Um homem de 27 anos morreu e o irmão dele, de 29, ficou ferido após um ataque a tiros na madrugada desta quarta-feira (14), em Alagoa Nova, no Brejo da Paraíba. Segundo a Polícia Civil, dois homens invadiram a casa onde os irmãos estavam e atiraram contra eles.
A vítima que morreu foi identificada como Kleiton Queiroz da Silva. De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos chegaram a pé, arrombaram a porta da casa e invadiram o quarto onde os irmãos dormiam. Em seguida, efetuaram os disparos.
Kleiton foi atingido por vários tiros e morreu no local. O irmão dele sofreu uma perfuração na perna e foi atingido de raspão na barriga. Segundo a Polícia Militar, ele recusou atendimento médico e não corre risco de vida.
A Polícia Civil informou que os dois irmãos tinham passagens pela polícia por tráfico de drogas e outros crimes. A investigação apura se o homicídio foi motivado por uma disputa relacionada ao tráfico na região.
Até a última atualização desta reportagem, nenhum suspeito havia sido preso.
Um homem foi preso pela Polícia Militar suspeito de manter a companheira, de 33 anos, em cárcere privado e ameaçá-la com uma faca, na manhã desta terça-feira (13), em São José de Espinharas, no Sertão da Paraíba. Segundo a PM, o filho da vítima, um adolescente de 15 anos, procurou os policiais e denunciou o caso.
Ainda de acordo com a PM, o adolescente procurou os policiais por volta da meia-noite e relatou que o padrasto mantinha a mãe dentro do banheiro da casa e a ameaçava com facas.
O jovem contou ainda que presenciou uma discussão entre o casal e que o homem, que estaria alcoolizado, tentou atingir a mulher com uma faca. A vítima conseguiu tirar uma das armas da mão dele e não ficou ferida.
Quando chegaram ao local, os policiais encontraram o suspeito dentro do banheiro com a companheira e portando uma peixeira. Os agentes tentaram negociar para que ele soltasse a mulher e se entregasse, mas, segundo a PM, o homem passou a ameaçar de morte a vítima e os policiais.
O suspeito acabou soltando a mulher, mas continuou armado e ameaçando os agentes. O Batalhão de Choque foi acionado para auxiliar na ocorrência. Antes da chegada da equipe, o homem pulou o muro da casa e fugiu.
A mulher e o adolescente foram levados à delegacia. Segundo a Polícia Militar, nenhum dos dois apresentava lesões físicas.
O homem foi localizado por volta das 11h desta terça-feira, ainda em São José de Espinharas, e encaminhado à delegacia para os procedimentos cabíveis.
Os diretórios das regiões Norte e Nordeste do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) divulgaram nota nesta terça-feira (13) declarando apoio à candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No comunicado, destacam o apoio em defesa “da liberdade, da democracia e da soberania do povo brasileiro”.

Também afirmaram apoiar a continuidade de políticas implementadas por Lula nos últimos quatro anos e em gestões anteriores. Citaram, entre elas, o Bolsa Família, Farmácia Popular, Pé de Meia, Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Universidade para Todos (ProUni). E ressaltaram que o Brasil tem avançado em crescimento econômico, fortalecimento da indústria e recorde de exportações.
“Nosso posicionamento reafirma o compromisso com o trabalho realizado. São obras que já saíram do papel e que não podem parar. Interromper esse ciclo agora seria deixar obras pela metade recursos parados e o povo esperando”.
No fim da nota, os diretórios do MDB dos estados do Norte e Nordeste convocaram os dirigentes estaduais, prefeitos e parlamentares do partido a se engajarem na campanha de reeleição do candidato do PT.
O segundo turno das eleições será no domingo, dia 25, nos mesmos locais de votação e horários do primeiro: das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Mesmo quem não votou no primeiro turno está apto a votar no segundo.
A votação do segundo turno das eleições, no próximo dia 25, terá um cenário um pouco diferente em algumas cidades do país, com votação também para o cargo de prefeito e, em outros casos, com plebiscitos para ouvir a opinião popular.

As votações de plebiscito ocorrerão em cidades dos estados de Mato Grosso e do Paraná. Já o pleito com eleição suplementar para prefeito, ocorrerá em cidades do Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Sergipe e Tocantins.
Nas cidades de Arroio do Sal (RS), Santana do Itararé (PR), Porto da Folha (SE), Macedônia (SP), Martinópolis (SP) e Narandiba (SP) haverá votação para prefeito e presidente da República. Em cada cargo, o eleitor digitará dois números.
Já nas cidades de Itaguaí (RJ) e Goiatins (TO), onde também terá eleição suplementar, o eleitor votará para três cargos, nesta ordem: governador do estado, presidente e prefeito, todos também com dois dígitos.
Os plebiscitos são consultas populares em que eleitoras e eleitores são chamados a votar para aprovar ou rejeitar uma proposta antes que ela seja implementada.
Este ano, os eleitores de quatro cidades de Mato Grosso e duas do Paraná participação de plebiscitos sobre limites territoriais.
Em Mato Grosso, os eleitores das cidades de Poxoréu e Primavera do Leste vão decidir sobre a transferência do distrito de Nova Poxoréu, atualmente pertencente a Poxoréu, para o município vizinho.
A outra escolha trata da possível incorporação ao município de Cotriguaçu das chamadas "Ilhas de Ocupação" do Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, área que atualmente pertence a Colniza.
No Paraná, a população de Chopinzinho e de São João será consultada sobre o desmembramento da área correspondente à Comunidade do Alto Mirim, hoje pertencente a Chopinzinho, e sua incorporação ao território de São João.
Em todos os casos, os eleitores registrarão primeiro o voto para presidente e em seguida votarão no plebiscito.
“Na urna eletrônica, as opções de resposta serão “Sim” e “Não”, identificadas pelos números 1 e 2, respectivamente. As propostas serão aprovadas ou rejeitadas por maioria simples dos votos válidos. Votos em branco e nulos não serão considerados no cálculo do resultado”, informou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Além disso, o segundo turno das eleições terá escolha para o cargo de governador em cinco estados, além dos Distrito Federal. São eles:
Vale lembrar que a votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, inclusive nas cidades com fuso horário diferente. Quem esteve apto para votar no 1º turno e não compareceu poderá votar normalmente no 2º turno.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pode concluir nesta quarta-feira (14) a votação da chamada PEC da Segurança Pública, a proposta de emenda à Constituição que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e o Sistema de Políticas Penais. Após aprovar o texto-base da PEC 18/2025, em setembro, a CCJ deve analisar os destaques apresentados à proposta.
Também estão na pauta dois projetos que alteram o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com medidas para aumentar as penas de motoristas que provocarem acidentes sob efeito de álcool ou drogas e tornar obrigatória a realização do teste do bafômetro ou exame clínico em determinadas situações.
A PEC da Segurança Pública prevê mais recursos para o setor e amplia a integração entre os órgãos de segurança, com a inclusão do Susp na Constituição, e fortalece a polícia penal, por meio Sistema de Políticas Penais. A PEC também estabelece regras mais rigorosas para integrantes e líderes de organizações criminosas, facções e milícias.
O texto-base foi aprovado pela CCJ em 2 de setembro, com alterações apresentadas pelo relator, senador Rogério Carvalho (PT-SE). Entre as mudanças, está a retirada do dispositivo que destinava recursos arrecadados com apostas esportivas para fundos de segurança pública.
Para concluir a análise da PEC, os senadores ainda precisam votar alguns destaques, como os referentes às emendas 13 e 45. A emenda 45, apresentada pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), trata da possibilidade de destinação de recursos do FNSP para ações desenvolvidas pelas Forças Armadas “em atividades de proteção e defesa civil, contra delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira terrestre, no mar e nas águas interiores, e quando convocados para atuarem na garantia da lei e da ordem”.
Já a emenda 13 tem, de acordo com seu autor, o senador Eduardo Gomes (PL-TO), objetivo de garantir segurança jurídica para os agentes de trânsito no âmbito do Susp.
Também estão na pauta dois projetos que alteram o Código de Trânsito Brasileiro. O primeiro, PL 4.668/2020, do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), aumenta as penas para motoristas que provocarem mortes ou lesões corporais graves ao dirigir sob efeito de álcool ou drogas. A proposta também amplia a possibilidade de decretação de prisão preventiva nesses casos. matéria conta com substitutivo da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) e, caso seja aprovado em dois turnos na CCJ, poderá seguir direto para análise da Câmara dos Deputados.
Já o PL 1.229/2024, do senador Fabiano Contarato (PT-ES), torna obrigatória a realização do teste do bafômetro, exame clínico ou outro procedimento capaz de identificar a influência de álcool ou drogas em motoristas envolvidos em acidentes de trânsito.
A proposta também estabelece que o homicídio cometido na direção de veículo automotor seja considerado crime inafiançável e não possa ser objeto de graça, indulto ou anistia.
O relator, senador Laércio Oliveira (PP-SE), apresentou parecer favorável ao projeto e à emenda aprovada anteriormente pela Comissão de Segurança Pública (CSP).
Os dois projetos tramitam em caráter terminativo na CCJ. Se aprovados, poderão seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, sem necessidade de votação no Plenário do Senado, salvo apresentação de recurso.
Agência Senado
Portal Santo André em Foco
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para um de descanso (escala 6x1), entrou na reta final de tramitação no Senado Federal.

Após ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a matéria está em discussão no plenário da Casa e tem votação em primeiro turno prevista para quarta-feira (14).
A PEC 221/2019 prevê a redução da jornada máxima semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e a garantia de dois dias de descanso remunerado por semana.
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Se aprovada, a proposta poderá fazer o Brasil se juntar a países latino-americanos que reduziram suas jornadas de trabalho nos últimos anos, como Colômbia, Chile e México.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que a inclusão da proposta na pauta cumpre o compromisso de analisar o tema “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental”.
Por se tratar de uma proposta de alteração da Constituição, o texto precisa ser aprovado em dois turnos de votação no Senado. A base governista articula a adoção de um calendário especial para acelerar a tramitação e concluir a análise ainda neste mês.
Saiba quais são os próximos passos:
O que muda para o trabalhador
A proposta substitui gradualmente a atual jornada máxima de 44 horas semanais, associada à escala 6x1, por um modelo com dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima para 40 horas.
Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5x2 e reduzir a jornada máxima para 42 horas semanais. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzido para 40 horas semanais.
A PEC também prevê jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebam remuneração igual ou superior a R$ 21.188,87, desde que seja mantida a escala 5x2. Nesses casos, a duração da jornada poderá ser definida por negociação direta entre empregador e empregado.
Na prática, a mudança garantiria mais tempo de descanso e convivência familiar aos trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
A proposta também preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas para disciplinar situações específicas e categorias submetidas a regimes diferenciados.
Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio deste ano, a PEC foi encaminhada ao Senado, chegando em agosto à CCJ. A comissão aprovou a proposta no início de setembro. Com isso, o texto foi encaminhado ao plenário para votação.
Agência Brasil
Portal Santo André em Foco
A cirurgia para retirada de um nódulo no pulmão do papa Leão XIV foi concluída com sucesso, informou o Vaticano na tarde desta terça-feira (13). O pontífice já deixou o centro cirúrgico e agora se recupera no quarto.
O boletim médico ainda não havia sido divulgado até a última atualização desta reportagem. A previsão do Vaticano era de que um boletim fosse divulgado ainda nesta tarde.
Segundo a agência de notícias Associated Press, médicos tiveram de aplicar anestesia geral e realizaram uma biópsia na lesão após a remoção.
A AP afirmou que cirurgia teve início após profissionais de saúde rezarem o terço na capela do hospital.
A cirurgia estava prevista para iniciar às 11h no horário de Brasília, porém o pontífice chegou ao hospital Gemelli cerca de 1h após o horário inicialmente previsto, o que acabou atrasando o início do procedimento.
O procedimento, revelado no fim de semana pelo próprio papa, foi recomendado após médicos detectarem uma lesão em seu pulmão. O anúncio surpreendeu fiéis durante oração na Praça de São Pedro.
A Santa Sé ainda não informou se o nódulo é benigno ou maligno, nem se a viagem que papa tem marcada para a América Latina em novembro será mantida.
➡️ Um nódulo pulmonar é uma massa densa encontrada no pulmão. Pesquisas sugerem que a maioria dos nódulos detectados em exames de rotina e sem estar associados a sintomas, costuma ser benigna.
O pontífice, de 71 anos, não tem nenhum outro problema de saúde conhecido.
Durante a missa no último domingo (11), o pontífice afirmou que o nódulo foi detectado em estágio inicial e seu crescimento está "bem controlado". Ainda assim, afirmou o papa, médicos recomendaram a cirurgia para a remoção.
O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, afirmou que recuperação do pontífice após a cirurgia deverá levar cerca de uma semana. Por isso, na segunda-feira o papa cancelou toda a sua agenda de atividades até 20 de outubro. Durante o período de internação, Leão XIV deverá continuar trabalhando a partir do hospital, como já ocorreu com outros pontífices.
? De origem norte-americana, Robert Prevost foi eleito papa em maio de 2025, substituindo o papa Francisco, argentino, que morreu em abril do ano passado após uma série de problemas de saúde.
A Procuradoria Nacional Antiterrorismo da França informou nesta terça-feira (13) que assumiu a investigação sobre o ataque a tiros em uma escola perto de Marselha, no sul do país, ocorrido na segunda-feira (12).
A investigação inicial apontou que o estudante suspeito, de 14 anos, aparentemente fazia parte de um grupo chamado True Crime Community (TCC).
Um estudante atirou e feriu dois professores na segunda-feira, em uma escola de Aubagne, perto de Marselha. A arma usada foi um rifle de caça escondido em um estojo de guitarra.
O incidente ocorreu na escola Lakanal em Aubagne, cidade no extremo sul do país próxima a Marselha. O diretor do colégio e uma professora ficaram feridos após serem atingidos por disparos de uma espingarda de caça, segundo o gabinete do primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu.
O diretor e a professora foram internados e atendimento médico no local e nenhum dos dois corre risco de morrer, afirmou o gabinete do premiê.
Uma estudante do nono ano da escola Lakanal disse à agência de notícias Reuters que os alunos saíram correndo das salas de aula quando ouviram os dois disparos de espingarda.
Segundo a aluna, que não teve sua identidade revelada, sua professora de matemática inicialmente havia minimizado o barulho causado pelo primeiro disparo, atribuindo-o a obras nas proximidades. Porém, o segundo disparo foi seguido pelo acionamento de um alarme.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, recebeu um pagamento de US$ 1,72 milhão (cerca de R$ 8,6 milhões) relacionado à Copa do Mundo e de forma não declarada, segundo documentos da FIFA e da Receita Federal dos Estados Unidos obtidos pela rede de TV ESPN.
De acordo com reportagem da ESPN publicada nesta terça-feira (13), a transação representa uma possível violação dos estatutos da FIFA, por conta da suposta falta de transparência. A denúncia foi feita em um momento em que Infantino enfrenta uma onda de críticas e pedidos para que deixo o cargo (leia mais abaixo).
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, recebeu um pagamento de US$ 1,72 milhão (cerca de R$ 8,6 milhões) relacionado à Copa do Mundo e de forma não declarada, segundo documentos da FIFA e da Receita Federal dos Estados Unidos obtidos pela rede de TV ESPN.
De acordo com reportagem da ESPN publicada nesta terça-feira (13), a transação representa uma possível violação dos estatutos da FIFA, por conta da suposta falta de transparência. A denúncia foi feita em um momento em que Infantino enfrenta uma onda de críticas e pedidos para que deixo o cargo (leia mais abaixo).
Um porta-voz da FIFA disse à ESPN que a organização "rejeita veementemente qualquer sugestão de que tenha havido violação" dos estatutos.
"A FIFA não paga um segundo salário ao presidente da FIFA e cumpre todas as exigências de divulgação de informações relativas à remuneração", afirmou a entidade em comunicado.
? A suposta verba extra é a mais recente polêmica envolvendo Infantino, de 56 anos, que ocupa o cargo desde 2016. No início deste ano, o dirigente foi alvo de críticas devido a um plano — posteriormente abandonado — de vender uma participação de 20% na Copa do Mundo a investidores privados.
A Arábia Saudita atacou a Companhia de Petróleo do Iêmen, nos arredores da capital do país, Sanaa, nesta terça-feira (13).
O ataque foi noticiado pela Al-Masirah TV, controlada pelos Houthis, após a coalizão liderada pela Arábia Saudita ter emitido um alerta de evacuação das instalações, anunciando que faria uma operação militar no local.
Pouco antes do bombardeio, com o comunicado saudita, o grupo extremista do Iêmen advertiu que iria atacar novamente o aeroporto de Riade, assim como uma refinaria na capital e a sede da petroleira estatal Aramco em Dammam, se Saana fosse atingida.
Também pediu que civis deixassem esses 3 locais.
O gabinete da Arábia Saudita, presidido pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, afirmou que os houthis enfrentarão "consequências" por seus repetidos ataques ao reino, informou a mídia estatal saudita.
Desde sábado (11), os Houthis e a Arábia Saudita vêm trocando ataques e ameaças.
Um bombardeio contra o aeroporto de Riade, na capital saudita, que teve sua autoria reivindicada pelo grupo extremista ienamita deixou 12 mortos e cerca de 300 feridos.
Um dia após a tragédia, no domingo (11), os Houthis afirmaram que poderiam fazer novos ataques a aeroportos sauditas e divulgaram um comunicado orientando companhias aéreas, viajantes e funcionários para se manterem afastados desses locais.
Pouco depois, a coalizão liderada pela Arábia Saudita disse que um projétil não identificado havia atingido o terminal 4 do Aeroporto Internacional Rei Khalid.
No mesmo dia, segundo a Al Masirah TV, emissora controlada pelo grupo rebelde, um ataque foi realizado pela Arábia Saudita contra o Aeroporto Internacional de Sanaa, capital do Iêmen.
Nesta segunda, apesar de permanecer fechado, o aeroporto de Riade voltou a ser alvo dos Houthis, assim como a base aérea de Khamis Mushait, que teria sido atingida por um drone.
A Arábia Saudita afirmou, pouco antes, ter destruído um míssil balístico disparado pelo grupo em direção a Riade e um alerta de possível "ameaça hostil" foi enviado à população, segundo a agência de notícias Reuters.