Fevereiro 26, 2025
Arimatea

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O dólar opera com instabilidade nesta quarta-feira (26), depois de recuar mais cedo, enquanto agentes do mercado se mantinham atentos aos trabalhos na comissão especial da reforma da Previdência na Câmara e à espera da cúpula do G20.

Às 16h02, a moeda norte-americana subia 0,07%, vendida a R$ 3,8540.

O comportamento dólar ocorre mesmo em meio à percepção de melhora nas condições de liquidez, após o Banco Central injetar pelo segundo dia consecutivo US$ 1 bilhão no sistema, via leilão de linha de moeda com compromisso de recompra.

O BC tem atuado via linhas de dólares nesta semana conforme aumenta a demanda do mercado por moeda estrangeira à medida que se aproxima o fim do mês, que marca também o término do trimestre e semestre. Nesses período, empresas costumam acelerar o envio de remessas de lucros e dividendos para suas matrizes, o que se reflete em maior procura por dólar físico.

No plano externo, investidores seguiam atentos ao noticiário sobre esperado encontro entre os presidentes da China e EUA na cúpula do G20 no Japão, com esperanças de algum progresso nas negociações comerciais, paralisadas desde maio.

Na véspera, a moeda norte-americana subiu 0,64%, vendida a R$ 3,8513.

G1
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O homem preso suspeito de estuprar uma mulher próximo ao Parque do Povo, em Campina Grande, percebeu que a vítima dormia no terraço da casa da família dela e pulou o muro da residência para cometer o crime. A informação é da delegada da Mulher, Maíra Roberta Mendes, responsável pelo caso. Segundo a delegada, o homem confessou o estupro e alegou que estava sob efeito de drogas.

Conforme Maíra Roberta Mendes, o suspeito estava detido na Central de Polícia Civil de Campina Grande desde o último domingo (23), após ser reconhecido pela vítima e ser preso horas depois do crime. O homem passou por audiência de custódia na tarde desta terça-feira (25) e foi encaminhado para o Presídio Raymundo Asfora, o Serrotão.

Vítima estuprada após festa de São João
De acordo com a delegada Maíra, a vítima, uma pernambucana que estava em Campina Grande para o curtir o São João da cidade, relatou como tudo aconteceu. Segundo depoimento da mulher, na madrugada do domingo ela retornou da festa no Parque do Povo para a casa da família. Ao chegar no local, chamou pelos parentes, mas ninguém a ouviu.

Conforme o relato da vítima à polícia, como nenhum parente dela saiu para recebê-la, ela decidiu pular o muro da casa e ficou dormindo no terraço da residência. Foi quando ela foi surpreendida pelo suspeito, que passava pela rua e percebeu que ela estava dormindo no local.

Segundo a delegada, a mulher contou que o homem pulou o muro da casa e a estuprou ainda no terraço. “Não houve a conjunção carnal. Mas o estupro foi consumado, pois foram praticados atos libidinosos diversos contra a vítima”, explicou a delegada.

Vítima entrou em luta corporal com o suspeito
Ainda de acordo com a delegada, não houve conjunção carnal porque a vítima entrou em luta corporal com o suspeito, que acabou fugindo do local. A mulher ficou ferida durante o estupro e, ao pedir ajuda à família, foi levada para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde ficou internada.

Conforme a delegada Maíra Roberta, a vítima recebeu alta médica na noite desta terça-feira (25). Após ser liberada, a mulher foi até a Delegacia da Mulher na Central de Polícia Civil e fez o reconhecimento do suspeito.

Suspeito foi preso e confessou o crime
O suspeito foi preso ainda na manhã do domingo (23), horas depois de cometer o crime. Segundo a delegada, o homem foi reconhecido pela vítima através de uma foto e a polícia conseguiu localizá-lo ainda na cidade.

Ao ser preso, o suspeito confessou o crime. “Ele não apresentou documentos. Não soube informar a idade, mas confessou o crime e alegou que estava sob efeito de drogas”, relatou Maíra Roberta.

Na tarde desta terça-feira (25), o homem passou por audiência de custódia. “O flagrante foi convertido em preventiva no plantão judiciário. Na custódia, a prisão foi mantida. O acusado foi para a penitenciária Padrão”, informou a delegada.

G1 PB
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Uma agência dos Correios foi explodida por um grupo na madrugada desta quarta-feira (26), no município de Santa Cruz, no Sertão paraibano. De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu por volta das 4h30, na rua Francisco Fananca, no Centro da cidade.

Segundo relatos de moradores à Polícia Civil, os suspeitos utilizaram carros e motos e após a ação fugiram espalhando grampos nas ruas do município na intenção de dificultar perseguição da polícia.

A polícia disse que ainda não há informações sobre o que foi roubado e aguarda a chegada da perícia no local. As buscas na região continuam, mas até as 8h desta quarta-feira, ninguém foi preso.

G1 PB
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Um casal teve o carro roubado no início da manhã desta quarta-feira (26) quando chegava no Açude Velho para praticar atividade física, em Campina Grande. De acordo com as vítimas, que prestaram um boletim de ocorrência na Central de Polícia Civil, os suspeitos estavam armados.

Enquanto o casal alongava, três homens apareceram correndo, como se também estivessem praticando exercício. No entanto, um dele se aproximou do casal e pegou a chave da mão do homem, anunciando o roubo do carro.

Em seguida, o restante do grupo cercou as vítimas. Eles informaram que usariam o carro e depois devolveriam. O grupo fugiu logo em seguida com o carro. Até as 12h nenhum deles havia sido localizado. O carro foi recuperado por volta das 7h, durante buscas da PM, no final da rua João Alves Diniz, no bairro Santo Antônio.

G1 PB
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Por pelo menos os segundo ano consecutivo, a Paraíba segue como o estado com menor salário médio mensal do Brasil. De acordo com o estudo feito pelo IBGE, com base no Cadastro Central de Empresas (Cempre) divulgado nesta quarta-feira (26), o salário médio mensal da Paraíba em 2017, ano em questão do estudo, foi de R$ 2.077,79, cerca de 2,2 salários mínimos por mês. O mesmo índice no Brasil foi de R$ 2.848,77.

Proporcionalmente, não houve alteração em relação ao ano de 2016, quando o salário médio mensal seguia correspondendo à 2,2 salários mínimos, embora, o valor médio tenha aumentado. No ano anterior ao estudo publicado nesta quarta-feira, o salário médio mensal da Paraíba era de R$ 1.921,10.

O Cadastro Central de Empresas reúne informações cadastrais e econômicas de empresas e outras organizações formalmente constituídas e presentes no território nacional, inscritas no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), da Secretaria da Receita Federal, e suas respectivas unidades locais.

O salário médio mensal da Paraíba, no entanto, é muito próximo do registrado no estado de Alagoas, que é de R$ 2.102,29.

Na contramão do salário médio mensal, o número de pessoas ocupadas na Paraíba apresentou um crescimento significativo entre 2016 e 2017. De um ano para o outro houve um crescimento de 74,9 mil pessoas ocupadas, passando de 623,9 mil para 698,8 mil. Outro dado relevante informado no Cempre 2017 foi o número de estabelecimentos: são 63.297 unidades locais.

O setor de “Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas” corresponde à maioria dos estabelecimentos, com 28.147 unidades, seguido de “Atividades administrativas e serviços complementares” com 5.152 e “Indústrias de transformação” com 4.146 estabelecimentos.

G1 PB
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Um passeio entre as barracas de comida dos "arraiás" juninos pode render algumas calorias e, aos glutões caipiras mais curiosos, algum conhecimento sobre a formação cultural brasileira e a nossa culinária.

Quem explica é a professora de gastronomia Luiza Buscariolli, que leciona no Senac-DF e no UniCeub e ensinou aos leitores da Agência Brasil dois pratos típicos do São João. Segundo ela, os quitutes guardam a história dos portugueses e dos povos ameríndios que habitavam o país antes dos nossos colonizadores.

“A gente sabe que havia algumas festas neste mês de junho que os indígenas faziam. Quando os jesuítas estiveram no Brasil [a partir de 1549], aproveitaram dessas festas para trazer a tradição [europeia] de festas juninas, que por sua vez eram uma apropriação das antigas festas pagãs por causa do solstício de verão, que no hemisfério sul é solstício de inverno”, revela.

Enquanto prepara uma porção do prato Maria Isabel, comida típica da região hoje conhecida como o Estado do Piauí, que mistura arroz com carne-de-sol, Buscariolli lembra que a iguaria guarda relação com o ciclo de gado iniciado pelos portugueses no Brasil (século 16). A atividade pecuária foi introduzida por Tomé de Souza, primeiro governador-geral (1549 a 1553) ainda no tempo das capitanias hereditárias, para transporte e alimentação.

O prato Maria Isabel, assim como a paçoca de carne de sol também do Nordeste; o arroz carreteiro (com charque ou carne seca) do Sul e o feijão tropeiro (com torresmo e linguiça) dos sertões de São Paulo, Minas Gerais e Goiás (esse no século 17), são comidas que podiam ser armazenadas e transportadas em longas viagens.

“A lógica é tudo seco, porque se conseguia colocar em uma bolsa [de couro]”. Na hora da fome, a carne era picada e misturada. “Podiam usar água para fazer reidratação”, assinala a professora de gastronomia.

Além da proteína animal, outros ingredientes desses pratos compõem nossa história. O arroz, do Maria Isabel, foi trazido da Ásia pelos colonizadores portugueses. A farinha de mandioca tem origem indígena, e o feijão, ingerido pelo homem desde a antiguidade, tem espécies autóctones no Brasil e outros países americanos.

Assim como a mandioca, usada na produção da farinha e do beiju, os indígenas trouxeram ao cardápio junino os pratos a base de milho. Iguarias provadas durante as festas, como a espiga cozida, curau, pamonha e canjica foram ensinados aos colonizadores pelos indígenas.

“Para os portugueses, milho era comida de animal. Foi muito difícil aceitarem. Passaram a comer porque não tinha outra coisa”, explica Luiza Buscariolli ao preparar um bolo de milho com goiabada para a Agência Brasil.

A conformação desses pratos teve início antes do ciclo do açúcar (começado ainda no século 16), que ajudou a adoçar muitas iguarias juninas, e bem antes do ciclo da mineração (século 18) que se notabilizam pelo intenso uso de mão de obra escrava violentamente traficada da África.

Luiza Buscariolli sublinha que na condição de escravo, eram restritas a autonomia dessas pessoas até para se alimentar. “A possibilidade de escolher o que cozinhar e com que alimento vem depois [do fim] da escravidão. Ela nota, no entanto, que os negros mesmo antes do fim da escravidão irão se ocupar de preparar e vender alimentos nas ruas em tabuleiros, como aqueles que ainda hoje vendem cocadas em áreas do litoral brasileiro - “uma conserva de coco”, como sabiam fazer os portugueses sob influência francesa.

Agência Brasil
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O ex-prefeito de Soledade, José Ivanildo Barros Gouveia, foi condenado a ressarcir R$ 127 mil ao erário e teve seus direitos políticos suspensos. A sentença foi proferida pelo juiz Rúsio Lima de Melo. O gestor foi condenado a ressarcir o erário no valor de R$ 127.310,24. Ele também teve a suspensão dos direitos políticos cassados por cinco anos e está proibido de contratar com o Poder Público pelo prazo de cinco anos.

De acordo com fiscalização do Tribunal de Contas, foram realizadas despesas não comprovadas por meio das parcerias realizadas com as Oscips no exercício de 2007, dentre elas o Instituto Prodem, o Centro de Assistência e Desenvolvimento Social (Cads), o Instituto de Desenvolvimento e Cidadania (Ideci) e o Centro de Geração de Empregos (Cegepo).

A defesa do ex-prefeito alegou que as prestações de contas não apresentadas pelas Oscips não são de sua responsabilidade. No entanto, o juiz observou que por se tratar de transferência de recursos públicos é obrigação do gestor exercer o controle e a fiscalização. “No caso em apreço, o demandado foi omisso no monitoramento dos recursos repassados para as Oscips, devendo, portanto, ser responsabilizado”, destacou.

Outra irregularidade apontada na ação tem a ver com a não realização de licitações no valor de R$ 122.700,00 relativas a serviços de promoção de shows, aluguel de som e palco e aluguel de trio elétrico. Também consta nos autos que o gestor teria utilizado créditos suplementares, sem fonte de recursos para a cobertura, no valor de R$ 233.292,37. “A conduta ora vergastada só demonstra a má condução da máquina pública, com nítido descontrole de suas receitas e despesas, o que demonstra ainda, sem sombra de dúvidas, a violação aos princípios da legalidade e da eficiência”, ressaltou o juiz Rúsio Lima.

ClickPB
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O juiz da 27ª zona eleitoral decidiu cassar o mandato do prefeito de Taperoá, Jurandi Gouveia Farias, e do vice-prefeito, Francisco Antônio da Silva Filho. A decisão foi obtida em primeira mão pelo ClickPB nesta quarta-feira (26).

O juiz Carlos Gustavo Guimarães Barreto determinou a realização de novas eleições. O presidente da Câmara Municipal de Taperoá deverá tomar posse interinamente no cargo de prefeito, de acordo com a decisão.

O prefeito é acusado da prática ilícita de compra de votos, além de outras condutas vedadas pela Justiça Eleitoral. Por este motivo, o juiz pediu a sua inelegibilidade por oito anos.

Além do afastamento do cargo e da inelegibilidade, o juiz Carlos Gustavo determinou que o prefeito de Taperoá pague uma multa no valor de 101 mil UFIR-PB.

O juiz determinou ainda a remessa de uma cópia da sentença ao Ministério Público para que possa ser apurada uma eventual prática de improbidade administrativa.

ClickPB
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O ex-prefeito de Algodão de Jandaíra, Agreste paraibano, foi condenado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba por improbidade administrativa. De acordo com a decisão, Isaac Rodrigo Alves não comprovou os gastos com carros-pipa e não repassou os valores previdenciários descontados dos servidores públicos municipais.

O G1 entrou em contato com a Prefeitura de Algodão de Jandaíra mas até às 17h desta terça-feira (25) não obteve resposta.

Segundo a sentença, proferida nesta terça-feira (25) pelo juiz Rúsio Lima de Melo no Mutirão da Improbidade, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as irregularidades ocorreram na gestão de 2008.

O ex-prefeito além de não ter comprovado os gastos com carros-pipa, não relatou o destino da água e se apropriou indevidamente dos valores descontados dos servidores públicos municipais, a título de contribuição previdenciária.

Isaac Rodrigo Alves teve os direitos políticos suspensos pelo prazo de cinco anos e não poderá contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios também por cinco anos. O ex-prefeito também terá que devolver R$ 687.623,04 aos cofres públicos.

G1 PB
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A Mega-Sena sorteia hoje (26) o prêmio de R$ 6,2 milhões. As seis dezenas do concurso 2.163 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília, no Espaço Loterias da Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo.

O valor do prêmio está acumulado, porque nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso número 2.162, realizado no último sábado (22). Foram sorteados os seguintes números: 11 – 16 – 22 – 30 – 34 - 42.

As apostas poderão ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. O bilhete simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

Agência Brasil
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