Mai 23, 2026
Arimatea

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O setor de serviços no Brasil recuou 1,2% em março de 2026, em relação ao mês anterior, após estabilidade em fevereiro. A queda foi acompanhada por todas as cinco atividades investigadas, com destaque para transportes, com recuo de 1,7%. Em relação a igual mês de 2025, o volume de serviços teve expansão de 3% em março de 2026.

As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada nesta sexta-feira  (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 2,3% frente a igual período de 2025. Já o acumulado nos últimos 12 meses aumentou 2,8% em março de 2026.

O analista da pesquisa Luiz Carlos de Almeida Junior explica que nos últimos cinco meses, foram observados um mês de estabilidade e quatro meses de variação negativa, o que faz com que o setor de serviços acumule queda de 1,7% desde outubro de 2025.

"Setorialmente, todas as cinco atividades investigadas mostraram queda na comparação com o mês imediatamente anterior. O setor de transportes foi o principal responsável pela queda observada no Brasil neste tipo de comparação. O recuo no setor foi influenciado principalmente pela queda observada no transporte rodoviário de cargas e no transporte aéreo de passageiro", disse o analista.

Segundo o IBGE, as demais quedas vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%); de informação e comunicação (-0,9%); dos outros serviços (-2%); e dos serviços prestados às famílias (-1,5%). 

 
Agência Brasil
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A ex-ministra do Planejamento, Simone Tebet (PSB), que integrou equipe econômica que anunciou o fim da taxa das blusinhas no último dia 12 de maio, após dois anos de cobrança, afirmou que a medida foi necessária para “organizar a casa” e que, agora, "não se justifica mais".

Questionada se considera o fim do imposto de 20% sobre compras internacionais de até 50 dólares uma medida para as eleições e se haveria outros caminhos para repor a arrecadação, Simone Tebet ponderou que a cobrança foi importante como medida de organização da Receita Federal contra evasão fiscal. 

“Feito isso, passado esse tempo, não se justifica mais de taxa para quem compra até 50 dólares”, disse.
 
A declaração foi feita durante participação de Simone Tebet no 3º Fórum Mulheres na Política, nesta sexta-feira (15), em Limeira (SP), no interior de São Paulo. O evento reuniu lideranças para debaterem a participação feminina e violência política de gênero.
 

"Esse é um tema relevante. O que acontecia, prejudicando inclusive as nossas indústrias, era que tínhamos grandes empresas asiáticas mandando mercadorias como se fossem pessoa física, até 50 dólares. Quando na realidade, enviava a pessoas jurídicas, valores altíssimos, sem pagar impostos. Foi necessário organizar a casa. A Receita Federal falou ‘você quer vender?’ Então, vamos organizar, cadastra o seu produto", descreveu. 

Além disso, mencionou que a cobrança também visava a segurança do consumidor, a partir do controle de qualidade dos produtos pelos órgãos reguladores.

“Tem que ter segurança na Anvisa, no Inmetro, para o produto chegar com segurança. Um brinquedo, por exemplo, que criança vai colocar na boca e, às vezes, pode ser contaminar.

Competição desleal

A ex-ministra também destacou que a cobrança, feita por dois anos, buscava colaborar com o equilíbrio financeiro das indústrias brasileiras.

“Isso foi apenas necessário para colocar ordem na casa, para não prejudicarmos as empresas nacionais, o pequeno comércio brasileiro que estava tendo uma competição desleal”, argumentou.

Vamos falar na realidade dos fatos, a pessoa que pode pegar um avião e ir para fora, ela nem tem, fala que é 500 dólares sem pagar imposto. É muito mais do que isso. Porque se compra uma roupa de marca, de R$ 5 mil ou R$ 10 mil, considerada de uso pessoal, não paga imposto nenhum. Então, não tem sentido você querer cobrar imposto de quem ganha até 50 dólares e encarecer”, comparou.

 

g1
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, rebateu nesta sexta-feira (15) declarações do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Zema, que também pré-candidato, criticou o senador após a divulgação de mensagens de Flávio cobrando dinheiro para o banqueiro preso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

ℹ️ Reportagem do "Intercept Brasil" mostrou áudios e mensagens de texto em que Flávio Bolsonaro trata Vorcaro, dono do Banco Master, como "irmão" e pede dinheiro para financiar o filme "Dark Horse" (termo em inglês para "azarão"), cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Vorcaro teria pago R$ 61 milhões a Flávio.

“Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro do Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa”, declarou Zema na quarta-feira (13). 

Nesta sexta, Flávio rebateu. "Ele se precipitou. Ele me conhece, sabe que não tem nada de errado. Ele foi induzido a erro no afã de querer ser o primeiro a falar alguma coisa. Normalmente, o mineiro é uma pessoa que tem calma na hora de falar, não tem essa velocidade do Zema. Geralmente, é uma pessoa que pensa mais, raciocina e depois se posiciona", disse. 

Sobre a relação com Vorcaro, o senador disse que não tem motivo para se justificar com ninguém: "Foi uma época lá atrás, quando buscava investidor. Quando o Vorcaro era uma pessoa que circulava por todas as rodas, patrocinava eventos de várias emissoras de televisão, circulava perto de autoridades. Uma pessoa que era cortejada por todo o país. Ele topou fazer um investimento privado e não tem nada além disso." 

A versão de Flávio sobre a sua relação com Vorcaro mudou ao longo desta semana, desde a publicação da reportagem. Inicialmente, o senador negava ter pedido dinheiro a Vorcaro para a produção do filme. "É mentira, de onde você tirou isso?", respondeu o pré-candidato a um pedido de explicações de um jornalista. 

ℹ️ Daniel Vorcaro está preso em Brasília. Ele é acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.

Horas depois, ele mudou a versão e confirmou o contato com o banqueiro para financiar o longa-metragem. "O que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público", afirmou Flávio em nota.

A própria produtora do filme, a GOUP Entertainment, negou que tenha recebido dinheiro do banqueiro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário.

Mas a empresa está ligada a uma investigação preliminar no Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares a um grupo de entidades.

Isso porque o deputado Mário Frias (PL-SP), produtor executivo de "Dark Horse", teria destinado R$ 2 milhões em emendas à organização não governamental (ONG) Instituto Conhecer Brasil, presidida pela produtora do filme "Dark Horse", Karina Ferreira da Gama.

Mário Frias disse em nota que não há dinheiro público envolvido no filme sobre Jair Bolsonaro.

 
g1
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Apesar de oposição e governo pressionarem pela abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso Nacional para apurar o caso do Banco Master, nos bastidores o tom muda. Parlamentares de todos os espectros políticos admitem que a investigação não interessa à cúpula do Congresso e a nenhum segmento político. 

“O discurso [em defesa da CPI] fica fácil quando há certeza de que não vai acontecer”, diz reservadamente um líder partidário. Um influente parlamentar do Centrão é categórico: “esquece CPI”. 

Na noite dessa quinta-feira (14), equipes do BPChoque prenderam três suspeitos por tráfico de drogas, em Campina Grande. Com os envolvidos, foram apreendidas diversas substâncias entorpecentes prontas para comercialização.

Durante o policiamento no bairro do Pedregal, os policiais visualizaram dois homens em atitude suspeita. Ao perceberem a aproximação das equipes, eles fugiram para o interior de um imóvel. Na residência, os militares localizaram uma grande quantidade de drogas sobre a mesa da sala, além de entorpecentes escondidos dentro de ursos de pelúcia.

Ao todo, foram apreendidos 221 pinos de cocaína, 186 porções de maconha, 284 porções de crack, além de porções maiores de maconha e crack, diversas embalagens utilizadas para acondicionamento de drogas e aves silvestres mantidas sem autorização legal.

Uma mulher que estava no interior da residência e que auxiliava na atividade criminosa, também foi detida em posse de entorpecentes.

Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Central de Flagrantes, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.

 
PMPB
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A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de João Pessoa – Zona Sul (DEAM Sul), com apoio operacional da DEAM Norte, deu cumprimento, na tarde dessa quinta-feira (14), a um mandado de prisão preventiva expedido em desfavor de um homem de 33 anos investigado pelos crimes de lesão corporal qualificada contra mulher, ameaça e perseguição contra a ex-companheira grávida. A prisão ocorreu no bairro João Paulo II, em João Pessoa. 

A vítima procurou a DEAM relatando ter sido agredida, ameaçada de morte e perseguida pelo investigado, com quem mantinha relacionamento. Durante o atendimento, a mulher informou que estava grávida de três meses e que, mesmo nessa condição, foi agredida fisicamente pelo suspeito, que teria desferido socos e chutes em sua barriga. A vítima também solicitou medidas protetivas de urgência.

Posteriormente, a mulher retornou à unidade policial relatando que o investigado continuava praticando perseguições, além de ameaçar familiares e rondar constantemente a residência de sua mãe. Diante da gravidade dos fatos e do conjunto probatório reunido durante a investigação, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do acusado, medida deferida pelo Poder Judiciário. 

Ainda conforme apurado, após tomar conhecimento da decisão judicial, o investigado passou a mudar constantemente de endereço, utilizando diferentes locais como esconderijo na tentativa de evitar o cumprimento da ordem judicial. Após diligências investigativas realizadas pelas equipes da DEAM Sul, com apoio operacional da DEAM Norte, o homem foi localizado e preso em via pública no bairro João Paulo II. 

A ação evidencia o compromisso permanente da Polícia Civil da Paraíba no enfrentamento à violência contra a mulher, na proteção das vítimas e na responsabilização dos agressores.

 

Polícia Civil da Paraíba
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O número de pessoas ocupadas, ou seja, com algum emprego, na Paraíba, aumentou 87 mil em um ano, se considerado a comparação entre o primeiro trimestre de 2025 e também os primeiros três meses do atual ano, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Comicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta sexta-feira (15).

De acordo com a pesquisa, na comparação com o primeiro trimestre do ano passado o índice de desocupados da Paraíba caiu 1,7 ponto percentual, saindo de 8,7% para os atuais 7%. Este número é o menor nível nos últimos 14 anos no estado, levando em consideração que o levantamento é feito desde 2012.

 
 

O aumento de 87 mil representa uma alta de 5,4%. Com a elevação, a população ocupada no primeiro trimestre deste ano chegou a 1,709 milhão frente ao mesmo período do ano passado, que estava 1,621 milhão.

Em relação a queda de desocupados no estado, o número chegou a 16,1%, caindo de 154 mil, nos primeiros três meses do ano passado para 129 mil nos três meses deste ano. 

Paraíba tem um dos menores índices de desocupação no Nordeste 

Levando em consideração apenas estados do Nordeste, a pesquisa do IBGE apontou que a Paraíba está com uma das menores taxas de desocupados na região, apenas atrás do Maranhão, que tem uma taxa de 6,9%. A Paraíba aparece na segunda colocação, com 7%.

 

Na sequência da lista, aparecem os estados do Ceará, com 7,3% e do Rio Grande do Norte, com 7,6%, enquanto Pernambuco, Alagoas e Bahia, todos com 9,2% são as maiores taxas da Região.

Os setores na Paraíba que mais têm pessoas enpregados no primeiro trimeste de 2026 são os seguintes: 

  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (370 mil);
  • Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (306 mil);
  • Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (197 mil);
  • Construção (170 mil);
  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (154 mil);
  • Indústria geral (147 mil).

 

g1 PB
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Estão abertas, a partir desta sexta-feira (15), as inscrições no concurso público da Prefeitura Municipal de Campina Grande, Agreste da Paraíba. Os editais para o certame, que oferece 955 vagas, foram retificados com novas datas e número de vagas.

O prazo para solicitação de isenção vai até esta sexta-feira (16). As inscrições vão até o dia 15 de junho.

As inscrições no concurso público de Campina Grande acontecem de forma online, por meio do site do Idecan. A taxa de inscrição é R$ 110 para os cargos de níveis médio e técnico, e R$ 150 para os cargos de nível superior.

 
 

Os salários vão de R$ 1,6 mil, para agente administrativo, a R$ 8,8 mil, para auditor fiscal.

As provas serão realizadas nos dias 29 e 30 de agosto, pela manhã e pela tarde, a depender do cargo. 

Concurso da Prefeitura de Campina Grande 

 

 g1 PB
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O serviço de saneamento da Companhia de Água e Esgoto da Paraíba (Cagepa) foi leiloado, nesta sexta-feira (15), na sede da B3, bolsa de valores em São Paulo, e uma empresa espanhola arrematou a concessão da Parceria Público-Privada (PPP). O governador Lucas Ribeiro (PP) esteve presente no leilão.

O PPP firmado vai fazer com que a empresa espanhola Acciona preste serviço de esgotamento sanitário em 85 municípios da Paraíba pelos próximos 25 anos, abrangindo municípios das regiões do Alto Piranhas e do Litoral. A empresa não enfrentou concorrência no leilão e realizou proposta única.

 
 

A parceria prevê investimentos de aproximadamente R$ 3 bilhões no período estimado e tem como objetivo a ampliação da coleta e do tratamento de esgoto, modernização da infraestrutura existente e na promoção da sustentabilidade ambiental dos sistemas hídricos.

O impacto estimado é de que cerca de 1 milhão de habitantes passarão a contar com acesso ao sistema de esgotamento sanitário no estado após o PPP. Esse acordo também prevê a construção de 104 novas estações de tratamento de esgoto, implantação de mais de 2,8 mil quilômetros de redes coletoras e cerca de 566 mil novas ligações domiciliares.

Abastecimento de água segue sob responsabilidade da Cagepa 

 

Mesmo com o leilão e a concessão pelos próximos 25 anos do serviço de saneamento, a Cagepa vai seguir responsável pelos serviços de abastecimento de água e pela relação comercial com os usuários.

Atualmente, a Cagepa atende 201 dos 223 municípios paraibanos, com cobertura de abastecimento de água superior a 92% da população urbana.

A Parceria Público-Privada (PPP) entre Cagepa e Acciona é no modelo administrativo, de acordo com Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável pela estruturação da concessão. A companhia ainda vai ficar responsável por fiscalizar e coordenar os serviços.

 
g1 PB
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A barragem de Nova Camará, em Alagoa Grande, está passando por obras de reparo e monitoramento após registrar o maior volume de águas desde sua reconstrução. Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a ação segue a Política Nacional de Segurança de Barragens.

De acordo com a Aesa, atualmente a barragem de Nova Camará se encontra com cerca de 50% de sua capacidade total, o maior volume já registrado desde sua reconstrução, em 2012. A barragem comporta mais de 26 milhões de metros cúbicos de água.

Vídeos que circularam nas redes sociais mostram a vazão de água pelas paredes da barragem após as chuvas das últimas semanas. A população local temia que a situação provocasse uma tragédia semelhante a de 2004, quando a Barragem de Camará rompeu e deixou cinco mortes e mais de três mil desabrigados.

Equipes técnicas da Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos do Governo da Paraíba e da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) visitaram o local e observaram os pontos de vazamento. Segundo as equipes, as áreas por onde está vazando água fazem parte do processo de construção da barragem, onde foram retirados, na época, partes do concreto para saber se estavam de acordo com o projetado.

As equipes vão aplicar um material para preencher os espaços vagos, onde está saindo água, e solucionar o problema. A previsão é que a obra seja concluída em uma semana.

 

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