O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, iniciou a manhã desta segunda-feira (5) reunido com integrantes de sua equipe de campanha para discutir os próximos passos da disputa no segundo turno contra o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durante a tarde, ele receberá o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o deputado federal eleito por Minas Gerais Nikolas Ferreira (PL) no local que tem servido como base da campanha, em Brasília. A informação foi confirmada por Tarcísio à GloboNews.
Em uma eleição presidencial marcada pela consolidação da polarização entre bolsonarismo e petismo, Flávio Bolsonaro e Lula vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25 de outubro.
Para o candidato do PL, as primeiras horas do dia serão dedicadas a reuniões internas de planejamento da campanha.
Daqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial.
Se Flávio for eleito, tomará posse, aos 45 anos, no dia 5 de janeiro de 2027, na cadeira ocupada por seu pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Se vencer, Lula assumirá o quarto mandato aos 81 anos e será o primeiro brasileiro a presidir o país quatro vezes.
Flávio e Lula deixaram para trás Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Edmilson Dias (PCB), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO).
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, segunda-feira (5), um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 106 municípios da Paraíba. O aviso começou na manhã desta segunda (5) e segue até as 23h59 da terça-feira (6). Veja lista completa de municípios afetados abaixo.
Ao longo do período do alerta, a umidade relativa do ar deve variar entre 30% e 20%, índices considerados abaixo do recomendado para a saúde.
Segundo o Inmet, há baixo risco de incêndios florestais e de impactos à saúde, mas a população deve adotar medidas de prevenção para reduzir os efeitos do tempo seco.
O instituto orienta que a população:
Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil, pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193.
Um avião da Força Aérea nigeriana caiu, nesta segunda-feira (5), no estado de Ondo, no sudoeste da Nigéria, com 32 pessoas a bordo, segundo o Exército e o ministro da Aviação.
O porta-voz da Força Aérea, Ehimen Ejodame, declarou que o avião realizava uma "missão de rotina" de Benin City, no sul do país, para Lagos, a capital econômica, quando caiu em Igbokoda, no estado de Ondo.
"As informações preliminares indicam que havia 25 passageiros e 7 tripulantes a bordo", declarou no X o ministro Festus Keyamo.
Keyamo acrescentou que o fuselagem do avião foi localizada, após cair perto de uma base naval.
Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrava um grupo de pessoas à beira de um rio enquanto as equipes de resgate faziam buscas na área a partir de uma embarcação.
"As operações de busca e resgate, em coordenação com as autoridades competentes e os serviços de emergência, estão atualmente em curso", declarou Ejodame.
Um estudante de 15 anos teve a mão arrancada nesta segunda-feira (5) em Lens, no norte da França, durante protestos estudantis que tomaram o país europeu nos últimos dias, afirmou o governo local.
A mão do estudante foi arrancada após ele pegar uma granada de efeito moral da polícia, que explodiu quando ele tentava arremessá-la de volta na direção dos agentes, afirmou à agência de notícias AFP uma fonte ligada ao sindicato dos policiais.
Segundo o governo local, o jovem participava de um protesto estudantil contra as condições precárias e a falta de funcionários nas escolas francesas. Protestos como esse vêm ocorrendo por toda a França há algumas dias, o que causou uma crise política no país (leia mais abaixo).
Segundo o jornal francês "La Voix du Nord", o governo local abriu uma investigação sobre o incidente.
A polícia francesa não havia se manifestado de forma oficial sobre o incidente até a última atualização desta reportagem.
Os protestos estudantis começaram em setembro na região de Paris e rapidamente se espalharam por todo o país entre os alunos.
Os manifestantes reclamam de jornadas excessivamente longas, de condições inadequadas nas salas de aula (quentes demais no verão, por exemplo) e de ausências excessivas de professores. Entenda a comparação com a situação do Brasil.
Os protestos se tornaram violentas e diversos confrontos entre manifestantes e policiais foram registrados. Milhares de estudantes foram detidos pela polícia e centenas de escolas estão fechadas desde o início do movimento.
Durante os protestos, os estudantes bloquearam os acessos às escolas e protagonizaram, em algumas ocasiões, confrontos com a polícia que resultaram em imagens de barricadas em chamas e veículos incendiados.
O chefe da polícia de Paris afirmou durante o fim de semana que os protestos estudantis na capital francesa estavam "fora de controle".
Os amplos protestos causaram uma crise política para o governo de Emmanuel Macron. A mídia francesa afirmou que o presidente estaria "apavorado" com a crise. Oficialmente, Macron reconhece que as reivindicações do movimento são legítimas, mas a violência, não.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confundiu o Brasil com a Índia ao citar a eleição presidencial brasileira nas redes sociais nesta segunda-feira (5).
A publicação foi corrigida horas depois e passou a citar corretamente o Brasil. Ele elogiou a rapidez da apuração no pleito brasileiro e não mencionou nem Flávio Bolsonaro nem o presidente Lula, que foram para o segundo turno.
No post, Trump também utilizou a rapidez da apuração brasileira para criticar as eleições internas nos EUA, ao citar uma demora na contagem de votos em cidades democratas.
Trump também evitou mencionar qualquer candidato da eleição presidencial brasileira em suas manifestações anteriores sobre o pleito, que ele disse acompanhar "bem de perto". O senador Flávio Bolsonaro e o presidente Lula foram ao 2º turno em votação no domingo (leia mais abaixo).
A fala de Trump sobre o cenário interno dos EUA, em que as cidades que ele citou são estritamente governadas pelos democratas, pode ser interpretada como parte de sua campanha de pressão rumo aos midterms. Nas eleições de meio de mandato no país norte-americano, seu partido, o republicano, busca manter o controle do Congresso.
Em uma eleição presidencial marcada pela consolidação da polarização entre bolsonarismo e petismo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25 de outubro.
Flávio obteve 47,03% dos votos válidos, ou 56.104.503 em números absolutos. Já Lula teve 45,16% dos votos, ou 53.879.538, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
Daqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial .
Se Flávio for eleito, tomará posse, aos 45 anos, no dia 5 de janeiro de 2027, na cadeira ocupada por seu pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022. Se vencer, Lula assumirá o quarto mandato aos 81 anos e será o primeiro brasileiro a presidir o país quatro vezes.
Diante da crise habitacional que bloqueou o Congresso e levou milhões de pessoas às ruas, o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, convocou nesta segunda-feira (5) eleições antecipadas no país.
O novo pleito será realizado em 29 de novembro, anunciou Sánchez — o mandato atual do premiê duraria até o fim de 2027.
➡️ O anúncio ocorre em reação à rejeição do Parlamento espanhol, na semana passada, de um pacote de decretos do governo para barrar o aumento de aluguéis na Espanha, que criou uma crise habitacional no país.
A votação antecipada é uma aposta arriscada para Sánchez. Isso porque sua sigla, o Partido Socialista da Espanha (PSOE), está atrás em pesquisas de intençao de voto, e uma derrota eleitoral significaria o fim de um dos últimos governos de esquerda da Europa, num momento em que a extrema direita conquista terreno no continente.
O premiê, no entanto, já conseguiu se reeleger na última vez em que convocou eleições antecipadas, em 2019. Em pronunciamento televisionado nesta segunda, ele disse que é preciso "renovar o apoio popular" do Parlamento.
?As eleições antecipadas renovarão, portanto, o Legislativo espanhol. A força política com maioria no Parlamento indica o primeiro-ministro, que, na Espanha, é o chefe de governo.
Após o pronunciamento, o líder da oposição, Alberto Nuñez Feijoó, pediu que a população renove o governo. "Não podemos ter mais quatro anos da mesma coisa", afirmou.
No fim de semana, milhares de pessoas foram às ruas de Madri e de outras cidades espanholas para cobrar medidas contra a crescente crise habitacional. Os protestos ocorreram um dia após o Congresso espanhol rejeitar o pacote de medidas apresentados por Sánchez.
Alguns manifestantes carregavam cartazes pedindo uma greve geral. As medidas rejeitadas haviam sido elaboradas após a revolta provocada pelo despejo de uma mulher de 87 anos em Madri e em meio a outros problemas relacionados à moradia.
Nesta segunda-feira, após o anúncio das eleições antecipadas, o Sindicato das Inquilinas da Espanha, que encabeça a onda de manifestações, disse que os protestos seguirão até que consigam mudança nas leis.
Em Madri, manifestantes montaram um acampamento que tomou toda a Porta do Sol, a principal praça da capital espanhola e um dos principais pontos turísticos da cidade. O grupo disse também nesta segunda que seguirá no local até que mudanças sejam feitas.
Emplacamentos de veículos bateram recorde para o mês, em setembro. Foram registradas 509.686 unidades – crescimento de 8,32% na comparação com setembro de 2025 e de 1,15% sobre agosto. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Esse resultado engloba a venda de automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), ônibus, caminhões, motos e implementos rodoviários [como reboques e carrocerias].
Considerando o acumulado do ano, entre janeiro e setembro, a alta foi de 14,41%, com mais de 4,2 milhões de unidades emplacadas.
“O mercado continua demonstrando demanda por veículos novos, mesmo em um ambiente ainda complexo de crédito”, explica o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior.
Segundo ele, para automóveis e comerciais leves, por exemplo, a concorrência entre marcas e os programas especiais de fomentação do setor – como o Move Brasil e o Carro Sustentável – continuam tendo peso importante na decisão do consumidor.
De acordo com Arcelio Junior, o Programa Move, que ofereceu incentivos para a renovação da frota de caminhões, ajudou a “estancar o movimento de queda” desse segmento.
Com isso, o segmento de caminhões cresceu 2,51% na comparação com agosto e 2,65% sobre setembro de 2025, embora o acumulado do ano continue a se apresentar negativo (-3,89%).
“Nos veículos pesados, o custo financeiro tem impacto importante porque estamos falando de um investimento ligado à atividade econômica. Mas as linhas especiais ligadas ao Move Brasil, já esgotadas, ajudaram a reverter o movimento de queda”, destacou o presidente da federação.
O segmento de automóveis e comerciais leves continua crescendo acima do esperado. Na comparação com agosto, o crescimento foi de 2,13%. Já em relação ao mesmo mês do ano passado, a alta foi de 16,16%.
Quanto aos ônibus, o crescimento foi de 12,09% sobre agosto e de 18,43% em relação a setembro de 2025. Alta também impulsionada pelo programa Move Brasil.
Já o segmento de motocicletas apresentou queda de 0,09% em relação a agosto e de 0,41% sobre o ano passado, resultado considerado “próximo da estabilidade” pela Fenabrave.
A Fenabrave manteve a expectativa de crescimento nos emplacamentos para o fechamento deste ano. A previsão é de que o setor, como um todo, deva crescer em torno de 8,6%, com mais de 5,3 milhões de unidades comercializadas.
A entidade admite, no entanto, que essa previsão poderá ser revisada em novembro. “Os resultados atuais nos indicam um fechamento de ano melhor do que o esperado, para a maior parte dos segmentos, mas vamos aguardar o desempenho de outubro, que pode apontar ajustes no mercado”, afirmou Arcelio Junior.
Lucas Ribeiro (PP) reeleito governador da Paraíba, neste domingo (4), pretende zerar o IPVA para motoristas de aplicativo no estado nos primeiros 100 dias do governo em 2027, uma das propostas de campanha do candidato. Ele obteve 64,30% dos votos válidos e venceu a disputa em 215 dos 223 municípios do estado.
Em primeira entrevista após vitória, Lucas Ribeiro falou à TV Cabo Branco que os últimos três meses de 2026 serão para organizar a equipe de trabalho para que os objetivos da campanha sejam alcançados nos próximos quatro anos de governo.
Ainda nos primeiros 100 dias de governo, o governador também deseja implementar o passe livre universitário, outra promessa defendida durante a campanha.
Lucas Ribeiro disse ainda que pretende fortalecer a segurança pública ao longos dos quatro anos do segundo mandato. Entre os compromissos estabelecidos como meta pelo o governador está a retirada dos presídios de centros urbanos, especialmente aqui em João Pessoa e em Campina grande,.
Nas Eleições 2026, Lucas Ribeiro (PP) foi considerado matematicamente eleito às 18h57, quando 84,53% das urnas já haviam sido apuradas. Naquele momento, ele tinha 64,41% dos votos válidos.
Ainda em entrevista, Lucas Ribeiro informou que irá manter uma relação de diálogo aberto com os deputados eleitos para a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). Segundo o candidato, a transparência e o foco na sociedade faz com que as pautas sejam aprovadas de maneira mais tranquila de maneira.
O governador disse que estará trabalhando pelo melhor do estado e espera que todos os deputados, em especial o de oposição, possam o ajudar nessa missão.
Sobre o nome para ser o líder do governo na Casa, Lucas Ribeiro afirmou que ainda nenhuma decisão foi tomada e não houve conversas com nomes possíveis, mas que em breve será definido.
João Azevêdo (PSB) foi eleito para uma das duas vagas da Paraíba no Senado Federal nas Eleições 2026, realizadas neste domingo (4). Em seu primeiro discurso após a vitória nas urnas, ele afirmou que pretende levar ao Senado as demandas da população e dar continuidade a projetos iniciados durante os dois mandatos como governador da Paraíba.
“Começamos grandes projetos aqui na Paraíba e que terão continuidade. Eu quero estar lá pra colocar à mesa as pautas reais da vida real do povo do Brasil”, disse durante a comemoração.
João Azevêdo foi matematicamente eleito às 19h10, quando 90,07% das seções eleitorais já haviam sido apuradas. Naquele momento, ele tinha 1.251.643 votos, o equivalente a 32,68% dos votos válidos. Com 100% das urnas apuradas, João terminou a eleição com 1.391.994 votos, correspondentes a 32,50% dos votos válidos. Veneziano Vital do Rêgo (MDB) foi o outro senador eleito pela Paraíba, com 22,76% dos votos.
Ao falar sobre o mandato no Senado, João afirmou que pretende levar para o cargo a experiência acumulada durante os dois mandatos à frente do Governo da Paraíba e disse que estará à disposição da população.
Este será o primeiro mandato de João Azevêdo no Senado Federal.
A Polícia Militar da Paraíba registrou 48 ocorrências de crimes eleitorais no domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições 2026. Ao todo, 42 pessoas foram presas. Os dados foram divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) nesta segunda-feira (5).
Segundo a PM, as ocorrências foram registradas até as 18h45. Os casos ocorreram em cidades como Teixeira, Piancó, Bonito de Santa Fé, São José de Piranhas, Cacimba de Dentro, Frei Martinho e João Pessoa.
Entre os crimes registrados no estado estão:
Ainda segundo a polícia, houve um disparo de arma de fogo nas proximidades do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa. A vítima dos disparos, um homem de 43 anos que estava internado no Hospital de Trauma da capital, teve a morte confirmada nesta segunda-feira (5).
A ocorrência, porém, não teve relação com as eleições e envolveu pessoas da própria comunidade.