Abril 02, 2025
Arimatea

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A produção de carne de frango no país deve chegar a 13,15 milhões de toneladas em 2019, 2,3% a mais do que no ano anterior. As exportações devem acumular 4,2 milhões de toneladas, uma alta de 2,4% ante as 4,1 milhões de toneladas de 2018. De janeiro a novembro, as exportações atingiram US$ 6,358 bilhões, 6,1% a mais do que no mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados hoje (12) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

No caso da carne suína, a produção deve passar dos 3,9 milhões de toneladas em 2018 para 4,1 milhões de toneladas este ano, o que corresponde a um crescimento de 2,5%. As exportações devem registrar elevação de 14,5% ao passar de 646 mil toneladas para 740 mil toneladas.

Em valores, a receita das exportações de suíno totalizaram US$ 1,413 bilhão de janeiro a novembro, refletindo em um aumento de 27,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em volume, nesse período foram exportadas 674,2 mil toneladas, 14,4%, a mais do que entre janeiro e novembro de 2018.

Os dados mostram ainda que a produção de ovos deve totalizar 49 bilhões de unidades em 2019, 10% a mais do que em 2018. Apesar da alta na produção, as exportações devem registrar queda de 30% no volume, passando de 11,6 mil toneladas para 8 mil toneladas.

Preços
De acordo com a entidade, o preço dos produtos brasileiros foram influenciados pela forte crise sanitária da China, com focos de Peste Suína Africana, que elevou as importações desse tipo de proteína por aquele país. "A elevação do preço da carne bovina, influenciada também por fatores climáticos, alavancou os preços de suínos e aves", disse a ABPA.

Com relação aos aumento de preço das aves e suínos para o consumidor na ponta da cadeia, o presidente da ABPA, Francisco Turra enfatizou que não se pode esperar que quando a demanda é muito maior do que a oferta o preço não suba. "Mas quero ressaltar que em aves e suínos passamos quatro anos com preços estáveis, baixos, perdas imensas, fábricas fechadas que reabriram agora. É óbvio que o preço será um pouco mais elevado. É uma questão de mercado", afirmou.

Segundo Turra, nos últimos doze anos nenhum ano foi tão surpreendente e positivo quanto 2019 para o setor. "Nós tivemos momentos de crise, passamos momentos em que a produção não só estabilizava, mas até caía um pouco. Tivemos dificuldade nas exportações para abrir alguns mercados e esse ano, em função do que aconteceu com a peste suína africana na China e em 20 outros países, abriu um caminho imenso para a proteína como um todo".

Turra garantiu que, mesmo com a demanda externa crescendo, não haverá desabastecimento do mercado interno, porque 70% da produção de aves e 80% da produção de suínos fica no Brasil, que é o grande mercado do setor. "Ovos então nós temos um quantitativo que eu diria 99% da produção para o mercado interno. É uma questão de ajuste, um pouco de aumento da produção dentro do possível".

Agencia Brasil
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A produção de ovos de galinha no país atingiu a marca de 964,89 milhões de dúzias no terceiro trimestre deste ano. Essa foi a maior produção trimestral do item desde o início da série histórica da pesquisa, em 1987.

De acordo com dados divulgados hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção superou em 0,7% o recorde anterior, que havia sido registrado no segundo trimestre deste ano, e em 4,3% a produção do terceiro trimestre de 2018.

No terceiro trimestre deste ano, também foram registradas altas nos abates de bovinos, suínos e de frangos. O abate de bois, vacas e novilhos cresceu 7% em relação ao trimestre anterior e 2,1% na comparação com o terceiro trimestre de 2018.

O abate de suínos teve altas de 2,7% em relação ao trimestre anterior e 0,9% em relação ao terceiro trimestre de 2018. Já o abate de frangos cresceu 3,3% na comparação com o segundo trimestre deste ano e 3,1% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado.

Outros produtos pesquisados pelo IBGE são o leite e o couro. O leite industrializado no país cresceu 7,4% em relação ao segundo trimestre e 0,6% na comparação com o terceiro trimestre de 2018. O volume de couro curtido no país teve alta de 3,7% em relação ao trimestre anterior, mas caiu 7,8% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado.

Agencia Brasil
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O dólar passou a operar em queda nesta quinta-feira (12), acompanhando o bom humor dos mercados depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escreveu em uma rede social que o país e a China estão chegando "muito perto" de um "grande acordo" comercial.

Às 13h39, a moeda norte-americana era vendida em queda de 0,44%, a R$ 4,0996. Na mínima do dia até o momento, chegou a R$ 4,096. Veja mais cotações.

Na véspera, o dólar fechou em queda de 0,73%, a R$ 4,1179. Na parcial do mês, o dólar recuou 2,87%. No acumulado do ano, tem alta de 6,29%.

Cenário local e externo
Na tarde de quarta-feira, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) anunciou a manutenção da taxa básica de juros do país no intervalo entre 1,5% e 1,75%. A decisão veio em linha com a expectativa do mercado.

Já por aqui, o Banco Central reduziu a taxa Selic de 5% para 4,5% ao ano. A redução já era esperada pelos analistas do mercado financeiro. Com a decisão, a Selic atingiu o menor percentual desde a adoção do regime de metas para a inflação, em 1999. O atual ciclo de redução dos juros começou em julho deste ano.

A forte queda na taxa básica de juros brasileira desde o fim de 2016 tem sido um importante fator para a depreciação recente do real, destaca a Reuters.

Em outubro de 2016, quando a Selic estava em 14,25% ao ano, o BC começou um ciclo de cortes que, intercalado com pausas, trouxe o juro básico à mínima histórica atual de 5%. No período, o real acumula depreciação de 22%, saindo de R$ 3,25 por dólar para os atuais patamares em torno de R$ 4,15.

A decisão da S&P Global Ratings de alterar a perspectiva da nota de crédito soberana do Brasil de “estável” para “positiva” também tinha influência nos negócios, principalmente na ponta longa da curva de juros.

G1
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O Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal anunciaram nesta quarta-feira (11) uma nova redução nas taxas de juros para linhas de crédito. O Banco do Brasil já divulgou os novos valores enquanto a Caixa vai detalhar os índices na próxima quinta-feira (12).

Segundo o Banco do Brasil, os custos dos financiamentos menores valem para clientes pessoas físicas e jurídicas e estão relacionados com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) que cortou a taxa Selic em 0,5 ponto percentual ao ano. Atualmente o índice está em 4,5% ao ano, o menor patamar desde o início da série histórica em 1986. ( )

“O BB realiza, periodicamente, realinhamento técnico de suas taxas como forma de ajustar seus preços à prática concorrencial. As novas condições que entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (16) reforçam o posicionamento do BB em sempre oferecer a melhor relação custo-benefício para seus clientes”, diz nota do banco.

As linhas de crédito automático e passam a ter taxas mínimas a partir de 2,87% ao mês e as linhas de crediário vão ter taxas a partir de 3,11% ao mês. A linha de crédito para imóvel próprio foi reduzida de 1,34% ao mês para 1,30% ao mês na faixa mínima; e de 1,72% para 1,68% ao mês na faixa máxima. Os novos valores para todas as linhas podem ser consultados no site do banco.

É comum que os bancos promovam reduções após a queda da Selic. Em outubro, após bancos privados, a Caixa Econômica Federal anunciou redução de até 1 ponto percentual nas taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). A menor taxa foi reduzida para 6,75% ao ano; e a maior para 8,5% ao ano.

Agência Brasil
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Manifestantes ligados às categorias de servidores estaduais ocuparam o plenário da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) na manhã desta quinta-feira (12) para protestar contra a votação da proposta de reforma do sistema de previdência dos servidores do estado da Paraíba. Após a manifestação, o presidente da ALPB anunciou que a votação do tema não deve acontecer antes de uma audiência pública na segunda-feira (16).

Conforme o texto dos documentos do projeto de reforma, é prevista a exclusão de pagamento de benefícios como licença-maternidade, salário família, auxílio-reclusão e licença para tratamento de saúde, além do aumento na alíquota de contribuição para a previdência de 11% para 14% dos salários.

A votação da Reforma da Previdência do governo da Paraíba, em caráter de urgência na assembleia, foi suspensa pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. A liminar proferida pelo juiz convocado Onaldo Queiroga atendeu ao Mandado de Segurança Coletivo impetrado pelo líder da bancada de oposição da ALPB, Raniery Paulino (MDB).

As mudanças são exigidas pelo texto da Reforma da Previdência, promulgada em novembro pelo Congresso. O estado e os municípios têm até o dia 31 de julho de 2020 para fazer adequações aos seus sistemas previdenciários previstas na reforma promulgada pelo Congresso Nacional e 90 dias, após esta data, para implementar as mudanças.

Os servidores ligados à Secretaria da Segurança e Defesa Social e à Secretaria de Administração Penitenciária se reuniram em uma audiência pública na manhã desta quinta-feira para debater os efeitos da reforma nas categorias. Uma nova audiência pública, aberta às demais categorias, está marcada para segunda-feira (16) às 14h.

Uma nota conjunta, assinada por 13 categorias ligadas à Segurança Pública e Administração Penitenciária, destaca que o governo quebrou o tratamento isonômico entre as forças de segurança do estado com a proposta de reforma. Os policiais militares foram acolhidos pela legislação federal das Forças Armadas.

“O Governo do Estado encaminhou uma proposta de emenda Constitucional e um projeto de lei complementar que aniquilam com a já sofrida aposentadoria dos profissionais aqui representados, deixando claro para todos nós que a vida desses profissionais vale menos do que a dos militares”, afirma a nota.

A alíquota dos militares passou de 11% para 10,5% para fins de recolhimento previdenciário, enquanto a proposta encaminhada pelo governo da Paraíba para policiais civis, agentes penitenciários e socioeducativos aumenta de 11% para 14%. Caso a proposta encaminhada pelo governo avance, as categorias listaram suspensão e diminuição de serviços.

Em nota, o governo da Paraíba afirmou que o projeto de reforma da previdência dos servidores estaduais é uma adequação é obrigatória e necessária para que o estado possa manter o Certificado de Regularidade Previdenciária e caso perca esse certificado, ficará impedido de receber quaisquer recursos federais e até contrair empréstimos junto a organismos internacionais.

Confira a nota do governo da Paraíba na íntegra
O Governo do Estado da Paraíba, após reunião de sua equipe técnica com os deputados estaduais hoje pela manhã na Assembleia, que discutiu o Projeto de Lei encaminhado ao Legislativo no sentido de adequar ao Estado o que foi aprovado pela Emenda à Constituição Federal 103/19, vem a público prestar o seguinte esclarecimento:

1- Essa adequação é obrigatória e necessária para que o Estado possa manter o Certificado de Regularidade Previdenciária; caso perca esse certificado, o Estado ficará impedido de receber quaisquer recursos federais e até contrair empréstimos junto a organismos internacionais;

2- Esta adequação não retira nenhum direito do servidor público Civil e militar, a exemplo de auxílio-doença, salário família, licença maternidade e a gratificação por risco de vida; apenas estabelece que os recursos da PBPrev só podem ser utilizados para os pagamentos de pensão e aposentadoria; os demais benefícios serão pagos com os recursos do órgão ou do Poder ao qual o servidor esteja vinculado;

3- Adotamos a alíquota linear de 14%, que já é praticada nos vizinhos estados nordestinos, justamente para que os nossos aposentados e pensionistas que recebem até o teto, que hoje não descontam para a previdência, não passem a contribuir. Se implantássemos a alíquota progressiva, quem ganha um salário mínimo pagaria a partir de 7,5 %, chegando até 12% para quem recebe o teto de R$ 5.839,45;

4- O Governo está retirando os militares da proposta em razão da aprovação do PL pelo Congresso Nacional, que fixa regras próprias para a previdência dos militares e que ainda está aguardando a sanção presidencial. Até que essa legislação seja sancionada e entre em vigor, a situação dos militares permanece inalterada.

Paraíba, 11 de dezembro de 2019

Governo do Estado da Paraíba

G1 PB
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Uma operadora de telemarketing está com seleção para 220 vagas de emprego para ingresso imediato, em Campina Grande. Até fevereiro de 2020 a empresa busca contratar até 700 trabalhadores. As vagas abertas são destinadas a quem busca o primeiro emprego e que esteja cursando ou tenha concluído o Ensino Médio e Superior.

As oportunidades também são direcionadas a pessoas com deficiência, que precisam informar qual tipo de deficiência no currículo e se é necessário algum recurso especial para desenvolver as atividades.

As etapas de seleção consistem em um teste e uma redação. Os candidatos interessados devem enviar currículo através do site da operadora.

G1 PB
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O presidente Jair Bolsonaro informou, hoje (12), que a Advocacia-Geral da União (AGU) vai recorrer da decisão da Justiça Federal em Brasília que revogou a suspensão da utilização de radares móveis nas rodovias federais do país. O uso de medidores de velocidade móveis e portáteis está suspenso desde agosto, por determinação do presidente Jair Bolsonaro.

“Você é a favor da volta dos radares móveis nas rodovias federais? Determinei à AGU recorrer da decisão judicial de 1ª Instância”, escreveu o presidente em sua conta pessoal no Twitter.

Na decisão de ontem (11), o juiz Marcelo Gentil Monteiro, da 1ª Vara Federal Cível, atendeu a um pedido liminar feito pelo Ministério Público Federal (MPF), argumentando que a falta dos radares pode causar danos à sociedade.

"A urgência é patente, ante o risco de aumento do número de acidentes e mortes no trânsito em decorrência da deliberada não utilização de instrumentos escolhidos, pelos órgãos técnicos envolvidos e de acordo com as regras do Sistema Nacional de Trânsito, como necessários à fiscalização viária", destacou o juiz.

O recursos deverá ser encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília.

Em agosto, a determinação foi cumprida pela PRF após a publicação de um despacho do presidente Jair Bolsonaro. A suspensão atingiu o uso de radares estáticos, móveis e portáteis. De acordo com o governo, o Ministério da Infraestrutura está reavaliando a regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas.

Agência Brasil
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A cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, comemora nesta quinta-feira (12) 63 anos de emancipação política. Os moradores vão poder aproveita o clima de festa até o domingo (15), com uma programação que conta com apresentações culturais, projetos e eventos voltados ao bem estar dos moradores e casamento comunitário.

Já nesta quinta-feira (12), acontece mais uma edição do casamento comunitário, que vai unir 100 casais em solenidade com efeito civil, na Fortaleza de Santa Catarina. Já na sexta-feira (13), é a vez dos shows das bandas Babado Novo e Cavaleiros do Forró, na Praça Getúlio Vargas.

A programação continua no sábado (14), com uma programação religiosa e apresentações da banda gospel Atos 2 e Padre Nilson. Já no domingo (15), o encerramento ganha um calendário esportivo. Na praia do Miramar, das 7h às 15h, acontecem competições de vôlei de praia, futevôlei, futebol de areia e caíco, além de uma área de lazer kids com tobogã, futebol de sabão e pula-pula.

No estádio Francisco Figueiredo de Lima haverá torneio de futebol de campo, a partir das 7h. Por fim, no Centro de Lazer do Idoso, a partir das 8h, acontece o Torneio de Biriba.

G1 PB
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A Expo Casa & Condomínio começa nesta quinta-feira (12) e segue até sábado (14), no Espaço Cultural, em João Pessoa. O evento começa às 16h e vai apresentar tendências do mercado condominial, de decoração, tecnologia e artigos para casa. A inscrições são gratuitas.

Com o apoio do Governo do Estado, Sebrae, Creci-PB , Crea-PB e empresas e prestadores de serviços para condomínios, estarão expostos diversos estandes no local.

O evento terá um formato interativo com feira, palestras e apresentações de empresas e tem como público alvo os gestores e profissionais da área, assim como universitários dos cursos tais como Administração, Contabilidade, Engenharia, Arquitetura, Direito, entre outros.

Os interessados podem se inscrever gratuitamente no site Sympla e obter mais informações pelo telefone 83 98736-6050.

G1 PB
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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.215 da Mega-Sena, sorteados nesta quarta-feira (11). O prêmio acumulado para o próximo sorteio, previsto para sábado (14), é de R$ 31 milhões.

As dezenas sorteadas foram 01 - 19 - 21 - 23 - 33 - 43.

Os 48 apostadores que acertaram a quina vão receber R$ 53.207,20, e os 4.092 que fizeram a quadra, R$ 891,61.

Agência Brasil
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