Outubro 23, 2026

    Arimatea

    Arimatea

    A estimativa de setembro para a produção de grãos em 2026 aumentou 2,4%, para 354,5 milhões de toneladas, na comparação com 2025 (346,1 milhões de toneladas).

    Em relação a agosto de 2026, a previsão ficou praticamente estável, com variação de 0,4% – aumento de 1.566.233 de toneladas.

    As informações constam do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta quinta-feira (15).

    A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em setembro de 2026 é recorde para a série histórica do IBGE.

    A área a ser colhida está estimada em 83,2 milhões de hectares, aumento de 1,6 milhão de hectares (2%) na comparação com a área colhida em 2025 (81,6 milhões de hectares). Em relação ao mês de agosto de 2026, a área a ser colhida cresceu 143.672 hectares (variação de 0,2%).

    Arroz, soja e milho

    O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo que, somados, representaram 93% da estimativa da produção e respondem por 87,3% da área a ser colhida.

    Para a soja, a estimativa de produção foi de 175 milhões de toneladas, acréscimo de 5,4% em relação ao ano anterior. A área a ser colhida cresceu 1,3%.

    A produção do arroz (em casca) foi estimada em 11,2 milhões de toneladas, queda de 11,4%. A área a ser colhida também diminuiu 12,6%.

    Quanto ao milho, a estimativa foi de 143,3 milhões de toneladas (1,6 milhão de toneladas acima de 2025, avanço de 1,1%). A estimativa é de 29,7 milhões de toneladas de milho na primeira safra (alta de 15,5%) e 113,6 milhões de toneladas de milho na segunda safra (queda de 2,0%). A área a ser colhida do milho cresceu 2,5%, sendo 8% no milho primeira safra e 1,1% no milho segunda safra.

    Demais grãos

    A estimativa de setembro para a produção do trigo em 2026 ficou em 5,9 milhões de toneladas (24% a menos do que em 2025).

    A estimativa do algodão herbáceo (em caroço) ficou em 9,5 milhões de toneladas (queda de 3,9%) e a do sorgo em 6 milhões de toneladas (alta de 11%). A estimativa para o feijão é de queda de 6,6% na produção.

     

    Agência Brasil
    Portal Santo André em Foco

    O volume de vendas no comércio varejista registrou variação de 0,1% em agosto deste ano frente a julho, na série com ajuste sazonal, após queda de 0,8% no mês anterior. Com esse resultado, a média móvel trimestral para o varejo, depois de recuar 0,1% no trimestre encerrado em julho, volta a apresentar -0,1% de variação no trimestre encerrado em agosto.

    Os dados estão na Pesquisa Mensal do Comércio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (15). 

    No ano, o varejo acumula alta de 1,7% e, nos últimos 12 meses, de 1,6%.

    Segundo o IBGE, no comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças; Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas em agosto variou -0,2% frente ao mês imediatamente anterior, após alta de 0,5% em julho de 2026. Com isso, a média móvel trimestral para o varejo ampliado volta a recuar 0,3% no trimestre terminado em agosto, mesmo valor da variação de junho.

    O volume de vendas do comércio varejista, na passagem de julho para agosto, na série com ajuste sazonal, em termos setoriais, registrou seis taxas positivas e duas negativas. No lado positivo, foram as atividades de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,3%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,4%), Combustíveis e lubrificantes (1,1%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%), Tecidos, vestuário e calçados (0,6%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%).

    No lado negativo, figuraram Móveis e eletrodomésticos (-4,2%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).

     
    Agência Brasil
    Portal Santo André em Foco
    MANCHETES DO DIA
    Quaest: No 2º turno, Flávio tem 46% dos votos totais, contra 44% de Lula em empate técnico
    Senado aprova fim da escala 6x1
    Flávio tem 44% ante 42% de Lula, em empate técnico, mostra pesquisa Indexa/Broadcast
    Prazo para empresas optarem por Simples acaba nesta quinta
    Vendas no comércio varejista têm variação de 0,1% em agosto
    IBGE estima safra de grãos recorde em 2026: 354,5 milhões de toneladas
    Lote complementar do abono salarial começa a ser pago nesta quinta
    União quitou R$ 244 milhões para estados e municípios em setembro
    Santo do Dia - 15 de Outubro de 2026
    Fatos Históricos - 15 de Outubro de 2026
    Mensagem do Dia - 15 de Outubro de 2026
    Horóscopo do Dia - 15 de Outubro de 2026
    Resumo das Novelas - 15 de Outubro de 2026
    Evangelho do Dia - 15 de Outubro de 2026
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    Palmeiras vence Fluminense e sai em vantagem por vaga na final da Libertadores
    Previsão do tempo hoje, 15 de Outubro de 2026
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    Câmara aprova campanha de primeiros socorros contra asfixia
    PEC da Segurança Pública está na pauta do Plenário nesta quinta-feira

    Os micro e pequenos empresários precisam ficar atentos. Acaba nesta quinta-feira (15) o prazo de adesão ao Simples Nacional, regime simplificado de tributação para quem fatura até R$ 4,8 milhões por ano.

    Por causa da reforma tributária, o prazo inicial de adesão foi antecipado em quatro meses, de janeiro de 2027 para setembro deste ano. A data limite acabaria em 30 de setembro, mas, após diálogo com o Conselho Federal de Contabilidade e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) estendeu o prazo para 15 de outubro.

    Após a opção pelo Simples Nacional, as empresas optantes que desejarem recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo regime regular terão até 30 de outubro para registrar a escolha.

    Por causa do novo sistema tributário, o CGSN antecipou a escolha de regime tributário.  O prazo para as empresas que desejam ingressar no regime em 2027 começou em 1º de setembro de 2026. Até então, a opção pelo Simples era realizada em janeiro de cada ano. 

    O novo prazo foi regulamentado por resolução do CGSN editada no fim de setembro. As normas incorporaram ao regime simplificado o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributos criados pela reforma tributária sobre o consumo.

    O que muda

    A nova regra vale para empresas que ainda não são optantes pelo Simples Nacional e querem utilizar o regime a partir de janeiro de 2027.

    Os novos prazos são:

    • 1º de setembro a 15 de outubro de 2026: período para solicitar a opção pelo Simples Nacional para 2027
    • 1º de setembro a 30 de outubro de 2026: escolha do regime regular da CBS e do IBS para o primeiro semestre de 2027
    • 30 de outubro de 2026: regularização de pendências que tenham impedido opção pelo Simples Nacional
    • 3 de novembro a 20 de dezembro de 2026: prazo para desistir das opções;

    As seguintes datas estão mantidas:

    • 1º de janeiro de 2027: início dos efeitos da opção
    • 1º a 31 de março de 2027: nova oportunidade para escolher o recolhimento do IBS e da CBS pelo regime regular, com efeitos no segundo semestre

    Criada por causa da transição para o novo sistema tributário, a alteração busca dar mais previsibilidade às empresas antes do início do ano-calendário.

    IBS e CBS

    Outra mudança envolve a forma de recolhimento do IBS e da CBS. A empresa poderá permanecer no Simples Nacional e, simultaneamente, optar pelo recolhimento desses dois tributos pelo regime regular.

    Para o primeiro semestre de 2027, a escolha deverá ser feita em setembro de 2026 e terá validade de janeiro a junho.

    Quem não fizer a opção pelo regime regular nesse período permanecerá, no primeiro semestre, com IBS e CBS dentro da sistemática do Simples.

    A decisão poderá ser revista em março de 2027, com efeitos para o segundo semestre.

    A escolha pode ter impacto especialmente para empresas que vendem para outras empresas, devido à possibilidade de geração e aproveitamento de créditos tributários.

    Por isso, a avaliação do regime não deve considerar apenas a alíquota. Também entram na análise fatores como:

    • Perfil dos clientes
    • Cadeia de fornecedores
    • Possibilidade de geração e aproveitamento de créditos
    • Formação de preços
    • Impacto dos novos tributos no fluxo financeiro

    Empresas já optantes

    Quem já está no Simples Nacional, em regra, não precisa solicitar novamente a permanência no regime.

    Ainda assim, é recomendado verificar a situação fiscal da empresa durante setembro de 2026 para identificar eventuais pendências ou exclusões para 2027.

    As empresas que permanecerem no Simples e não quiserem recolher IBS e CBS pelo regime regular não precisarão fazer uma nova opção.

    Quem quiser retirar esses dois tributos da sistemática do Simples deverá formalizar a escolha dentro do prazo estabelecido.

    Abertura no fim do ano

    As empresas abertas entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026 terão uma regra específica.

    Nesse caso, a opção pelo Simples Nacional feita no momento da inscrição do CNPJ produzirá efeitos tanto para o período restante de 2026 quanto para todo o ano de 2027.

    A escolha relacionada ao IBS e à CBS pelo regime regular também poderá ser feita na abertura da empresa, com efeitos a partir de janeiro de 2027.

    Se o empresário não quiser permanecer no Simples em 2027, poderá solicitar a exclusão por opção até o último dia de 2026.

    Prazo para desistir

    A antecipação da opção também criou uma possibilidade de desistência.

    Quem fizer o pedido em setembro poderá cancelar a solicitação até 30 de novembro de 2026.

    O cancelamento, porém, será irretratável. Isso significa que, depois de desistir, a empresa não poderá fazer uma nova opção para produzir efeitos em 2027.

    A antecipação também permite que eventuais pendências sejam identificadas antes do início do ano. Em caso de indeferimento por problemas que possam ser regularizados, a empresa terá prazo para corrigir a situação.

    Regra do MEI

    A mudança não altera o calendário de opção pelo Simei, sistema aplicável ao Microempreendedor Individual (MEI).

    Para o MEI, a opção pelo Simei continua sendo realizada em janeiro de cada ano, até o último dia útil do mês.

    Dessa forma, a antecipação para setembro não deve ser confundida com as regras específicas aplicáveis aos microempreendedores individuais.

    NFS-e nacional

    Outra mudança anunciada pelo CGSN envolve a emissão da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) no emissor nacional.

    A obrigatoriedade para empresas optantes pelo Simples Nacional foi adiada de 1º de setembro para 1º de novembro de 2026.

    O adiamento busca dar mais tempo para municípios e empresas realizarem adaptações tecnológicas e operacionais.

    Entre as providências recomendadas estão:

    • Testar a emissão das notas
    • Verificar a integração com sistemas de gestão
    • Conferir a parametrização dos dados fiscais
    • Preparar os procedimentos internos antes do início da obrigatoriedade

    Informações socioeconômicas

    A regulamentação também altera a forma de prestação de informações fiscais e socioeconômicas.

    A Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) deixará de ser apresentada como declaração separada. As informações passarão a ser incorporadas ao Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D), com entrega anual de janeiro a março.

    A mudança faz parte da adaptação do Simples Nacional ao novo modelo tributário.

    Planejamento para 2027

    Com setembro concentrando decisões relevantes para o próximo ano, especialistas recomendam que empresas e contadores antecipem a análise tributária.

    A escolha entre manter IBS e CBS no Simples ou recolhê-los pelo regime regular pode produzir efeitos diferentes dependendo do setor, dos fornecedores e do perfil dos clientes.

    Por isso, antes de formalizar a opção, a recomendação é que a micro e pequena empresa simule os dois cenários, além de revisar os sistemas, a emissão de notas fiscais e planejar o caixa para 2027.

     
    Agência Senado
    Portal Santo André em Foco

    Exames do papa Leão XIV mostraram uma boa recuperação de seu pulmão após a cirurgia que retirou uma parte do órgão, de acordo com um boletim médico divulgado nesta quinta-feira (15) pelo Vaticano.

    ➡️ O pontífice está internado desde que foi submetido a uma cirurgia para a retirada de um tumor no pulmão direito. Segundo os boletins médicos divulgados anteriormente, o procedimento foi concluído sem complicações.

    Nesta quinta, médicos disseram ainda que Leão XIV fez exames de rotina, com resultados normais. O papa também "realizou suas atividades diárias de forma independente" e foi submetido à fisioterapia. O boletim reiterou que a recuperação do pontífice ocorre no ritmo esperado.

    "O Santo Padre realizou exames de rotina nesta manhã, que apresentaram resultados dentro da normalidade. A radiografia do tórax mostrou boa recuperação do pulmão operado. Ele realizou suas atividades diárias de forma autônoma. A sessão de fisioterapia incluiu exercícios motores completos. De modo geral, a recuperação pós-operatória está evoluindo normalmente", afirmou o Vaticano em comunicado. 

    Em outro boletim divulgado mais cedo nesta quinta, os médicos disseram que o papa passou bem a noite no hospital e tomou café da manhã nesta quinta.

    Segundo o Vaticano, Na quarta-feira (14), o informou que Leão XIV já havia voltado a se alimentar e caminhava pelos corredores do hospital durante a recuperação. Também na quarta, o papa divulgou uma mensagem na qual agradeceu as orações recebidas de fiéis de todo o mundo e pediu que continuassem rezando por sua recuperação.

    "Confiando cada um de vós à proteção da Sagrada Família de Nazaré, peço-vos por favor que rezai por mim, enquanto eu rezo por vós", escreveu na mensagem divulgada na quarta. 

    A mensagem foi enviada aos participantes de um encontro da Igreja Católica do qual ele não pôde participar por causa da internação. No texto, Leão XIV afirmou que pretende analisar os resultados das discussões e apresentar suas reflexões em momento oportuno.

    A cirurgia retirou o lobo inferior do pulmão direito por meio de uma técnica videoassistida. Segundo os médicos, o câncer foi identificado após exames realizados por causa de um nódulo detectado anteriormente.

    O Vaticano não informou uma previsão de alta, mas tem divulgado atualizações diárias sobre o estado de saúde do pontífice.

     
    g1
    Portal Santo André em Foco

    O Palmeiras venceu o Fluminense por 2 a 1 no Maracanã, nesta quarta-feira (14), e largou em vantagem na disputa por uma vaga na final da Libertadores. Flaco López e Marlon Freitas marcaram os gols dos visitantes, e o jovem Wesley Natã, nos acréscimos da etapa final, descontou para os donos da casa. O jogo da volta será na próxima quarta, às 21h30 (de Brasília), no Nubank Parque, em São Paulo.

    O JOGO

    A partida teve a mesma dinâmica do início ao fim: o Fluminense com o controle da posse de bola e o Palmeiras recuado à espera de uma chance de contra-ataque. Mesmo assim, os paulistas venceram o duelo na base da efetividade. O gol que abriu o placar, marcado por Flaco López, foi simbólico: saiu na primeira finalização da equipe na partida, em um contra-ataque aos 44 minutos do primeiro tempo, depois de um domínio absoluto do Fluminense até então.

    O Flu manteve o controle na etapa final, pressionando a saída de bola adversária e tentando furar a defesa verde de toda forma. À medida que o tempo avançava, o Palmeiras recuava mais. E, mesmo assim, conseguiu ampliar: em uma sobra após finalização de Sosa, Felipe Anderson escorou para trás e encontrou Marlon Freitas, que bateu de primeira, no cantinho, sem chances para Fábio. O Maracanã, silenciado, reacendeu nos acréscimos, com o jovem Wesley Natã diminuindo o placar ao aproveitar uma saída ruim de Carlos Miguel. Apesar da derrota, a torcida tricolor terminou a noite em clima positivo, aos gritos de "Vamos virar, Nense".

    VAIADO

    Um dos principais personagens do jogo, Jhon Arias não foi poupado nem por um instante pela torcida do Fluminense. Campeão da Libertadores com a camisa tricolor em 2023, o colombiano foi vaiado em todas as vezes em que pegou na bola. A atuação foi discreta, com apenas um bom passe para finalização de Giay. Ele acabou substituído por Felipe Anderson — que deu assistência para o gol de Marlon Freitas — aos 29 minutos da etapa final.

    SEQUÊNCIA

    Os dois times terão compromissos pelo Brasileirão antes do jogo decisivo por uma vaga na final da Libertadores. No sábado, o Palmeiras encara o Athletico-PR em Curitiba. No domingo, o Fluminense recebe o Santos no Maracanã. A partida de volta pela semifinal será na próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Nubank Parque, em São Paulo.

    ge
    Portal Santo André em Foco

    O Atlético-MG aproveitou o fator casa para abrir larga vantagem sobre o Montevideo City Torque nas semifinais da Copa Sul-Americana. Na noite desta quarta-feira, o Galo venceu por 3 a 0 na Arena MRV e ficou perto de garantir vaga na final única, dia 21 de novembro, em Barranquilla, na Colômbia. Os gols da partida foram de Reinier, Bernard e Thiago Borbas. Na partida da volta, em Montevidéu, na próxima quarta-feira, às 19h (de Brasília), o time garante vaga até se perder por dois gols de diferença.

    E agora?

    Com a vitória por 3 a 0, o Atlético-MG pode perder por até dois gols de diferença no jogo de volta para avançar à final do torneio continental. O Montevideo City Torque precisa vencer por quatro ou mais gols para reverter o confronto no tempo normal, enquanto um triunfo uruguaio por três gols leva a decisão para os pênaltis. Veja a tabela da Sul-Americana.

     

    Fator casa

    Após mais uma vitória na Arena MRV, o Atlético de Domínguez reforça o bom aproveitamento como mandante. Nesta temporada, o Galo foi derrotado apenas uma vez em casa: 4 a 0 para o Flamengo, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    Drible plástico

    O argentino Cuello fez um drible desconcertante, de costas, no primeiro gol. A jogada ocorreu aos 36 minutos do primeiro tempo. O argentino recebeu a bola de costas pelo corredor direito. E, no primeiro toque, deu uma meia-lua no marcador da equipe uruguaia. Depois, ele avançou com a bola e acionou Victor Hugo. O meia deu um toque para Reinier, que finalizou livre para abrir o placar.

    Oportunista!

    Pelo segundo jogo seguido, Thiago Borbas marcou um gol "decisivo" pelo Atlético. Na partida anterior, diante do Santos, o atacante anotou um belo gol de voleio para virar o placar e garantir os três pontos no Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira, o uruguaio ampliou o marcador para 3 a 0 e deixou o Galo em vantagem na disputa por uma vaga na final da Sul-Americana.

    Agenda antes da volta

    Antes do confronto decisivo por uma vaga na final, Atlético-MG e Montevideo City Torque têm compromissos pelos respectivos campeonatos nacionais. O Galo enfrenta o Coritiba neste sábado, às 18h30 (de Brasília), na Arena MRV, pela 31ª rodada do Brasileirão. Já a equipe uruguaia encara o Albion Football Club no domingo, às 10h (de Brasília), no estádio Luis Franzini, pelo Clausura.

    Primeiro tempo

    O jogo começou truncado, e o Atlético teve dificuldade para finalizar. O City Torque apostou na defesa bem postada. Com mais posse de bola, o Galo chegou a abrir o placar com Renan Lodi, mas logo foi assinalado o impedimento. Os uruguaios chutaram pela primeira vez ao gol aos 18 minutos. O Alvinegro ainda teve boa chance com Victor Hugo. Imprimindo volume, o Atlético balançou as redes com Lyanco, mas mais uma vez, gol em posição irregular. O Torque teve a melhor chance com Salomón, mas Delfim defendeu de forma milagrosa. A resposta não demorou. Em jogada de videogame, Cuello driblou o marcador e acionou Victor Hugo. O camisa 30 rolou para Reinier, que estufou as redes: 1 a 0. A arquibancada inflamou, e o time seguiu junto. Bernard fez bela jogada individual e marcou um golaço: 2 a 0. Com o jogo destravado, o Galo apenas segurou a vantagem para ir ao vestiário.

    Segundo tempo

    O Atlético voltou do intervalo com a intensidade dos minutos finais do primeiro tempo. Logo aos dois minutos, Bernard tocou na entrada da área para Castaño, que dominou e soltou uma bomba. Torgnascioli defendeu em dois tempos. O Galo manteve o controle até os 10 minutos, quando o City Torque começou a reagir após uma sequência de bolas paradas. Aos 12, Pizzichillo aproveitou a sobra na entrada da área e finalizou de longe. A bola desviou em Vitão e passou por cima do gol, com perigo. Após as substituições de Domínguez, o Atlético voltou a atacar aos 22 minutos. Franco tocou na área para Cuello, que tentou passar pela marcação, mas foi desarmado. No bate e rebate, a bola sobrou para Borbas, que finalizou, mas teve o chute bloqueado por Siles. A jogada terminou em escanteio para o Galo. Aos 32, Igor Gomes recebeu na grande área, dominou e bateu forte no canto, mas Torgnascioli espalmou e evitou o terceiro gol alvinegro. Dois minutos depois, porém, o goleiro não conseguiu evitar. Cissé acionou Lodi pela esquerda, e o lateral cruzou rasteiro para Thiago Borbas completar para o fundo das redes. Aos 44, o City Torque voltou a levar perigo. Nahuel tocou pela esquerda para Luka Andrade, que driblou Lyanco e bateu forte. A bola desviou em Alan Franco e saiu pela linha de fundo, em escanteio para a equipe uruguaia. O time visitante ainda tentou pressionar nos minutos finais, mas o Atlético manteve a vantagem até o apito final.

     

    ge
    Portal Santo André em Foco

    O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 44% das intenções de voto, ante 42% do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma simulação estimulada de segundo turno da pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira (15). Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, configura empate técnico.

    Dos entrevistados, 8% afirmam que não iriam votar, 4% dizem que votarão nulo ou branco e outros 2% estão indecisos ou não sabem.

    Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 51% do total contra 49% de Lula.

    Este é o primeiro levantamento Indexa/Broadcast do 2º turno das eleições. Antes do 1º turno, pesquisa da Indexa/Broadcast de 30 de setembro apontava Lula com 43% das intenções de voto ante 42% de Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno.

    Esse é o quarto levantamento, fruto da parceria firmada entre o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República.

    Aberturas

    No duelo entre Flávio e Lula, os resultados por sexo mostram posições invertidas: entre as mulheres, o presidente tem 46,6%, ante 40,2% do senador; entre os homens, Flávio registra 47,3%, e Lula, 37,1%.

    No recorte regional, Lula alcança 52,1% no Nordeste, contra 35 4% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o senador tem 49,2%, ante 32,1% do presidente. No Centro-Oeste, os índices são de 58,9% para Flávio Bolsonaro e 27,2% para Lula. No Sudeste, o candidato do PL aparece com 43,7%, e o petista, com 41%. No Norte, ambos estão empatados numericamente em 46,1%.

    Entre os católicos, Lula tem 54,2%, e Flávio Bolsonaro, 26,3%. Entre os evangélicos, o senador marca 81,3%, ante 13,6% do presidente.

    No grupo com renda domiciliar de até dois salários mínimos, o petista registra 45,8%, contra 36,2% de Flávio Bolsonaro. Entre os que recebem mais de cinco salários mínimos, o senador tem 49 7%, e Lula, 38,9%. Entre os que recebem entre dois e cinco salários mínimos, Flávio Bolsonaro tem 44,5% contra 41,7% de Lula.

    Entre jovens de 16 a 24 anos, Lula registra 53,5% contra 31% de Flávio Bolsonaro. Entre pessoas com 60 anos ou mais, Flávio Bolsonaro tem 43,4% contra 39,8% de Lula. Entre pessoas com 45 a 59 anos, o senador tem 45,5% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro 42,5%. Entre eleitores com 25 a 34 anos, Flávio Bolsonaro registra 42,5% ante 41,7% de Lula. Entre pessoas com 35 a 44 anos, Lula tem 42,3% e Flávio Bolsonaro 44,3%.

    Por grau de escolaridade, Lula lidera entre os entrevistados com ensino até fundamental, com 45,1%, ante 40,2% de Flávio Bolsonaro. Já entre os que possuem ensino superior ou mais, o senador do PL registra 48,1% ante 37,2% do petista.

    Entre os eleitores que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no 2º turno de 2022, 91,6% dizem votar em Flávio Bolsonaro ante 2,6% de Lula. Entre os que votaram no atual presidente no 2º turno de 2022, 88,2% afirmam que votarão em Lula contra 3,4% no senador carioca.

    Definição de voto

    Questionados se o voto está definido, 87% afirmam que já está definido, enquanto 11% dizem que pode mudar. Outros 2% não sabem ou não opinaram. Entre os candidatos, o percentual de eleitores que dizem que o voto está definido, de 91%, e que o voto pode mudar, de 8%, são iguais para ambos.

    Entre os entrevistados, 92% afirmaram que compareceram para votar no 1º turno. Outros 7% dizem que nem eles nem alguém da família votaram no 1º turno. Uma parcela de 1% não sabe ou não respondeu.

    Metodologia

    A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 13 e 14 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

    O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04629/2026.

     

    R7
    Portal Santo André em Foco

    O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) o fim da escala 6x1, de seis dias de trabalho para um dia de repouso. A PEC 221/2019 foi aprovada em dois turnos, com a mesma votação em ambos: 75 votos favoráveis e apenas um contrário. A PEC vai à promulgação.

    Com a aprovação, o trabalhador terá direito a repouso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.

    Além disso, o texto reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas. Serão até oito horas diárias de trabalho, com possibilidade de compensação de horários e redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho. Algumas das mudanças serão implementadas de forma progressiva.

    — Neste momento, milhões de brasileiros, milhões de trabalhadores e trabalhadoras estão acompanhando esta sessão com esperança. São pessoas que conhecem na própria rotina o valor de um dia a mais de descanso. Tenho certeza absoluta de que vamos cumprir o nosso dever com absoluta responsabilidade, pensando, acima de tudo, no que é melhor para o nosso país — disse o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao abrir a votação.

    A proposta, que tinha como primeiro signatário o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), foi relatada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM).

    A PEC, que havia sido aprovada em maio pela Câmara e em setembro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, foi aprovada em Plenário com calendário especial, após passar por cinco sessões de discussão em primeiro turno. Requerimento assinado por líderes e aprovado pelo Plenário dispensou as três sessões de discussão em segundo turno.

    O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que não se manifestou na sessão.

    Discussão

    A discussão durou mais de cinco horas. Todos os senadores que se manifestaram, governistas e de oposição, se declararam favoráveis à aprovação da PEC, ainda que com ressalvas e pedidos de mudanças futuras por parte da oposição.

    — Eu vi muitos discursos, aqui, preocupados pontualmente com algumas questões, mas muito me alegra que a unanimidade do Senado vai votar a favor da PEC. A gente entra para a história, Câmara e o Senado — disse o relator Omar Aziz.

    Paulo Paim (PT-RS), que se manifestou pela aprovação da proposta em diversos pronunciamentos ao longo da tramitação, não escondeu a emoção durante a sessão. Ao longo da carreira, Paim apresentou várias proposições para reduzir a jornada dos trabalhadores para 40 horas.

    —  Tenho certeza de que, em cada canto do Brasil, o nosso povo está cantando, está dançando, está chorando de emoção por ver que, depois de 40 anos, nós estamos dando a liberdade a eles de não terem que trabalhar de segunda a sábado — disse o senador, que comemorou a presença de trabalhadores nas galerias.

    Paim, que não disputou a reeleição e encerra seu mandato no início de 2027, recebeu homenagens dos colegas.

    Ao manifestar seu voto favorável, Eduardo Braga (MDB-AM), líder de seu partido, afirmou que a democracia não se encerra no pleno funcionamento das instituições e precisa chegar à mesa, à casa e à vida do trabalhador.

    — Quero falar do vigilante, do atendente do supermercado, do trabalhador da construção civil que enfrenta o calor do nosso Amazonas a semana inteira e chega em casa muitas vezes sem força para conversar com a própria família. Essa é a realidade de milhares de amazonenses, e é por eles que eu voto sim — declarou.

    O senador Cleitinho (Republicanos-MG) homenageou o autor da proposta, que estava presente em Plenário, e pediu “sensibilidade e consciência” dos colegas para aprovar a PEC.

    — Essa luta, gente, não é de esquerda nem da direita, não; essa luta é do trabalhador. Vamos votar, vamos fazer o que nós temos que fazer aqui, que é trabalhar, é votar — disse o senador.

    As senadoras Zenaide Maia (PSD-RN), Leany Lemos (PSB-DF), Jussara Lima (PSD-PI) e Dra. Eudócia (PSDB-AL) destacaram a relevância da mudança na vida das mulheres, que enfrentam jornada dupla e que, muitas vezes, são as únicas responsáveis por cuidar dos filhos e sustentá-los.

    — Que tempo sobra para acompanhar a criança na escola, ajudar na tarefa, levar o filho ao médico ou, simplesmente, sentar-se e conversar com ele? — questionou Zenaide.

    A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) criticou o discurso dos que alegam que a mudança pode quebrar o país. Ela e Fabiano Contarato (PT-ES) citaram exemplos de outras conquistas dos trabalhadores que foram combatidas com esse mesmo discurso, como as férias anuais, o 13º salário e a licença-maternidade.

    Ressalvas

    Carlos Portinho (PL-RJ), líder de seu partido, declarou o voto favorável. Afirmou que, na vida do trabalhador, o impacto será positivo, mas que não há trabalhador sem empregador e que é preciso olhar “os dois lados da mesa”.

    — Para que todos esses direitos valham, é preciso que tenha emprego. É preciso que o país produza, que gere riqueza, que distribua a riqueza entre a sociedade — disse o líder, apontando o risco de precarização do trabalho.

    Apesar de declarar o voto favorável à PEC, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) defendeu mudanças futuras, que, na sua visão, podem proteger o emprego. Uma delas, presente em emenda apresentada por ele na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), é a jornada flexível, em que o trabalhador é pago por hora, com remuneração proporcional.

    — A jornada flexível tem salário por hora, por escolha do trabalhador, com acordo por escrito. Nessa modalidade, ele pode montar o próprio horário, com férias, 13º, FGTS e previdência garantidos, e com a hora nunca abaixo do salário mínimo ou do piso da categoria — explicou.

    O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) afirmou que votaria a favor do texto, mas argumentou que é preciso aumentar a produtividade, com qualificação, e dar ao trabalhador a escolha de trabalhar quantos dias quiser.

    — Eu acredito que a pessoa tem que trabalhar o quanto ela acha que tem que trabalhar. Trabalhar um dia, dois dias ou trabalhar sete dias, porque o filho acabou de nascer e preciso fazer mais dinheiro — defendeu.

    Na mesma linha, Magno Malta (PL-ES) afirmou que o trabalhador pode querer usar seu tempo de descanso para trabalhar. Os senadores Alan Rick (Republicanos-AC), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jayme Campos (União-MT) declararam voto favorável à PEC, mas defenderam uma “transição responsável” para as novas regras.

    — Vamos planejar a transição como está na PEC, de maneira responsável, com diálogo, com previsibilidade. A nossa preocupação é com qualidade de vida e com condições para o nosso setor produtivo assumir, absorver essa nova jornada de trabalho — disse Jayme Campos.

    A senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR) defendeu contrapartidas do governo aos empregadores, que terão que se adaptar à mudança.

    Os possíveis impactos sobre os municípios foram lembrados por Nelsinho, que teme o aumento de despesas para as prefeituras.

    Emenda

    Também declarando-se favorável à aprovação da PEC, o senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) apresentou uma emenda, subscrita por mais 27 senadores, segundo ele para deixar claro que a proposta não terá impacto na redução de jornadas que já estejam abaixo das 40 horas semanais e que, se for o caso, haverá redistribuição de acordo com a regra dos cinco dias semanais.

    A emenda foi apresentada como sendo de redação, o que não exigiria a volta do texto à Câmara caso fosse aprovada, mas o relator considerou que a mudança impactaria o mérito da proposta e, por esse motivo, recomendou a rejeição. Oriovisto retirou o destaque para votação da emenda.

    O relator disse concordar que alguns pontos da proposta, como cargas horárias de setores específicos, precisarão ser regulamentados com a maior rapidez possível pelo Congresso.

    Futuro

    A líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que, mesmo após a votação, será preciso manter a vigilância e o acompanhamento, porque segundo ela já há outras propostas em tramitação com regras menos benéficas para o trabalhador.

    O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que o discurso da oposição tem “duas caras”. Tanto ele quanto Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) lembraram que apesar do voto favorável, alguns parlamentares já se articulam para reverter as mudanças.

    O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), citou uma dessas propostas, a PEC 12/2026, apresentada pelo líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN). A proposta prevê a possibilidade de um regime flexível, no qual o empregado receberia de acordo com as horas trabalhadas.

    — É o inverso do fim da 6x1. Eles querem é isso, é o prevalecer do negociado sobre legislado, como se houvesse igualdade de armas entre patrão e empregado — disse Randolfe, que desafiou os oposicionistas a retirarem assinaturas para que a PEC 12/2026 seja arquivada.

    Tanto Randolfe quanto Renan Filho (MDB-AL) criticaram a ausência de alguns senadores oposicionistas em Plenário.

    Além do autor, deputado Reginaldo Lopes, também estava presente na sessão a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), autora de outra proposta com a mesma finalidade.

     

    Agência Senado
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    A primeira pesquisa Quaest para o segundo turno, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de votos, contra 44% do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, ambos os candidatos estão em empate técnico.

    Na última pesquisa, divulgada na véspera do primeiro turno, Flávio atingiu 44% das intenções de voto para o segundo turno, já Lula tinha 42%.

    Ainda conforme o levantamento, o primeiro do instituto após o primeiro turno das eleições, 9% dos eleitores disseram que votarão em branco ou nulo no segundo turno, outros 1% se disseram indecisos.

    A Quaest entrevistou 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08729/2026.

    Resposta espontânea

    A pesquisa Quaest também aponta que Flávio Bolsonaro tem 43% de votos na pesquisa espontânea, contra 42% de Lula.

    No levantamento espontâneo, 8% dizem que votarão em branco, nulo ou não irão votar, enquanto os que se dizem indecisos somam 7%. 

     
    R7
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