Outubro 23, 2026

    Arimatea

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    Eventos históricos

    1963: Tratado de Interdição Parcial de Ensaios Nucleares
    2001: Invasão do Afeganistão pelos Estados Unidos

     

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    Nossa Senhora do Rosário, o meio de alcançar almas para Deus

    Origens 

    A origem do Rosário é muito antiga, pois conta-se que os monges anacoretas (eremitas dos primeiros séculos do cristianismo) usavam pedrinhas para contar o número das orações vocais. Dessa forma, nos conventos medievais, os irmãos leigos dispensados da recitação do Saltério (pela pouca familiaridade com o latim), completavam suas práticas de piedade com a recitação de Pai-Nosso e, para a contagem. Doutor da Igreja São Beda, chamado de “o Venerável” (séc. VII-VIII), havia sugerido a adoção de vários grãos enfiados em um barbante.

    História do Rosário 

    O Santo Rosário foi sendo transformado com o decorrer dos anos, porém, no ano de 1214, a Santa Igreja o estabeleceu na forma e método que hoje é usado. Antes, as Ave-Marias não eram como agora, nem mesmo os mistérios contemplados entre outros ingredientes da oração. Sua origem se deu com a revelação divina de Nossa Senhora do Rosário a São Domingos de Gusmão, fundador dos dominicanos (O.P.). Por meio das citações referidas ao Bem-aventurado Alano de La Roche em seu livro “De Dignitate Psalterri”, São Luís Maria Grignion de Montfort relata a origem do Rosário.

    São Domingos e o Rosário

    A tradição espiritual conta com a revelação. São Domingos se preocupava em converter os albigenses, também conhecidos como cátaros (puros), que eram um grupo de hereges de caráter gnóstico e maniqueísta, sendo até mesmo protegida por bispos e nobres da época. Essa doutrina negava a existência de um único Deus, negava a divindade de Jesus, direcionava a salvação através do conhecimento etc.

    Rosário: a chave para alcançar as almas endurecidas 

    Essas realidades entraram em choque com o catolicismo. Desse modo, o santo procurava converter os heréticos e enfrentava grande resistência. Certa vez, procurou retirar-se em uma floresta para rezar e ali recebeu a orientação da Nossa Senhora do Rosário: “Querido Domingos, você sabe de que arma a Santíssima Trindade quer usar para mudar o mundo? [ … ] a principal peça de combate tem sido sempre o Saltério Angélico que é a pedra fundamental do Novo Testamento. Quero que alcances estas almas endurecidas e as conquiste para Deus, com a oração do meu Saltério” (MONTFORT, 2019, p. 42-43).

    Do Saltério Angélico ao Santo Rosário

    A propagação do Rosário por São Domingos

    A partir dessa situação, São Domingos começou a pregar o Santo Rosário, ou como foi dito, em revelação, “Saltério Angélico”. Assim expresso, pois naquela época poucas pessoas eram alfabetizadas e não conheciam a Sagrada Escritura. Por outro lado, os monges costumavam recitar em oração os 150 Salmos, rezando a “liturgia das horas”. Desse modo, os cristãos poderiam imitar a oração e se aproximar dos mistérios de Deus ao recitar 150 Ave-Marias, conhecida como a saudação angélica já que foi dita pelos Anjos e relatava nas Escrituras. Assim, tornou-se o “Saltério Angélico” (Salmos Angélicos). 

    Os Mistérios:  Gozosos, Dolorosos e Gloriosos

    Em um segundo momento, ao esfriar a devoção do Saltério Angélico, em nova aparição, Nossa Senhora do Rosário apareceu ao Beato Alano (1428 – 1475) lhe pedindo que reavivasse a prática. Assim ele formou os agrupamentos de 50 Ave-Marias e seus mistérios, conhecidos como: Gozosos, Dolorosos e Gloriosos. Ela lhe disse que muitas graças e milagres seriam alcançados por meio desse modo e reafirmou os ditos a São Domingos.

    A Intercessora pela Igreja do Ocidente

    Intercessão de Nossa Senhora do Rosário 

    Logo após, houve a batalha de Lepanto (Grécia, junto ao porto de Corinto) comandada por João da Áustria, em 7 de Outubro de 1571. O Papa Pio V procurava conter os avanços dos turcos na Europa e, antes disso, convocou os cristãos para que rezassem o rosário através da Carta Breve Consueverunt (1569). Era uma batalha extremamente importante, pois dela dependia a preservação do cristianismo e da cultura ocidental.

    Instituição da Festa

    Com a vitória adquirida, ele instituiu a festa de Nossa Senhora do Rosário no mesmo dia da batalha e reconheceu que a vitória veio por meio das orações do Rosário. Sendo este Papa da ordem dos dominicanos, por isso, seguiu a inspiração do fundador. O Pontífice instituiu a festa, inicialmente chamada de Santa Maria da Vitória. 

    Rainha do Sacratíssimo Rosário

    Festa Mariana Obrigatória

    Em 1573, o Papa Gregório XIII tornou a festa mariana obrigatória para a diocese de Roma e para as Confrarias do Santo Rosário, sob o título de Santíssimo Rosário da Bem-aventurada Virgem Maria. Em 1716, o Papa Clemente XI inscreveu a festa no calendário romano, estendendo-se para toda a Igreja. A celebração ocorria em datas diferentes, conforme os costumes locais. O Papa Leão XIII inscreveu a invocação “Rainha do Sacratíssimo Rosário” na Ladainha Lauretana em 10 de dezembro de 1883. Em 1913, o Papa Pio X fixou a data da celebração da festa em 7 de outubro.

    O Quarto Mistério

    Por fim, após anos de estímulo e devoção por parte dos papas e dos santos, São João Paulo II, em sua carta “Rosarium Virginis Mariae” (2002), institui o quarto mistério. Foi reconhecido como “luminoso”. Formando, então, o Rosário com quatro terços meditando os mistérios de Cristo. Assim, deu-se o formato daquilo que se conhece atualmente por Santo Rosário.

    Minha oração

    “Ó Mãe do rosário, consegui junto a Jesus aquilo que não podemos, combatei por nós e consolai-nos das intempéries da vida. Entregamos a nossa existência a Ti e de Ti tudo esperamos. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!”

    Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

     

    Canção Nova
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    O governo federal informou nesta terça-feira (6) que já pediu o bloqueio de 13.241 sites ilegais de apostas desde 25 de setembro, quando as bets foram proibidas no país. No mesmo período, também foram solicitadas remoções de milhares de páginas e perfis em redes sociais.

    No primeiro dia após o encerramento oficial do ar dos sites das bets, R$ 1,325 bilhão ainda aguardam devolução a cerca de 26,5 milhões de apostadores.

    Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a ofensiva contra as apostas ilegais representa uma mudança no fluxo de dinheiro das famílias.

    “Já tínhamos identificado entre R$ 600 milhões e R$ 650 milhões por dia que saía da poupança popular e ia para as bets. Dinheiro da poupança popular, que passa a ficar com as famílias. Essa é uma mudança importante”, declarou o ministro no início da noite.

    Sites bloqueados

    Dos 188 sites de apostas com autorização para operar no Brasil até segunda-feira (5), apenas um continuava em funcionamento nesta terça. O Ministério da Fazenda informou que o bloqueio dessa plataforma também foi solicitado.

    O número de pedidos de bloqueio de sites ilegais representa uma média de aproximadamente 1.103 páginas por dia desde o início da proibição.

    Além dos sites, o governo pediu a retirada de conteúdos relacionados às apostas ilegais em diferentes plataformas digitais:

    • .974 páginas no Facebook;

    • 560 perfis no Instagram;

    • 900 canais e grupos no Telegram;

    • 103 perfis no TikTok;

    • 14 grupos no WhatsApp;

    • 1 servidor no Discord.

    De acordo com Durigan, o conjunto de páginas, perfis, canais, grupos e servidores atingia mais de 17 milhões de usuários.

    Devolução dos valores

    Esta terça-feira marcou o primeiro dia sem operação das plataformas de apostas autorizadas no país. O encerramento segue o cronograma estabelecido pela medida provisória editada pelo governo.

    O prazo para que os apostadores retirassem voluntariamente os recursos terminou às 23h59 de segunda-feira (5).

    Agora, as empresas têm até quarta-feira (7) para informar às instituições financeiras os saldos remanescentes de cada usuário, identificados pelo CPF, além da conta bancária utilizada para os depósitos.

    Segundo o governo, os valores ainda pendentes de devolução são:

    •  R$ 1,325 bilhão em saldos remanescentes;

    •  26,5 milhões de apostadores com algum valor nas plataformas;

    •  86,2 milhões de contas com saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99;

    •  R$ 15,5 milhões somados nas contas com menos de R$ 1.

    O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode manter cadastro em diferentes plataformas.

    Saldo concentrado

    Apesar do grande número de contas, a maior parte dos recursos está concentrada em uma parcela pequena dos usuários.

    Durigan afirmou que cerca de 1% dos apostadores, o equivalente a aproximadamente 200 mil pessoas, concentra 80% do saldo que ainda precisa ser devolvido.

    Já 3,4% dos apostadores concentram cerca de 90% dos recursos pendentes.

    “A grande maioria dos apostadores tem saldo muito pequeno. Então, por exemplo, 1% dos apostadores, algo como 200 mil apostadores, representam 80% do saldo que hoje está pendente de ser resgatado. E 3,4% dos apostadores representa 90%. Percebo que há uma concentração grande”, afirmou o ministro.

    Contas sob investigação

    O governo também pretende investigar contas com valores considerados elevados. Segundo Durigan, cerca de 40 contas apresentam saldos superiores a R$ 500 mil ou R$ 1 milhão.

    A apuração deverá verificar a possível ocorrência de lavagem de dinheiro e eventuais vínculos com organizações criminosas.

    A investigação ocorre paralelamente ao processo de devolução dos saldos aos apostadores e às medidas de bloqueio das plataformas consideradas ilegais.

     

    Agência Brasil
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    Ainda sem vencer na segunda fase da Série C do Campeonato Brasileiro, o Botafogo-PB vai entrar em campo neste sábado (10), contra o Santa Cruz, já sem chances de acesso. Além disso, se for derrotado pela equipe pernambucana, o Alvinegro da Estrela Vermelha pode igualar a pior campanha do quadrangular, desde que o modelo foi reintroduzido na Terceirona em 2020.

    Até hoje, a pior campanha nesta fase da competição foi registrada pelo Paysandu, na temporada 2021. Após terminar a fase de grupos na liderança de sua chave, o Papão perdeu quatro jogos e empatou outros dois no quadrangular, terminando com apenas dois pontos e -7 gols de saldo. Um dos empates foi justamente contra o Botafogo-PB, no Estádio da Curuzu.

    O Alvinegro da Estrela Vermelha vive situação semelhante nesta temporada. O time paraibano também terminou a fase de grupos na liderança e caiu vertiginosamente de rendimento no quadrangular. Após cinco jogos disputados, o Belo somou dois empates e perdeu três vezes. Caso seja derrotado pelo Santa Cruz, terminar com a mesma pontuação obtida pelo Paysandu em 2021.

    Além da situação ruim dentro de campo, o Botafogo-PB atravessa um momento delicado fora dele. O proprietário da SAF do clube, Fillipe Félix, já informou que está negociando ações do Belo. Outra questão que vem afetando a equipe é o atraso nos direitos de imagem junto ao elenco referente ao mês de agosto.

    Com mais uma decepção no sonho do acesso à Série B, o Botafogo-PB encerra sua participação na temporada 2026 neste sábado, às 17h, contra o Santa Cruz. A partida orginalmente está marcada para o Estádio Almeidão, em João Pessoa. No entanto, a equipe paraibana solicitou junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a mudança para o jogo seja realizado no Lacerdão, em Caruaru.

     
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    O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quarta-feira (7), que a declaração sobre querer "mudar a Constituição para redemocratizar o país" se referia a propostas já anunciadas por ele caso seja eleito, como a redução da maioridade penal e mudanças no Supremo Tribunal Federal (STF).

    "Vocês acham que o Brasil está numa democracia plena? Não. A gente tem que respeitar a política, têm várias PECs [propostas de mudanças na Constituição] que são possíveis", disse. 

    “Tem que haver, sim, uma reforma no Judiciário. Eu sou a favor da redução da maioridade penal há bastante tempo, tem que ser feito por PEC. Tem pontos da reforma tributária que têm que ser alterados por PEC. E o fim da reeleição", prosseguiu. 

    Ele deu a declaração em Goiânia, ao lado do candidato derrotado no primeiro turno Ronaldo Caiado (PSD).

    O candidato usou um tom mais moderado em respeito à Constituição, e tentou afastar qualquer possibilidade de medidas autoritárias.

    "Comigo vai ser sempre com ponderação, com respeito à política e honrando e respeitando cada seguimento da sociedade aqui representado nesses parlamentares, não só os deputados estaduais e federais que estão aqui, mas os governadores, as candidatas ao governo que estão concorrendo ainda, os senadores", disse.

    A reforma do Judiciário já aparece no programa de governo de Flávio Bolsonaro, que reúne propostas principalmente relacionadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), entre elas mudanças em decisões monocráticas.

    A redução da maioridade penal também já havia sido defendida pelo candidato. Em agosto, Flávio Bolsonaro afirmou que apoiaria a redução de 18 para 16 anos. A proposta em discussão no Congresso altera o artigo 228 da Constituição e, portanto, precisa ser aprovada por meio de uma PEC.

    Fim da reeleição

    Flávio também disse que não pretende concorrer à reeleição, caso conquiste um mandato como presidente. Afirmou que a decisão caberá ao Congresso. O partido dele, PL, elegeu 121 deputados e conquistou a maior bancada na Câmara desde a Constituição de 1988.

    "Quando eu falo que eu sou a favor do fim da reeleição e é assim que eu vou fazer, eu vou usar o capital político de um presidente recém-eleito para aprovar essa PEC para redemocratizar o nosso país nesse sentido. É para dar o exemplo", afirmou.

    “Para dar o exemplo, para mostrar que eu não estou disputando o poder como esse atual governo. [...] Não estou disputando o poder. Eu estou disputando o futuro do meu país, futuro para as minhas filhas, para as filhas de vocês que estão aqui, para quem está assistindo. Então, fiz o compromisso de não concorrer à reeleição".

    Segundo Flávio Bolsonaro, a definição de como funcionaria o fim da reeleição ficaria a cargo dos deputados e senadores.

    “É o Congresso que vai discutir os critérios, se vai ser mandato de quatro, de cinco anos, se vai valer só para presidente, se vai valer para governador. Aí é o processo legislativo que vai ser respeitado e a maioria vai decidir qual é o caminho que tem que ser feito, a reforma política.”
     
     
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    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, levou ao colega Nunes Marques a percepção de que uma discussão da revisão criminal da condenação de Jair Bolsonaro (PL) precisa ocorrer no Plenário da Corte, não em uma turma.

    O relator do pedido de revisão criminal, feito pela defesa do ex-presidente, é o ministro Nunes Marques, indicado ao STF por Bolsonaro.

    Ele indicou nos últimos dias que quer dar andamento ao caso logo depois do segundo turno das eleições, no final de outubro. O movimento foi lido no universo da política como um aceno pelo favoritismo de Flávio Bolsonaro.

    Fachin tem afirmado a interlocutores que não demoraria a pautar o tema no plenário quando instado por Nunes Marques. O blog apurou a informação com pessoas próximas aos dois ministros.

    Internamente, ministros do STF têm defendido que uma possível revisão criminal do processo que condenou Jair Bolsonaro só poderá ser analisada pelo plenário da Corte.

    A avaliação é feita por ministros que têm se mantido à margem das disputas internas do Supremo nos últimos meses.

    Apesar de o regimento da Corte estabelecer que casos decididos por uma Turma podem ser revisados pela outra, esta seria a primeira revisão criminal no STF, o que, na avaliação desses ministros, justificaria a análise pelo plenário.

    Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pela Primeira Turma. Votaram pela condenação os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia — que integram o colegiado.

    ?A Segunda Turma, de Nunes Marques, é formada pelos ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e André Mendonça.

    Ou seja, no plenário, o destino seria incerto: quatro ministros votaram pela condenação na Primeira Turma: Moraes, Flávio Dino, a Cristian Zanin e Carmen Lúcia. Pelo menos mais um, o decano Gilmar Mendes, se manifestou favorável à condenação. Do outro lado, o ministro Luiz Fux votou contra a condenação.

     
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    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de apuração de suposto estupro de vulnerável contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL).

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) já havia manifestado pelo indeferimento do pedido de abertura de inquérito.

    De acordo com a PGR, os elementos colhidos nas diligências "não permitiram confirmar a origem das comunicações nem identificar as pessoas diretamente envolvidas nos fatos narrados, tampouco forneceram elementos independentes de corroboração das informações apresentadas pelos noticiantes". 

    "Não se verifica, no estado atual dos autos, base indiciária suficiente para a instauração do inquérito pretendido. As capturas de tela, os arquivos de áudio, os dados relativos ao endereço eletrônico e à linha telefônica, bem como os relatos colhidos no curso das diligências preliminares, não se mostram suficientemente corroborados entre si nem encontram respaldo em elementos externos e independentes capazes de conferir consistência objetiva às imputações formuladas", diz o ministro Gilmar Mendes na decisão.

    A Polícia Federal (PF) havia recebido um pedido de abertura de inquérito para investigar Alfredo Gaspar por suspeita de estupro de vulnerável da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) e do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ).

    Alfredo Gaspar chegou a acionar a Justiça contra os dois parlamentares, alegando que os dois divulgaram informações falsas sobre ele, após os dois comentarem a acusação de estupro.

    O caso aconteceu durante uma sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, do qual Gaspar era relator. Na ocasião Lindbergh chamou Gaspar de "estuprador". Gaspar respondeu chamando o petista de bandido.

     

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    A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou nesta terça-feira (6) sobre o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para receber a vista de Flávio Bolsonaro.

    A PGR não se opôs ao pedido feito pela defesa do ex-presidente.

    "Considerando a ausência de fatos supervenientes indicativos de descumprimento das condições fixadas ou da necessidade de prorrogação da medida restritiva anteriormente determinada, a Procuradoria-Geral da República não opõe óbice ao deferimento do pleito formulado", diz trecho da manifestação da PGR.

    Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) solicitaram na segunda-feira (5) ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que o ex-presidente receba uma visita do filho.

    Moraes enviou o pedido para manifestação da PGR antes de decidir se aprova a visita.

    A defesa de Bolsonaro também pede que o regime normal de visitas do ex-presidente seja restabelecido.

    Em 13 de julho, Moraes suspendeu a autorização para que Flávio fizesse visitas a Jair Bolsonaro por 90 dias. O prazo termina no domingo, 11 de outubro.

    Nessa decisão, o ministro considerou que o senador desrespeitou a decisão que proibiu o ex-presidente de utilizar redes sociais após ler uma carta do pai durante uma transmissão em uma rede social. Por isso, vetou os encontros entre os dois.

    Dias depois, em 17 de julho, Moraes manteve a prisão domiciliar do ex-presidente, mas determinou que ele não poderia receber visitas com finalidade "político-eleitoral" até o final das Eleições 2026.

     

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    Ao chegar ao Senado nesta terça-feira (6), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, informou que a PEC do fim da escala 6x1 (PEC 221/2019) será discutida no Plenário esta semana e poderá ser votada em primeiro turno na semana que vem.

    Davi informou que vai “cumprir integralmente o rito constitucional”, ou seja, em tese a PEC será debatida em cinco sessões no Plenário antes de ser votada em primeiro turno, estando as três primeiras previstas ainda para esta semana; e por mais três sessões antes de ser votada em segundo turno.

    — Cada senador e cada senadora desta legislatura terá o livre arbítrio de votar com seu coração, com sua consciência e com a sua convicção se acha razoável nós diminuirmos a escala de trabalho de quase 40 milhões de brasileiros que vivem na escala 6x1 há décadas, e se acha razoável o trabalhador brasileiro ter condição de ter mais um dia na sua vida de descanso, para ficar com a família e para descansar — disse o presidente do Senado.

     

    Agência Senado
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