Outubro 23, 2026

    Arimatea

    Arimatea

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ligou para Flávio Bolsonaro (PL) e convidou o candidato à presidência do Brasil para ir visitar o país, informou seu gabinete nesta sexta-feira (9).

    A conversa ocorreu na noite de quinta-feira e Netanyahu falou em "renovar a profunda amizade" entre Brasil e Israel, segundo comunicado do gabinete do governo israelense. 

    “Os dois pretendem renovar a profunda amizade entre os dois países (...) como parte da transformação em curso nas relações de Israel com os países sul-americanos”, afirmou o gabinete de Netanyahu. 

    A fala pode ter sido uma referência ao fato de que os governos Netanyahu e Lula têm relações diplomáticas estremecidas. O presidente brasileiro afirma que Israel cometeu genocídio na Faixa de Gaza, o premiê israelense decretou Lula como persona non grata no país do Oriente Médio.

    Flávio Bolsonaro é atualmente um candidato à presidência brasileira e está projetado para vencer Lula no segundo turno das eleições, que ocorrerão em 25 de outubro. No primeiro turno, Bolsonaro obteve cerca de 47% dos votos, contra pouco mais de 45% do petista.

     
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    Santos e Flamengo empataram por 2 a 2, nesta quinta-feira, em jogo muito movimentado na Vila Belmiro, válido pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os visitantes abriram a vantagem de dois gols, com Danilo e Paquetá, ainda no primeiro tempo, mas viram Jorginho receber o cartão vermelho em lance paralisado por quase 10 minutos com revisão do VAR. O Peixe arrancou o empate com dois gols de pênalti de Neymar já na reta final do segundo tempo.

    Primeiro tempo

    Com mais posse, o Flamengo buscou dominar as ações do meio-campo e teve maior volume de jogo, com um total de dez finalizações - mas sofreu com algumas transições rápidas do Santos. Gabigol quase marcou em duas finalizações perigosas. Apesar dos sustos, a equipe comandada por Leonardo Jardim conseguiu transformar a maior qualidade técnica em gols e balançou as redes duas vezes na reta final da primeira etapa. Danilo, aos 43 minutos, e Lucas Paquetá, aos 50, marcaram os gols.

    Segundo tempo

    O jogo seguiu movimentado na etapa final e ganhou mais um protagonista para o enredo: Neymar, que entrou no lugar de Coutinho no intervalo. O camisa 10 deu maior volume ofensivo ao Santos. As duas equipes mantinham uma alta rotação e produziam bastante em um duelo franco. O Flamengo era melhor, mas a expulsão de Jorginho mudou o panorama na reta final. Foram quase dez minutos de paralisação para análise de um pênalti a favor do time da casa, que culminou no cartão vermelho para o volante por toque de mão dentro da área. Neymar converteu a cobrança e incendiou o confronto. A equipe mandante foi para cima em busca do empate e conseguiu um novo pênalti, sofrido por Gabigol, depois de linda jogada ensaiada em cobrança de falta. Neymar novamente balançou as redes. Impulsionado pela torcida, o Santos aumentou o ritmo para aproveitar a vantagem numérica em busca da virada, mas o Flamengo conseguiu se segurar para manter o empate.

    Quase dez minutos e expulsão de Jorginho

    O jogo teve quase dez minutos de paralisação para análise de um pênalti a favor do Santos. Aos 26 minutos da etapa final, Jorginho recebeu passe de Rossi, caiu e colocou a mão na bola, na linha da área, em disputa com Rony. Inicialmente, o árbitro Anderson Daronco marcou falta fora da área e mostrou cartão amarelo ao volante. O jogo ficou paralisado sem que a falta fosse cobrada, com muita reclamação dos santistas, até que o árbitro de vídeo solicitou a Daronco que fosse ao monitor rever o lance e tomar uma decisão. Depois de ver e rever as imagens, o árbitro marcou o pênalti e mostrou cartão vermelho para Jorginho. Neymar só foi cobrar o pênalti aos 36, dez minutos depois de iniciada a polêmica.

    A volta de Neymar

    Depois de cinco semanas de recuperação de lesão na coxa direita, Neymar voltou a atuar nesta quinta-feira e teve atuação de destaque. Não só pelos dois gols de pênalti, mas também para ditar o ritmo do Santos na etapa final. O camisa 10 entrou após o intervalo no lugar de Philippe Coutinho e atuou pelos 59 minutos de duração da etapa final. Neymar chegou ao 10º gol na temporada com o Peixe.

    Após a partida, o jogador concedeu entrevista, valorizou o empate e afirmou que considera Flamengo e Santos as duas melhores equipes do Brasil.

    Como fica?

    Com o resultado, o Flamengo chegou aos 61 pontos e viu a distância na liderança para o Palmeiras diminuir para apenas um ponto ao fim da 29ª rodada. O Santos, por outro lado, soma 42 pontos, atualmente na 8ª posição. O time comandado por Cuca confirma a campanha de recuperação e não sabe o que é perder há oito partidas no Campeonato Brasileiro.

    O próximo compromisso do time paulista é diante do Atlético-MG, pela 30ª rodada, no próximo domingo, às 16h (de Brasília). O Flamengo, por sua vez, volta a campo no clássico contra o Fluminense, também no domingo, às 17h30.

     

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    O Palmeiras segue vivíssimo na briga pelo título brasileiro. Nesta quinta-feira, no Nubank Parque, a equipe venceu o Bahia por 1 a 0, em jogo da 29ª rodada, e diminuiu a vantagem do Flamengo na liderança do campeonato para apenas um ponto. O gol alviverde foi marcado por Flaco López, logo aos seis minutos de jogo, de cabeça.

    Como fica

    O triunfo levou o Palmeiras a 60 pontos, somente um atrás do Flamengo, que empatou com o Santos na rodada. Assim, o Verdão volta a depender apenas de si para ser campeão, já que encara o Rubro-Negro, em casa, na 36ª rodada. Já o Bahia segue estacionado nos 46 pontos e cai para a sexta colocação.

    Primeiro tempo

    Os donos da casa tiveram ampla superioridade na etapa inicial. Logo aos seis minutos, Flaco López confirmou a boa fase a abriu o placar. Após escanteio cobrado por Andreas Pereira, Alexander Barboza desviou para o meio da área, e o argentino desviou de cabeça para o fundo das redes. O Bahia até tentou equilibrar o jogo tendo mais posse de bola (39% x 61%), mas o Palmeiras levou mais perigo. Foram oito finalizações no alvo do Verdão contra nenhuma dos visitantes.

    Segundo tempo

     

    A dinâmica do jogo seguiu a mesma, com o Bahia tendo mais a bola, e o Palmeiras criando as principais chances. A melhor delas foi aos 30, quando Ramon Sosa acertou a trave. Os visitantes levaram perigo somente no fim. Aos 40, Willian José acionou Erick na entrada da área, e o volante soltou uma bomba, mas parou em boa defesa de Carlos Miguel. O Tricolor ainda tentou esboçar uma pressão nos minutos finais, mas não conseguiu furar a defesa alviverde.

    Próximos jogos

    O Palmeiras tem clássico pela frente. No domingo, às 17h30, recebe o Corinthians no Nubank Park. Já o Bahia recebe o Mirassol, no mesmo dia, às 19h30. 

     
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    Em grande atuação de Savarino, o Fluminense goleou o Coritiba por 4 a 0, no Maracanã, nesta quinta-feira, pelo Campeonato Brasileiro. A equipe do técnico Marcão dominou a partida do início ao fim e contou com a eficiência de Savarino, que fez três gols. Nos acréscimos do segundo tempo, Lucho Acosta, que havia entrado no segundo tempo, recebeu ótimo passe de calcanhar do jovem Wesley Natã para fechar o resultado.

    Classificação

     

    Com o resultado, o Fluminense chegou a 51 pontos e assumiu a terceira colocação, ultrapassando o Athletico-PR.

    O Coritiba, por sua vez, permanece com 38 pontos na nona posição.

     

    Primeiro tempo

    O Fluminense começou a partida se impondo, com controle da posse de bola e mais presença no campo de ataque, enquanto a estratégia do Coritiba era dar intensidade à marcação e sair para contra-atacar. O primeiro lance de perigo foi do Coxa, aos 16 minutos. Em cobrança de falta que tendia a cruzamento na área, Josué acertou um chutaço, mesmo sem ângulo no travessão, quando Fábio estava vendido. Mas a equipe de Seabra não fez muito mais que isso. Por outro lado, o Tricolor continuou ditando o ritmo de jogo, trabalhando a bola de pé em pé e criando pelos lados. Depois de desperdiçar duas chances de finalização, Savarino contou com desvio de Moledo para colocar a bola dentro da rede em chute na diagonal, aos 29. Pouco depois, o Fluminense teve chance de ampliar em boa jogada de Serna, mas Rangel fez uma defesaça. O Coxa sentiu o baque, desorganizou-se e manteve-se longe de buscar o empate, antes do intervalo. 

     

    Segundo tempo

    O Coritiba ensaiou uma reação aos dois minutos do segundo tempo. Josué acertou passe perfeito para Pedro Rocha na entrada da área, mas o atacante, de frente para o goleiro, chutou fora. Sua equipe foi punida um minuto depois, quando Savarino acertou um chutaço, que desviou novamente em Moledo, e marcou o segundo gol do Fluminense. A partida repetiu o roteiro do primeiro tempo, com amplo domínio tricolor. O Coritiba ao tentar fazer pressão no campo de ataque tinha dois problemas, porque não conseguia ser agressivo ofensivamente e, por outro lado, acabaava se expondo. Aos 19, Savarino fez mais um bonito gol em contra-ataque, desta vez sem desvio em Moledo. A melhor chance do Coxa saiu em cruzamento fechado na área. Tinga se apresentou sozinho para finalizar na segunda trave, mas a bola bateu no tornozelo e saiu da direção do gol. Nos acréscimos, o Fluminense encaixou outra bonita jogada, em que Wesley Natã passou de calcanhar para Lucho fechar o resultado.

     

    Próximos compromissos

    O Fluminense volta ao Maracanã, no próximo domingo, no clássico contra o Flamengo, às 17h30, pelo Brasileiro.

    Já o Coritiba terá pela frente o Botafogo, na segunda-feira, às 16h, no Couto Pereira. 

     
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    Athletico-PR e Atlético-MG entregaram um jogo digno de times que brigam na parte de cima da tabela do Campeonato Brasileiro. Do primeiro ao último minuto. O resultado? Um empate em 2 a 2 nesta noite de quinta-feira na Arena da Baixada, com direito a um gol aos 51 minutos do segundo tempo, que evitou a derrota para do Alvinegro. Antes, o Furacão marcou seus gols com Viveros e Vargas - um aos 47 minutos. Já o Galo balançou as redes com Viveros (contra) e Lyanco.

    Correria no 1º tempo, um gol para cada lado

    Os Atléticos entregaram um primeiro tempo movimentado na Arena da Baixada. Depois de sete minutos de calmaria, o duelo pegou ritmo, principalmente para o time da casa, que saiu na frente. Em jogada trabalhada, Esquivel encontrou Gilberto pela direita, que acionou Vargas na entrada da área. O camisa 18 ajeitou e finalizou sem tanta força. A bola desviou no Lyanco e foi para o fundo do gol. O Furacão manteve a intensidade e só não aumentou porque parou em uma ótima atuação do goleiro Gabriel Delfim. Jadson e João Cruz ficaram lamentando as oportunidades criadas. O Galo só reagiu quando teve uma falta pela direita, aos 27 minutos. Bernard cobrou, a bola desviou em Viveros e não deu chances de defesa para Mycael. Depois do gol, o Alvinegro entrou no jogo, que virou de trocação, e começou a incomodar mais o rubro-negro. Chutes de fora da área e um voleio de Bernard, que colocou Mycael para trabalhar. A equipe terminou melhor o primeiro tempo e por pouco não foi para o intervalo com uma virada.

    Expulsão e gol salvador no fim

    O segundo tempo continuou agitado. Victor Hugo teve chance dentro da área, mas mandou para fora. Em resposta, logo depois, Viveros foi lançado na pequena área, mas Gabriel Delfim pulou na bola e afastou a  chance clara. Em seguida, Luiz Gustavo arriscou de fora da área, e o goleiro alvinegro defendeu de novo. Também de fora da área, Bernard quase virou o jogo, levando perigo em chute por cima do gol. Maycon também arriscou e obrigou Mycael a fazer grande defesa. Aos 18, Leozinho cruzou com liberdade pra a segunda trave. Claudinho finalizou, Gabriel Delfim espalmou e o jogador do Furacão tocou para o gol. Entretanto, a arbitragem marcou falta do finalizador. No lance seguinte, Cuello mandou uma bomba e mandou no travessão. Leozinho também arriscou de fora da área, bola foi no canto direito, e Gabriel Delfim fez a defesa novamente. Aos 27, após revisão do VAR, Tomás Pérez foi expulso por falta em Viveros, que ficaria cara a cara com Delfim. O goleiro do Galo fez uma defesa plástica aos 31, em chute com efeito de Leozinho, visando o ângulo. Pouco depois, Claudinho levou perigo em chute desviado. No primeiro lance em campo, Zapelli quase marcou o segundo do Athletico. A bola passou perto do travessão. O gol da vitória paranaense veio nos acréscimos e de forma bizarra. Lyanco tentou afastar a bola, que resvalou em Viveros e foi parar no fundo do gol. Lyanco se redimiu logo depois. Em ataque do Galo, recebeu na área e mandou uma bomba, empatando o jogo.

    Do erro ao gol de empate: Lyanco!

    O camisa 13 do Atlético-MG terminou o jogo como um dos protagonistas da partida. No lance do gol da virada do Athletico-PR, é ele que chuta em Viveros - ao tentar cortar - e acaba resultando no gol do Furacão. Minutos depois, aos 51 minutos do segundo tempo, ele aparece na área para deixar tudo igual.

    Como fica?

    O Athletico-PR fica na quarta colocação, com 50 pontos. Já o Atlético-MG é o sétimo colocado, com 44 pontos.

    Agenda

    O Athletico-PR a campo na segunda, quando visita a Chapecoense, às 19h30. Já o Atlético-MG recebe o Santos no domingo, às 16h, na Arena MRV. Ambos os jogos são válidos pela 30ª rodada do Braisleiro.

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    O ex-candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) declarou nesta quinta-feira (8) apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    “Tive com Flávio uma longa conversa, olho no olho, sem filtros e sem rodeios. Disse-lhe claramente que não participaria de seu governo e que minha independência de pensamento seria inegociável”, afirmou em nota divulgada pela assessoria de imprensa.

    Flávio Bolsonaro recebeu mais de 56 milhões de votos e enfrentará, no segundo turno, Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à reeleição, que recebeu 53,8 milhões de votos. Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos; Lula ficou com 45,15%.

     

    Mais cedo, Cury e Flávio se falaram por videochamada. Na conversa, o ex-candidato pediu que o senador se comprometesse publicamente com propostas defendidas por Cury durante sua campanha.

    Cury afirmou ainda que o apoio não envolve negociação de cargos, privilégios ou vantagens pessoais e será acompanhado de cobrança pelo cumprimento dos compromissos assumidos.

    "A confiança de Augusto Cury não constitui um cheque em branco. Trata-se de um voto de confiança condicionado ao cumprimento dos princípios e compromissos aqui assumidos, à transparência, à responsabilidade fiscal, ao respeito às instituições democráticas e à prestação permanente de contas às instituições e à sociedade brasileira", diz o documento.

     

    "O apoio será sempre acompanhado do direito de cobrar, questionar, criticar e exigir coerência entre as palavras e os atos".

    Augusto Cury recebeu 3.448.569 votos no primeiro turno. O candidato do Avante foi o terceiro colocado na disputa com 2,89% dos votos válidos.

    Flávio agradeceu o apoio do ex-candidato e que a conversa com Cury foi "uma surpresa muito agradável". 

    "Então Augusto Cury, obrigado aí pelo seu apoio e de coração. Parabéns pela pessoa que você é. Porque essa forma como você conversa sobre o seu apoio, a gente percebe que é de coração, é por ideais, é por propósitos", disse o senador. 

    "Só que gente, todo mundo que está dando apoio. Não é carta em branco para Flávio Bolsonaro não. Não é a carta em branco porque eu vou escrever esse livro, essas novas páginas do Brasil junto com cada um de vocês junto com Augusto Cury com todo mundo que vai participar do resgate do Brasil junto comigo", afirmou Flávio.

    De acordo com o ex-candidato, o compromisso público reúne oito pontos: 

    • Fim da reeleição presidencial, com defesa da alternância de poder e da renovação democrática.
    • Transformação da saúde, com ampliação da telemedicina e do acesso à medicina moderna.
    • Proteção integral às mulheres, com uso de tecnologia e enfrentamento da violência.
    • Transformação da educação, com valorização dos professores e melhores salários.
    • Financiamento de até dez milhões de microempresas, para estimular o empreendedorismo e a geração de empregos.
    • Fortalecimento do cooperativismo, com defesa do ato cooperativo, apoio às cooperativas e verticalização agroindustrial.
    • Valorização da agricultura, com a meta de dobrar a produção sustentável de alimentos em dez anos.
    • Pacificação nacional, com um governo para todos os brasileiros, independentemente de suas convicções políticas, e combate à corrupção. 

    Apoios no segundo turno

    O anúncio de Augusto Cury engrossa a lista de apoios recebidos por Flávio Bolsonaro no segundo turno.

    Nesta quinta, o Podemos anunciou que vai apoiar Flávio na disputa.

    Nesta quarta-feira (7), a ex-candidata à Presidência Clariana Barão, do Democracia Cristã, declarou apoio ao candidato do PL e afirmou que terá “compromisso irrestrito” com a candidatura de Flávio Bolsonaro.

    Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva disputarão o segundo turno em 25 de outubro. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro teve 47,03% dos votos válidos, e Lula, 45,16%.

     
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    Na volta da propaganda eleitoral no rádio e na TV nesta sexta-feira (9), no segundo turno, o candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, pretende manter o foco em temas ligados ao cotidiano dos eleitores.

    Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve reduzir o espaço dedicado à defesa de seu legado e reforçar a estratégia do medo e das consequências de uma volta da família Bolsonaro ao Palácio do Planalto.

    A primeira pesquisa Datafolha do segundo turno veio dentro do esperado pela equipe de Flávio Bolsonaro.

    O candidato passou dos 47% obtidos nas urnas no primeiro turno para 52% dos votos válidos na pesquisa. Lula, que teve 45% no primeiro turno, aparece com 48%.

    O comando da campanha de Lula avalia que a disputa "não está definida" diante do um empate técnico.

    Flávio Bolsonaro vai trabalhar para ampliar a vantagem e aposta nos apoios obtidos nesta semana. A campanha de Lula, por sua vez, acredita que pode reverter o cenário e chegar a um empate numérico já na próxima semana, com a intensificação das ações no Nordeste e nas redes sociais.

    Mudanças na campanha

    As recentes mudanças na coordenação da campanha petista também devem se refletir na comunicação do candidato.

    Nos últimos dias, lideranças do PT no Nordeste passaram a integrar o núcleo central da campanha. Entre elas estão o senador Camilo Santana (PT-CE) e o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT).

    A avaliação defendida por esse grupo é que Lula deve reduzir o espaço dedicado à apresentação de seu legado e explorar mais o temor que uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro provoca em parte do eleitorado.

    Nos últimos dias, peças divulgadas pela campanha de Lula nas redes sociais afirmaram que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro poderia levar a cortes em programas sociais. Parte desse conteúdo foi retirada do ar por determinação da Justiça Eleitoral.

    A campanha de Flávio Bolsonaro, por outro lado, promete dedicar a propaganda eleitoral principalmente às propostas. A avaliação interna é que a estratégia de falar sobre problemas do cotidiano funcionou no primeiro turno.

    Flávio deverá apresentar, entre outras medidas, propostas para a redução do endividamento das famílias.

    A campanha também pretende responder às acusações petistas de que programas sociais sofreriam cortes em um eventual governo do candidato do PL.

    Nesse ponto, o programa deverá recorrer ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e ao aumento do benefício pago às famílias de baixa renda às vésperas da eleição de 2022.

    A campanha também deverá explorar a nova composição do Congresso, que saiu das urnas, para defender o argumento de que Flávio teria melhores condições de governabilidade caso seja eleito.

     
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    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta sexta-feira (9) ter recebido trechos de um relatório da Segurança da Corte que, segundo ele, reúne milhares de mensagens com ameaças de assassinato e de outras agressões contra ele.

    Em uma publicação nas redes sociais, Dino afirmou que as ameaças não vão alterar sua atuação como ministro e disse que um juiz não pode deixar de tomar decisões por medo de sofrer perseguições pessoais. 

    "Mas fica uma reflexão essencial: se um juiz passar a ter medo de decidir um processo, à vista do suposto risco de sofrer perseguições pessoais, não existe mais Poder Judiciário. Nem Constituição", afirmou. 

    Dino disse ainda que, em 37 anos como servidor público, nunca respondeu a processo criminal. Para o ministro, as ameaças são resultado da "repetição de mentiras".

    "O ódio exposto nas mensagens deriva da repetição de mentiras, visando causar violência", escreveu.

    O ministro também afirmou que quem discorda de uma decisão judicial deve contestá-la pelos mecanismos previstos no próprio Judiciário, recorrendo aos órgãos colegiados competentes.

    "Se as pessoas não concordam com decisões judiciais, elas podem recorrer aos Colegiados competentes. Não precisa matar o juiz que tomou a decisão, nem fazer discursos raivosos incitando perseguições e agressões", declarou.

    Ao falar sobre sua própria atuação, Dino afirmou que não pretende mudar sua conduta em razão das ameaças.

    "Em nada alterarei a minha atuação profissional, pois nunca minha perna ou minha mão tremeram, nem minha voz se alterou", escreveu.

    A mensagem publicada por Dino traz uma foto com trechos das ameaças direcionadas não só a ele como a outros ministros da Corte.

     
    R7 com Estadão Conteúdo
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    O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 52,8%, ante 47,2% de Lula, segundo pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9). Os números se referem aos votos válidos — quando são desconsiderados os brancos, nulos e indecisos. Os que pretendem votar em branco ou nulo ou não sabem somam 3,2%. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos.

    O levantamento também mostra a preferência dos entrevistados conforme o voto declarado no primeiro turno.

    Entre os que dizem ter votado em Ronaldo Caiado (PSD), 54,9% escolhem Flávio e 26,9%, Lula. No eleitorado de Augusto Cury (Avante), o presidente tem 50,4%, contra 38,9% do senador. Entre os eleitores de Renan Santos (Missão), Flávio registra 40,3% e Lula, 28,1%, enquanto 31,6% indicam branco, nulo ou não sabem.

    Caiado e Cury declararam apoio a Flávio neste segundo turno. Já Renan optou pela neutralidade.

    A pesquisa ouviu 5.026 eleitores online entre 3 e 8 de outubro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03663/2026.

    Recorte por gênero

    Flávio Bolsonaro tem mais apoio entre os homens, com 57,7%, contra 36,9% de Lula. Já o presidente se sai melhor entre as mulheres: tem 53,6%, diante de 45,2% do senador.

    Recorde por região

    Flávio está à frente em quatro regiões. Suas maiores vantagens estão no Centro-Oeste, onde tem 65,7% contra 33,6% de Lula, e no Sul, com 64,5%, ante 34,3%. No Sudeste, o senador tem 54,4% e o presidente, 42,9%. No Norte, a diferença é menor: 51,1% a 48,5%.

    Lula se sai melhor no Nordeste, onde registra 57,6%, contra 36,2% de Flávio.

    Recorte por religião

    Entre os evangélicos, Flávio tem 72,7%, ante 23,5% de Lula. Entre os católicos, os dois têm índices próximos: 49% para o presidente e 48,7% para o senador.

     
    R7 com Estadão Conteúdo
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    A primeira pesquisa Datafolha do 2º turno mostra que Flávio Bolsonaro (PL) tem 49% das intenções de voto, contra 45% de Lula (PT). O Datafolha diz que a distância de quatro pontos entre eles configura um empate técnico no limite da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com maior probabilidade de Flávio Bolsonaro estar à frente.

    Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 52%, e Lula, 48%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo.

    Resultado em votos totais - pesquisa estimulada: 

    • Flávio Bolsonaro (PL): 49%
    • Lula (PT): 45%
    • Em branco/nulo/nenhum: 5%
    • Indecisos: 1% 

    Resultado em votos válidos 

    • Flávio Bolsonaro (PL): 52%
    • Lula (PT): 48% 

    Para calcular os votos válidos, o Datafolha exclui quem declara voto nulo ou em branco e os indecisos. O número de votos válidos é o que a Justiça Eleitoral usa para determinar os resultados das eleições.

    Alguns destaques da pesquisa: 

    • 46% dos eleitores de Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Caiado (PSD) e Zema (Novo) no 1º turno migram para Flávio Bolsonaro.
    • 32% declaram voto em Lula agora.
    • 15% dizem que votam em branco ou nulo.
    • Lula tem vantagem entre eleitores com escolaridade fundamental (55% a 41%), no segmento com renda até 2 salários (52% a 41%), entre católicos (53% a 41%) e no Nordeste (61% a 35%).
    • As maiores vantagens de Flávio Bolsonaro são registradas entre evangélicos (69% a 25%) e na região Sul (58% a 35%).
    • 46% rejeitam exclusivamente Lula, 43% rejeitam exclusivamente Flávio Bolsonaro, 3% rejeitam ambos e 8% não rejeitam nenhum dos dois. 

    Grau de definição do voto 

    Segundo a pesquisa, 94% dos eleitores dizem estar totalmente decididos sobre o voto e 6% afirmam que ainda podem mudar de ideia. 

    25% votam em Flávio para derrotar Lula 

    Segundo o Datafolha, 76% dos eleitores entrevistados afirmam que vão votar no seu candidato porque acham que ele é a melhor opção. Outros 19% afirmam que vão votar para derrotar o adversário.

    Os índices são diferentes entre eleitores de Flávio Bolsonaro e Lula.

    Eleitores de Flávio Bolsonaro 

    • Voto porque é o melhor candidato: 69%
    • Voto para derrotar o outro candidato: 25%
    • Outras respostas: 4%
    • Não sabe: 2% 
     

    Eleitores de Lula 

    • Voto porque é o melhor candidato: 83%
    • Voto para derrotar o outro candidato: 13%
    • Outras respostas: 3%
    • Não sabe: 1% 

    Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem ver antes os nomes dos candidatos, 46% citaram Flávio Bolsonaro, 44% apontaram Lula como candidato, 5% declararam voto em branco, nulo ou nenhum e 4% estão indecisos.

    O Datafolha ouviu 2.520 pessoas de 16 anos, entre os dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-0949/2026.

    Conforme os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Flávio Bolsonaro terminou o 1º turno com 47,03% dos votos, contra 45,16% de Lula.

    A diferença entre eles foi de cerca de 2,2 milhões de votos. Veja os dados completos da apuração. 

    Aprovação do governo Lula 

    • Desaprovam: 49% (eram 49% na pesquisa anterior)
    • Aprovam: 48% (eram 48%)
    • Não sabe: 2% (eram 3%) 

    Avaliação do governo Lula

    • Ruim/péssimo: 40% (eram 41%)
    • Ótimo/bom: 35% (eram 35%)
    • Regular: 24% (eram 23%)
    • Não sabe: 1% (era 1%)
     
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