Mai 23, 2026
Arimatea

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O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, afirmou nesta segunda-feira (18) que suspendeu um ataque militar planejado contra o Irã para terça-feira (19) após pedidos de líderes árabes. O anúncio foi feito em uma rede social.

Segundo Trump, a ação foi suspensa após conversas com o emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, MohammAd bin Salman, e o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan.

De acordo com o presidente americano, os líderes afirmaram acreditar que um acordo “muito aceitável” poderá ser alcançado nas negociações em andamento. 

“Com base no meu respeito pelos líderes mencionados acima, instruí o secretário da Guerra, Pete Hegseth, o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Daniel Caine, e as Forças Armadas dos Estados Unidos de que NÃO realizaremos o ataque programado contra o Irã amanhã”, escreveu.

Trump afirmou ainda que ordenou que as Forças Armadas estejam preparadas para uma “ofensiva total e em larga escala contra o Irã a qualquer momento” caso um acordo não seja alcançado.

Mais cedo, o site americano Axios informou que os EUA rejeitaram mais uma proposta de acordo enviada pelo Irã. Segundo a reportagem, a Casa Branca avaliou que o texto não representa um avanço significativo e é insuficiente para um acordo definitivo de paz.

O governo iraniano não divulgou os detalhes da nova proposta. Segundo fontes de Teerã ouvidas pela agência Reuters, no entanto, o texto prevê: 

  • o fim permanente da guerra;
  • o levantamento das sanções dos EUA contra o Irã;
  • a reabertura do Estreito de Ormuz e a liberação de todos os fundos iranianos bloqueados. 

Além disso, uma fonte do governo do Paquistão ouvida pela Reuters afirmou que EUA e Irã estão “mudando as regras do jogo” nas negociações e disse que “não há mais muito tempo” antes de um eventual fracasso definitivo das conversas. 

Na semana passada, a emissora estatal israelense Kan informou que Israel já havia dado sinal verde para retomar a guerra contra o Irã, mas aguardava uma decisão de Trump.

 
g1
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O presidente de CubaMiguel Díaz-Canel, afirmou nesta segunda-feira (18) que uma possível ação militar dos Estados Unidos contra o país levaria a um "banho de sangue".

Em uma publicação na rede social X, o cubano garantiu que a ilha "não representa uma ameaça e que ataques americanos teriam consequências incalculáveis ​​para a paz e a estabilidade regional. 

"As ameaças de agressão militar contra Cuba pela maior potência do planeta são conhecidas. Já a ameaça em si constitui um crime internacional. Se materializada, provocará um banho de sangue de consequências incalculáveis, mais o impacto destrutivo para a paz e a estabilidade regional. Cuba não representa uma ameaça, nem tem planos ou intenções agressivas contra qualquer país. Não os tem contra os EUA, nem os teve nunca", escreveu.

As declarações do presidente cubano ocorrem um dia após uma reportagem do site americano Axios afirmar que Cuba havia adquirido mais de 300 drones militares e discutido planos para usá-los em ataques à base naval americana de Guantánamo, a navios militares dos EUA e a Key West, na Flórida.

O governo cubano nega as informações e diz que os EUA estão fabricando um caso para justificar uma possível intervenção militar. 

"Cuba, que já sofre uma agressão multidimensional dos EUA, tem sim o direito absoluto e legítimo de se defender de um ataque bélico, o que não pode ser brandido com lógica nem honestidade como desculpa para impor uma guerra contra o nobre povo cubano", acrescentou Díaz-Canel.

O que diz a reportagem de site americano 

Segundo o Axios, desde 2023, o governo cubano comprou mais de 300 drones de ataque dos aliados Rússia e Irã e vem armazenando o armamento em pontos estratégicos para possíveis ofensivas a alvos dos Estados Unidos.

Após a publicação da reportagem, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, negou que seu governo planeje ataques acusou os Estados Unidos de fabricarem um "caso fraudulento" para justificar sanções econômicas e uma possível intervenção militar. 

"Cuba não ameaça nem deseja guerra", disse Rodríguez em uma publicação nas redes sociais, acrescentando que o país "se prepara para enfrentar agressões externas no exercício do direito à legítima defesa reconhecido pela Carta da ONU". 
 

O chanceler, no entanto, não se manifestou sobre a afirmação da reportagem de que Cuba aumentou a compra de drones.

A troca de acusações ocorre em um momento de escalada das tensões entre os dois lados. Nesta semana, é esperado que os EUA acusem formalmente o ex-líder cubano Raúl Castro, segundo disseram à agência de notícias Reuters fontes do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

A acusação é relacionada a um episódio de 1996 em que Cuba abateu dois aviões operados pelo grupo humanitário Irmãos ao Resgate, ONG norte-americana que busca e resgata exilados cubanos na travessia entre Cuba e Miami.

No início do ano, após os EUA invadirem a Venezuela e capturarem o então presidente do país, Nicolás Maduro, o presidente dos EUA, Donald Trump afirmou que "Cuba será a próxima".

Na semana passada, o diretor da CIA, John Ratcliffe, fez uma visita atípica a Cuba, na qual se reuniu com autoridades cubanas, incluindo o neto de Raúl Castro.

 
g1
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Os Estados Unidos rejeitaram nesta segunda-feira (18) uma proposta do Irã para o fim da guerra no Oriente Médio, segundo disseram fontes do governo norte-americano ao site de notícias dos EUA Axios.

➡️ Mais cedo, Teerã entregou aos EUA, por meio do mediador Paquistão, uma nova proposta com retificações ao texto original apresentado por Washington. No entanto, o governo do Donald Trump achou os pontos insuficientes, ainda de acordo com o Axios.

As fontes afirmaram que a Casa Branca achou que a nova proposta não representa uma melhoria significativa e é insuficiente para um acordo definitivo de paz. 

O governo iraniano não divulgou os pontos de sua nova proposta, mas, segundo fontes de Teerã disseram à agência de notícias Reuters, o texto propõe: 

  • O fim permanente da guerra;
  • O levantamento das sanções dos EUA ao Irã;
  • A reabertura do Estreito de Ormuz e a liberação de todos os fundos bloqueados. 

Não há informações sobre se o programa nuclear uraniano, um dos principais pontos de discórdia entre os dois lados, está na nova proposta.

Tempo se esgotando 

Mais cedo, uma fonte do governo paquistanês ouvida pela agência de notícias disse que EUA e Irã estão "mudando suas regras do jogo" nas negociações e disse que "não temos mais muito tempo" antes de que as conversas fracassem de vez.

No domingo (17), o próprio Donald Trump afirmou que "o tempo está se esgotando" nas negociações. As fontes ouvidas pelo Axiso afirmam também que o presidente norte-americano considerava cancelar as negociações e retomar a guerra caso a nova proposta do Irã não agradasse Washington.

Já o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baghaei, afirmou nesta segunda-feira que Teerã estava preparada para todos os cenários. 

"Quanto às ameaças, podem ter certeza de que sabemos exatamente como responder adequadamente até mesmo ao menor erro da parte contrária", disse ele em uma coletiva de imprensa semanal televisionada. 

Por enquanto, um frágil cessar-fogo entre EUA, Israel e Irã está em vigor, após seis semanas de guerra que se seguiram aos ataques aéreos conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã.

Em entrevista divulgada, mais cedo, pela revista "Fortune", o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo iraniano está "morrendo de vontade de assinar um acordo". Para a revista, o republicano retrata a liderança iraniana como se fosse mais um rival comercial obstinado: 

"Eles gritam o tempo todo. Posso afirmar uma coisa: eles estão loucos para fechar um acordo. Mas eles fecham o acordo e depois enviam um documento que não tem nada a ver com o acordo feito. Eu digo: 'Vocês estão malucos?'". 

Irã com bandeira dos EUA

Na rede Truth Social na noite deste domingo (17), o presidente americano fez posts provocando o governo iraniano. Em um deles, o território iraniano aparece, com uma bandeira americana ao fundo e várias setas apontadas para ele dos países vizinhos.

Os aposentados, pensionistas e outros beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que precisam regularizar a prova de vida começaram a receber notificações pelo WhatsApp. O aviso é destinado apenas às pessoas que não tiveram dados recentes localizados pelos sistemas automáticos do governo. A mensagem é enviada pela conta oficial “Governo do Brasil”, identificada com selo azul de verificação, e também aparece na caixa postal do aplicativo Gov.br.

A prova de vida é um procedimento usado para confirmar que o beneficiário continua vivo e, assim, evitar fraudes e pagamentos indevidos. Desde 2022, o processo passou a ser feito automaticamente pelo cruzamento de informações em bases oficiais do governo, sem necessidade de comparecimento anual ao banco ou ao INSS para a maioria dos segurados.

Na prática, o sistema verifica se o cidadão realizou alguma movimentação recente, como vacinação, emissão de documentos, votação em eleições, renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou atendimento em órgãos públicos. Quando o governo não encontra nenhuma dessas informações atualizadas, o beneficiário é convocado para fazer a comprovação manualmente.

Quem precisa

A atualização deve ser feita apenas por aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios de longa duração que receberam aviso oficial do governo. Quem não recebeu mensagem no WhatsApp, notificação no aplicativo Gov.br ou alerta no extrato bancário não precisa tomar nenhuma providência.

Segundo o INSS, os beneficiários convocados têm prazo para regularizar a situação e evitar problemas futuros no pagamento do benefício.

Como fazer

A prova de vida pode ser realizada das seguintes formas:

* Pelo aplicativo Meu INSS, para usuários com conta prata ou ouro no portal Gov.br;

* Pelo aplicativo Gov.br, com reconhecimento facial;

* No banco onde o beneficiário recebe aposentadoria, pensão ou auxílio;

* Pelo aplicativo da instituição financeira, nos bancos que oferecem biometria facial;

* Presencialmente na agência bancária responsável pelo pagamento.

No aplicativo Gov.br, o usuário deve acessar a opção “Prova de Vida”, verificar a pendência e seguir as orientações para validação facial.

Como consultar

O beneficiário pode verificar se a situação está regularizada pelos seguintes canais:

• Site ou aplicativo Meu INSS, na área “Prova de Vida”;

• Central 135, com atendimento de segunda a sábado, das 7h às 22h;

• Extrato bancário do benefício, onde pode aparecer aviso de pendência;

• Caixa postal do aplicativo Gov.br.

Se a prova de vida estiver em dia, o sistema mostrará a data da última atualização cadastral.

Alerta de golpes

O governo federal reforçou o alerta para tentativas de fraude envolvendo a prova de vida. Segundo o INSS, as mensagens oficiais não enviam links externos, não pedem senhas, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), endereço ou dados bancários e nunca solicitam pagamentos por Pix ou qualquer outra forma.

O órgão também orienta os beneficiários a desconfiarem de mensagens recebidas fora dos canais oficiais e lembra que o INSS não envia servidores à casa dos segurados para recolher documentos ou realizar o procedimento.

A recomendação é utilizar apenas o aplicativo Gov.br e o Meu INSS ou contatar o banco responsável pelo pagamento do benefício e Central 135 para consultar informações e regularizar a situação cadastral.

 

Agência Brasil
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta segunda-feira (18) em Paris o avanço da discussão internacional sobre a taxação de grandes fortunas e afirmou que apoiaria a inclusão do tema nas discussões do G7, grupo que reúne as sete democracias mais ricas do planeta.

Em viagem à França para reuniões preparatórias da cúpula das maiores economias desenvolvidas, Durigan participou de um evento promovido pela revista Le Grand Continent ao lado do economista francês Gabriel Zucman, um dos principais defensores da criação de um imposto mínimo global sobre bilionários.

“Eu sou muito disposto a levar esse debate porque é um debate do nosso tempo. Agora, se tiver espaço para discutir justiça tributária, eu sou o primeiro a topar”, afirmou o ministro. 

O encontro reuniu acadêmicos, políticos e representantes do setor econômico francês para discutir tributação internacional e desigualdade. Zucman é autor de uma proposta que prevê um imposto mínimo global de 2% sobre patrimônios superiores a US$ 100 milhões. 

O economista colaborou com o governo brasileiro durante a presidência do G20, formado pelas 19 maiores economias do planeta, mais a União Europeia e a União Africana, em 2024.

Reforma brasileira

Durigan destacou a experiência recente do Brasil com a aprovação, em 2025, da reforma do Imposto de Renda que criou uma alíquota mínima progressiva sobre super-ricos. Segundo a Fazenda, cerca de 142 mil pessoas devem ser alcançadas pela medida.

Apesar do apoio do Brasil, o tema enfrenta resistência internacional, especialmente dos Estados Unidos. Ainda assim, a discussão ganhou espaço no G20 durante a cúpula realizada no Rio de Janeiro.

Na França, um projeto semelhante acabou rejeitado pelo Senado francês. A proposta previa taxação anual de 2% sobre patrimônios superiores a 100 milhões de euros.

Investimentos e minerais

Durante a passagem por Paris, Durigan também buscou reforçar a imagem do Brasil como destino de investimentos estrangeiros. Segundo ele, o país vive um momento favorável em meio às tensões internacionais.

“Os ativos brasileiros ainda me parecem interessantes, como estão ainda baratos, me parece, uma chamada para investimento no Brasil”, afirmou.

O ministro também destacou o potencial brasileiro na produção de minerais críticos, como terras raras, nióbio e grafeno, considerados estratégicos para a indústria tecnológica e a transição energética.

“É fundamental dar segurança jurídica, por isso um novo marco que garanta procedimentos céleres e seguros”, afirmou. “A diretriz é reforçar esse papel e avançar para um estímulo à industrialização desses minerais no Brasil.”

Antes de retornar ao Brasil, Durigan terá uma reunião com Fatih Birol, diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), em Paris.

Guerra no radar

Embora a taxação dos ultrarricos tenha dominado parte dos debates paralelos ao G7, a principal preocupação dos ministros das Finanças continua sendo o impacto econômico da guerra no Oriente Médio, especialmente os riscos para o fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz.

“Tem sido muito importante ouvir os ministros e as lideranças de outros países, que estão sentindo o impacto da guerra de uma outra perspectiva”, disse Durigan.

O ministro voltou a defender “subsídios limitados” aos combustíveis como forma de reduzir as consequências da crise energética sobre os preços domésticos.

A agenda oficial do G7 também inclui discussões sobre inflação global, segurança energética e estabilidade geopolítica. O ministro fica em Paris até terça-feira (19).

 

Agência Brasil
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O financiamento de veículos no Brasil registrou alta de 11,8% em abril, na comparação com o mesmo mês de 2025, ao somar 634.587 mil unidades entre novos e usados, incluindo automóveis leves, motocicletas e pesados, que foram compradas com crédito.

Segundo o levantamento da Trillia, entre os automóveis leves, o crescimento foi 13,3% na comparação anual. O destaque ficou com os modelos zero quilômetro, que tiveram alta de 21,9% nos financiamentos. Já os usados também cresceram e atingiram 10,9%.

De acordo com o levantamento, o financiamento de motocicletas teve alta 9,8% em abril, com os modelos novos puxando o resultado, com aumento de 12% nas vendas financiadas. As motos usadas avançaram 9,1%. No segmento de veículos pesados, o crescimento foi 3,9%. O desempenho foi sustentado pelos modelos novos, que avançaram 10,9%. Já os usados recuaram 4,6%.

A Região Sudeste concentrou 42,2% das operações. Em seguida aparecem a Sul, com 20,8%, a Nordeste, com 19,7%, o Centro-Oeste, com 10,7% e a Norte, com 7,3%.

Preços de transação

Em abril, os veículos zero quilômetro apresentaram alta média de 0,7% nos preços de transação. O avanço foi observado em três dos sete segmentos: picapes derivadas de automóveis, picapes médias e sedans. As picapes compactas se destacaram como o modelo que teve a maior queda de preço no período.

No mercado de usados, abril foi marcado por uma queda média de aproximadamente 1,55% nos preços de transação, com retração observada em todos os segmentos analisados. As maiores quedas foram registradas em picapes compactas, picapes médias e carros compactos.

Acumulado do ano

Segundo a Trillia, o número de veículos financiados chegou a 2,5 milhões de unidades no acumulado de janeiro a abril. As motocicletas lideram o ritmo de expansão no ano, com crescimento de 16%, seguidas pelos automóveis (12,7%) e pelos veículos pesados (3,9%).

"Os dados indicam um cenário de crédito mais disponível, contribuindo para a manutenção do ritmo positivo do mercado automotivo, mesmo em um contexto de juros elevados. Na prática, o avanço do financiamento mostra que o consumidor tem acessado crédito para aquisição de veículos", analisou o superintendente de Relacionamento com Clientes e Relações Institucionais na Trillia, Thiago Gaspar.

 
Agência Brasil
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A expectativa do mercado financeiro para inflação e juros subiu na comparação com a semana passada. As projeções relacionadas a câmbio e economia se mantiveram estáveis, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (18) pelo Banco Central (BC)

De acordo com o levantamento, a previsão do mercado é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial de inflação do país, feche 2026 em 4,92%.

É a décima semana consecutiva com previsão de alta inflacionária. Na semana passada, o mercado projetava um índice ligeiramente menor (4,91%).

Há quatro semanas, a inflação projetada para 2026 estava em 4,8%. Para os anos subsequentes, as projeções de inflação são de 4% em 2027 e de 3,65% em 2028.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação no Brasil desacelerou em abril, fechando o mês em 0,67%, pressionada pelos preços de alimentos e bebidas (1,34%).

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para o Brasil é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC.

O Boletim Focus aumentou em 0,25 ponto percentual as projeções para a Selic ao final do ano – passando dos 13% projetados nos meses anteriores para 13,25%.

Para 2027 e 2028, a previsão é de que a Selic feche em 11,25% e 10%, respectivamente.

PIB e dólar estáveis

As previsões do mercado financeiro para a economia e para o dólar ficaram estáveis, na comparação com a semana passada.

O mercado financeiro projeta uma cotação de R$ 5,20 para a moeda estadunidense ao final de 2026. Para 2027, a projeção é de que o dólar feche o ano em R$ 5,27, e em R$ 5,34, em 2028.

Em relação à economia, o Boletim Focus mantém a mesma previsão há três semanas, de que o Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no país) feche 2026 com crescimento de 1,85%.

Para 2027 e 2028, as expectativas são de que o PIB seja de 1,77% e 2%, respectivamente.

 
Agência Brasil
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugura nesta segunda-feira (18), em Campinas (SP), quatro novas linhas de pesquisa do Sirius, o maior acelerador de partículas do país. Durante discurso, o presidente ressaltou a importância da iniciativa, que visa ampliar a capacidade de pesquisa em áreas estratégicas.

“Qualquer quantidade de milhões que nós colocarmos é muito pequena diante da quantidade de milhões que isso aqui vai render para o futuro do país e para o futuro da sociedade brasileira”, afirmou o petista.

Ainda em sua fala, Lula disse que os investimentos têm de começar pela formação de especialistas. “A gente precisa formar muito mais pesquisador, muito mais matemático, muito mais engenheiro, muito mais gente especialista em inteligência artificial”, defendeu o presidente, ao destacar áreas do conhecimento que podem contribuir para que o “Brasil ganhe uma autonomia diante do mundo e possa defender com altivez a soberania nacional”.

Ao relembrar a criação do biodiesel, em 2003, e traçar um comparativo com a exportação de tecnologia de outros países, Lula exaltou o potencial produtivo do país. “A gente pode provar que a gente não é menor do que ninguém”, salientou.

 
R7
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender o controle público das terras raras e dos minerais críticos no âmbito de parcerias internacionais, reforçando não ter “preferência” por nenhuma nação.

Durante evento em São Paulo nesta segunda-feira (18), ele disse esperar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trumpdeixe de brigar sobre o tema com o presidente chinêsXi Jinpinge busque fechar acordos com o Brasil.

“A gente vai ter que contar com a ciência, inteligência e conhecimento de vocês para dar um salto de qualidade e ver se, em um curto espaço de tempo, a gente faz com que o Trump deixe de brigar com Xi Jinping e venha se associar a nós, para que a gente possa explorar aqui”, completou.

O petista destacou a necessidade de investimentos nas reservas para viabilizar acordos com outros países sem entregá-las ao capital estrangeiro.

“Nós não temos veto a ninguém. Nós não temos preferência por ninguém. Aqui pode vir chinês, alemão, francês, japonês, americano, quem quiser. Desde que tenham consciência de que o Brasil não abre mão da sua soberania. Os minerais críticos são nossos, as terras críticas são nossas. A gente quer explorar aqui dentro”, disse Lula.

Lula fez os comentários durante a inauguração de quatro novas linhas de luz síncrotron do acelerador de partículas Sirius, no CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais), em Campinas (SP).

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que amplia a autonomia do Banco Central é o principal item da reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), marcada para quarta-feira (20), às 9h. A PEC 65/2023 tem o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) como primeiro signatário e o senador Plínio Valério (PSDB-AM) como relator.  

Pela proposta, o Banco Central deixaria de ser uma autarquia e seria transformado em “instituição de natureza especial” com autonomia técnica, operacional, administrativa, orçamentária e financeira, organizada “sob a forma de empresa pública” e dotada de poder de polícia, “incluindo poderes de regulação, supervisão e resolução”. A ideia é garantir uma maior autonomia e mais independência para o Banco Central executar suas funções, sem a necessidade de subordinação a ministérios ou outros órgãos da administração pública.

Em discurso no Plenário no mês de abril, Plínio Valério defendeu a PEC. Ele afirmou que a medida é necessária para fortalecer a atuação da instituição e garantir a continuidade de políticas monetárias. O senador destacou que a autonomia do Banco Central já demonstrou resultados, como o controle da inflação e a implementação de ferramentas como o Pix.

— Aprovar a PEC 65, que concede autonomia administrativa, financeira e fiscal ao Banco Central, é mais do que um gesto de inteligência, é, acima de tudo, um gesto de brasileiros e brasileiras, de congressistas que assumiram o compromisso de lutar pela nação. Com a autonomia financeira que a PEC pretende, vão poder contratar e atualizar o seu corpo de servidores — afirmou Plínio.

Exterior

Na mesma reunião, a CCJ vai analisar o projeto que dificulta o retorno compulsório ao exterior de crianças vítimas de violência doméstica (PL 565/2022). Apresentada pela ex-deputada Celina Leão, hoje governadora do Distrito Federal, a matéria recebeu um substitutivo (texto alternativo) da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP).

CNJ

Também está prevista para esta quarta, na CCJ, a sabatina do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves, indicado para compor o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no cargo de corregedor nacional de Justiça, para o biênio 2026/2028. A indicação (OFS 4/2026) do ministro é relatada pelo senador Cid Gomes (PSB-CE).

 

Agência Senado
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