Evangelho (Lc 11,27-28)
- Aleluia, Aleluia, Aleluia.
- Feliz quem ouve e observa a palavra de Deus!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.
- Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 27 enquanto Jesus falava, uma mulher levantou a voz no meio da multidão e lhe disse: "Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram". 28 Jesus respondeu: "Muito mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática".
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.
Canção Nova
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10 de Outubro - sexta-feira
A NOBREZA DO AMOR! - Globo
Omar atinge Jendal, e Tonho impede o turco antes do golpe fatal. Jendal ordena que seus guardas persigam Omar e Tonho, que conseguem fugir. Onildo é convocado para ajudar Jendal. Alika se irrita com a atitude impulsiva de Omar e afirma que o amigo estragou a fuga de todos. José/Zambi, Dumi e Kênia festejam os ganhos do movimento junto aos rebeldes de Batanga. Pascoal prende Zuri, e Gamba tenta tranquilizá-la. Mirinho explica a Manoel seu plano de salvar Alika de Jendal e fugir com ela. Salma pede notícias de Omar e seus amigos a Ana Maria. Severino diz a Mirinho que descobriu o esconderijo de Alika e Tonho.
POR VOCÊ - Globo
Bela acusa Nair de racismo e chama a polícia. Manoel revela que também sofre de doença renal e faz diálise há algum tempo. Gabriel, Guto, Nelma e Kátia apoiam a decisão de Bela de denunciar Nair. Vitor acolhe Bela. Vanessa questiona a atitude de Bela de chamar a polícia no hospital, e Giovana confronta a chefe. Glorinha marca um lanche com amigas da escola e elas furam sem avisá-la. Leandra e Toy se aproximam. Próspero se voluntaria para atuar ao lado de Melinda no hospital. Bela conta aos filhos de Juli sobre ocorrido no hospital, e os irmãos e Lucas a apoiam. Glorinha e Hanna desabafam sobre suas amizades. Margô percebe um nódulo em seu corpo. Lucas consola Bela. Vitor pede Leandra em casamento.
QUEM AMA CUIDA - Globo
Pilar ordena que Tom não falhe em sua missão. Joel percebe que Diná sentia inveja de Francesca ao conversar com ela sobre sua mãe. Otoniel se nega a conversar com Enéas. Mau Mau recebe flores de Fernando. Elenice se desespera ao perceber que Tom a trancou em casa. André aceita investigar o passado de Diná, a pedido de Pedro. Tom avisa a Pilar que instalou um rastreador no carro de Pedro. Iuri percebe que Pilar pode estar tramando algo e conta a Adriana. Elenice se recusa a ir à delegacia com Dafne para denunciar Tom. Tom e seus comparsas seguem o carro de Pedro.
Gshow
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Horóscopo do dia
F5
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Afirma-se com critérios objetivos que nós estamos atravessando agora uma “mudança de época”, não apenas época de mudanças rápidas e profundas, como nos afirmava o Concílio Vaticano II. Nossa tendência natural é a de nos acomodar no pequeno mundo de nossos costumes e práticas tradicionais. O ninho quente de nosso mundo pessoal, familiar, ou institucional nos puxa a garantir a segurança, dificultando alçar voos para novos horizontes. Acolher as mudanças é sempre um risco necessário para quem quer superar a mesmice.
O poeta, filósofo e historiador alemão Friedrich Von Schiller diz: “Quem nada arrisca, nada tem direito a esperar”. Popularmente também se diz: “Quem nunca arrisca por medo de errar, já errou por não arriscar”. É mais fácil fugir do que arriscar. Porém, este tipo de atitude é uma das formas de trair nossa condição humana e nossa missão como cristãos no mundo e na história.
Dizia o Cardeal Pirônio: “Quem não é capaz de arriscar a própria segurança humana, ainda não aprendeu a ser cristão”. Não se trata de embrenhar-se em loucas aventuras, nem desperdiçar a própria vida na busca fugaz e superficial de novidades. Trata-se de assumir a cruz pascal como fonte inesgotável do que é sempre novo no Cristo Ressuscitado: “Eu faço novas todas as coisas” (Ap 21,5).
Diante dos riscos e desafios dos tempos novos, há uma única resposta: a fidelidade ao nosso momento. Este é o único tempo colocado por Deus à nossa disposição. “Minha alma está perturbada. E que direi? ‘Pai, livra-me desta hora? Mas foi precisamente para esta hora que eu vim” (Jo 12,27). Dar-nos conta da nossa hora e desejar administrá-la com alegre responsabilidade, é garantir que nossa passagem pela história não é vã, nem de mais alguém, mas de uma pessoa que é única, intransferível, livre e responsável.
Nesta hora de “mudança de época”, a Igreja e o mundo, somos agraciados por uma pessoa cristã que veio “do fim do mundo” para testemunhar a coragem da fé: o Papa Francisco. Sem ficar lamentando a idade, nem fugindo da hora crítica que nos envolve, toma em seus ombros a missão de alavancar a “reconstrução da Igreja” que se vê ameaçada por ruínas.
Em seu primeiro pronunciamento aos Cardeais dizia: “Chega de pessimismo!”. Na abertura do Congresso da Diocese de Roma recordou que “alguns cristãos parecem devotos da deusa lamentação”. Acrescentava que “é necessário dar um testemunho forte e ir em frente, mas também suportar as coisas que não podem mudar”. No mesmo momento convocava os presentes a sair de si mesmo e ir ao encontro das pessoas onde estivessem, como o Bom Pastor que arrisca deixar as noventa e nove ovelhas para procurar a perdida.
Prosseguindo seu pronunciamento e referindo-se ao momento da Igreja, o Papa Francisco afirmou: Hoje, “queridos irmãos, temos uma ovelha e noventa e nove estão desaparecidas. Vamos buscá-las! É mais fácil ficar em casa com uma ovelha, escová-la e acariciá-la... mas o Senhor nos quer pastores e não escovadores de ovelhas...”.
Frei Luiz Turra, ‘No Coração da Vida’, Programas Radiofônicos Vol. 03.
Comece o Dia Feliz
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Wikipédia
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Origens
São Daniel Comboni nasceu em Limone (Itália) em 1831. Único sobrevivente de oito irmãos, aos dez anos ingressou num internato de Verona. Quando tinha dezessete anos, ouvindo contar as vicissitudes dos missionários na África, decidiu dedicar sua vida à evangelização dos africanos.
Em 1854, foi ordenado sacerdote aos 23 anos de idade. Depois de uma cuidadosa preparação, estudando árabe, medicina, música, partiu para África em 1857.
Os Escravos na África
Estando lá, impressionou-se com a terrível situação dos escravos. A prática do tráfico de escravos estava de tal maneira arraigada, que, no Egito e no Sudão, o único local onde os escravos encontravam asilo eram as missões de Daniel Comboni.
Regresso à Itália
Após dois anos, teve de regressar à Itália. Porém, Comboni não desanima e idealiza um projeto que ele chamou “Plano para a regeneração da África”. A ideia central do projeto era salvar a África por meio dos próprios africanos. Propunha-se fundar escolas, hospitais e universidades ao longo de toda a costa africana. Nestes centros, se formariam os futuros cristãos, professores, enfermeiros, sacerdotes e religiosas, que depois penetrariam no interior, a fim de evangelizar as populações africanas e promover o seu desenvolvimento.
Fundador
Fundou, em 1867, o Instituto para as Missões na África, que deu lugar ao que hoje são os Missionários Combonianos. As comunidades que fundou seguem o modelo das reduções jesuítas na América Latina.
Em 1877, foi ordenado Bispo da África Central e, logo a seguir, ordenou a sacerdote um antigo escravo, primeiro padre africano daquele lugar, quando, na Europa, alguns ainda negavam ao africano a evidência de ser pessoa.
Missão
Grande missionário, Comboni era capaz de atravessar o deserto para fundar um centro missionário no sul do Sudão, como também empenhava-se em falar para associações missionárias, Bispos, em Paris, Colônia (Alemanha), com o objetivo de arrecadar auxílio econômico e de pessoal, organizando grupos e equipes de missionários para a Missão na África Central.
Páscoa
Morreu aos 50 anos, a 10 de outubro de 1881, no meio desta gente que tanto amou. No momento da morte, abençoou os seus companheiros dizendo: “Não temais; eu morro, mas a minha obra não morrerá”. Beatificado por João Paulo II a 17 de março de 1996, São Daniel Comboni foi canonizado pelo mesmo Sumo Pontífice em 5 de outubro de 2003.
Minha oração
“Grande protetor da África, estendei o cristianismo em meio ao continente, cuidai dos povos e dos seus descendência para que se encontrem com Jesus. Atraí vocação para dar continuidade ao teu trabalho evangelizador. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.”
Canção Nova
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O dólar fechou em queda nesta sexta-feira (9), abaixo de R$ 5 pela segunda sessão consecutiva, enquanto a Bolsa brasileira renovou recordes históricos. A moeda estadunidense recuou cerca de 0,8% no dia e acumulou baixa de mais de 4% na semana pós-primeiro turno.

A bolsa avançou aproximadamente 1,4% no pregão e encerrou acima dos 209 mil pontos. No mercado internacional, o petróleo Brent subiu e permaneceu acima de US$ 100 por barril.
Números do dia:
O dólar comercial à vista encerrou a sessão desta sexta-feira em queda de 0,78%, cotado a R$ 4,985. Por volta das 13h, a moeda chegou à mínima de R$ 4,977.
Na primeira semana após o primeiro turno das eleições, a divisa acumulou desvalorização de 4,44% frente ao real. No ano, a queda chega a 9,18%.
O movimento ocorreu em meio à valorização de moedas de países emergentes e às expectativas dos investidores em relação ao cenário político brasileiro após a divulgação de pesquisas eleitorais.
O mercado também acompanhou a divulgação da inflação oficial. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,82% em setembro. Em 12 meses, a inflação acumulou alta de 4,58%.
No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana diante de uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,08%, segundo uma das cotações divulgadas durante a tarde.
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, avançou 1,38% nesta sexta-feira e fechou aos 209.066,90 pontos, novo recorde de encerramento. Durante o pregão, o indicador também atingiu a máxima histórica de 209.713,45 pontos.
Na semana, o Ibovespa acumulou alta de 8,82%. O desempenho foi impulsionado pelo fluxo de investimentos para ações brasileiras e pelas expectativas em torno do cenário eleitoral e da política econômica a partir de 2027.
As bolsas de Nova York também fecharam em alta. O índice S&P 500, das 500 maiores empresas estadunidenses, avançou 0,60%, em uma sessão marcada pela expectativa com a temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre e pela atenção dos investidores aos próximos dados de inflação.
Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, com os investidores acompanhando os riscos de interrupção da oferta, as tensões no Oriente Médio e os efeitos de condições climáticas adversas sobre a produção norte-americana.
O barril do tipo Brent para dezembro, referência para as negociações internacionais, avançou 0,42% e encerrou a sessão a US$ 104,72.
O petróleo WTI para novembro, do Texas, subiu 0,39%, para US$ 91,85 por barril.
Na semana, o Brent acumulou valorização de 2,41%. O WTI avançou 0,81%.
Os preços foram sustentados pelas preocupações com a oferta global, em meio ao conflito no Oriente Médio e a relatos de incidentes em rotas estratégicas para o transporte de petróleo. Nos Estados Unidos, a passagem do furacão Isaias também levou produtores a interromper parte da extração no Golfo do México, aumentando as preocupações com o abastecimento.
* com informações da Reuters
O papa Leão XIV afirmou neste sábado (10) que a pena de morte é "inadmissível" e representa um ataque à dignidade humana. A declaração ocorre em meio à polêmica provocada pelos planos do governo dos Estados Unidos, país natal do pontífice, de transmitir ao vivo a execução de um ex-militar condenado por matar 13 pessoas.
A manifestação foi publicada nas redes sociais por ocasião do Dia Mundial contra a Pena de Morte. Sem mencionar diretamente o governo americano, Leão XIV defendeu que é possível proteger a sociedade e garantir a aplicação da Justiça sem recorrer à execução de condenados.
Em publicação no X, o papa afirmou que os sistemas prisionais atuais permitem proteger a população sem retirar dos condenados a possibilidade de redenção. A mensagem foi acompanhada da hashtag #NoDeathPenalty (Sem Pena de Morte, em português).
A declaração ocorre dois dias depois de o Pentágono anunciar que transmitiria ao vivo o fuzilamento de Nidal Malik Hasan, ex-major do Exército americano condenado pelo ataque à base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009.
Hasan matou 13 pessoas e feriu outras 32. Condenado à morte em 2013, ele tem execução marcada para 3 de dezembro, na mesma base militar onde ocorreu o ataque.
O presidente Donald Trump autorizou a execução, mas afirmou na sexta-feira (9) que o Departamento de Defesa ainda não havia tomado uma decisão definitiva sobre a transmissão ao vivo.
Na sexta-feira (9), o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, criticou diretamente a proposta americana e afirmou que transformar uma execução em espetáculo é inaceitável.
"Certamente, não é aceitável que se transforme a morte em espetáculo. Por mais que, naturalmente, a pessoa seja culpada, existem outros meios", declarou Parolin, segundo o Vatican News, serviço oficial de notícias do Vaticano.
O cardeal também reiterou que a Igreja Católica se opõe à pena capital por considerá-la incompatível com a dignidade humana. Segundo ele, a execução de condenados não funciona como instrumento de prevenção de crimes.
A proposta do Pentágono também recebeu críticas de representantes da Igreja nos próprios Estados Unidos.
O presidente da Conferência dos Bispos Católicos americanos, arcebispo Paul Coakley, manifestou choque e profunda tristeza com o anúncio.
Em comunicado divulgado na sexta-feira, Coakley afirmou que a gravidade dos crimes cometidos por Hasan não justifica a decisão de transformar sua morte em uma transmissão pública. Ele classificou a proposta como uma promoção bárbara da cultura da morte e pediu que fosse reconsiderada.
Caso seja realizada, a execução de Hasan será a primeira promovida pelas Forças Armadas americanas desde 1961. O último fuzilamento militar ocorreu em 1945.
A posição defendida por Leão XIV segue uma mudança formalizada pelo papa Francisco em 2018, quando a Igreja Católica passou a declarar a pena de morte inadmissível em todas as circunstâncias.
Até então, o Catecismo da Igreja Católica admitia a possibilidade de execução quando esse fosse o único meio disponível para proteger vidas humanas de um agressor.
A revisão feita por Francisco estabeleceu que a pena capital constitui um ataque à inviolabilidade e à dignidade da pessoa, independentemente da gravidade do crime cometido.
A oposição à prática já vinha sendo fortalecida durante o pontificado de João Paulo II, que defendia o fim das execuções e ressaltava que pessoas condenadas também deveriam ter sua dignidade preservada.
Assim como Francisco, Leão XIV tem dedicado parte de suas viagens a visitas a estabelecimentos prisionais.
Em abril, durante uma visita à prisão de Bata, na Guiné Equatorial, o pontífice afirmou aos detentos que eles não seriam abandonados por Deus e que a Igreja permaneceria ao lado deles.
O papa também tem uma visita a uma prisão de Buenos Aires prevista para sua próxima viagem à América Latina.
2026 começou promissor para o Botafogo-PB, com direito a investimentos mais fortes da SAF, contratação de Nenê e título do Campeonato Paraibano. No entanto, o Belo termina a temporada, neste sábado (10), contra o Santa Cruz, pela última rodada do quadrangular da Série C do Campeonato Brasileiro, com mais uma tentativa frustrada na luta pelo acesso à Série B.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (15) a votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição que põe fim à jornada de trabalho 6x1. Antes de ir a voto, matéria precisa passar por duas sessões de discussão, agendadas para terça (14) e quarta.
Em nota divulgada na noite de sexta-feira (9), Davi reforçou o compromisso de colocar a proposta em votação “com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental” (leia a íntegra abaixo). “Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção. O Senado segue trabalhando pelos brasileiros”, destacou.
A PEC 221/2019 está em discussão no Plenário após ser aprovada pela Câmara dos Deputados. O texto, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários, foi debatida pelos senadores nesta semana por três sessões seguidas.
De acordo com o Regimento do Senado, depois do primeiro turno, a proposta precisa ser debatida em outras três sessões de discussão. Só então pode ser votada em segundo turno. Por esse rito, a votação da PEC do fim da 6x1 ainda poderia ser concluída em outubro.
A proposta já recebeu 36 emendas, todas rejeitadas pelo relator, o senador Omar Aziz (PSD-AM). Senadores ainda podem apresentar outras emendas em Plenário, entretanto.
Na quarta-feira (7), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que a votação poderia ocorrer antes disso, caso senadores apresentem requerimento de calendário especial para a PEC.
De acordo com Davi, não há requerimento com essa finalidade apresentado à Mesa. Ele garantiu que, caso seja apresentado, o requerimento será incluído na pauta para deliberação, como ocorre com proposições semelhantes.
— Se o requerimento aparecer, eu vou colocar para deliberação, e o Plenário é soberano, a vontade da maioria vai prevalecer — disse Davi à imprensa.
Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário.
A primeira sessão de discussão da proposta foi na terça-feira (6) e a segunda, na quarta-feira (7). A terceira sessão de discussão da PEC aconteceu na quinta-feira (8).
Durante a semana, a líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), disse que está coletando assinaturas para um requerimento de calendário especial, para acelerar a tramitação da proposta. Com isso, haveria a possibilidade de a PEC do fim da 6x1 ter sua votação concluída na penúltima semana de outubro.
Leia aqui a nota de Davi Alcolumbre:
COMUNICADO
Pautei para quarta-feira (14) a votação, em primeiro turno, da PEC 221, de 2019, que trata do fim da escala 6x1.
Cumpro, assim, o compromisso de colocar a proposta em votação, com responsabilidade, diálogo e respeito ao rito regimental. Caberá a cada senador e a cada senadora decidir com liberdade, consciência e convicção.
O Senado segue trabalhando pelos brasileiros.
Davi Alcolumbre
Presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional
Agência Senado
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