Em função do transporte de umidade do oceano Atlântico em direção ao continente, observa-se a presença de nuvens baixas encobrindo parcialmente o estado paraibano. No decorrer do dia de hoje, condições de nebulosidade variável deverão predominar em todas as regiões. No setor Leste, chuvas passageiras são esperadas no decorrer do período. Nas demais regiões do estado não há previsão de chuvas.
Evangelho (Lc 12,49-53)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
- Eu tudo considero como perda e como lixo, a fim de eu ganhar Cristo e ser achado nele!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 49 "Eu vim para lançar fogo sobre a terra, e como gostaria que já estivesse aceso! 50 Devo receber um batismo, e como estou ansioso até que isto se cumpra! 51 Vós pensais que eu vim trazer a paz sobre a terra? Pelo contrário, eu vos digo, vim trazer divisão. 52 Pois, daqui em diante, numa família de cinco pessoas, três ficarão divididas contra duas e duas contra três; 53 ficarão divididos: o pai contra o filho e o filho contra o pai; a mãe contra a filha e a filha contra a mãe; a sogra contra a nora e a nora contra a sogra".
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Canção Nova
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22 de Outubro - quinta-feira
A NOBREZA DO AMOR! - Globo
Severino furta as promissórias da casa de Caetana, e Vitalino o vê. Dona Menina repreende Januário por esconder seu amor por Ana Maria. Caetana estranha ao encontrar sua casa revirada. Dumi alerta Menemi e as outras mulheres do perigo que Alika corre nas mãos de Jendal. Tonho, Omar e Niara tentam manter as esperanças de derrotar Jendal. Severino entrega as promissórias para Mirinho. Adônis anuncia que Miguel está livre da cadeia. Mauro chega a Barro Preto para a vaga de médico da cidade, surpreendendo Onildo. Mirinho afirma a Januário que é o dono das terras de Tonho.
POR VOCÊ - Globo
Bela confronta Vanessa. Zé confessa a Juarez que pediu para Guima o proteger. Iara se incomoda ao ver a proximidade de Juarez e Zé. Gabriel repreende Peixe por expor Bela em seu aniversário. Bela garante a Peixe que lutará contra ele caso o pedido de guarda coloque Glorinha, Ítalo e Samuca em risco. Toy vê quando um homem entra na barraca de Maike e tenta proteger o amigo, sem saber que se trata de seu tio André. Próspero e Clemente fingem ter feito as pazes diante de Melinda e Orestes. Maike e Toy fazem as pazes. Gabriel questiona a intenção de Vanessa ao contratar Peixe. Pérola estranha o atraso de Manoel no hospital. Gabriel desconfia de Junqueira e decide segui-lo.
QUEM AMA CUIDA - Globo
Rafael e Ingrid temem que Heitor tome tudo o que é deles. Heitor afirma que deseja saber quem foi o responsável pelo desvio de dinheiro da joalheria. Ademir avisa a Pilar que Adriana tem chances de ser considerada inocente. Mau Mau diz a Adriana que vai ter que contar a Felipe que é seu irmão. Ulisses anuncia a Fábia que entrará com o pedido do divórcio litigioso. Pilar insinua para Heitor que o sobrinho também pode ser suspeito da morte do pai. Rosa pede a Joel para tirar uma cópia do caderno de receitas de Francesca. Brigitte estranha ao ver Iuri e Lyris juntos. Ademir diz a Fábia que já sabia do caso dela com Arthur. Nicolau revela a Brigitte que Iuri é seu primo. Ulisses confessa a Lyris que foi ele quem desviou dinheiro da joalheria. Pedro consegue apoio unânime dos desembargadores em favor da revisão criminal, e Adriana é absolvida.
Gshow
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Horóscopo do dia
F5
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Qual poder vencerá?
O mundo é um cenário agitado, onde os humanos são atores dos mais diferentes poderes. Todo o poder anda em busca de vitórias. Então nos perguntamos como participantes deste cenário: “Qual poder vencerá?”. Esta pergunta, humanamente é procedente porque, dificilmente alguém quer se situar no lado dos derrotados. Vou apenas citar alguns poderes que lutam no cenário do mundo.
Existe o poder econômico que, possivelmente desponta na sociedade com maior força condicionadora da luta pela vida. Este tipo de poder divide os humanos em pobres e ricos; classifica a sociedade; cria dominados e dominadores, luxo e miséria, status social e exclusão, violentos e violentados, refugiados e ditadores etc. Este poder, que lida com a riqueza de alguns, reduz à pobreza multidões que povoam as periferias do mundo e confirma que, a pior pobreza vem pelo dinheiro.
Há o poder ideológico, como um instrumento de dominação. Este age por meio do convencimento e da persuasão, alienando a consciência humana. Marx afirmava que a ideologia da classe dominante tinha como objetivo, manter os mais ricos no controle da sociedade. Servia-se deste argumento para justificar a luta de classe. Em todos os tempos despontam novas ideologias sempre necessitadas de atenção e senso crítico. Citamos a ideologia fascista, comunista, capitalista, conservadora, anarquista, nacionalista, de gêneros etc.
Também pode nos surpreender o poder político, onde se garante a promoção do bem comum com propostas ideológicas, projetos sociais e econômicos e soluções embrulhadas em sonhos que, muitas vezes, terminam em pesadelos de uma sociedade.
Em nosso momento histórico desponta também um poder de alto risco, que entra pela porta do religioso. O poder religioso, quando manipulado pelos humanos desconectados do divino, movimenta fanatismos, cria ídolos e idolatrias, canoniza os santos do mercado e, em lugar de promover a vida, aliena multidões.
Não convém esquecer o poder institucional de quem está à frente de uma família, uma escola, uma instituição religiosa ou social. Tanto como os outros, este poder também tem seus riscos como: incorrer no autoritarismo, no personalismo ou até mesmo entrar no mundo dos privilégios. Qual poder vencerá? Nós cristãos temos absoluta certeza de que o único poder decisivo e definitivamente vitorioso, é o poder da cruz. “O último inimigo a ser vencido é a morte, pois Deus pôs tudo debaixo de seus pés” (1Cor 15,26). A mesma carta continua: “A morte foi absorvida na vitória! Ó morte, onde está tua vitória?” (1Cor 15,54-55).
Concluímos que o único poder vitorioso, já confirmado na história, é o poder do serviço, do amor, da doação e da cruz, do Crucificado-Ressuscitado. Este poder não vem da força humana e nem das possíveis tramas de dominação, mas vem do Espírito. Aquele mesmo que esteve presente no início da criação, que tirou a vida da morte e continua agindo pela força criadora e redentora do amor.
Frei Luiz Turra, ‘No Coração da Vida’, Programas Radiofônicos Vol. 03.
Comece o Dia Feliz
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Wikipédia
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Origens
Karol Józef Wojtyła nasceu em 18 de maio de 1920, em Wadowice. Era o mais novo de três irmãos (sua irmã, Olga, morreu antes de seu nascimento). Filho do oficial do exército polonês, Karol, e de Emilia Kaczorowska, teve uma gestação de risco. Os médicos até chegaram a aconselhar a mãe que interrompesse a gravidez, dado ao risco de vida que corria. Porém, num gesto profético, Emilia opta pela gestação daquele que, anos à frente, seria um grande defensor da família e da vida.
O falecimento de seus familiares
Com a saúde debilitada, Emília morreu nove anos após o nascimento de Lolek, apelido carinhoso de Karol dado por sua mãe. Três anos depois, a morte voltaria a visitar sua vida: seu irmão mais velho, Edmund, que era médico e tratou de doentes vítimas de uma epidemia de escarlatina, acabando por contrair a infecção que lhe seria fatal. Karol o lembrava como “mártir do dever”.
O Exemplo de seu Pai
Aos 21 anos, Karol ainda perderia o último membro da família: seu pai. Foi com ele que aprendeu o amor a Virgem Maria, a honestidade, a bravura, o patriotismo. “A dor dele se transformava em oração. O simples fato de vê-lo se ajoelhar teve uma influência decisiva nos meus anos jovens. Não falávamos de vocação ao sacerdócio, mas o exemplo dele foi para mim, de qualquer modo, o primeiro seminário, um tipo de seminário doméstico”, confessou mais tarde o já Papa João Paulo II.
Ocupação Nazista na Polônia
Mesmo com todas as perdas, o amor recebido na família movia o coração do jovem Karol a Deus e alimentava a força para enfrentar outras dores e sofrimentos, como a ocupação nazista na Polônia. Para driblar o regime opressor, o Papa, que queria ser ator, chegou a trabalhar em uma pedreira e uma indústria química para evitar a deportação para Alemanha.
Assistiu aos horrores da Guerra
Mesmo sem ser deportado, assistiu de perto aos horrores da guerra, as profundas marcas deixadas em sua amada Polônia; e conheceu várias histórias de sofrimento, como a de uma jovem de 13 anos, que salvou da fome após sair de um campo de concentração, e a de outra jovem, vítima de experimentos científicos nazistas. A dor da nação o ensinou a amar seu país e a enxergar que o caminho da paz sempre será o mais acertado a ser seguido. As experiências com as pessoas ensinou que “quem salva uma vida, salva o mundo inteiro”.
Caminho ao Sacerdócio
Foi também durante a ocupação nazista que Karol já caminhava em direção ao sacerdócio. Clandestinamente, em 1942, entrou para o seminário, tendo aulas secretas na residência do arcebispo de Cracóvia. Quatro anos mais tarde, em 1 de novembro de 1946, Karol Wojtyla foi ordenado padre pelo cardeal Adam Sapieha. Durante doze anos, alternou sua vida presbiteral entre estudos, licenciatura de teologia e ética social, além dos trabalhos próprios do exercício do ministério sacerdotal, como vigário de algumas paróquias de Cracóvia. Doze anos após a ordenação presbiteral, Wojtyla se tornou bispo de Ombi e bispo auxiliar da Cracóvia. Em 1964, tornou-se Arcebispo da Cracóvia. Em 1967, tornou-se cardeal, por indicação de Paulo VI.
Eleito Papa
Wojtyla foi eleito Papa em 16 de outubro de 1978, no conclave que sucedeu a morte do Papa João Paulo I. Era a primeira vez, em cerca de 450, que era eleito um Papa não italiano. Escolheu o nome João Paulo II e implantou em seu papado os valores que tinha aprendido ao longo da vida no anúncio do Evangelho de Cristo.
Mediador da Paz
Manteve discurso conciliador e pacificador, mediando a paz em várias situações de conflito, porém, sem se esquivar da luta contra a influência comunista na Polônia sem uso de nenhuma arma, senão o Evangelho e o amor. Defendeu ferrenhamente os valores da família – que chamou de santuário da vida –, e a inviolável dignidade de todo ser humano dentro do projeto de amor de Deus por cada um – de onde brota aquilo que ficou conhecido como a Teologia do Corpo.
Lema
Com o lema “Totus tuus”, “todo teu, Maria”, declarou seu amor e total devoção a Virgem Maria, particularmente a Nossa Senhora de Częstochowa, padroeira da Polônia. E foi a Virgem Maria que o Papa atribuiu a sobrevivência ao atentado que sofreu em 13 de maio de 1981.
Feitos do Sumo Pontífice
João Paulo II criou as Jornadas Mundiais da Juventude, escreveu 14 encíclicas, organizou 15 assembleias do Sínodo dos Bispos, nomeou 231 cardeais, beatificou 1338 pessoas e canonizou 482 santos. Mas foi além das palavras e demonstrou sua santidade, mesmo nos momentos de dor.
Páscoa
Nos últimos anos de vida, lutou bravamente contra o Parkinson. Entrou para eternidade no dia 2 de abril de 2005. Seu funeral reuniu milhões de fiéis em Roma e mais de 200 representantes de governos. No seu funeral, era declarado pelas multidões “Santo Súbito!” (santo imediatamente). Lido e explicado à luz do amor, seu legado permanece vivo e firme; e seu convite feito na homilia do início do seu pontificado continua a ecoar: “Não tenhais medo! Abri, melhor, escancarai as portas a Cristo!”.
Legado
Vinte e seis anos. O terceiro maior Pontificado da História da Igreja. Duas décadas e meia que revolucionaram a sociedade contemporânea no campo político, social e humanitário. De fato, São João Paulo II desenvolveu na prática a expressão de um dos Paulo VI: civilização do amor. Sua atuação no combate ao comunismo, na defesa da família, do estímulo ao diálogo inter-religioso e na promoção da paz o levou a ser conhecido carinhosamente como “peregrino do amor”, em alusão às suas constantes visitas papais: foram 129 países em que o papa polonês repetia o gesto que se tornou símbolo da sua presença: beijar o chão de cada novo lugar que visitava logo depois de descer do avião.
Minha oração
“Nosso santo Papa da Juventude, suscitai novos pastores de jovens e dai a eles o mesmo amor que tiveste. Conduzi teus filhos queridos para que encontrem e realizem sua própria vocação em cada estado de vida. Amém!”
Canção Nova
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A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 239,4 bilhões em setembro deste ano, informou nesta quinta-feira (22) a Receita Federal.
O resultado representa um aumento real de 5,6% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 226,6 bilhões (valor corrigido pela inflação).
➡️O valor também é o maior já registrado para meses de setembro desde o início da série histórica da Receita Federal em 1995 — ou seja, em 32 anos.
➡️O recorde na arrecadação está relacionado com o crescimento da economia brasileira, com os aumentos de impostos anunciados nos últimos anos pelo governo e, também, com a alta no preço do petróleo.
Relembre alguns aumentos de impostos ao longo do terceiro mandato do presidente Lula:
➡️Com um preço mais alto, resultado da guerra entre Estados Unidos e Irã, também subiram as receitas do governo com o produto, como "royalties" e participação na extração. Além disso, o Executivo estabeleceu uma taxação extra sobre exportações.
Nos nove primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 2,35 trilhões — sem a correção pela inflação.
Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 2,38 trilhões de janeiro a setembro, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 2,23 trilhões.
➡️O montante também é o recorde para a arrecadação federal no período.
Assim como nos últimos anos, o governo espera contar com o aumento da arrecadação para tentar atingir a meta para as suas contas em 2026.
Para este ano, a meta é de que as contas do governo tenham um saldo positivo de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 34,3 bilhões.
O texto, no entanto, permite que o governo retire desse cálculo R$ 57,8 bilhões em despesas. E use esses recursos para pagar, por exemplo, precatórios (gastos com sentenças judiciais).
Rússia e Ucrânia voltaram a trocar ataques na madrugada desta quinta-feira (22), poucas horas depois de avanços diplomáticos para a retomada das negociações trilaterais com os EUA pelo fim da guerra.
A capital ucraniana Kiev foi atacada por 21 mísseis balísticos russos em três ondas diferentes, e 22 ficaram feridos, afirmou o presidente Volodymyr Zelensky. Ele também ironizou o enviado especial do governo Trump, Steve Witkoff, que chamou o presidente russo, Vladimir Putin, de "humanitário" na quarta.
Diante da escassez de defesas aéreas avançadas, a Ucrânia não têm conseguido se defender mísseis balísticos. Outras 34 pessoas ficaram feridas em outras onze regiões ucranianas, segundo Zelensky.
Já a Rússia afirmou ter sido alvo de mais de 800 drones ucranianos durante a noite. Sobre a investida na Ucrânia, o governo Putin disse ter feito um "ataque em larga escala" contra infraestrutura portuária em Odesa.
O novo ciclo de ataques ocorre um dia após a retomada das negociações trilaterais entre Estados Unidos, Rússia e Ucrânia, anunciada após uma reunião entre Vladimir Putin e Steve Witkoff em São Petersburgo.
Na quarta-feira (21), Zelensky também havia proposto "congelar" a linha de frente da guerra como primeiro passo para uma negociação de cessar-fogo. O principal assessor de Putin, Yuri Ushakov, afirmou que o conflito estaria "chegando perto do fim".
Após os bombardeios da madrugada, o chanceler ucraniano Andrii Sybiha afirmou que moradores de Kiev ouviram o que chamou de verdadeiro som do "humanismo russo".
Segundo ele, a capital foi atingida por dezenas de mísseis balísticos que tiveram como alvo infraestrutura energética, instalações médicas, centros comerciais e áreas residenciais. Outras cidades ucranianas também teriam sido atacadas.
Em publicação na rede X, Sybiha afirmou que "apaziguamento, servilismo e bajulação" não impedirão a guerra promovida pela Rússia. A declaração foi feita após os ataques e em meio às discussões diplomáticas envolvendo Washington e Moscou.
Do lado russo, o Ministério da Defesa informou que realizou durante a noite um "ataque maciço" contra instalações portuárias na região de Odessa, no sul da Ucrânia.
Segundo Moscou, os alvos incluíam infraestrutura portuária e embarcações usadas pelas Forças Armadas ucranianas.
A Rússia também informou que suas defesas aéreas derrubaram 808 drones ucranianos durante a madrugada.
De acordo com o Ministério da Defesa russo, os equipamentos foram destruídos em diferentes regiões do país e na Crimeia, território anexado por Moscou em 2014.
Os ataques com drones ocorreram após o encontro entre Putin e Witkoff, enviado especial do governo Trump, realizado na quarta-feira em São Petersburgo.
Apesar da retomada das conversas entre Washington, Moscou e Kiev, ainda não há sinais concretos de um acordo para encerrar o conflito.
Segundo Volodymyr Zelensky, qualquer negociação precisa contar com a participação direta da Ucrânia.
Até o momento, também não há indicação de que tenha sido acertada uma reunião envolvendo simultaneamente Donald Trump, Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky.
*Com informações da Reuters e AFP.