Quem acompanhar o debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, nesta sexta-feira (23), poderá conferir, em tempo real, a checagem de informações apresentadas pelos candidatos durante o confronto, que vai ao ar às 21h20, na emissora Globo.

A proposta é permitir que o público acompanhe análises e contextualizações de dados à medida que as declarações forem feitas, ampliando o acesso a informações verificadas na reta final da campanha eleitoral.
Uma das iniciativas foi organizada por jornalistas, pesquisadores e entidades ligadas à comunicação e ao enfrentamento da desinformação.
Segundo os organizadores, profissionais e instituições parceiras atuarão em uma sala virtual de checagem para analisar afirmações feitas pelos candidatos ao longo do debate.
Participam da mobilização a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), a Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD), a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e a AletheiaFact.org.
A iniciativa reúne também entidades como a Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar), a Socicom, a COAR Notícias e o Coletivo Bereia.
As checagens serão transmitidas ao vivo pelos canais do YouTube da Fenaj e da RNCD:
- Canal da Fenaj: https://www.youtube.com/@FENAJoficial
- Canal da RNCD: https://www.youtube.com/@RNCDBRASIL
Voto consciente
De acordo com os organizadores, a proposta é complementar o trabalho desenvolvido por agências especializadas de checagem de fatos. A presidenta da FENAJ, Samira de Castro, afirmou que a iniciativa busca contribuir para o exercício consciente do direito ao voto em um ambiente marcado pela intensa circulação de conteúdos nas redes sociais.
A criadora da RNCD, Ana Regina Rêgo, disse que a proposta pretende aproximar a checagem do momento em que as declarações são feitas e chegam ao público. Segundo ela, a iniciativa busca ampliar o acesso da população à informação confiável durante o debate para que os eleitores possam avaliar as falas dos candidatos de forma consciente.
Já a presidenta da Intercom, Iluska Coutinho, afirmou que a comunicação e a pesquisa científica têm papel importante na defesa da democracia e no enfrentamento à desinformação.
Debate anterior
A iniciativa foi anunciada após o debate presidencial promovido pela Band no último domingo (18).
Em nota divulgada após o confronto, a FENAJ criticou o formato do programa e avaliou que provocações e ataques prejudicaram o esclarecimento dos eleitores.
Para a entidade, “o jornalismo não pode ser refém da lógica do espetáculo, da audiência a qualquer preço ou das estratégias de candidatos que desprezam o diálogo democrático”.
A federação acrescentou que, “quando perguntas não são respondidas, afirmações falsas deixam de ser confrontadas e argumentos são substituídos por encenações, quem perde é a população brasileira”.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), liberou o uso da cota parlamentar para os deputados eleitos pagarem despesas com passagens aéreas e hospedagens antes mesmo da posse, em fevereiro de 2027.
O ato de Motta, publicado nesta quarta-feira (21), autoriza reembolso de passagem aérea de ida e volta entre o estado de representação do eleito e o Distrito Federal e até quatro diárias de hospedagem para sessão preparatória e posse no mandato em janeiro do ano que vem.
Também permite o pagamento de passagens aéreas de ida e volta e até três diárias e meia para cada eleito e um assessor para o Seminário de Ambientação para a próxima legislatura, previsto para novembro deste ano em Brasília.
Conforme o texto, o ressarcimento será feito com recursos da cota parlamentar referente ao mês de fevereiro de 2027, o primeiro mês de exercício dos deputados eleitos.
Motta tenta se manter como presidente da Câmara na próxima legislatura. Na semana passada, líderes e presidentes dos partidos que integram o Centrão divulgaram uma nota de apoio à reeleição do deputado para o comando da Casa. Integrantes do grupo avaliam que o resultado das urnas reforça a necessidade de união das legendas para conter o avanço do bolsonarismo no Legislativo.
Nesta quarta, PSB e PDT também se declararam favoráveis à recondução de Motta à presidência da Câmara. No documento, os partidos apoiam a reeleição como forma de “manutenção da estabilidade institucional e do diálogo democrático”.
Logo após o resultado do primeiro turno, no qual ficou à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que a direita terá, a partir de 2027, maioria para eleger os presidentes da Câmara e do Senado.
A autorização para reembolso com a cota parlamentar já havia sido feita por outros presidentes da Câmara. Entretanto, de forma menos abrangente.
Em dezembro de 2018, o então presidente da Casa, Rodrigo Maia, autorizou o ressarcimento, com recursos da cota parlamentar de fevereiro de 2019, de uma passagem aérea para deslocamento até Brasília e até três diárias de hospedagem no Distrito Federal. O ato determinava que a despesa não poderia ser anterior a janeiro de 2019.
Quatro anos depois, em dezembro de 2022, Arthur Lira, presidente da Câmara, autorizou o uso da cota parlamentar de fevereiro de 2023 para reembolso de uma passagem aérea para o deslocamento dos deputados eleitos até Brasília e de até três diárias de hospedagem no Distrito Federal. No ato, Lira também estabeleceu que as despesas não poderiam ser anteriores a janeiro de 2023.
A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap) não tem um valor único; o limite mensal varia conforme o estado pelo qual o deputado federal foi eleito. Os recursos podem ser usados com despesas como aluguel de escritório de apoio ao mandato no Estado, passagens aéreas, alimentação, aluguel de carro e combustível.
Atualmente, os deputados do Distrito Federal têm à disposição R$ 41.612,55, o menor valor, enquanto os de Roraima têm R$ 58.474 70, o maior montante, por mês. A utilização dos valores pode ser feita por meio de reembolso ou por débito da cota.
R7
Portal Santo André em Foco
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou, em suas redes sociais, que a Lei Antifacção, aprovada pelo Congresso no início deste ano, está saindo do papel.
Ele explicou que o governo federal aplicou a lei, em vigor desde março deste ano, para pedir à Justiça o confisco de R$ 190 milhões em bens ligados ao PCC e ao CV. São imóveis, aeronaves, carros de luxo e empresas, sem precisar esperar por uma condenação criminal.
“É assim que se combate facção: tirando o dinheiro delas”, afirmou por meio de suas redes sociais. “Lutamos muito pela aprovação da Lei Antifacção na Câmara. Foram semanas de diálogo, ajustes e 370 votos a favor do Brasil”, lembrou.
Motta destacou ainda que, como presidente da Câmara, deu prioridade à segurança pública tendo amplo apoio no Parlamento mesmo diante de um País polarizado. “É por isso que conseguimos avançar com a aprovação de mais de 40 propostas, de todos os campos políticos, para ampliar o combate à criminalidade”, disse.
Agência Câmara
Portal Santo André em Foco
Um projeto de emenda à Constituição (PEC) em análise no Senado permite que povos indígenas exerçam atividades florestais e agropecuárias, comercializem sua produção e celebrem contratos, inclusive de arrendamento e parceria. A PEC 10/2024 também assegura autonomia às comunidades para decidir sobre a partilha dos frutos dessas atividades e determina que a União as fomente por meio de políticas públicas de apoio.
Autor da proposta, o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) afirma que a atual redação da Constituição adota uma visão que, segundo ele, “condena os povos originários a viver eternamente em sua pobreza 'tradicional', mesmo sentados em cima de riquezas inestimáveis”. Para o parlamentar, permitir que comunidades indígenas comercializem livremente suas riquezas representa uma forma de assegurar autonomia e liberdade.
O texto, que aguarda deliberação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) antes de seguir para o Plenário, recebeu parecer favorável do senador Plínio Valério (PSDB-AM). Para o relator, não faz sentido que indígenas tenham assegurado o direito à posse das terras que ocupam, mas não possam utilizá-las em benefício próprio.
Na avaliação do senador, a preservação ambiental, da forma como é conduzida atualmente, favorece a “internacionalização” da Amazônia e dificulta a ocupação da região por meio de atividades produtivas. Para ele, permitir a realização de atividades produtivas contribuirá para assegurar a soberania brasileira sobre o seu território, inclusive com a presença atuante do Estado, por meio de políticas públicas de fomento.
“É preciso superar o famigerado mito do 'bom selvagem', que tem servido de fundamento para coagir os povos da Amazônia a viverem no atraso e no subdesenvolvimento, como se estivessem em um grande zoológico humano para agradar aos olhos de estrangeiros”, afirma o relator no parecer.
Em dezembro do ano passado, a PEC foi tema de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na ocasião, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) lembrou que qualquer atividade econômica em terras indígenas precisa considerar os riscos potenciais.
— Nós estamos falando de nações que estão aqui há 10 mil, 15 mil anos — ponderou o senador.
O secretário nacional de Direitos Territoriais Indígenas, Marcos Kaingang, afirmou que a PEC viola convenções e tratados internacionais e “traz uma afronta direta à integridade territorial” dos indígenas.
Em seu relatório, Plínio citou informações reunidas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs. Segundo ele, a comissão identificou a exploração de comunidades indígenas e um controle significativo de organizações não governamentais sobre essas comunidades e seus territórios. Com base nessas conclusões, o relator afirma que recursos provenientes do exterior reforçam esse modelo de atuação e reduzem a soberania brasileira sobre o território nacional.
“A introdução de dinheiro estrangeiro por meio de ONGs tem o objetivo de manter uma espécie de regime colonial, em que o Brasil é privado de explorar as próprias riquezas”, afirma no relatório.
Segundo o senador, o relatório final da CPI apontou também a migração de indígenas para as cidades em busca de melhores condições de vida devido à impossibilidade de desenvolver as potencialidades econômicas de seus territórios.
A CPI das ONGs investigou a destinação, pelo governo federal, de recursos públicos a ONGs e a organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips), bem como a aplicação desses recursos e de outros valores recebidos do exterior.
Agência Senado
Portal Santo André em Foco
O senador Camilo Santana apresentou à imprensa, nesta quinta-feira (22), um documento que afirma que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) autorizam abertura de sigilos de ambos de forma total e simultânea, com divulgação em endereço eletrônico de acesso público.
O documento será entregue ao ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pelo caso na Corte.
Ele ainda precisa dar o aval à abertura dos sigilos e requsitar os dados a operadoras de telefonia e ao Banco Central do Brasil.
As devidas liberações devem ser enviadas ao TSE até às 23h59 desta quinta-feira, segundo o acordo.
Mais cedo, a defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha registrado que o petista "não se opõe a absolutamente nada" quanto à abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
No entanto, Lula afirmou que o desafio original proposto por ele deve ser cumprido em sua totalidade, insistindo para que a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) inclua, na divulgação de sigilos, os dados da empresa Alcazar Holdings, sediada na Ilha da Madeira e de propriedade do advogado Willer Tomaz, apontado como amigo próximo do adversário.
A petição de Lula diz que a Polícia Federal encontrou registros indicando que Flávio figurava como "usuário master" da conta da Alcazar em um banco privado, vínculo que teria sido desfeito apenas em maio de 2025, após o início da Operação Sem Desconto, que apura fraudes no INSS.
O texto também menciona viagem de Flávio em um jato executivo da empresa de Willer Tomaz. "Se, como [o candidato do PL] afirma, nada tem a esconder, não há razão para que a conta da Alcazar fique fora das gavetas que ele mesmo propôs abrir. Quem não deve, não recorta", diz a petição do presidente.
No início desta tarde, Camilo Santana, que integra a campanha do petista, leu para a imprensa o documento que prevê o acordo.
"A abertura será imediata, total, nas condições integrais aceitas por ambos, e simultânea para os dois candidatos. Os dados relativos às autorizações já apresentadas, próprias, de familiares, e de empresas, serão abertos e divulgados hoje, 22.10.2026", prossegue.
O documento é assinado pelo presidente Lula e por Maria Claudia Bucchianeri, coordenadora da equipe jurídica da campanha de Flávio Bolsonaro.
Termina às 18h desta quinta-feira (22) o prazo para solicitar transporte gratuito para eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida que precisam se deslocar até o local de votação no segundo turno das Eleições 2026, na Paraíba. O serviço será oferecido em 143 municípios do estado, por meio do programa Seu Voto Importa, da Justiça Eleitoral. (Veja a lista de municípios ao final da matéria.)
Eleitores que já solicitaram o transporte no primeiro turno não precisam fazer um novo pedido. Para quem ainda não solicitou o serviço, é necessário preencher um formulário disponibilizado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
O transporte é destinado a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que não têm meios de chegar ao local de votação. Também podem solicitar o serviço pessoas com deficiência física temporária, idosos, gestantes com risco de perda gestacional e pessoas obesas.
Para fazer o pedido, é necessário fornecer as informações solicitadas e apresentar documentação que comprove a deficiência ou a dificuldade de locomoção, conforme as regras do programa.
Segundo o TRE-PB, 204 eleitores utilizaram o serviço no primeiro turno, distribuídos em 12 municípios paraibanos.
Os eleitores que tiverem a solicitação aprovada receberão informações sobre o horário aproximado em que serão buscados.
A Justiça Eleitoral é responsável por disponibilizar o transporte. Já os responsáveis pelos passageiros com deficiência ou mobilidade reduzida devem prestar a assistência necessária durante o embarque, o desembarque e o deslocamento.
O programa tem como objetivo reduzir as barreiras de deslocamento e ampliar o acesso ao voto.
A três dias do segundo turno das eleições, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos façam comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

De hoje até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.
Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos tribunais regionais eleitorais.
No próximo domingo (25), os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para eleger o próximo presidente da República.
Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.
Além disso, seis cidades brasileiras terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.
O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. É proibido entrar com celular na cabine de votação.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um inquérito civil para investigar a possível utilização indevida de recursos públicos e eventual promoção pessoal da prefeita de Mulungu, Daniela Rodrigues Ribeiro (Republicanos). A portaria de instauração do inquérito foi assinada eletronicamente em 24 de setembro de 2026, mas o g1 teve acesso ao documento nesta quinta-feira (22).
O g1 entrou em contato com a prefeita para um posicionamento, mas não obteve resposta, até a última atualização desta notícia.
De acordo com o documento, a investigação teve origem em uma denúncia encaminhada à Ouvidoria do MPPB sobre o uso do slogan “Uma nova história” nos fardamentos escolares da rede municipal.
Com o encerramento do prazo inicial de tramitação da Notícia de Fato, o Ministério Público decidiu instaurar o inquérito civil para aprofundar a apuração. A investigação inclui a verificação dos custos envolvidos e dos atos administrativos que autorizaram a utilização da frase nos uniformes.
O procedimento também busca verificar se houve desrespeito aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, que devem orientar a atuação da administração pública, conforme o artigo 37 da Constituição Federal.
A instauração do inquérito civil permite ao Ministério Público aprofundar a investigação dos fatos. A abertura do procedimento, por si só, não comprova a ocorrência de irregularidades ou de promoção pessoal.
Mais de 7,6 mil policiais militares e civis serão mobilizados na Paraíba para reforçar a segurança durante o segundo turno das Eleições 2026. Dentro do planejamento das forças de segurança, Bayeux, Itabaiana e Piancó terão reforço especial de policiamento, com equipes do Batalhão de Choque, da Rotam e da Cavalaria.
A Polícia Militar prevê o emprego de aproximadamente 6,3 mil agentes. O embarque das equipes para a operação começou nesta quinta-feira (22), e a corporação também utilizará recursos de tecnologia e inteligência, com um centro de comando e controle para acompanhar as ações durante o período eleitoral.
As equipes atuarão na segurança dos locais de votação, na guarda das urnas eletrônicas e em rondas para coibir crimes eleitorais. O efetivo também será empregado durante possíveis comemorações de eleitores e apoiadores dos candidatos após a divulgação do resultado da eleição presidencial.
Na Paraíba, os eleitores votarão apenas para presidente da República no segundo turno, já que a eleição para governador foi definida no primeiro turno. A votação será realizada das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
O reforço da Polícia Militar começou antes da votação em Bayeux, Itabaiana, São Bento, Santa Rita e Piancó. O envio antecipado das equipes ocorreu a pedido do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).
A atuação nesses municípios faz parte do planejamento de segurança para o segundo turno, com o objetivo de reforçar o policiamento e coibir crimes eleitorais.
A Polícia Civil da Paraíba também apresentou um plano de ação para o período eleitoral. Assim como no primeiro turno, realizado em 4 de outubro, serão mobilizados 1.264 policiais do efetivo ordinário e 171 em reforço, além de 313 viaturas caracterizadas e descaracterizadas.
As equipes serão distribuídas pelas quatro Superintendências Regionais de Polícia Civil, com sedes em João Pessoa, Campina Grande, Patos e Guarabira.
Os reforços serão direcionados prioritariamente para municípios que são sedes de delegacias seccionais. A lista inclui João Pessoa, Cabedelo, Bayeux, Santa Rita, Alhandra, Mamanguape, Sapé, Campina Grande, Queimadas, Esperança, Picuí, Monteiro, Juazeirinho, Patos, Princesa Isabel, Itaporanga, Catolé do Rocha, Sousa, Cajazeiras, Guarabira, Itabaiana e Solânea.
Também serão mobilizadas equipes do Draco, do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Grupo de Operações com Cães (GOC) para municípios considerados pontos de atenção pela Justiça Eleitoral.
Nos locais onde não houver atuação da Polícia Federal, a Polícia Civil poderá atuar de forma suplementar na prevenção e repressão de crimes eleitorais.
A corporação poderá registrar ocorrências, realizar procedimentos em situações de flagrante e instaurar inquéritos policiais por iniciativa própria, por requisição do Ministério Público Eleitoral ou por determinação da Justiça Eleitoral.
A Unidade de Inteligência da Polícia Civil (Unintelpol) permanecerá de plantão durante o período eleitoral para produzir e analisar informações relacionadas à segurança e à preservação da ordem pública. A Diretoria de Estatística Criminal e Análise de Dados (Diest) também participará da consolidação das ocorrências e dos procedimentos registrados.
Além disso, haverá reforço nas equipes de Polícia Científica nos cinco núcleos do estado. Delegacias, Centrais de Flagrantes e o Disque-Denúncia 197 continuarão funcionando durante o período eleitoral.
Um incêndio atingiu uma área de vegetaçãdo campi da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), em Sousa, no Sertão da Paraíba, nesta quarta-feira (21). Ninguém ficou ferido e o fogo foi apagado.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, que foi chamado para a ocorrência, o incêndio foi apagado em cerca de 22 minutos após o início das chamas, que atingiu uma área de vegetação nas dependências da universidade, às margens da BR-230.
Também conforme a corporação, esse tipo de incêndio é "corriqueiro" nesta época do ano. Ninguém ficou ferido.
A região de Sousa, inclusive, está sob alerta para baixa umidade do ar nesta quarta-feira (21), no qual a umidade relativa do ar pode chegar a 20%, índice considerado abaixo do recomendado para a saúde. Segundo o Inmet, órgão que emitiu o alerta, há risco de incêndios florestais e de impactos à saúde na região afetada, mas a população deve adotar medidas de prevenção para reduzir os efeitos do tempo seco.