Outubro 23, 2026

    Arimatea

    Arimatea

    O Atlético-MG aproveitou o fator casa para abrir larga vantagem sobre o Montevideo City Torque nas semifinais da Copa Sul-Americana. Na noite desta quarta-feira, o Galo venceu por 3 a 0 na Arena MRV e ficou perto de garantir vaga na final única, dia 21 de novembro, em Barranquilla, na Colômbia. Os gols da partida foram de Reinier, Bernard e Thiago Borbas. Na partida da volta, em Montevidéu, na próxima quarta-feira, às 19h (de Brasília), o time garante vaga até se perder por dois gols de diferença.

    E agora?

    Com a vitória por 3 a 0, o Atlético-MG pode perder por até dois gols de diferença no jogo de volta para avançar à final do torneio continental. O Montevideo City Torque precisa vencer por quatro ou mais gols para reverter o confronto no tempo normal, enquanto um triunfo uruguaio por três gols leva a decisão para os pênaltis. Veja a tabela da Sul-Americana.

     

    Fator casa

    Após mais uma vitória na Arena MRV, o Atlético de Domínguez reforça o bom aproveitamento como mandante. Nesta temporada, o Galo foi derrotado apenas uma vez em casa: 4 a 0 para o Flamengo, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

    Drible plástico

    O argentino Cuello fez um drible desconcertante, de costas, no primeiro gol. A jogada ocorreu aos 36 minutos do primeiro tempo. O argentino recebeu a bola de costas pelo corredor direito. E, no primeiro toque, deu uma meia-lua no marcador da equipe uruguaia. Depois, ele avançou com a bola e acionou Victor Hugo. O meia deu um toque para Reinier, que finalizou livre para abrir o placar.

    Oportunista!

    Pelo segundo jogo seguido, Thiago Borbas marcou um gol "decisivo" pelo Atlético. Na partida anterior, diante do Santos, o atacante anotou um belo gol de voleio para virar o placar e garantir os três pontos no Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira, o uruguaio ampliou o marcador para 3 a 0 e deixou o Galo em vantagem na disputa por uma vaga na final da Sul-Americana.

    Agenda antes da volta

    Antes do confronto decisivo por uma vaga na final, Atlético-MG e Montevideo City Torque têm compromissos pelos respectivos campeonatos nacionais. O Galo enfrenta o Coritiba neste sábado, às 18h30 (de Brasília), na Arena MRV, pela 31ª rodada do Brasileirão. Já a equipe uruguaia encara o Albion Football Club no domingo, às 10h (de Brasília), no estádio Luis Franzini, pelo Clausura.

    Primeiro tempo

    O jogo começou truncado, e o Atlético teve dificuldade para finalizar. O City Torque apostou na defesa bem postada. Com mais posse de bola, o Galo chegou a abrir o placar com Renan Lodi, mas logo foi assinalado o impedimento. Os uruguaios chutaram pela primeira vez ao gol aos 18 minutos. O Alvinegro ainda teve boa chance com Victor Hugo. Imprimindo volume, o Atlético balançou as redes com Lyanco, mas mais uma vez, gol em posição irregular. O Torque teve a melhor chance com Salomón, mas Delfim defendeu de forma milagrosa. A resposta não demorou. Em jogada de videogame, Cuello driblou o marcador e acionou Victor Hugo. O camisa 30 rolou para Reinier, que estufou as redes: 1 a 0. A arquibancada inflamou, e o time seguiu junto. Bernard fez bela jogada individual e marcou um golaço: 2 a 0. Com o jogo destravado, o Galo apenas segurou a vantagem para ir ao vestiário.

    Segundo tempo

    O Atlético voltou do intervalo com a intensidade dos minutos finais do primeiro tempo. Logo aos dois minutos, Bernard tocou na entrada da área para Castaño, que dominou e soltou uma bomba. Torgnascioli defendeu em dois tempos. O Galo manteve o controle até os 10 minutos, quando o City Torque começou a reagir após uma sequência de bolas paradas. Aos 12, Pizzichillo aproveitou a sobra na entrada da área e finalizou de longe. A bola desviou em Vitão e passou por cima do gol, com perigo. Após as substituições de Domínguez, o Atlético voltou a atacar aos 22 minutos. Franco tocou na área para Cuello, que tentou passar pela marcação, mas foi desarmado. No bate e rebate, a bola sobrou para Borbas, que finalizou, mas teve o chute bloqueado por Siles. A jogada terminou em escanteio para o Galo. Aos 32, Igor Gomes recebeu na grande área, dominou e bateu forte no canto, mas Torgnascioli espalmou e evitou o terceiro gol alvinegro. Dois minutos depois, porém, o goleiro não conseguiu evitar. Cissé acionou Lodi pela esquerda, e o lateral cruzou rasteiro para Thiago Borbas completar para o fundo das redes. Aos 44, o City Torque voltou a levar perigo. Nahuel tocou pela esquerda para Luka Andrade, que driblou Lyanco e bateu forte. A bola desviou em Alan Franco e saiu pela linha de fundo, em escanteio para a equipe uruguaia. O time visitante ainda tentou pressionar nos minutos finais, mas o Atlético manteve a vantagem até o apito final.

     

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    O senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 44% das intenções de voto, ante 42% do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em uma simulação estimulada de segundo turno da pesquisa Indexa/Broadcast divulgada nesta quinta-feira (15). Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, configura empate técnico.

    Dos entrevistados, 8% afirmam que não iriam votar, 4% dizem que votarão nulo ou branco e outros 2% estão indecisos ou não sabem.

    Em votos válidos, Flávio Bolsonaro tem 51% do total contra 49% de Lula.

    Este é o primeiro levantamento Indexa/Broadcast do 2º turno das eleições. Antes do 1º turno, pesquisa da Indexa/Broadcast de 30 de setembro apontava Lula com 43% das intenções de voto ante 42% de Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno.

    Esse é o quarto levantamento, fruto da parceria firmada entre o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) e a Indexa Pesquisas para a divulgação de sondagens eleitorais qualitativas e quantitativas exclusivas sobre a corrida à Presidência da República.

    Aberturas

    No duelo entre Flávio e Lula, os resultados por sexo mostram posições invertidas: entre as mulheres, o presidente tem 46,6%, ante 40,2% do senador; entre os homens, Flávio registra 47,3%, e Lula, 37,1%.

    No recorte regional, Lula alcança 52,1% no Nordeste, contra 35 4% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o senador tem 49,2%, ante 32,1% do presidente. No Centro-Oeste, os índices são de 58,9% para Flávio Bolsonaro e 27,2% para Lula. No Sudeste, o candidato do PL aparece com 43,7%, e o petista, com 41%. No Norte, ambos estão empatados numericamente em 46,1%.

    Entre os católicos, Lula tem 54,2%, e Flávio Bolsonaro, 26,3%. Entre os evangélicos, o senador marca 81,3%, ante 13,6% do presidente.

    No grupo com renda domiciliar de até dois salários mínimos, o petista registra 45,8%, contra 36,2% de Flávio Bolsonaro. Entre os que recebem mais de cinco salários mínimos, o senador tem 49 7%, e Lula, 38,9%. Entre os que recebem entre dois e cinco salários mínimos, Flávio Bolsonaro tem 44,5% contra 41,7% de Lula.

    Entre jovens de 16 a 24 anos, Lula registra 53,5% contra 31% de Flávio Bolsonaro. Entre pessoas com 60 anos ou mais, Flávio Bolsonaro tem 43,4% contra 39,8% de Lula. Entre pessoas com 45 a 59 anos, o senador tem 45,5% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro 42,5%. Entre eleitores com 25 a 34 anos, Flávio Bolsonaro registra 42,5% ante 41,7% de Lula. Entre pessoas com 35 a 44 anos, Lula tem 42,3% e Flávio Bolsonaro 44,3%.

    Por grau de escolaridade, Lula lidera entre os entrevistados com ensino até fundamental, com 45,1%, ante 40,2% de Flávio Bolsonaro. Já entre os que possuem ensino superior ou mais, o senador do PL registra 48,1% ante 37,2% do petista.

    Entre os eleitores que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no 2º turno de 2022, 91,6% dizem votar em Flávio Bolsonaro ante 2,6% de Lula. Entre os que votaram no atual presidente no 2º turno de 2022, 88,2% afirmam que votarão em Lula contra 3,4% no senador carioca.

    Definição de voto

    Questionados se o voto está definido, 87% afirmam que já está definido, enquanto 11% dizem que pode mudar. Outros 2% não sabem ou não opinaram. Entre os candidatos, o percentual de eleitores que dizem que o voto está definido, de 91%, e que o voto pode mudar, de 8%, são iguais para ambos.

    Entre os entrevistados, 92% afirmaram que compareceram para votar no 1º turno. Outros 7% dizem que nem eles nem alguém da família votaram no 1º turno. Uma parcela de 1% não sabe ou não respondeu.

    Metodologia

    A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 eleitores por meio de entrevistas individuais por telefone, entre 13 e 14 de outubro de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

    O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04629/2026.

     

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    O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) o fim da escala 6x1, de seis dias de trabalho para um dia de repouso. A PEC 221/2019 foi aprovada em dois turnos, com a mesma votação em ambos: 75 votos favoráveis e apenas um contrário. A PEC vai à promulgação.

    Com a aprovação, o trabalhador terá direito a repouso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.

    Além disso, o texto reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas. Serão até oito horas diárias de trabalho, com possibilidade de compensação de horários e redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho. Algumas das mudanças serão implementadas de forma progressiva.

    — Neste momento, milhões de brasileiros, milhões de trabalhadores e trabalhadoras estão acompanhando esta sessão com esperança. São pessoas que conhecem na própria rotina o valor de um dia a mais de descanso. Tenho certeza absoluta de que vamos cumprir o nosso dever com absoluta responsabilidade, pensando, acima de tudo, no que é melhor para o nosso país — disse o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao abrir a votação.

    A proposta, que tinha como primeiro signatário o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), foi relatada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM).

    A PEC, que havia sido aprovada em maio pela Câmara e em setembro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, foi aprovada em Plenário com calendário especial, após passar por cinco sessões de discussão em primeiro turno. Requerimento assinado por líderes e aprovado pelo Plenário dispensou as três sessões de discussão em segundo turno.

    O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que não se manifestou na sessão.

    Discussão

    A discussão durou mais de cinco horas. Todos os senadores que se manifestaram, governistas e de oposição, se declararam favoráveis à aprovação da PEC, ainda que com ressalvas e pedidos de mudanças futuras por parte da oposição.

    — Eu vi muitos discursos, aqui, preocupados pontualmente com algumas questões, mas muito me alegra que a unanimidade do Senado vai votar a favor da PEC. A gente entra para a história, Câmara e o Senado — disse o relator Omar Aziz.

    Paulo Paim (PT-RS), que se manifestou pela aprovação da proposta em diversos pronunciamentos ao longo da tramitação, não escondeu a emoção durante a sessão. Ao longo da carreira, Paim apresentou várias proposições para reduzir a jornada dos trabalhadores para 40 horas.

    —  Tenho certeza de que, em cada canto do Brasil, o nosso povo está cantando, está dançando, está chorando de emoção por ver que, depois de 40 anos, nós estamos dando a liberdade a eles de não terem que trabalhar de segunda a sábado — disse o senador, que comemorou a presença de trabalhadores nas galerias.

    Paim, que não disputou a reeleição e encerra seu mandato no início de 2027, recebeu homenagens dos colegas.

    Ao manifestar seu voto favorável, Eduardo Braga (MDB-AM), líder de seu partido, afirmou que a democracia não se encerra no pleno funcionamento das instituições e precisa chegar à mesa, à casa e à vida do trabalhador.

    — Quero falar do vigilante, do atendente do supermercado, do trabalhador da construção civil que enfrenta o calor do nosso Amazonas a semana inteira e chega em casa muitas vezes sem força para conversar com a própria família. Essa é a realidade de milhares de amazonenses, e é por eles que eu voto sim — declarou.

    O senador Cleitinho (Republicanos-MG) homenageou o autor da proposta, que estava presente em Plenário, e pediu “sensibilidade e consciência” dos colegas para aprovar a PEC.

    — Essa luta, gente, não é de esquerda nem da direita, não; essa luta é do trabalhador. Vamos votar, vamos fazer o que nós temos que fazer aqui, que é trabalhar, é votar — disse o senador.

    As senadoras Zenaide Maia (PSD-RN), Leany Lemos (PSB-DF), Jussara Lima (PSD-PI) e Dra. Eudócia (PSDB-AL) destacaram a relevância da mudança na vida das mulheres, que enfrentam jornada dupla e que, muitas vezes, são as únicas responsáveis por cuidar dos filhos e sustentá-los.

    — Que tempo sobra para acompanhar a criança na escola, ajudar na tarefa, levar o filho ao médico ou, simplesmente, sentar-se e conversar com ele? — questionou Zenaide.

    A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) criticou o discurso dos que alegam que a mudança pode quebrar o país. Ela e Fabiano Contarato (PT-ES) citaram exemplos de outras conquistas dos trabalhadores que foram combatidas com esse mesmo discurso, como as férias anuais, o 13º salário e a licença-maternidade.

    Ressalvas

    Carlos Portinho (PL-RJ), líder de seu partido, declarou o voto favorável. Afirmou que, na vida do trabalhador, o impacto será positivo, mas que não há trabalhador sem empregador e que é preciso olhar “os dois lados da mesa”.

    — Para que todos esses direitos valham, é preciso que tenha emprego. É preciso que o país produza, que gere riqueza, que distribua a riqueza entre a sociedade — disse o líder, apontando o risco de precarização do trabalho.

    Apesar de declarar o voto favorável à PEC, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) defendeu mudanças futuras, que, na sua visão, podem proteger o emprego. Uma delas, presente em emenda apresentada por ele na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), é a jornada flexível, em que o trabalhador é pago por hora, com remuneração proporcional.

    — A jornada flexível tem salário por hora, por escolha do trabalhador, com acordo por escrito. Nessa modalidade, ele pode montar o próprio horário, com férias, 13º, FGTS e previdência garantidos, e com a hora nunca abaixo do salário mínimo ou do piso da categoria — explicou.

    O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) afirmou que votaria a favor do texto, mas argumentou que é preciso aumentar a produtividade, com qualificação, e dar ao trabalhador a escolha de trabalhar quantos dias quiser.

    — Eu acredito que a pessoa tem que trabalhar o quanto ela acha que tem que trabalhar. Trabalhar um dia, dois dias ou trabalhar sete dias, porque o filho acabou de nascer e preciso fazer mais dinheiro — defendeu.

    Na mesma linha, Magno Malta (PL-ES) afirmou que o trabalhador pode querer usar seu tempo de descanso para trabalhar. Os senadores Alan Rick (Republicanos-AC), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jayme Campos (União-MT) declararam voto favorável à PEC, mas defenderam uma “transição responsável” para as novas regras.

    — Vamos planejar a transição como está na PEC, de maneira responsável, com diálogo, com previsibilidade. A nossa preocupação é com qualidade de vida e com condições para o nosso setor produtivo assumir, absorver essa nova jornada de trabalho — disse Jayme Campos.

    A senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR) defendeu contrapartidas do governo aos empregadores, que terão que se adaptar à mudança.

    Os possíveis impactos sobre os municípios foram lembrados por Nelsinho, que teme o aumento de despesas para as prefeituras.

    Emenda

    Também declarando-se favorável à aprovação da PEC, o senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) apresentou uma emenda, subscrita por mais 27 senadores, segundo ele para deixar claro que a proposta não terá impacto na redução de jornadas que já estejam abaixo das 40 horas semanais e que, se for o caso, haverá redistribuição de acordo com a regra dos cinco dias semanais.

    A emenda foi apresentada como sendo de redação, o que não exigiria a volta do texto à Câmara caso fosse aprovada, mas o relator considerou que a mudança impactaria o mérito da proposta e, por esse motivo, recomendou a rejeição. Oriovisto retirou o destaque para votação da emenda.

    O relator disse concordar que alguns pontos da proposta, como cargas horárias de setores específicos, precisarão ser regulamentados com a maior rapidez possível pelo Congresso.

    Futuro

    A líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que, mesmo após a votação, será preciso manter a vigilância e o acompanhamento, porque segundo ela já há outras propostas em tramitação com regras menos benéficas para o trabalhador.

    O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que o discurso da oposição tem “duas caras”. Tanto ele quanto Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) lembraram que apesar do voto favorável, alguns parlamentares já se articulam para reverter as mudanças.

    O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), citou uma dessas propostas, a PEC 12/2026, apresentada pelo líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN). A proposta prevê a possibilidade de um regime flexível, no qual o empregado receberia de acordo com as horas trabalhadas.

    — É o inverso do fim da 6x1. Eles querem é isso, é o prevalecer do negociado sobre legislado, como se houvesse igualdade de armas entre patrão e empregado — disse Randolfe, que desafiou os oposicionistas a retirarem assinaturas para que a PEC 12/2026 seja arquivada.

    Tanto Randolfe quanto Renan Filho (MDB-AL) criticaram a ausência de alguns senadores oposicionistas em Plenário.

    Além do autor, deputado Reginaldo Lopes, também estava presente na sessão a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), autora de outra proposta com a mesma finalidade.

     

    Agência Senado
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    A primeira pesquisa Quaest para o segundo turno, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de votos, contra 44% do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais, ambos os candidatos estão em empate técnico.

    Na última pesquisa, divulgada na véspera do primeiro turno, Flávio atingiu 44% das intenções de voto para o segundo turno, já Lula tinha 42%.

    Ainda conforme o levantamento, o primeiro do instituto após o primeiro turno das eleições, 9% dos eleitores disseram que votarão em branco ou nulo no segundo turno, outros 1% se disseram indecisos.

    A Quaest entrevistou 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08729/2026.

    Resposta espontânea

    A pesquisa Quaest também aponta que Flávio Bolsonaro tem 43% de votos na pesquisa espontânea, contra 42% de Lula.

    No levantamento espontâneo, 8% dizem que votarão em branco, nulo ou não irão votar, enquanto os que se dizem indecisos somam 7%. 

     
    R7
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    Evangelho (Lc 11,42-46)

    - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

    - Minhas ovelhas escutam minha voz, eu as conheço e elas me seguem.

    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

    - Glória a vós, Senhor.

    Naquele tempo, disse o Senhor: 42 "Ai de vós, fariseus, porque pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as outras ervas, mas deixais de lado a justiça e o amor de Deus. Vós deveríeis praticar isso, sem deixar de lado aquilo. 43 Ai de vós, fariseus, porque gostais do lugar de honra nas sinagogas, e de serdes cumprimentados nas praças públicas. 44 Aí de vós, porque sois como túmulos que não se veem, sobre os quais os homens andam sem saber". 45 Um mestre da Lei tomou a palavra e disse: "Mestre, falando assim, insultas-nos também a nós!" 46 Jesus respondeu: "Ai de vós também, mestres da Lei, porque colocais sobre os homens cargas insuportáveis, e vós mesmos não tocais nessas cargas, nem com um só dedo".

    — Palavra da Salvação.

    — Glória a vós, Senhor.

     

    Canção Nova
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    14 de Outubro - quarta-feira

    A NOBREZA DO AMOR! - Globo

    Alika lembra dos ensinamentos de Cayman e tenta recobrar a calma. Caetana dá informações a Tonho sobre Jendal. Niara afirma a Tonho que eles precisam encontrar Alika antes de Jendal. Mirinho revela a Manoel que está mantendo Alika como sua refém. Jendal e seus seguranças seguem Mirinho, orientados por Virgínia. Binta ordena a Chinua que os rebeldes sejam dizimados. Dâmia se une ao movimento de Resistência de Batanga. Teresa sente falta de notícias de José. Nazário diz que Miguel pode ser inocentado. Tonho, Omar e Niara encontram Alika. Jendal atira contra Niara. Mirinho vê Alika sendo rendida por Jendal.   

    POR VOCÊ - Globo

    Bela confessa a Peixe e seus irmãos que procurou Aroldo, mas não o encontrou. Lucas repreende Sabugo por voltar a beber, e alerta sobre Tom-Tom. Glorinha diz aos irmãos que jamais parou de pensar em seu pai. Bela revela à Glorinha que Aroldo não contou sobre a família dele com Juli à segunda esposa. Sabugo garante a Lucas que irá procurar ajuda. Clemente cria noite do bingo em seu bar. Toy observa a beleza de Lia. Bela sofre com exclusão de Samuca por parte da mãe de uma colega de escola do menino. Vanessa conhece Clarice, enfermeira indicada por Junqueira. Samuca chama Bela de mãe.

    QUEM AMA CUIDA - Globo

    Heitor visita Pedro no hospital. Pilar celebra a suposta morte de Pedro. Carmita e Bruna ficam sabendo do acidente com Pedro. Pedro informa ao pai que sofreu um atentado. Iuri desconfia de Pilar. Elenice confronta Tom. Ademir sugere que ele e o filho saiam do país. Pilar se assusta ao ver Pedro vivo. Fábia acolhe Ademir, e os dois se beijam. Heitor comunica a Adriana que já sabe o que fazer com a família Brandão, mas que antes precisa de respostas.

     

    Gshow
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    Horóscopo do dia

    • Áries 21 Mar - 19 Abr

      Lua, Marte e Júpiter indicam expansão para o signo de áries, com comunicação inspiradora e entusiasmo. Nas relações, há chance de planejar e pensar grande com quem você ama. Unir forças em objetivos compartilhados pode trazer resultados promissores.
    • Touro 20 Abr - 20 Mai

      O céu indica superação de desafios e fortalecimento interior para o signo de touro. Há espaço para aprimorar estratégias com Lua, Marte e Júpiter. Proatividade e senso de oportunidade podem gerar situações proveitosas.
    • Gêmeos 21 Mai - 20 Jun

      A harmonia para o signo de gêmeos favorece atividades descontraídas em grupo e a soma de esforços. As interações sociais podem dinamizar, ampliando a percepção do alcance das parcerias. No amor, há chance de uma relação mais dinâmica e comunicativa.
    • Câncer 21 Jun - 22 Jul

      Para o signo de câncer, o céu indica mais determinação para as questões do dia a dia. É um bom momento para colher frutos do trabalho e organizar recursos. Na vida afetiva, há espaço para transformar planos em resultados concretos.
    • Leão 23 Jul - 22 Ago

      O céu indica que o signo de leão pode ter sua liderança elevada, motivando as relações para novas oportunidades. Lua, Marte e Júpiter favorecem entusiasmo e companheirismo. É um bom momento para compartilhar ideais e projetos.
    • Virgem 23 Ago - 22 Set

      O céu indica que o signo de virgem ganha confiança para superar questões emocionais. Há espaço para aprimoramento estratégico e para traçar metas mais realistas, considerando os próprios limites.
    • Libra 23 Set - 22 Out

      Há chances de atividades descontraídas em grupo para o signo de libra. O lado companheiro e colaborativo pode estar em destaque, favorecendo conversas animadas. Ações conjuntas tendem a gerar resultados concretos.
    • Escorpião 23 Out - 21 Nov

      Para o signo de escorpião, o ritmo dos projetos pode se acelerar, trazendo oportunidades e ganhos práticos. É um bom momento para aprimorar estratégias, especialmente em parcerias afetivas. Vale antecipar dificuldades para preservar os resultados.
    • Sagitário 22 Nov - 21 Dez

      O signo de sagitário pode sentir maior alegria pela vida, buscando atividades dinâmicas e prazerosas. Há espaço para se engajar em grupos com ideais comuns. Nas relações, compartilhar experiências e incentivar fortalece o laço.
    • Capricórnio 22 Dez - 19 Jan

      Para o signo de capricórnio, há um bom momento para gerir desafios estrategicamente e moderar o ritmo. Nas relações afetivas, há apoio prático e motivacional. O meio íntimo funciona como fonte de acolhimento e estímulo.
    • Aquário 20 Jan - 18 Fev

      Para o signo de aquário, o céu indica um período dinâmico nas amizades e relações. Há chance de trocas intelectuais e novas experiências em grupo.
    • Peixes 19 Fev - 20 Mar

      Há harmonia entre Lua, Marte e Júpiter, favorecendo a otimização de processos e recursos para o signo de peixes. A percepção de oportunidades pode inspirar boas decisões para a estabilidade, mesmo na rotina. No trabalho, vale organizar prioridades.


    F5
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    O primeiro homem livre da história

    Chama atenção o título deste artigo, mas quem o confirma é Santo Irineu de Lion, nos primórdios do cristianismo. “Jesus foi o primeiro homem livre da história”. A liberdade é um bem supremo. Poder desfrutá-la torna a pessoa realmente ela mesma.

    Sabemos como é difícil ser livre. Muitos são os condicionamentos que criam barreiras à possibilidade de optar e escolher. Sabemos quantos condicionamentos de ordem econômica, psicológica e, sobretudo, moral, interferem em nosso caminho de liberdade. Porém, o que mais impede o desabrochar de nossa liberdade são os preconceitos e compromissos de conveniência.

    Jesus não tinha nenhum preconceito e nenhum compromisso de conveniência, a não ser com a vontade do Pai. Jesus não tinha preconceito nem mesmo contra os fariseus. Dialogava com eles e até frequentava suas casas. Não tinha compromisso de conveniência com ninguém a não ser compromisso com o Pai. O maior elogio dado a Jesus, quem o deu foi um doutor da lei: “Mestre, sabemos que és franco e que ensinas o caminho de Deus com lealdade, sem te preocupares com quem quer que seja, pois não olhas a posição das pessoas” (Mt 22,16).

    Por ser assim livre, Jesus podia enfrentar com absoluta independência, o poder religioso e político de sua nação. Esta liberdade de espírito ele a confirmou, sobretudo na hora de sua paixão. Não perdeu, em momento algum, a sua dignidade, como não fez concessão nem resistência alguma a quem o julgava e nem a seus algozes. Diante das autoridades, o Sumo Sacerdote o questionou sobre a sua doutrina e sobre seus discípulos e Ele respondeu: “Eu falei abertamente ao mundo, sempre ensinei nas sinagogas e no Templo, onde todos os judeus se reúnem, e não disse nada em segredo. Por que me interrogas? Interroga os que ouviram o que lhes falei. Eles bem sabem o que eu disse” (Jo 18,19-21).

    Um dos algozes repreendeu Jesus e lhe deu uma bofetada: “É assim que respondes ao sumo sacerdote?”. Impassível, Jesus respondeu: “Se falei mal, mostra o que lhe disse de mal. Mas se falei bem, por que me bates?” (Jo 18,22-23). Evidentemente, Jesus é livre e paciente, mas não é covarde. Preso e amarrado, reivindica a liberdade de expressão.

    É impressionante a postura do Homem mais livre da história diante de Pilatos: “Tu és Rei?”. Jesus responde: “Sim, tu o dizes. Eu sou Rei” (Jo 19,37). Confirmou que veio ao mundo para dar testemunho da verdade. Pilatos pergunta, mas não espera resposta: “O que é a verdade?”. Busca clarear com os acusadores o motivo de sua raiva e percebe que Jesus se dizia “Filho de Deus” e isto deixou Pilatos inquieto. A verdade é que o governador nunca ouvira um acusado com tanta dignidade. Sua independência absoluta foi manifesta sobretudo na corte do Rei Herodes (Lc 23,8-12). Há muito tempo Herodes queria conhecê-lo. Tinha curiosidade de ver algum milagre. Mas a Herodes, Jesus não disse sequer uma palavra. Seu silêncio o levou a silenciar na cruz, mas a proclamar a liberdade absoluta em sua ressurreição.

    Frei Luiz Turra, ‘No Coração da Vida’, Programas Radiofônicos Vol. 03.

     

    Comece o Dia Feliz
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    Eventos históricos

    1888: O primeiro filme, Roundhay Garden Scene
    1962: Crise dos mísseis de Cuba

     

    Wikipédia
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    São Calisto I, Papa criador do cemitério da Via Ápia

    Origens 

    Romano de Trastevere, filho de escravos, São Calisto não teve vida fácil. Ele está sepultado com efeito na igreja de Santa Maria, em Trastevere, e não nas catacumbas que levam seu nome.

    Administrador pouco habilidoso

    O cristão Carpóforo, da família do imperador Cômodo, havia lhe confiado a administração dos bens da comunidade cristã. Não foi um hábil administrador e, descoberto um grande desfalque, Calisto fugiu.

    Capturado em Óstia, a ponto de zarpar, foi condenado a girar a roda de um moinho. Carpóforo mostrou-se generoso, condenando-o a pagar o débito, mas a justiça seguiu seu curso. Foi condenado à flagelação, depois, deportado para as minas da Sardenha.

    São Calisto I: de Condenado a Papa da Igreja 

    A Liberdade

    Libertado, o Papa Vítor ocupou-se pessoalmente dele — sinal de que Calisto desfrutava de certa fama, furto à parte. Para desviá-lo da tentação, fixou-lhe um ordenado. O sucessor Zeferino foi igualmente generoso: ordenou-o diácono e confiou-lhe a guarda do cemitério cristão na via Ápia Antiga (as célebres catacumbas conhecidas em todo o mundo com seu nome).

    Missão: Cemitérios da Igreja

    O Papa Zeferino, no entanto, o chamou de volta à Roma, confiando-lhe os cuidados dos cemitérios da Igreja. Assim começou a escavação do grande cemitério ao longo da Via Appia que leva seu nome. 

    Eleito Papa

    Com a morte de Zeferino, Calisto foi eleito Papa. Mas seu pontificado atraiu as inimizades de uma ala da comunidade cristã de Roma que o acusou falsamente de heresia.

    Opositores

    Ele teve muitos opositores entre os cristãos dissidentes de Roma e, justamente, de um escrito do líder desses cristãos separados, um antipapa. Por essa razão, temos quase todas as notícias sobre ele apresentadas, porém, de forma tendenciosa. Lemos que, antes de se tornar Papa, ele era escravo e fraudador. Tendo fugido para Portugal, foi preso e levado de volta a Roma, onde foi condenado a trabalhos forçados nas minas da Sardenha. Retornando a Roma por ocasião de uma anistia, ele foi enviado para Anzio. 

    Páscoa

    São Calisto coroou a vida com o martírio, como bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas. Segundo a tradição mais segura, morreu numa revolta popular contra os cristãos e foi lançado a um poço. Mais tarde, deram-lhe sepultura honorífica no Cemitério de Calepódio, na Via Aurélia, junto do lugar do seu martírio. Assim se explica não ter sido enterrado na grande necrópole que ele próprio ampliara e onde foram enterrados São Zeferino e os Papas seguintes, na parte chamada precisamente Cripta dos Papas.

    O Legado de São Calisto I 

    A Construção da Cripta 

    Uma das metas obrigatórias para os peregrinos e turistas que se dirigem à Roma são as catacumbas. Particularmente célebres e frequentadas são as de São Calisto, definidas pelo Papa João XXIII “as mais respeitáveis e as mais célebres de Roma”. Numa área de mais de 120.000 m², com quatro andares sobrepostos, foi calculado que lá existem não menos de 20 quilômetros de corredores. 

    Importância da Cripta

    Essa obra colossal fixa para sempre a memória de São Calisto, que cuidou de sua realização, primeiro como diácono do Papa Zeferino, e depois como o próprio Papa. Mas além das dimensões, este lugar é precioso pelo grande número e pela importância dos mártires que ali foram sepultados, e particularmente célebres são a cripta de Santa Cecília e a contígua à dos papas, na qual foram sepultados o Papa Ponciano Antero, Fabiano entre outros.

    Relíquia

    O túmulo dele está colocado bem no meio da Roma antiga, na basílica de Santa Maria in Trastevere, que, construída por determinação do Papa Júlio, na metade do século IV, foi intitulada também de São Calisto. 

    Minha oração

    “Ao Papa santo e pastor da Igreja, rogai pelos fiéis espalhados pelo mundo e não os deixeis abandonados sem pastores. Atrai vocações para o seguimento radical de Cristo assim como novos sacerdotes. Que sejamos santos à imagem de Jesus, Bom pastor. Amém!”

    São Calisto I, rogai por nós!

     

    Canção Nova
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