Outubro 23, 2026

    Arimatea

    Arimatea

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos à Presidência da República, participaram na noite deste domingo (18) do primeiro debate do segundo turno das eleições de 2026.

    Foi o primeiro confronto direto entre os dois candidatos em um debate nesta eleição.

    O encontro, promovido pelo Grupo Bandeirantes, ocorreu uma semana antes da votação que vai definir o próximo presidente da República, marcada para 25 de outubro.

    Ao longo de três blocos, Lula e Flávio discutiram segurança pública, economia, saúde, produtividade, relações com os Estados Unidos e redução da maioridade penal. Também trocaram acusações e provocações sobre corrupção e investigações (veja temas discutidos abaixo).

    Os dois não participaram do primeiro debate presidencial promovido pela Band, em 23 de agosto, ainda durante o primeiro turno.

    ➡️Primeiro bloco

    No primeiro bloco, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro responderam a perguntas dos apresentadores e, na sequência, participaram de um confronto direto.

    Pelas regras apresentadas pela Band, cada candidato teve um banco de 15 minutos para administrar durante o confronto.

    1) Segurança pública

    A primeira pergunta do debate foi sobre segurança pública. Os candidatos foram questionados sobre o avanço do crime organizado, o domínio de territórios por facções e milícias e a redução da maioridade penal.

    Primeiro a responder, Flávio Bolsonaro afirmou que, se eleito, vai declarar “guerra ao narcoterrorismo” e classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho e as milícias como organizações narcoterroristas. A classificação faz parte do plano de governo do candidato.

    O candidato disse ainda que pretende recuperar territórios dominados pelas organizações criminosas e endurecer o tratamento contra integrantes de facções. Citou a lei antifacção e afirmou que líderes dessas organizações poderão ficar até 80 anos presos.

    “Eu vou recuperar cada metro. Eu vou recuperar cada rua. Eu vou recuperar cada bairro. Eu vou recuperar cada cidade. Eu vou recuperar cada território que foi tomado do povo brasileiro”, afirmou Flávio Bolsonaro.

    O senador disse ainda que criminosos serão “presos ou neutralizados pelas nossas polícias” e acusou o atual governo de adotar uma política de desencarceramento.

    Lula foi o segundo a falar. Ele afirmou que a segurança pública é responsabilidade dos estados pela Constituição de 1988 e disse que a PEC da Segurança Pública ampliará a participação da União na área.

    O presidente afirmou que, se a proposta for aprovada pelo Senado, criará o Ministério da Segurança Pública.

    Lula também citou a Lei Antifacção e disse que seu governo pretende combater o crime organizado tanto nos territórios dominados pelas facções quanto entre integrantes de maior poder econômico.

    A lei contra facções foi sancionada por Lula em março e ampliou penas e instrumentos de investigação.

    O presidente defendeu ainda uma atuação conjunta de União, estados e municípios para recuperar territórios dominados por organizações criminosas e milícias.

    “Para o trabalhador e para a comunidade, proteção. Para o bandido, prisão”, afirmou Lula.

    Ele encerrou a resposta afirmando que seu governo fez, nos últimos quatro anos, “muito mais” no combate ao crime organizado do que havia sido feito anteriormente no país.

    2) Economia

    Na segunda pergunta do primeiro bloco, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro foram questionados sobre o baixo crescimento da economia brasileira, a dívida pública, os juros, a carga tributária e a recuperação do grau de investimento.

    Primeiro a responder, Lula disse que o país precisa estimular o crescimento por meio da circulação de renda e do incentivo aos pequenos negócios.

    O presidente citou políticas voltadas aos Microempreendedores Individuais (MEIs) e afirmou que pretende ampliar os incentivos ao setor para gerar emprego e desenvolvimento. O governo anunciou recentemente um pacote de medidas voltadas aos MEIs.

    Lula também afirmou que o país está próximo de recuperar o grau de investimento e defendeu investimentos nas economias digital, verde e criativa.

    Na sequência, Flávio Bolsonaro questionou a situação econômica das famílias e citou os preços dos alimentos.

    “A sua vida melhorou ou piorou? A comida está mais cara ou está mais barata?”, perguntou Flávio Bolsonaro.

    O candidato afirmou que o resultado do primeiro turno, no qual terminou à frente de Lula, provocou queda nas taxas de juros futuros.

    Flávio Bolsonaro também criticou o crescimento da dívida pública e atribuiu o aumento do endividamento ao que chamou de “gastança” do atual governo.

    Ele afirmou que pretende controlar os gastos para abrir espaço no Orçamento e disse que usaria os recursos tanto para reduzir a dívida pública quanto para ajudar famílias endividadas.

    O plano econômico do candidato prevê um ajuste fiscal com cortes de gastos, embora parte das medidas ainda não tenha sido detalhada.

    “Eu vou ajudar você a pagar a sua dívida. Eu vou ajudar o governo a pagar a própria dívida”, afirmou.

    O candidato encerrou a resposta dizendo que pretende combater a corrupção e afirmou que tirar Lula da Presidência seria “o primeiro passo” para controlar o Orçamento.

    Confronto direto

    No primeiro confronto direto, Lula questionou Flávio Bolsonaro sobre um voto dado pelo então deputado estadual, em 2009, contra a ampliação da licença-maternidade de servidoras.

    Flávio afirmou que não tem “absolutamente nada contra as mulheres”, mas não explicou o voto.

    Em seguida, Flávio questionou Lula sobre a empresária e lobista Roberta Luchsinger e sobre investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.

    Roberta e Fábio Luís são investigados em três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) que apuram suspeitas de tráfico de influência em órgãos federais para beneficiar empresários. Roberta nega irregularidades e afirma que sua relação com Lulinha é de amizade.

    Em nota divulgada no sábado (17), o Palácio do Planalto afirmou que Lula nunca teve interlocução com Roberta, nunca recebeu demandas dela e não tem conhecimento das supostas tratativas mencionadas pela empresária. Disse ainda que não existe contrato do governo federal com Roberta.

    O embate passou então para acusações de corrupção.

    Flávio citou o esquema de descontos indevidos em benefícios do INSS e acusou o governo Lula de não proteger os aposentados.

    Lula afirmou que o esquema foi descoberto e combatido em seu governo. A Polícia Federal indiciou 48 pessoas na primeira investigação sobre as fraudes.

    Lula também cobrou explicações de Flávio sobre o pedido de R$ 134 milhões feito ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    A Polícia Federal investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção no financiamento do filme.

    Flávio é investigado no inquérito. Na sexta-feira (16), a PF pediu ao ministro André Mendonça, do STF, mais 90 dias para a investigação.

    Em entrevista à TV Globo também na sexta, Flávio afirmou que o contrato de R$ 134 milhões “não foi cumprido”. O senador nega irregularidades.

    Na sequência, Flávio Bolsonaro voltou à economia, criticou os juros e acusou o presidente de usar o Bolsa Família com objetivo eleitoral.

    Lula, por sua vez, retomou a segurança pública e questionou o adversário sobre posições relacionadas à política de armas e a casos de violência no Rio de Janeiro.

    Lula também questionou Flávio sobre o fim da escala 6x1 e perguntou se o adversário pretendia propor mudanças na medida. Flávio afirmou que não. O candidato do PL votou a favor do fim da escala 6x1 no Senado, depois de ter se posicionado contra a proposta.

    Na reta final do confronto, Lula questionou Flávio sobre sua proximidade com o presidente da Argentina, Javier Milei, e perguntou se pretendia adotar no Brasil o modelo econômico argentino. Flávio não respondeu diretamente e afirmou que governos de direita precisam “consertar” problemas deixados por governos de esquerda.

    Flávio afirmou ainda que pretende fazer um “tesouraço” na corrupção do governo Lula.

    ➡️Segundo bloco

    1) Saúde

    O segundo bloco começou com uma pergunta sobre saúde. Os candidatos foram questionados sobre as filas para consultas com especialistas, exames e cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS), além do financiamento necessário para ampliar o atendimento.

    Primeiro a responder, Flávio Bolsonaro afirmou que pretende criar um prontuário eletrônico único, com informações das redes municipal, estadual, federal e privada integradas pelo CPF.

    O candidato também defendeu o uso de telemedicina, tecnologia e inteligência artificial para agilizar o atendimento.

    Flávio disse ainda que pretende levar ao SUS o que chamou de “padrão Einstein” e voltou a afirmar que, se eleito, escolherá o médico Claudio Luiz Lottenberg para comandar o Ministério da Saúde.

    Na sequência, Lula criticou a gestão da saúde no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid e questionou se a proposta de Flávio significaria privatizar o SUS.

    O presidente afirmou que seu governo trabalha para recuperar o sistema público de saúde e criticou a escolha de Claudio Luiz Lottenberg.

    Lula disse que o adversário não conhece a saúde pública e cobrou a escolha de pessoas com experiência no setor.

    2) Saída temporária de presos

    No confronto direto do segundo bloco, Flávio Bolsonaro questionou Lula sobre a saída temporária de presos.

    O candidato citou dois crimes cometidos por detentos beneficiados pela medida e perguntou se Lula era favorável à manutenção do benefício.

    Lula defendeu a saída temporária para presos com bom comportamento como instrumento de ressocialização, mas afirmou que pessoas que cometeram crimes violentos não devem receber o benefício. O presidente disse que o sistema prisional deve buscar recuperar os presos.

    Na sequência, Flávio voltou ao tema da escala 6x1 e afirmou que mudou de posição após ouvir trabalhadores durante a campanha.

    Lula respondeu com críticas ao histórico profissional do adversário e disse que pretende continuar aumentando o salário mínimo acima da inflação.

    3) Saúde volta ao confronto

    Na segunda pergunta do confronto, Lula voltou ao tema da saúde e criticou novamente a gestão do governo Bolsonaro durante a pandemia.

    O presidente defendeu o SUS e citou a ampliação do número de médicos e medidas para reduzir o tempo entre diagnóstico e tratamento de câncer.

    Flávio reconheceu que a saúde não foi uma área em que o governo de Jair Bolsonaro teve “o melhor resultado”, atribuiu parte das dificuldades à pandemia e afirmou que o ex-presidente “deu o seu melhor”.

    Em seguida, voltou a falar de economia e apresentou uma proposta para renegociação de dívidas de pessoas e empresas.

    ➡️Terceiro bloco

    1) Produtividade

    O terceiro bloco começou com uma pergunta sobre a baixa produtividade da economia brasileira e as medidas que os candidatos pretendem adotar para aumentar a produção e a renda no país.

    Primeiro a responder, Lula afirmou que o aumento da produtividade depende de investimentos das empresas em inovação.

    O presidente citou a Nova Indústria Brasil e defendeu investimentos em economia digital, data centers, economia criativa e economia verde, além da formação de profissionais em áreas como engenharia e matemática.

    Flávio afirmou que pretende tratar a internet como infraestrutura e conectar escolas, hospitais e aldeias indígenas.

    Disse ainda que pretende criar uma plataforma que conecte trabalhadores às áreas de recursos humanos de empresas, além de oferecer capacitação e financiamento por meio da Caixa para pessoas que queiram abrir o próprio negócio.

    2) Estados Unidos e terras raras

    No confronto direto, Lula questionou Flávio sobre sua relação com os Estados Unidos e perguntou se, em um eventual governo, o candidato entregaria a exploração de terras raras brasileiras aos americanos.

    Flávio negou ter atuado para que empresas brasileiras fossem atingidas por tarifas americanas e afirmou que foi aos Estados Unidos para defender empresas e produtos brasileiros.

    Lula insistiu no tema e acusou a família Bolsonaro de subordinação aos interesses americanos. Na sequência, propôs que os dois candidatos abram suas contas bancárias e seus sigilos telefônicos para análise antes da eleição.

    Flávio afirmou não ter “absolutamente nada a esconder” e defendeu cooperação entre países das Américas contra organizações criminosas e maior atuação das Forças Armadas nas fronteiras.

    3) Maioridade penal e segurança pública

    Na última rodada do confronto, Flávio defendeu a castração química de estupradores, a redução da maioridade penal e o endurecimento das penas para crimes como roubo de celular.

    Flávio apoia uma emenda apresentada pela oposição à PEC da Segurança que prevê reduzir a maioridade penal para 16 anos na maioria dos crimes e para 14 anos em casos específicos. O senador também assina a proposta.

    Lula também passou a defender, nesta reta final da campanha, a redução da maioridade penal para 16 anos nos casos de crimes hediondos. O presidente explicitou essa posição na quinta (15), em entrevista à TV Globo.

    Lula respondeu citando medidas de seu governo relacionadas ao bloqueio de celulares roubados e voltou à economia.

    O presidente defendeu políticas de crédito e renegociação de dívidas e afirmou que o crescimento econômico é a melhor maneira de reduzir o peso da dívida pública. Também citou políticas de educação e inclusão.

    Ao fim do confronto, Lula repetiu o desafio para que Flávio abra suas contas bancárias e o conteúdo de seu celular.

    Considerações finais

    Lula foi o primeiro a fazer as considerações finais. No início, houve interrupções, e os mediadores pediram a Flávio e à plateia que permitissem que o presidente falasse.

    Lula agradeceu aos apoiadores e defendeu a continuidade de seu governo. Disse que o Brasil está preparado para crescer mais e citou como prioridades a recuperação da indústria. Também criticou privatizações e defendeu estatais “fortes e produtivas”.

    Flávio afirmou, nas considerações finais, que não fará promessas que não puder cumprir e voltou a defender a criação do Ministério da Prosperidade e suas propostas para a segurança pública. Disse que pretende colocar o cidadão no “centro do governo” e pediu votos para o segundo turno.

    Após as duas falas, os mediadores encerraram o primeiro debate do segundo turno.

    Disputa apertada

    O debate ocorreu em meio a uma disputa apertada pela Presidência. Pesquisa Datafolha divulgada na quinta (15) mostrou Flávio Bolsonaro com 47% das intenções de voto e Lula com 45%.

    Já levantamento Quaest divulgado na quarta (14) apontou Flávio com 46% e Lula com 44%. Nos dois casos, os candidatos estão tecnicamente empatados.

    No primeiro turno, Flávio terminou à frente, com cerca de 2,2 milhões de votos a mais que Lula, uma diferença de 1,87 ponto percentual.

    Na reta final da campanha, as duas candidaturas apostam nos próximos debates e na mobilização nas ruas para conquistar votos.

    A campanha de Lula pretende destacar medidas de apelo popular, enquanto aliados de Flávio planejam intensificar as respostas aos ataques do presidente e dar mais espaço às propostas do senador.

    Presença dos candidatos

    A participação de Flávio Bolsonaro chegou a ficar em dúvida. Na terça-feira (13), o senador afirmou que não compareceria ao debate. No dia seguinte, porém, anunciou que participaria depois de Lula confirmar presença.

    “Bastou eu falar que não ia no debate, para você [Lula], no minuto seguinte, falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou Flávio na ocasião.

    Lula já havia confirmado que participaria e, em uma publicação nas redes sociais, disse esperar que Flávio comparecesse.

    Como foi o debate

    O debate foi dividido em três blocos, com perguntas dos apresentadores e momentos de confronto direto entre Lula e Flávio.

    No primeiro bloco, os apresentadores fizeram perguntas aos candidatos e, na sequência, os dois participaram de um confronto direto.

    No segundo bloco, os candidatos responderam a uma pergunta dos apresentadores e depois fizeram perguntas diretamente um ao outro.

    O terceiro bloco seguiu a mesma dinâmica e terminou com as considerações finais dos candidatos.

    A mediação foi dos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo. Também participaram jornalistas do Grupo Bandeirantes e de um pool de veículos formado por TV Gazeta, TV Cultura, Jovem Pan e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.

    Chegada dos candidatos

    Flávio Bolsonaro foi o primeiro candidato a chegar aos estúdios do Grupo Bandeirantes, por volta das 19h26.

    Na entrada, afirmou que esperava pelo confronto direto com Luiz Inácio Lula da Silva desde o primeiro turno e disse que pretendia usar o debate para apresentar suas propostas.

    O candidato também acusou a campanha do PT de mentir e afirmou que pretendia “esfregar algumas verdades na cara dele”, em referência ao presidente.

    Luiz Inácio Lula da Silva chegou depois à sede da Band. Ao falar com jornalistas, disse esperar um debate que esclareça à sociedade as propostas de cada candidato para o país.

    “Espero que o debate seja uma aula de civilidade”, afirmou Lula. Segundo o presidente, a sociedade está cansada de provocações. “Eu vim para discutir o Brasil.”

     

    g1
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    Evangelho (Lc 12,8-12)

    - Aleluia, Aleluia, Aleluia.

    - O Espírito Santo, a verdade, de mim irá testemunhar; e vós minhas testemunhas sereis em todo lugar.

    Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

    - Glória a vós, Senhor.

    Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 8 "Todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, o Filho do Homem também dará testemunho dele diante dos anjos de Deus. 9 Mas aquele que me renegar diante dos homens, será negado diante dos anjos de Deus. 10 Todo aquele que disser alguma coisa contra o Filho do Homem será perdoado. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado. 11 Quando vos conduzirem diante das sinagogas, magistrados e autoridades, não fiqueis preocupados como ou com que vos defendereis, ou com o que direis. 12 Pois nessa hora o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer".

    — Palavra da Salvação.

    — Glória a vós, Senhor.

     

    Canção Nova
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    17 de Outubro - sábado

    A NOBREZA DO AMOR! - Globo

    Dona Menina diz a Caetana que os destinos de Alika e Tonho sempre foram cruzados. Todos em Barro Preto lamentam a situação de Alika e Niara. Mundica se emociona com os elogios de Teresa. Omar pede que Miguel aceite seu amor por Salma. Alika enfrenta Jendal. Mirinho culpa Virgínia pelo afastamento de Alika. Binta organiza a guerra em Batanga e ordena o recrutamento de mulheres, idosos e crianças. Dona Menina visita Alika. Caetana dá o amuleto de Shaka para Tonho. Viriato se revolta ao ver Jendal levando Alika. Fortunato é obrigado a libertar Tonho e Omar. Jendal parte de Barro Preto com Alika, sem saber que é perseguido por Tonho e Omar. 

    POR VOCÊ - Globo

    Glorinha desabafa com Bela e as duas conversam sobre confiança e autoestima. Vitor confronta Leandra sobre a desaprovação de Vanessa ao noivado dos dois. Durante uma reunião de responsáveis na escola sobre o bullying com Glorinha, Lucas é acusado de defender Bela. A obstetra pede um tempo de seu relacionamento com Lucas. Margô faz novos exames e comenta com Sílvia. Toy se encanta por Lia. Margô sugere um projeto social na escola de dança de Sílvia. Vanessa se incomoda com a proximidade entre Junqueira e Giovana. Clemente impede que Próspero e Melinda fiquem juntos. Lucas visita Bela e se surpreende ao ver Gabriel em sua casa.

    QUEM AMA CUIDA - Globo

    Adriana afirma que estará ao lado de Heitor. Mau Mau despista Felipe quando o rapaz pensa em conhecer sua família. Rafael diz a Ingrid que Andréa está decidida a não voltar para ele. Fernando desabafa com Edvaldo. André conta a Pedro e a Adriana o que descobriu sobre Diná. Brigitte decide sair de casa e morar com Ulisses. Iuri revela a Pedro e Adriana que Pilar e Tom estão tendo um caso. Heitor visita a lápide de Arthur e promete descobrir quem matou o pai. Adriana anuncia a presença de Heitor na reunião sobre a auditoria com a família Brandão.

     

    Gshow
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    Horóscopo do dia

    • Áries 21 Mar - 19 Abr

      A Lua crescente indica oportunidades e disposição para o signo de áries em objetivos profissionais. Nas relações, vale investir em planos compartilhados. A tensão com Saturno e o Sol pede ética e moderação, evitando o individualismo excessivo.
    • Touro 20 Abr - 20 Mai

      O signo de touro pode se sentir idealista, buscando vivenciar sonhos e criar oportunidades. É importante ter perseverança, mas evitar expectativas irreais com a tensão de Saturno e o Sol. Há espaço para reflexões e amadurecimento.
    • Gêmeos 21 Mai - 20 Jun

      A Lua crescente eleva a carga emocional do signo de Gêmeos, impulsionando o usufruto de prazeres introspectivos. Valorize sua privacidade, mas evite o isolamento nas relações. Há espaço para equilibrar o espaço individual e a presença afetiva.
    • Câncer 21 Jun - 22 Jul

      Para o signo de câncer, as demandas interpessoais se intensificam, com disposição para cuidar das pessoas queridas. Nas relações, é fundamental não absorver responsabilidades alheias. Vale ter limites claros e saber dizer não quando preciso.
    • Leão 23 Jul - 22 Ago

      A Lua crescente eleva o comprometimento do signo de leão com as rotinas, aumentando a produtividade. Contudo, a tensão lunar com Saturno e o Sol pede senso de limite. É um bom momento para exercitar a diplomacia no diálogo.
    • Virgem 23 Ago - 22 Set

      O céu indica um meio social convidativo para o signo de virgem, com prazer e fruição. Nas decisões, vale ter mais responsabilidade, especialmente na gestão financeira.
    • Libra 23 Set - 22 Out

      O envolvimento na rotina doméstica se intensifica para o signo de libra, favorecendo trocas afetivas. Os desafios no lar podem exigir planejamento e senso crítico. É um momento para organizar a vida compartilhada.
    • Escorpião 23 Out - 21 Nov

      O signo de escorpião pode ter o intercâmbio de ideias ampliado, com desejo de compreender melhor. É um bom momento para conversas e trocas significativas nas relações. Seja diplomático em temas delicados, evitando posturas inflexíveis.
    • Sagitário 22 Nov - 21 Dez

      As questões práticas demandam maior envolvimento do signo de sagitário, com espaço para soluções criativas. É preciso buscar acordos sobre responsabilidades, evitando imposições. Nas relações, organize recursos e evite decisões unilaterais.
    • Capricórnio 22 Dez - 19 Jan

      O signo de capricórnio pode sentir mais perseverança com a Lua crescente, auxiliando na gestão de demandas. A tensão com Saturno e o Sol pode elevar o estresse. Vale moderar as responsabilidades e valorizar as pausas e o carinho.
    • Aquário 20 Jan - 18 Fev

      O signo de aquário enfrenta dificuldades que pedem resiliência e foco no aprendizado. Vale evitar o pessimismo e buscar amadurecimento com os desafios, especialmente nas relações.
    • Peixes 19 Fev - 20 Mar

      A Lua crescente ativa a força interior do signo de peixes perto de quem confia. É importante valorizar a privacidade e evitar se deixar dominar por personalidades fortes. A tensão com Saturno e o Sol pede limites saudáveis nas relações.


    F5
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    Uma escola para o bom senso

    Não fica bem viver de saudades, mas sim de esperanças. Porém, é bom olhar para o passado para entendermos um pouco melhor o presente. Num passado recente, aprendia-se a viver numa sociedade simples onde as escolas do bom senso eram poucas e bem determinadas: a família, a Igreja e a escola. Neste ambiente, as instâncias de influência na formação, falavam a mesma linguagem, passavam critérios de discernimento para o bom senso das opiniões, decisões e atitudes.

    Em nossos dias, a nova socialização ampliou as escolas do comportamento e das decisões humanas. A família, a Igreja e a escola reduziram ao mínimo seu poder de persuasão, no que se refere a valores de vida e sua autoridade educativa. Outras escolas passaram a ensinar e condicionar comportamentos e decisões: os meios de comunicação social, as redes sociais, as amizades, a mentalidade competitiva do mercado, a sociedade de consumo, os poderes econômicos e os grupos políticos etc.

    Os critérios do bom senso e os valores que garantem relações justas e humanas, estão envoltos em névoa espessa na mente das multidões. Rotula-se com facilidade o “errado” como certo e o “certo” como errado. A justa medida passa por uma crise em todas as dimensões da vida pessoal e relacional. Não estamos aparelhados para indicar uma verdadeira escola de bom senso na sociedade atual, com suas crises e surpresas.

    Tudo o que é sólido parece continuar se desmanchando no ar. As instituições e estruturas continuam sendo fragilizadas. A insegurança nos invade, não somente ao nosso redor, mas também profundamente, dentro de nós. No entanto, continuamos acreditando que é neste ambiente tumultuado que ainda há lugar para uma escola do bom senso. Administrando as crises de nosso precioso tempo, vamos nos convencendo que ainda precisamos valorizar o que é fundamental.

    Nós cristãos, sabemos que o Mestre do bom senso, da justa medida e do jeito certo de opinar e decidir favoravelmente, é Jesus Cristo. Paulo ensina em sua primeira carta aos Coríntios 3,10-17 que Cristo é o único fundamento sobre o qual construímos com solidez e bom senso. Porém, cada um, com sua liberdade, precisa cuidar para não se enganar no material utilizado. Pode-se construir com ouro, prata, pedras preciosas, madeira ou feno. O tempo vai se encarregar de provar a obra de cada um. O fogo provará a verdade e a qualidade de nossas escolhas.

    Estamos em tempo oportuno para orar ao Pai, como filhos em tempos difíceis e atrapalhados critérios de bom senso: “Ó Deus, tornai claros todos aqueles pedaços de coração que estão na obscuridade; ordenai nossos confusos sentimentos; dai-nos a inquietação positiva para administrarmos nossas decisões e relacionamentos com bom senso e justa medida! Dai-nos vossa luz para ver, julgar e agir conforme a verdade que nos liberta, e assim nos tornemos pessoas luminosas e não obscuras”. Amém!

    Frei Luiz Turra, ‘No Coração da Vida’, Programas Radiofônicos Vol. 03.

     

    Comece o Dia Feliz
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    Eventos históricos

    1456: Universidade de Greifswald
    1717: Encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida
    2003: Taipei 101

     

    Wikipédia
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    Santo Inácio de Antioquia, o bispo perseguido e jogado às feras

    Origens 

    Descendente de uma família pagã, não romana, Inácio converteu-se ao cristianismo em idade avançada, graças à pregação de São João Evangelista, que havia passado por aquelas terras. Santo Inácio foi o terceiro bispo de Antioquia, na Síria, cidade que foi a terceira metrópole do mundo antigo — depois de Roma e Alexandria, no Egito —, e da qual o próprio São Pedro foi o primeiro bispo.

    Os seguidores da sua Igreja o definiam como um cristão “fogoso”, segundo a etimologia do seu nome. 

    Santo Inácio de Antioquia era um Bispo forte, um pastor de zelo ardente

    Perseguição do Imperador Trajano

    Durante o seu episcopado, começou a terrível perseguição do imperador Trajano, da qual também o Bispo foi vítima por não querer negar sua fé em Cristo. Por isso, foi preso e transportado acorrentado para Roma. Assim, começou a sua longa viagem, rumo ao patíbulo, durante a qual foi torturado pelos guardas, até chegar ao seu destino final.

    Páscoa 

    Preso e condenado, Inácio foi conduzido acorrentado, de Antioquia à Roma, onde se organizavam festas em homenagem ao imperador; e os cristãos serviam de espetáculo, no circo. No Coliseu, seu corpo foi despedaçado pelas feras, durante as celebrações da vitória do imperador na Dácia, no ano 107.

    Sete Cartas 

    Durante sua viagem de Antioquia à Roma, Santo Inácio escreveu sete cartas. Nestas cartas, o Bispo enviado à morte recomendava aos fiéis que fugissem do pecado; para se proteger contra os erros dos gnósticos; sobretudo para manter a unidade da Igreja.

    As sete lindas cartas que constituem um documento inimitável da vida da Igreja na época 

    As Primeiras Cartas 

    Ao chegar à Esmirna, escreveu as quatro primeiras cartas, três das quais dirigidas às comunidades da Ásia Menor: aos Efésios, Magnésios e Trálios. Nelas, ele expressa a sua gratidão pelas muitas demonstrações de carinho. 

    Quarta Carta

    A quarta carta, ao invés, foi dirigida à Igreja de Roma, na qual faz um apelo aos fiéis para não impedirem seu martírio, do qual se sentia honrado, pela possibilidade de percorrer o caminho e a Paixão de Jesus.

    Três últimas cartas 

    De passagem por Trôade, Inácio escreveu outras três cartas: à Igreja da Filadélfia, de Esmirna e ao seu Bispo, Policarpo. Em suas missivas, pedia a solidariedade espiritual dos fiéis com a Igreja de Antioquia, que passava pelas provações do eminente destino do seu pastor; ao Bispo Policarpo, ofereceu interessantes diretrizes de como cumprir a sua função episcopal.

    Cartas que declararam o seu amor ao Cristo e à Sua Igreja

    Ele escreveu também páginas de verdadeiras e próprias declarações de amor a Cristo e a Sua Igreja, que, pela primeira vez, foi chamada “católica”; testemunhos do conceito tripartido do ministério cristão entre Bispos, presbíteros e diáconos; e ainda diretrizes para combater a heresia do Docetismo, que acreditava na Encarnação do Filho apenas como aparência e não real.

    Enfim, através das cartas de Inácio, percebemos seu desejo, quase como uma súplica ardorosa, de que os fiéis mantivessem a Igreja unida, contra tudo e contra todos.

    Minha oração

    “Querido Inácio, pela tua valentia, soubeste doar a tua vida em favor do Evangelho, reconhecendo que seu sangue seria semente de novos cristãos, zelai pela Igreja e seus representantes, para que tenham a mesma doação e coragem sua. Amém!”

    Santo Inácio de Antioquia , rogai por nós!

     

    Canção Nova
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    Uma ala da campanha à Presidência de Flávio Bolsonaro considera que há espaço para melhorar o desempenho eleitoral do candidato em Alagoas. O estado é o berço político do vice na chapa, Alfredo Gaspar. A avaliação leva em consideração a derrota nas urnas de aliados do PT.

    No primeiro turno, Lula recebeu 54,73% dos votos no estado, enquanto Flávio ficou com 40,45%.

    A família Calheiros saiu do primeiro turno sem sucesso. O senador Renan, do MDB, não foi reeleito. E o filho, também senador, disputou o governo, mas não chegou ao segundo turno. O desfecho foi de vitória do rival, JHC (PSDB).

    O governador eleito tem se mantido neutro na segunda fase da disputa, seguindo a estratégia adotada pela legenda a nível nacional no segundo turno. Apesar do cenário, há expectativa de que o apoio a Flávio anunciado por Arthur Lira no segundo turno possa pesar na balança. O político foi o mais votado ao Senado e recebeu, em número totais de votos, mais apoio que o próprio JHC.

     
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    O movimento em defesa da redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos pode ser um dos trunfos da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reta final da eleição para conseguir dialogar com eleitores preocupados com a segurança pública, segundo especialistas ouvidos pelo R7.

    A emenda apresentada pelo líder do PT no Senado e um dos coordenadores da campanha de Lula, Camilo Santana (CE), bagunçou o cronograma da PEC da Segurança Pública, que tinha expectativa de ser aprovada na quinta-feira (15), mas acena para o eleitorado.

    Segundo o cientista político Bhreno Vieira, a segurança pública está entre as principais preocupações dos brasileiros. Ao defender a redução da maioridade penal, uma bandeira historicamente associada à direita, o governo tenta disputar com a oposição um tema de forte apelo popular.

    “O governo está sinalizando ‘também consigo pautar e debater esse assunto’, e isso é muito positivo, porque é uma estratégia para capturar e se apropriar do discurso”, explica.

    Alinhamento

    Na quinta-feira (15), Camilo apresentou uma emenda à PEC da Segurança Pública para reduzir de 18 para 16 anos a maioridade penal em casos de crimes hediondos, como mostrou o R7 Planalto. A iniciativa foi uma resposta à proposta do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que defende a redução para 16 anos em geral e para 14 anos.

    A falta de acordo sobre as emendas levou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), a retirar a PEC da pauta. A votação depende de um entendimento entre os senadores.

    No mesmo dia, Lula afirmou ser avorável à redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, mas defendeu que a discussão ocorra fora da PEC da Segurança Pública.

    “[Em] todo e qualquer crime hediondo, sou favorável a reduzir a maioridade para 16 anos, mas não discutindo nessa PEC, porque ela não é para isso. Eu acho que a sociedade brasileira inteira é favorável à punição de qualquer crime hediondo”, afirmou o presidente.

    Para Bhreno Vieira, por mais que o impasse atrase uma possível aprovação da PEC, as duas coisas juntas mostram um alinhamento entre discurso e ação do candidato e seu entorno.

    “A preocupação que o governo está tendo é ter o discurso afinado com a prática. Não ficar apenas na narrativa. E isso demonstrou um grau de credibilidade. Existe um alinhamento entre essas duas figuras, porque o senador não iria propor algo nesse momento se não tivesse um alinhamento com os interesses do Planalto”, avalia.

    O cientista e estrategista político Bruno Soller considera que a redução da maioridade penal tem mais apelo popular do que a criação de um Ministério da Segurança Pública, outra promessa de Lula. A instalação da pasta depende da aprovação da PEC, que prevê mudanças na organização da segurança pública no país.

    Pesquisa do Real Time Big Data divulgada em maio mostrou que 90% dos entrevistados eram favoráveis à redução da maioridade penal para 16 anos. “Ministério da Segurança Pública não diz nada à maioria da população. É mais uma medida burocrática do que finalística. A redução da maioridade é um dos poucos pontos de consenso entre o eleitorado brasileiro”, afirma Soller.

    Para o estrategista, a poucos dias do segundo turno, vale a pena o risco de desagradar parte do eleitorado, já que dificilmente quem é de esquerda vai mudar o voto. “Este eleitorado de esquerda mais ideológico, por mais contrariado que fique com a proposta, não deixará de votar em Lula para migrar para Flávio, ou mesmo anular voto beneficiando o adversário diretamente”, afirma.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a Casa vai implementar imediatamente as novas regras da jornada de trabalho da emenda à Constituição promulgada hoje, que acaba com a escala 6x1 e reduz a carga máxima de 44 para 40 horas semanais. Em vídeo para as redes sociais, Motta lembrou que a emenda permite até um ano para a adequação dos contratos de trabalho, mas disse que a Câmara já vai realizar os ajustes a partir da próxima semana.

    "Serão beneficiados os cerca de 1.700 trabalhadores e trabalhadoras terceirizados que estão na escala 6x1. Pessoas que cuidam todos os dias desta Casa e ajudam a Câmara a funcionar. Entre elas, estão mais de 600 mulheres. Para muitas, o trabalho continua depois do expediente, com as responsabilidades de casa e da família. Esse tempo faz toda a diferença. Tempo para descansar, cuidar da saúde, estudar, estar com os filhos e realizar seus próprios projetos", afirmou.

    "É uma reforma na qualidade de vida dos brasileiros. Tenho muita honra e felicidade de presidir a Câmara neste momento histórico, em que damos esse passo a favor de vida mais digna para a classe trabalhadora do Brasil", ressaltou Motta.

     

    Agência Câmara
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