O dólar opera em alta nesta segunda-feira (13), chegando a bater R$ 4 diante da aversão ao risco no exterior, com uma escalada das tensões entre China e Estados Unidos após o governo do país asiático anunciar plano de retaliar o aumento tarifário norte-americano.
Às 15h42, a moeda norte-americana subia 0,81%, vendida a R$ 3,9772. Na máxima do dia, o dólar bateu R$ 4,0047.
A guerra comercial também afetava a Bolsa de São Paulo - a queda chegou a passar de 2%.
Na sexta-feira, a moeda norte-americana recuou 0,17%, vendida a R$ 3,9452. Na semana passada, no entanto, o dólar teve leve avanço de 0,16%. No ano, acumula alta de 1,83%.
Guerra comercial
A China anunciou na manhã desta segunda que planeja elevar de 5% a 25% as tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos importados dos EUA, com a taxa entrando em vigor em 1º de junho.
A medida anunciada pelos chineses aumenta as dúvidas em relação a um possível acordo comercial com os Estados Unidos, já que nenhum dos países parece disposto a ceder.
Além da elevação das tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que o representante de comércio do país, Robert Lighthizer, comece a estabelecer tarifas sobre as demais importações chinesas, o que inclui cerca de outros US$ 300 bilhões em produtos.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês havia afirmando mais cedo que a o país nunca vai se render à pressão externa.
A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo também influenciou os mercados na sexta-feira, quando os Estados Unidos elevaram as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses depois que Trump disse que o governo da China "quebrou o acordo" ao voltar atrás em compromissos anteriores feitos durante meses de negociações.
Cenário local
O mercado segue monitorando avanços na tramitação da Previdência, que atualmente se encontra na comissão especial da Câmara dos Deputados, e o noticiário político em geral.
No domingo, o presidente Jair Bolsonaro prometeu corrigir a tabela do Imposto de Renda pela inflação neste ano, um dia depois de dizer que é preciso aprovar a reforma da Previdência "sem tantas modificações para que o mercado ganhe a confiança no Brasil". Mas, segundo o Blog do Camarotti, a equipe econômica não vê espaço fiscal para correção, e indica impacto nas contas públicas de R$ 50 bilhões no próximo ano com essa medida.
O Banco Central vendeu nesta segunda-feira todos os 5,05 mil swaps cambiais tradicionais ofertados em leilão para rolagem do vencimento julho. Em oito operações, o BC já rolou US$ 2,020 bilhões, de um total de US$ 10,089 bilhões a expirar em julho. O estoque de swaps do BC no mercado é de US$ 68,863 bilhões.
G1
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Os passageiros que voarem a partir desta segunda-feira (13) dos aeroportos de Santa Genoveva (Goiânia), Salgado Filho (Porto Alegre), Congonhas (São Paulo),Galeão (Rio de Janeiro) e Santos Dumont (Rio de Janeiro), terão que prestar mais atenção ao tamanho da bagagem de mão. Nesses terminais, as bagagens que estiverem acima do tamanho padrão (veja as regras ao final da reportagem) terão que ser despachadas.
A medida já estava em vigor nos aeroportos Juscelino Kubitschek (Brasília), Afonso Pena (Curitiba), Viracopos (Campinas/SP), Aluízio Alves (Natal), Confins (Belo Horizonte), Pinto Martins (Fortaleza), Guararapes (Recife) e Val-de-Cans (Belém).
Em outros dois terminais, o Luis Eduardo Magalhães, em Salvador, e o Internacional de São Paulo, em Guarulhos, as aéreas estão orientando os passageiros sobre as normas em vigor. O despacho obrigatório, no entanto, ainda não está em vigor.
Nesses dois aeroportos, as bagagens de mão fora do padrão passarão a ser obrigatoriamente despachadas a partir de 23 de maio.
Tamanho permitido das bagagens
De acordo com a Abear, associação que reúne as aéreas brasileiras, o objetivo da medida é agilizar o fluxo dos clientes nas áreas de embarque e evitar atrasos.
Desde o início da cobrança pelas bagagens despachadas, muitos passageiros têm optado por levar apenas malas de mão – por vezes com dimensões excessivas –, causando transtornos na hora do embarque na aeronave.
Antes de entrar nas áreas de embarque, os passageiros terão que verificar se o tamanho e o peso das bagagens estão de acordo com os padrões definidos pelas companhias: 55 centímetros de altura, 35 centímetros de largura e 25 centímetros de profundidade, com até 10kg.
Nos aeroportos em fase de orientação, os passageiros serão informados sobre as regras em vigor. Nos terminais em que a triagem já tiver sido implementada, as bagagens que excederem o tamanho permitido terão que ser despachadas nos balcões de check-in das companhias aéreas, e estarão sujeitas a cobrança pelo serviço.
Nas três companhias participantes – Latam, Gol e Avianca Brasil – o valor da bagagem despachada varia entre R$ 59 e R$ 220. A Azul deixou a Abear no início deste mês.
Reclamações contra as empresas áreas podem ser feitas pelo site consumidor.gov.br
G1
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A Paraíba deve perder 80 médicos que atuam no estado pelo programa Mais Médicos, do governo federal. O levantamento, feito por Felipe Proença, tutor do Mais Médicos da UFPB, apontou que nove municípios devem perder médicos porque os contratos não vão ser renovados. João Pessoa, que é uma dessas cidades, deve perder 48 médicos.
Em nota enviada ao G1, o Ministério da Saúde não confirmou números de redução, mas destacou “que vem mantendo a renovação os profissionais no programa apenas em cidades mais vulneráveis, em geral pequenas, além dos distritos sanitários indígenas”.
Felipe Proença explicou que, de acordo com o estudo prévio feito por ele, a redução dos 80 médicos pelo programa deve afetar uma população estimada de 273.907 habitantes. O cálculo é feito com base na média de 3.450 pessoas atendidas por equipe de saúde da família.
“Desde o último edital eles deixaram de renovar a contratação de médicos em capitais e regiões metropolitanas. Isso tem um grande impacto na periferia de cidades grandes. Essas cidades podem até apresentar uma densidade maior de médicos, mas não conseguem profissionais para atenção básica na periferia”, comentou o tutor.
Ainda de acordo com o tutor do Mais Médicos, a saída dos médicos vai ser gradativa até o final de 2020. Cada um dos médicos que atualmente estão vinculados ao programa, mas que não vão ter seus contratos renovados, estão sendo notificados por email. Atualmente a Paraíba conta com 316 médicos pelo programa Mais Médicos.
Cidades da Paraíba que devem perder médicos no Mais Médicos
Cidades | Vagas autorizadas | Médicos que não terão contratos renovados | População afetada (estimativa) |
João Pessoa | 56 | 48 | 165.600 |
Cabedelo | 12 | 12 | 41.400 |
Bayeux | 8 | 7 | 24.150 |
Guarabira | 5 | 4 | 13.800 |
Boqueirão | 2 | 2 | 6.900 |
Caaporã | 2 | 2 | 6.900 |
Puxinanã | 2 | 2 | 6.900 |
Caturité | 2 | 2 | 4.807 |
Mamanguape | 2 | 1 | 3.450 |
Total | 91 | 80 | 273.907 |
Uma audiência pública foi realizada no dia 6 de maio deste ano na Assembleia Legislativa da Paraíba debater os impactos da saída dos profissionais do programa Mais Médicos. O debate foi proposto pela deputada Camila Toscano (PSDB).
"Se é para ter um corte, é para ser justificado. Nós temos que saber o porquê, como vai fazer e atender. E o mais grave é que a maioria dos médicos que está no programa atende a periferia, as pessoas mais pobres e carentes, onde há uma dificuldade imensa para que os médicos cheguem até esses locais", comentou a deputada.
Ministério da Saúde
O Ministério da Saúde informou por meio da nota que a “pasta também está trabalhando novas ações para reposição dos profissionais e a elaboração de um novo programa para ampliar os serviços de atenção básica à saúde”.
O MS publicou uma portaria em abril prorrogando para seis meses o prazo de pagamento da verba de custeio repassada às unidades básicas de saúde que perderam profissionais do Mais Médicos.
A regra anterior cortava o repasse para o posto se ele ficasse sem médico por mais do que dois meses. “Essas localidades que perderam profissionais do Mais Médicos poderão utilizar os recursos também para contratar seus próprios médicos”, informou em nota o MS.
G1 PB
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A partir de hoje (13) os pedidos de revisão de valor do benefício, de recursos e de cópia de processos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão ser feitos apenas pela internet, no Meu INSS, ou pelo telefone 135.
A estimativa do INSS é que atualmente esses serviços levem mais de 70 mil pessoas por mês às agências. Com as solicitações feitas pela internet ou telefone, o órgão espera melhorar o atendimento ao público e poupar trabalho e gastos aos cidadãos que precisam se descolar em busca de uma agência do órgão.
A mudança faz parte do projeto de transformação digital implantado pelo INSS para ampliar a oferta de serviços digitais.
Como acessar o Meu INSS
O Meu INSS é acessível por meio de computador ou celular. Para usar o serviço é preciso se cadastrar e obter uma senha no próprio site. Também é possível obter a senha no internet banking de instituições da rede credenciada que são Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa, Itaú, Mercantil do Brasil, Santander, Sicoob e Sicredi. Em caso de dúvida, basta ligar para o 135.
Para acessar os serviços de cópia de processo, revisão e recurso basta ir em Agendamentos/Requerimentos, escolher o requerimento ou clicar em Novo Requerimento, atualizar os dados caso seja pedido e, em seguida, escolher a opção Recurso e Revisão ou Processos e Documentos. Este último é para aqueles que buscam uma cópia de processo.
Agência Brasil
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Doze aeroportos brasileiros ficaram entre os 50 melhores do mundo, de acordo com o AirHelp Score 2019, 'ranking' internacional dos melhores aeroportos e companhias aéreas do mundo. Entre os 25 melhores, o Rio de Janeiro pontuou dois aeroportos: Santos Dumont, que ficou na 17ª colocação e o Internacional do Rio de Janeiro RioGaleão (25º classificado). A classificação é feita pela AirHelp, maior organização internacional dos direitos de passageiros aéreos.
"O Brasil foi o país que mais teve aeroportos entre os 50 melhores do mundo, com representação em quatro das cinco regiões do país: Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. A pontualidade é o índice em que os aeroportos brasileiros foram mais bem avaliados, sendo que 11 dos 12 aeroportos tiveram nota acima de oito. Em segundo lugar, vem a qualidade dos serviços e, por último, a qualidade do varejo, que leva em consideração opções de alimentação e lojas", disse Karin Herbsthofer, especialista em direitos dos passageiros da AirHelp. Ela acredita que uma melhora dos aeroportos do Brasil nesses critérios pode ajudar a elevar sua posição no 'ranking'.
De acordo com a pesquisa, divulgada ontem (9), o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR), obteve a quarta melhor colocação, com 8,37 pontos. Os três melhores aeroportos do mundo são o Aeroporto Internacional Hamad, do Catar, com 8,39 pontos, mesma pontuação do Aeroporto Internacional Tóquio Haneda, seguido pelo Aeroporto Internacional de Atenas, com 8,38 pontos. O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), ocupa a 10ª posição, com 8,25 pontos. O último aeroporto brasileiro listado foi o de Guarulhoo, que ocupa a 45ª posição, com um total de 7,76 pontos.
Lançado em 2015, o é considerado a avaliação mais abrangente e precisa de companhias aéreas e aeroportos. A partir daí, anualmente, a AirHelp produz um 'ranking' global dos aeroportos mais conhecidos do mundo. Este ano, foram analisados e classificados 132 aeroportos do mundo mais conhecidos e mais utilizados.
Metodologia
A metodologia considera três fatores para a pontuação dos terminais aeroviários. A pontualidade tem peso de 60%. Para elaborar o 'ranking' deste ano, foram analisados os voos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2018. Calculam-se quantos voos estavam no horário e, em seguida, esse número é expresso como uma porcentagem. Quanto maior a pontuação, maior a porcentagem de voos no horário em um dia normal. Por exemplo, uma pontuação de 8,5 significa que 85% dos voos estavam no horário.
Outro critério é a qualidade do serviço, com peso de 20%. Esse item foi perguntado a mais de 40 mil pessoas de 40 diferentes países, dos quais 2,5 mil eram brasileiras. Foi pedido aos viajantes que classificassem os aeroportos em termos de atendimento ao cliente; tempos de espera de segurança; e limpeza, utilizando uma escala de muito boa a muito ruim. A cada classificação foi dado um valor numérico (de 1 a 5). Somando essas classificações, os analistas chegaram a uma pontuação final. Quanto maior a pontuação, melhor o aeroporto em todos esses fatores de serviço.
O terceiro critério é o de varejo, que engloba alimentos e lojas e tem peso também de 20%. Os passageiros foram indagados sobre o que achavam dos aeroportos em termos de opções de compras e de alimentos. Novamente, eles classificaram cada um em uma escala de muito boa a muito ruim, dando a cada classificação um valor numérico (de 1 a 5), para depois fazer a pontuação final. Quanto maior a pontuação, melhores são consideradas essas instalações para o aeroporto. Para chegar ao 'ranking' final, são somados os três fatores, considerando porém que o desempenho em termos de pontualidade deve superar a importância do serviço e das instalações do aeroporto.
A AirHelp salientou que não é possível comparar o resultado da pesquisa com anos anteriores, porque a metodologia deste ano deu maior peso à questão da pontualidade, e isso impacta em alterações na pontuação.
Melhores companhias
A AirHelp avaliou também as 72 melhores companhias aéreas do mundo. A mais cotada foi a Qatar Airways, com pontuação 8,23, repetindo a posição do 'ranking' de 2018 devido à presteza no processamento de reclamações e à elevada pontualidade. American Airlines ficou na segunda posição, com 8,07 pontos, seguida pela Aeromexico, com igual pontuação.
Para esse 'ranking' de empresas, foram considerados três fatores: pontualidade dos voos segundo a base de dados da AirHelp, que avalia o horário de partida e chegada dos voos de todas as companhias aéreas; qualidade do serviço das companhias aéreas segundo avaliação de passageiros; e processamento de reclamações com base na eficiência para o atendimento a pedidos de indenização de clientes. Os três critérios têm o mesmo peso (33,33% da pontuação final).
As empresas brasileiras Azul Airlines e Gol Intelligent Airlines ficaram no 29º e no 58º lugares, respectivamente. Apesar da boa pontuação em termos de serviço e 'performance' de partida e chegada no horário, as duas companhias não receberam pontos positivos no atendimento a queixas de passageiros. A Azul recebeu nota 8,3 para qualidade do serviço, 8,4 para pontualidade, e apenas 5 para processamento de reclamações, enquanto a pontuação da Gol foi 8,1 (serviço), 7,8 (pontualidade), e 3,1 (processamento de reclamações).
Entre as piores companhias, estão Ryanair, Korean Air, EasyJet e Thomas Cook Airlines, consideradas n]ao amigáveis em relação aos passageiros.
Na avaliação do diretor presidente da AirHelp, Henrik Zillmer, as empresas aéreas que agradam mais aos passageiros são as que oferecem pontualidade acima da média. Segundo ele, "as companhias aéreas que colocam os passageiros em primeiro lugar e se responsabilizam pela execução das reclamações de indenização de forma rápida e sem problemas ganham a confiança dos clientes neste mercado altamente competitivo”.
Agência Brasil
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12 voos da Avianca que estavam programados para esta segunda-feira (13) e terça-feira (14) no Aeroporto Castro Pinto, na Região Metropolitana de João Pessoa, foram cancelados. De acordo com o site oficial da Avianca, em todo o Brasil foram programados 406 cancelamentos de viagens.
Os embarques e desembarques no Aeroporto Castro Pinto seriam para os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, Guarulhos, em São Paulo, e Brasília, no Distrito Federal.
A companhia aérea Avianca passa por uma recuperação judicial e desde que anunciou um plano de contingenciamento, tem cancelado sistematicamente a maioria de suas decolagens desde o mês de abril.
A lista de terminais com voos cancelados inclui Aracaju (SE), Belém (PA), Campo Grande (MS), Chapecó (SC), Confins (MG), Congonhas (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR), Galeão (RJ), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Juazeiro do Norte (CE), Maceió (AL), Natal (RN), Navegantes (SC), Petrolina (PE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Santos Dumont (RJ) e Vitória (ES).
Confira os voos afetados em João Pessoa:
ClickPB
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Uma operação conjunta constatou algumas irregularidades em postos de combustíveis durante fiscalização, na Paraíba. A ação aconteceu na última semana e fiscalizou 17 postos de combustíveis nos municípios de João Pessoa, Cabedelo, Bayeux, Santa Rita, Alhandra, Mamanguape e Campina Grande. Pelo menos quatro pessoas foram detidas, 11 autuações, pelo menos 4 notificações e três pontos de revenda de gás de cozinha interditados.
Irregularidades como a vazão no bico de bombas de postos de Gás Natural Veicular (GNV) muito acima da tolerância, passando pelo uso de maquinetas do tipo ‘POS’ sem a emissão de nota fiscal, chegando ao descumprimento de normas ambientais e de segurança básicas foram constatadas e divulgadas na madrugada desta segunda-feira (13).
Na Grande João Pessoa, em dois postos do município de Bayeux, foram apreendidas maquinetas do tipo ‘POS’ que não estavam emitindo nota fiscal e os estabelecimentos foram multados. Outros quatro estabelecimentos tiveram bicos de GNV (gás natural veicular) interditados e três pessoas foram conduzidas à delegacia por crime contra a ordem econômica. Foram detectadas irregularidades também relacionadas às normas ambientais, fiscais e de segurança.
O Imeq encontrou irregularidades na vazão de bombas de GNV em quatro postos de combustíveis fiscalizados. Na prática, o volume de combustível efetivamente entregue ao consumidor era menor do que a quantidade paga, gerando prejuízos aos clientes. Em um posto localizado no bairro do Geisel, em João Pessoa, por exemplo, a diferença na vazão dos bicos variou de 4% a 8%, quando o tolerável pela Portaria 32/1997 do Inmetro é uma diferença na vazão de 1% para mais ou para menos.
Já em um posto localizado no bairro do Cristo, foram encontradas irregularidades em três dos quatro bicos de abastecimento de GNV. Eles foram lacrados pelo Imeq e o gerente preso em flagrante. O Imeq também lacrou bicos de GNV em um posto localizado na Avenida Epitácio Pessoa, próximo ao Bairro dos Estados, e em um posto localizado no município de Alhandra.
Já a Sudema constatou irregularidades e autuou nove estabelecimentos. O Corpo de Bombeiros notificou quatro postos para que eles providenciem reparos e regularizem questões como instalações elétricas e brigadas de incêndio. A ANP fez a coleta de diesel S500 em um posto de combustível localizado em Mamanguape para análise em laboratório, pois o produto estava com aspecto turvo.
Operação em Campina Grande
Em Campina Grande, a operação foi realizada em cinco postos localizados nos bairros Liberdade, Universitário, Quarenta, Centenário e Ligeiro. Apenas em um posto de combustível foi encontrada irregularidade fiscal e a Secertaria da Receita lavrou auto de infração.
Outros três estabelecimentos foram autuados por problemas nas balanças de gás liquefeito de petróleo (GLP), também conhecido como gás de cozinha, sendo que um deles teve o espaço onde fica o produto interditado. O Corpo de Bombeiros também notificou um posto por irregularidades na altura dos extintores de incêndio. Já a ANP e o Imeq constataram que a qualidade e a quantidade dos combustíveis comercializados estão adequadas.
Revenda de gás de cozinha em Areia
A equipe de fiscalização de Campina Grande também realizou fiscalizações em seis pontos de revenda de gás de cozinha em postos de combustíveis e distribuidoras localizadas no município de Areia. Um deles já estava sem atividade; outro estava funcionando irregularmente, pois a inscrição já tinha sido cancelada junto à ANP.
Três pontos de revenda foram interditados, um por falta de credenciamento junto à ANP e dois por não atenderem às normas de segurança para comercialização do produto.
G1 PB
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As condições meteorológicas permanecem quase que inalteradas em relação aos últimos dias sobre o estado da Paraíba, com o céu variando entre parcialmente nublado a claro. No decorrer do dia, a nebulosidade fica variável podendo ocorrer chuvas passageiras e pontuais.
LITORAL
30ºMÁX
23ºMIN
NEBULOSIDADE VARIÁVEL. PODERÃO OCORRER CHUVAS PONTUAIS.
BREJO
28ºMÁX
21ºMIN
NEBULOSIDADE VARIÁVEL. PODERÃO OCORRER CHUVAS PONTUAIS.
AGRESTE
29ºMÁX
22ºMIN
NEBULOSIDADE VARIÁVEL. PODERÃO OCORRER CHUVAS PONTUAIS.
CARIRI/CURIMATAÚ
33ºMÁX
22ºMIN
CÉU PARCIALMENTE NUBLADO. PODERÃO OCORRER CHUVA DE FORMA LOCALIZADA.
SERTÃO
34ºMÁX
23ºMIN
CÉU PARCIALMENTE NUBLADO.
ALTO SERTÃO
34ºMÁX
22ºMIN
CÉU PARCIALMENTE NUBLADO.
AESA
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O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta segunda-feira (13) que levará na próxima semana ao presidente da China, Xi Jinping, uma “mensagem política” do presidente Jair Bolsonaro no sentido de reforçar a “parceria estratégica” do Brasil com o país asiático.
Mourão inicia na quinta-feira (16) uma viagem de uma semana e meia que passará por Líbano, China e Itália. O principal destino é a China, onde o vice-presidente terá compromissos em Pequim e Xangai, de acordo com sua assessoria.
Mourão representará o Brasil na reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) e terá, entre outros compromissos, uma audiência com Xi Jiping. O encontro com o presidente chinês está previsto para o dia 24.
Nesta segunda, o vice-presidente afirmou em entrevista a jornalistas que, além da reunião da comissão, uma das principais atividades na viagem é reforçar a importância da parceria com a China, principal parceiro comercial do Brasil.
“Nossas duas grandes atividades lá, fora a questão da reunião da comissão, é levar uma mensagem política do presidente Bolsonaro ao presidente Xi Jinping reforçando a parceria estratégica do Brasil e da China”, declarou.
A viagem ocorrerá no momento de tensão da guerra comercial entre China e Estados Unidos (EUA).
A China anunciou nesta segunda que planeja impor tarifas sobre US$ 60 bilhões em produtos americanos, depois que os EUA anunciaram uma elevação das tarifas em vigor sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses.
G1
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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou na manhã desta segunda-feira (13) que não colocou qualquer condição quando aceitou o convite para integrar a equipe ministerial do presidente Jair Bolsonaro.
A afirmação foi feita um dia depois de Bolsonaro dizer que firmou compromisso com Moro para indicá-lo para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) e que vai honrar o que foi acertado.
Moro não citou nominalmente o Supremo ao fazer o comentário.
"Ele [Bolsonaro] foi eleito, fez o convite publicamente, fui até a casa dele no Rio de Janeiro. Nós conversamos e nós, mais uma vez publicamente, eu não estabeleci nenhuma condição. Não vou receber convite para ser ministro e estabelecer condições sobre circunstâncias do futuro que não se pode controlar", afirmou o ministro, durante palestra em Curitiba na manhã desta segunda.
Após o evento, o ministro da Justiça foi perguntado se havia negociado uma vaga no STF com o presidente da República e se a aceitaria.
Moro se disse honrado, mas argumentou que "é algo que tem que ser discutido no futuro", pois não há vagas atualmente no Supremo – a próxima deve ser aberta em novembro do ano que vem, quando se aposentará, aos 75 anos, o decano da Corte, ministro Celso de Mello.
"Quando surgir a vaga lá na frente o presidente vai avaliar se ele vai realizar o convite para mim. Se ele formular o convite aí eu vou avaliar se eu vou aceitar", disse.
Convite de Bolsonaro
Na entrevista que deu neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que se comprometeu a indicar Moro para ocupar uma vaga no STF "porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura". “A primeira vaga que tiver, eu tenho esse compromisso com o Moro e, se Deus quiser, cumpriremos esse compromisso", disse Bolsonaro.
A indicação dos ministros do Supremo é de competência do presidente da República, mas o nome deve passar por sabatina no Senado.
"Obviamente ele teria que passar por uma sabatina no Senado. Eu sei que não lhe falta competência para se aprovado lá. Mas uma sabatina técnico-política, tá certo? Então, eu vou honrar esse compromisso com ele, caso ele queira ir para lá. Ele seria um grande aliado não do governo, mas dos interesses do nosso Brasil dentro do STF", declarou o presidente.
Ainda no ano passado, logo após a vitória nas urnas, Bolsonaro afirmou em entrevista ao Jornal Nacional que pensava em convidar Sérgio Moro para assumir vaga no STF.
Auditores fiscais
O ministro da Justiça criticou a emenda que limita a atuação dos auditores fiscais, aprovada na quinta-feira (9) pela comissão de deputados e senadores que avalia medida provisória da reforma administrativa do governo Bolsonaro.
O texto da emenda proíbe o auditor fiscal de comunicar ao Ministério Público indícios de crimes como é possível atualmente. Para entidades que representam a categoria, o veto pode ampliar a corrupção.
"Eu acho que não é a melhor medida essa proibição ao auditor fiscal que, por exemplo, em uma investigação tenha um contato com um caso envolvendo lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, pode ser crime de contrabando. Ele, ao meu ver, tem o dever de comunicar os fatos, e não é bom para a sociedade que ele seja impedido para tanto", afirmou Moro.
A emenda foi proposta pelo líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (AM), e acolhida pelo relator, senador Fernando Bezerra (MDB-PE). O dispositivo ainda precisa passar por votação nos plenários da Câmara do Senado.
Coaf
O texto da medida provisória da reforma administrativa também propõe a transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandando por Moro, para o Ministério da Economia, de Paulo Guedes.
Sobre a alteração, Sérgio Moro afirmou que a tendência é que o órgão de fiscalização de atividades financeiras seja "negligenciado" se mudar de ministério.
"A tendência é ele ficar negligenciado no Ministério da Fazenda ou da Economia. Na Justiça e Segurança Pública, nós reconhecemos o valor estratégico dele", afirmou.
Moro disse que não é uma questão pessoal com o ministro Paulo Guedes e que o esvaziamento do Coaf veio com o tempo. "O ministro da Economia tem uma gama de responsabilidades. Ele tem que pensar na taxa de juros, no crescimento econômico, agora essa questão da nova previdência. Mas com tantas preocupações macroeconômicas e mesmo microeconômicas, claro o Coaf acaba sendo uma das últimas preocupações", afirmou.
G1
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