe os cuidados dos cemitérios da Igreja. Assim começou a escavação do grande cemitério ao longo da Via Appia que leva seu nome.
Eleito Papa
Com a morte de Zeferino, Calisto foi eleito Papa. Mas seu pontificado atraiu as inimizades de uma ala da comunidade cristã de Roma que o acusou falsamente de heresia.
Opositores
Ele teve muitos opositores entre os cristãos dissidentes de Roma e, justamente, de um escrito do líder desses cristãos separados, um antipapa. Por essa razão, temos quase todas as notícias sobre ele apresentadas, porém, de forma tendenciosa. Lemos que, antes de se tornar Papa, ele era escravo e fraudador. Tendo fugido para Portugal, foi preso e levado de volta a Roma, onde foi condenado a trabalhos forçados nas minas da Sardenha. Retornando a Roma por ocasião de uma anistia, ele foi enviado para Anzio.
Páscoa
São Calisto coroou a vida com o martírio, como bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas. Segundo a tradição mais segura, morreu numa revolta popular contra os cristãos e foi lançado a um poço. Mais tarde, deram-lhe sepultura honorífica no Cemitério de Calepódio, na Via Aurélia, junto do lugar do seu martírio. Assim se explica não ter sido enterrado na grande necrópole que ele próprio ampliara e onde foram enterrados São Zeferino e os Papas seguintes, na parte chamada precisamente Cripta dos Papas.
A Construção da Cripta
Uma das metas obrigatórias para os peregrinos e turistas que se dirigem à Roma são as catacumbas. Particularmente célebres e frequentadas são as de São Calisto, definidas pelo Papa João XXIII “as mais respeitáveis e as mais célebres de Roma”. Numa área de mais de 120.000 m², com quatro andares sobrepostos, foi calculado que lá existem não menos de 20 quilômetros de corredores.
Importância da Cripta
Essa obra colossal fixa para sempre a memória de São Calisto, que cuidou de sua realização, primeiro como diácono do Papa Zeferino, e depois como o próprio Papa. Mas além das dimensões, este lugar é precioso pelo grande número e pela importância dos mártires que ali foram sepultados, e particularmente célebres são a cripta de Santa Cecília e a contígua à dos papas, na qual foram sepultados o Papa Ponciano Antero, Fabiano entre outros.
Relíquia
O túmulo dele está colocado bem no meio da Roma antiga, na basílica de Santa Maria in Trastevere, que, construída por determinação do Papa Júlio, na metade do século IV, foi intitulada também de São Calisto.
Minha oração
“Ao Papa santo e pastor da Igreja, rogai pelos fiéis espalhados pelo mundo e não os deixeis abandonados sem pastores. Atrai vocações para o seguimento radical de Cristo assim como novos sacerdotes. Que sejamos santos à imagem de Jesus, Bom pastor. Amém!”
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A Paraíba registrou um crescimento de 16,37% nos casos prováveis de dengue entre janeiro e outubro deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira (13) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB).
Também conforme o levantamento feito pela SES, 14 mortes pela dengue foram confirmados também entre janeiro e outubro deste ano. Em relação aos casos prováveis, no mesmo período do ano passado foram registrados 6.202.
As mortes estão distribuídas entre os municípios de Alagoa Nova, Bayeux, Brejo do Cruz, Camalaú, Guarabira, João Pessoa, Monteiro e Sumé, com um registro cada; Campina Grande, com dois; e São Bento, com quatro.
A SES informou ainda que outras seis mortes em investigação, sendo três em João Pessoa e um em cada um dos municípios de Campina Grande, Mamanguape e Sapé.
O levantamento aponta que foram registrados 7.436 casos prováveis de arboviroses, incluindo, além da dengue, chikungunya e zika. Os casos de dengue equivalem a 97,05% de todos os casos prováveis de arboviroses no estado.
Apesar do aumento de casos de dengue, a chikungunya apresentou redução de 57,79%, passando de 507 para 214 casos em comparação dos mesmos períodos do ano passado e do atual ano. Em 2026, a zika contabiliza cinco registros e até o período analisado, não houve notificações de febre do oropouche no estado.
A técnica responsável pela Vigilância das Arboviroses da SES, Carla Jaciara, destacou que o aumento dos casos prováveis de dengue exige atenção contínua, especialmente nas regiões que apresentam maior incidência da doença. Segundo ela, a identificação dos casos e a participação da população são fundamentais para reduzir os riscos de transmissão.
No caso da dengue, os principais sinais incluem febre alta, dores musculares e articulares, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, náuseas, vômitos, manchas vermelhas na pele, além de fadiga e fraqueza.
A chikungunya apresenta sintomas como febre alta, dores musculares e dores articulares intensas, acompanhadas de inchaço nas articulações. Também podem surgir manchas vermelhas na pele, dor de cabeça, fadiga e cansaço.
Já a zika geralmente causa febre baixa ou até ausência de febre, acompanhada de manchas vermelhas na pele, coceira, conjuntivite não purulenta, dores leves nas articulações, dor de cabeça, náuseas e vômitos.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra uma rede de perfis do Instagram favoráveis ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, por consequência, contrários ao senador pelo Rio de Janeiro.
Na ação, o candidato pede a suspensão imediata de 32 contas até o segundo turno e que posts publicados em outros perfis sejam removidos. No total, o processo mira 48 perfis e a remoção de 221 publicações.
Dentre os donos das contas estão entidades civis, veículos de notícia, políticos e lideranças políticas de diferentes regiões.
Nomes como os deputados Gleisi Hoffmann (PT-PR), Rogério Correia (PT-MG) e instituições como Mídia Ninja, Cut e 342artes, este último, movimento que está organizando um ato pró-Lula com a presença de artistas, como Caetano Veloso.
A suspensão dos perfis seria temporária e duraria até as 23h59 do dia 26 de outubro, um dia depois do segundo turno das eleições.
Segundo a representação, os perfis teriam atuado de forma coordenada para divulgar conteúdos “falsos ou descontextualizados” que beneficiariam campanha de Lula.
O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, recebeu a ação, mas deixou para analisar os pedidos após novos esclarecimentos.
A equipe de Flávio afirma ter feito um levantamento próprio e analisado 2.856 publicações de 146 perfis, entre os dias 5 e 7 de outubro. Desse total, 2.101 teriam sido feitas em coautoria, recurso do Instagram, que permite a publicação conjunta e soma a audiência das contas participantes.
A ação destaca um conjunto de 218 publicações que, segundo o levantamento da campanha, inclui 24 conteúdos falsos e 194 considerados descontextualizados ou sem confirmação. As postagens teriam sido criadas por 123 perfis e alcançado 11,6 milhões de visualizações e 2,5 milhões de interações.
Entre os temas questionados estão conteúdos sobre aposentadorias, programas sociais, salário mínimo, jornada de trabalho e ataques à integridade do processo eleitoral. A campanha também cita publicações que teriam distorcido uma fala de Flávio sobre a aprovação de emendas constitucionais.
Na decisão, Villas Bôas Cueva determinou que a campanha de Flávio esclareça, em até 72 horas, quais responsáveis pelos perfis pretende incluir formalmente no processo e quais condutas atribui individualmente a cada um.
O ministro também pediu informações sobre possíveis pedidos semelhantes apresentados em outras ações eleitorais, para evitar decisões conflitantes. A campanha deverá ainda delimitar quais contas e períodos devem ser abrangidos pelos pedidos de preservação e fornecimento de dados.
Até que os esclarecimentos sejam apresentados, o magistrado reservou a análise dos pedidos de urgência, incluindo a suspensão de perfis, a remoção de publicações e a aplicação de multas.
Em manifestação apresentada antes da notificação formal, Lula contestou os pedidos da campanha adversária. A defesa argumentou que o levantamento é unilateral e que os arquivos digitais mencionados na ação não haviam sido juntados ao processo.
Também sustentou que publicações classificadas como descontextualizadas podem representar críticas políticas sobre fatos verdadeiros e que não há demonstração suficiente de coordenação entre os perfis ou de vínculo com a campanha petista.
O recebimento da ação pelo TSE não significa que as acusações foram comprovadas. Lula e Geraldo Alckmin (PSB) foram notificados para apresentar defesa em cinco dias, enquanto a análise das medidas cautelares permanece pendente.
A campanha do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), acusou nesta quarta-feira (14) a Meta AI, ferramenta de inteligência artificial integrada ao WhatsApp, de favorecer o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na produção de material de campanha.
A acusação está em uma petição anexada ao processo que a coligação de Lula já move no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra a Meta, empresa americana dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp.
Como o R7 mostrou mais cedo, usuários relataram que a ferramenta se recusa a gerar bandeiras e camisetas com “Lula 13”, mas atende a pedidos equivalentes com “Flávio 22”.
A campanha de Lula juntou ao processo capturas de tela de testes feitos na noite de terça-feira (13), registradas com uma ferramenta de certificação de provas digitais. Nas imagens, a Meta AI recusa pedidos ligados ao petista e entrega cartazes com o nome e o número do senador, um deles com a foto de Flávio.
Segundo a petição, a própria ferramenta orientou o usuário sobre como contornar o filtro de segurança quando o pedido envolvia Flávio, o que não ocorreu nas conversas sobre Lula.
Para os advogados da coligação liderada pelo PT, os testes mostram que “o algoritmo da Meta é enviesado, pratica seletividade algorítmica e permite que Flávio Bolsonaro e seus apoiadores produzam, em massa, conteúdos eleitorais ilícitos e de fácil replicação”
O documento reforça a acusação original, apresentada na sexta-feira (9), de que a Meta restringe o alcance de publicações de Lula e de aliados no Instagram e no Facebook, enquanto conteúdos ligados a Flávio teriam distribuição desproporcional.
O caso está com o ministro Marco Aurélio Bellizze, juiz auxiliar do TSE, que no sábado (10) deu 48 horas para a empresa prestar esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de liminar.
De acordo com a coligação, a Meta ainda não entregou parte das informações e pediu mais 48 horas.
“O pedido coloca em discussão o papel das plataformas digitais na garantia de condições equilibradas de disputa, especialmente diante do uso crescente de sistemas automatizados de recomendação e ferramentas de inteligência artificial nas campanhas”, afirmou a coligação em nota.
Os advogados também citam o perfil do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que faz campanha para Flávio no segundo turno. Segundo a petição, o parlamentar tem 22,9 milhões de seguidores no Instagram e média de 40 milhões de visualizações por vídeo, desempenho que a coligação compara ao de perfis muito maiores, como os de Kylie Jenner e Kim Kardashian, ambas com mais de 300 milhões de seguidores.
Para a campanha, a comparação mostra que a plataforma entrega os vídeos do deputado “a uma quantidade de usuários incompatível com o que é historicamente praticado”.
O documento ressalta que não atribui conduta irregular a Nikolas e que questiona apenas os critérios de distribuição da Meta.
A coligação quer que o TSE obrigue a Meta a suspender o que chama de seletividade algorítmica contra Lula, inclusive na Meta AI, e a compensar em dobro o alcance que diz ter perdido, com impulsionamento pago pela própria empresa até o início do período de silêncio eleitoral.
Pede ainda que a Meta apresente, em 24 horas, um demonstrativo da perda de alcance dos perfis oficiais do presidente e de apoiadores, e que remova uma lista de perfis apontados como fazendas de conteúdo feito com IA.
Em caso de descumprimento, a petição propõe multa diária de R$ 500 mil, limitada inicialmente a R$ 5 milhões.
Em nota divulgada no sábado, a Meta classificou como falsas as acusações sobre restrição de alcance e afirmou cumprir as normas eleitorais.
Procurada pelo R7 nesta quarta-feira (14), a Meta disse, em nota, que aplicou filtros a todos candidatos, programando o sistema para que não produzam imagens.
“Em cumprimento com as regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles”, afirmou a empresa, contradizendo as imagens compartilhadas pelos usuários.
“Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”, afirma, em contrariedade aos exemplos que pontuam peças como “Flávio 22”.
O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) elegeu, por aclamação, Ricardo Porto, Aluízio Bezerra e Oswaldo Trigueiro respectivamente, para os cargos de presidente, vice-presidente e corregedor de Justiça, na manhã desta quarta-feira (14), durante a 5ª sessão extraordinária administrativa do Tribunal Pleno, em João Pessoa.
Todos os eleitos formam a Mesa Diretora do Tribunal de Justiça da Paraíba. A posse deles está marcada para fevereiro de 2027.
Na sessão de eleição, foram eleitos também os desembargadores Leandro dos Santos e Márcio Murilo da Cunha Ramos, respectivamente, para os cargos de diretor da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) e Ouvidor-Geral.
O presidente eleito, Ricardo Porto, expressou gratidão aos colegas desembargadores em discurso de agradecimento dirigido aos membros da Corte de Justiça.
A sessão que elegeu a nova Mesa Diretora do TJ foi conduzida pelo atual presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Fred Coutinho. Ele comentou a eleição por aclamação.
O desembargador José Ricardo Porto, 70 anos, nasceu em 1956 em João Pessoa. Ele se formou em Ciências Jurídicas e Sociais em 1979, pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
José Ricardo Porto foi juiz eleitoral efetivo do Tribunal Regional da Paraíba (TRE-PB) por três biênios. Também ocupou o cargo de conselheiro da OAB-PB, por três mandatos. Foi presidente dos Conselhos de Administração da Superintendência dos Estádios da Paraíba (Sudepar) e da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur).
Ele também presidiu a Comissão de Estudos para o Combate à Criminalidade na Paraíba e exerceu a função de secretário-chefe do Governo do Estado.
Após assumir o cargo de desembargador, José Ricardo Porto foi vice-presidente do TJPB; presidente da Primeira Câmara Cível Especializada e da Primeira Secção Especializada Cível; além de ouvidor substituto do TJ