O papa Leão XIV fez uma homenagem à Nossa Senhora Aparecida durante a Audiência Geral no Vaticano nesta quarta-feira (7). Em discurso na Praça Sao Pedro, ele mencionou a padroeira do Brasil — que protagonizou polêmicas durante a campanha para o 1º turno das eleições, incluindo a divulgação de notícias falsas e uma batalha de decisões no Supremo Tribunal Federal (STF).
O pontífice não mencionou a polêmica e fez referência ao dia de Nossa Senhora Aparecida, celebrado em 12 de outubro no Brasil.
A polêmica envolvendo a padroeira do Brasil começou após publicações nas redes sociais atruibuindo a Flávio Bolsonaro (PL) e a políticos de direita a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
? Atualmente, não há no Congresso nenhum projeto de lei para tirar a condição de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida - o último, de 2007, foi arquivado. Também não existe movimento organizado de evangélicos com essa intenção.
A controvérsia chegou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao STF e provocou ainda um embate entre Flávio Bolsonaro e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O candidato do PL afirmou que o PT criou uma "fake news" sobre Nossa Senhora Aparecida "com ajuda de gente de dentro" da CNBB. Ele não apresentou provas da participação de integrantes da entidade.
A CNBB rebateu a acusação e afirmou que não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas às eleições.
"Atribuir à CNBB participação em estruturas de produção ou disseminação de desinformação, sem fatos e provas que sustentem tal afirmação, atinge injustamente a instituição e não contribui para a serenidade e a responsabilidade que devem caracterizar o processo eleitoral. A mentira não se combate com outra mentira", afirmou a entidade na ocasião.
O Vaticano não se posicionou sobre o caso.
As empresas de apostas on-line autorizadas a operar no Brasil começam nesta quarta-feira (7) a informar aos bancos os saldos que ainda estão nas contas dos apostadores. Ao todo, R$ 1,325 bilhão de cerca de 26,5 milhões de pessoas aguardam devolução após o fim das operações das bets no país.

Os dados, separados por Cadastro de Pessoa Física (CPF) e vinculados à conta bancária usada nos depósitos, deverão ser enviados pelas plataformas até quinta-feira (8). Com essas informações, as instituições financeiras terão de devolver os valores de 9 a 14 de outubro.
Os bancos deverão transferir os valores diretamente para as contas utilizadas pelos apostadores para fazer os depósitos nas plataformas.
O cronograma definido pelo governo estabelece:
O prazo para o saque voluntário diretamente nas plataformas terminou às 23h59 de segunda-feira (5).
Grande parte dos valores ainda não retirados está concentrada em contas com quantias muito pequenas.
Segundo o governo, 86,2 milhões de contas têm saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99. Juntas, elas somam R$ 15,5 milhões.
O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode ter cadastro em mais de uma plataforma.
Agência Brasil
Portal Santo André em Foco
Os contribuintes que tiveram a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2026 retida na malha fina começaram a ser avisados pelo Fisco. A Receita Federal está encaminhando os avisos em lotes semanais até o dia 20 de outubro, para estimular a regularização voluntária antes de uma eventual intimação ou notificação.

Quem identificar algum erro na declaração pode fazer a correção por meio de uma declaração retificadora, sem precisar comparecer a uma unidade da Receita. A regularização antecipada reduz o risco de multas e de atraso no pagamento da restituição.
O contribuinte pode verificar a situação da declaração pelo serviço Meu Imposto de Renda, disponível no site da Receita Federal e no aplicativo do órgão para celulares.
É necessário ter uma conta Gov.br nos níveis prata ou ouro.
No serviço, uma declaração retida na malha fina aparece com o status “Com Pendência”. Ao acessar a informação, o contribuinte consegue identificar o motivo da retenção e consultar as orientações para regularizar a situação.
Serviço
Depois de consultar a pendência, o contribuinte deve conferir se os valores informados na declaração estão corretos e se possui documentos que comprovem as informações prestadas.
Se houver erro ou omissão, é possível enviar uma declaração retificadora pelos canais digitais da Receita Federal.
O procedimento deve ser feito antes de uma eventual intimação ou notificação. Segundo a Receita, essa iniciativa pode evitar o risco de multas e de atraso na restituição.
Caso a declaração esteja correta e o contribuinte tenha os documentos que comprovem as informações, a orientação é não fazer alterações. Nesse caso, é necessário guardar a documentação e aguardar eventual solicitação da Receita.
Erros mais comuns
A Receita Federal destaca alguns dos principais problemas que podem levar uma declaração à malha fina:
No caso do VGBL, a Receita esclarece que esse tipo de plano não é considerado previdência privada para fins de dedução do Imposto de Renda e, portanto, não pode ser utilizado para reduzir a base de cálculo do imposto.
O objetivo do Projeto Cartas 2026 é permitir que o próprio contribuinte corrija eventuais inconsistências antes de uma ação formal do Fisco.
Embora esteja enviando correspondências, os contribuintes que tiverem dúvida sobre a situação da declaração devem confirmar diretamente a existência de pendências pelo Meu Imposto de Renda.
O maior leilão de blocos de exploração e produção de petróleo e gás do chamado Polígono do Pré-Sal terminou com sete dos 13 blocos ofertados sendo arrematados. O 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção foi realizado na manhã desta quarta-feira (7). 

A disputa organizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), na sede da instituição, no Centro do Rio de Janeiro, permitiu ao governo arrecadar R$ 530 milhões em bônus de assinatura. Se todos os blocos tivessem sido contratados, o valor somaria R$ 1,24 bilhão.
Esse foi o leilão do pré-sal com mais blocos arrematados. O anterior (3º Ciclo, em 2025), teve cinco áreas licitadas. Com o resultado, a área exploratória sob regime de partilha aumenta 58%, alcançando 39,2 mil km², o equivalente a cerca de 90% do território do estado do Rio de Janeiro (43,8 mil km²).
Havia 19 companhias habilitadas, mas apenas seis apresentaram propostas, sendo quatro estrangeiras. Não houve disputa, ou seja, em todos os sete blocos arrematados, apenas uma competidora ofereceu lance.
As maiores vencedoras foram as brasileiras Petrobras e Prio (antiga PetroRio), cada uma com dois blocos. A norueguesa Equinor também levou duas áreas, uma delas em consórcio com a portuguesa Galp.
Para explorar os blocos, todos localizados nas bacias de Santos e Campos, na costa do Sudeste, as petroleiras se comprometeram a fazer investimentos mínimos na ordem de R$ 778,4 milhões.
Assim como os bônus de assinatura, os investimentos mínimos são previstos no edital da ANP, agência reguladora do setor de óleo e gás no país, vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).
Além de aval do MME, as áreas exploratórias levadas ao leilão receberam sinal verde também do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA).
No leilão do modelo de partilha, vence a empresa que oferecer à União a maior parcela de óleo excedente ─ a produção que sobra após pagamento dos custos. O acordo funciona como uma forma de repartição do lucro com o Estado brasileiro.
O edital prevê um valor mínimo para cada bloco. A disputa tem caráter sigiloso na apresentação das ofertas, ou seja, as empresas não ficam sabendo previamente qual é o percentual de excedente em óleo que as concorrentes estão oferecendo e em quais áreas farão oferta.
Dessa forma, mesmo não tendo havido disputa nos blocos, todos foram arrematados com ágio, que variou de 8% a quase 495%. O ágio médio foi de 108,38%.
Estavam em oferta cinco áreas na Bacia de Campos (Magnetita, Turmalina, Hematita, Larimar e Azurita) e oito na Bacia de Santos (Jade, Aragonita, Cruzeiro do Sul, Opala, Granada, Cerussita, Rubi e Rodocrosita).
Magnetita
Hematita
Azurita
Jade
Cruzeiro do Sul
Rubi
Rodocrosita
As empresas vencedoras precisam, a partir de agora, seguir as demais etapas previstas no cronograma, como apresentação de documentos e pagamento do bônus de assinatura, para, então, serem assinados os contratos, o que está previsto para 26 de fevereiro de 2027.
Não foram arrematados os blocos Turmalina, Larimar, Aragonita, Opala, Granada e Cerussita. Eles ficam na "prateleira" da próxima rodada de licitação.
O pré-sal fica sob uma espessa camada de sal, que pode chegar a 7 mil metros de profundidade. Atualmente, é a principal área de produção no país. Em setembro, por exemplo, respondeu por 82,6% do petróleo e gás brasileiros.
Conforme declarou antes do início do leilão o diretor-geral da ANP, Artur Watt Neto, o pré-sal continua sendo "uma das mais relevantes fronteiras exploratórias do mundo".
"Temos que continuar trabalhando para ofertar blocos vizinhos às oportunidades identificadas", disse ele, que se refere ao pré-sal como "grande riqueza que o país tem".
A partir das 14h desta quarta-feira, a ANP realiza o 6º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, que coloca em disputa 313 blocos de exploração em 22 setores, que incluem exploração terrestre (onshore) e marítima (offshore), como o pós-sal na costa do Sudeste.
A diferença é que no modelo de concessão, que exclui as áreas do pré-sal, a vencedora é a empresa que oferecer o maior bônus de assinatura. Não há proposta de compartilhar barris de petróleo diretamente com a União.
No leilão da tarde, dois setores pertencem à Bacia do Ceará, localizada na Margem Equatorial Brasileira. A área é vista pela indústria do petróleo como fronteira promissora.
Ao todo, 46 empresas estão habilitadas para participar.
Tanto na partilha quanto na concessão, durante a fase de produção, as petroleiras pagam royalties e participação especial (no caso de campos de grande produção) ao governo, uma forma de compensação ambiental.
O Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep), um centro de estudos vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), entidade privada que reúne empresas do setor, enxergam nos leilões uma forma de dinamizar a indústria do petróleo, gerando emprego e renda, além de avanço para a segurança energética do país.
Por outro lado, ativistas ambientais veem os leilões com preocupação. O Instituto Arayara, organização não governamental dedicada a questões socioambientais, chegou a entrar com uma Ação Civil Pública na Justiça Federal pedindo a não realização do leilão.
A organização alega que há sobreposições das áreas em disputa com territórios indígenas e quilombolas, assentamentos da reforma agrária, áreas de conservação e regiões de pesca artesanal.
Desde antes do início do leilão de partilha, manifestantes fazem protestos em frente à sede da ANP.
No início do leilão de partilha, o secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME, Renato Dutra, afirmou que o petróleo é um fator que concede vantagem ao Brasil no cenário internacional.
Ele acrescentou que o MME trabalha em conjunto com o MMA para aumentar a oferta de blocos exploratórios para "preservar a segurança energética nacional".
Segundo ele, nos próximos meses, o governo deve colocar à disposição mais de 50 blocos exploratórios na Bacia de Pelotas, litoral Sul do país. A área também é vista como promissora por ter características geológicas semelhantes à costa africana, onde há produção de petróleo.
"É um próximo passo", antecipou.
Ele reafirmou o interesse do governo na exploração conhecida como "não convencional", o fraturamento hidráulico (fracking, em inglês).
Essa técnica utiliza injeção sob alta pressão de uma mistura de água, areia e aditivos químicos para provocar fraturas nas formações rochosas e permitir a extração dos combustíveis fósseis.
A proposta encontra resistência de ambientalistas e é tema de processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quarta-feira (7) que, se eleito, pretende usar o “capital político de presidente” para tentar aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que acabe com a reeleição.
Flávio também reafirmou que, caso vença o segundo turno, não pretende disputar um novo mandato em 2030.
A eventual aprovação do fim da reeleição poderia ter impacto direto na próxima disputa presidencial. Sem Flávio concorrendo a um segundo mandato, Tarcísio de Freitas (Republicanos) seria um dos nomes da direita com caminho aberto para disputar a Presidência em 2030 (entenda mais abaixo).
Uma eventual eleição de Flávio também teria efeitos sobre as possibilidades eleitorais de integrantes de sua própria família.
A Constituição prevê a chamada inelegibilidade reflexa, que restringe a candidatura de cônjuges e parentes de até segundo grau do presidente dentro de sua jurisdição.
A Constituição estabelece: “São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República.”
Essa regra precisaria ser considerada em uma eventual sucessão de Flávio por integrantes da família Bolsonaro.
Já Michelle Bolsonaro, madrasta de Flávio e mulher de Jair Bolsonaro, não tem com o candidato relação de parentesco por consanguinidade.
Ela foi eleita senadora pelo Distrito Federal neste domingo (4) e já apareceu nas articulações políticas sobre o futuro do bolsonarismo em 2030.
É nesse cenário que Tarcísio de Freitas aparece no horizonte da direita para 2030.
O Republicanos já discutia, antes mesmo da eleição deste ano, um projeto presidencial para o governador paulista no próximo ciclo eleitoral.
Em julho, o blog de Valdo Cruz mostrou que integrantes do Republicanos consideravam o governador um candidato natural da legenda na próxima eleição presidencial.
A relação entre o fim da reeleição e uma eventual candidatura de Tarcísio em 2030 não surge agora.
Em agosto, o blog de Ana Flor informou que a campanha de Flávio Bolsonaro procurou Tarcísio para propor um pacto pelo fim da reeleição, que já alcançaria Flávio caso ele vencesse a eleição deste ano.
Segundo a apuração publicada à época, a proposta foi apresentada num contexto em que a campanha buscava o engajamento do governador paulista na candidatura de Flávio.
Flávio posteriormente negou a existência de um pacto negociado com o governador.
Naquele mesmo período, ao lado de Tarcísio, Flávio chegou a dizer que pretendia entrar para a história “nem que seja como presidente de transição”.
Tarcísio, por sua vez, afirmou acreditar que Flávio, se eleito, honraria o compromisso com o fim da reeleição.
Durante a campanha, Tarcísio evitou antecipar uma candidatura ao Planalto em 2030.
Em agosto, questionado sobre essa possibilidade, afirmou que ainda não era hora de discutir o assunto e que seu foco estava na eleição estadual.
Flávio afirmou nesta quarta que caberá ao Congresso decidir como seria a mudança, inclusive a duração dos mandatos e os cargos alcançados pela nova regra.
O candidato também reiterou que, independentemente da definição do Congresso, assumiu o compromisso de não disputar a reeleição:
“Não estou disputando o poder. Eu estou disputando o futuro do meu país [...]. Então, fiz o compromisso de não concorrer à reeleição.”
Tarcísio de Freitas foi reeleito governador de São Paulo no domingo (4), com 62,65% dos votos válidos, e declarou que agora se dedicaria à campanha de Flávio no segundo turno.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou um vídeo selfie, nas redes sociais, nesta quarta-feira (7), em que convoca apoiadores a irem às ruas para impedir o que chama de volta do "retrocesso" no país.
Após o resultado do último domingo (4), integrantes da campanha de Lula passaram a defender uma presença maior do presidente nas redes sociais. No primeiro turno, o petista teve 2,3 milhões de votos a menos que o adversário Flávio Bolsonaro (PL).
"Bora, gente, pra rua, vamos conversar com as pessoas, você que gosta do Brasil, que gosta da educação, da democracia, que quer ter emprego de qualidade, continuar estudando e ver o Brasil crescer, que precisa melhorar de vida, bora pra rua", pediu Lula.
Nesta terça, Lula voltou a defender o fim da escala de trabalho 6x1, proposta que está em análise no Senado.
O petista afirmou que quer ver a redução da jornada "sair do papel" e que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, é contra a mudança.
A PEC em discussão no Congresso Nacional estabelece jornada máxima de 40 horas semanais, divididas em cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução salarial. A proposta começou a ser discutida nesta terça pelo plenário do Senado.
"Eu estou confiante que o Alcolumbre vai colocar em votação. Estou confiando que o Senado vai repetir a decisão que já foi tomada pela Câmara e estou confiante que o PL vai demonstrar se tem coragem ou não votar a favor do fim dessa escala", disse Lula.
Entre os governistas, o clima ainda é de lutar para aprovar o texto em duas votações antes do segundo turno.
Apostam ainda em expor integrantes da oposição que tentem evitar a votação do fim da 6x1. Integrantes do PL e Republicanos devem se reunir na quarta-feira (7) para definir uma estratégia e evitar a votação.
O partido Novo, que teve Romeu Zema como candidato à Presidência no primeiro turno, declarou nesta quarta-feira (7) apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Palácio do Planalto na segunda etapa da disputa.
O anúncio foi feito após uma reunião da cúpula do partido com o candidato do PL no QG da campanha de Flávio, em Brasília.
O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou que a sigla tomou a decisão para “tirar o PT e enfrentar os intocáveis" do Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Ribeiro, participaram da reunião com Flávio nomes do partido, como Deltan Dallagnol (PR) e Marcel Van Hattem (RS). O Novo elegeu 10 deputados federais, 15 estaduais e três senadores.
"Felizmente, um dos objetivos já foi alcançado, que era eleger a maioria do Senado para a gente mudar o presidente do Senado [hoje presidido por Davi Alcolumbre] e enfrentar os tiranos que abusaram do seu poder no STF. E, agora, vamos para o nosso segundo objetivo, que é derrotar o PT", disse Eduardo Ribeiro.
Flávio agradeceu o movimento e disse que os apoios que tem recebido demonstram um alinhamento por uma mudança no governo federal.
O anúncio do Novo ocorre um dia após o candidato derrotado da sigla na disputa ao Planalto, Romeu Zema, também declarar apoio a Flávio.
Zema foi o sexto colocado na disputa à Presidência, 326.488 votos. O candidato do Novo obteve 0,27% dos votos válidos, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral.
Flávio Bolsonaro recebeu mais de 56 milhões de votos e enfrentará, no segundo turno, Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à reeleição, que recebeu 53,8 milhões de votos. Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos; Lula ficou com 45,15%.
Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão) ficaram nas terceira e quarta posições, respectivamente. Os dois já disseram que não vão apoiar nem Flávio nem Lula. O segundo turno das eleições presidenciais está marcado para o dia 25 de outubro.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), comemorou o crescimento da bancada feminina na Casa. Ele destacou que, a partir de 2027, haverá a maior bancada feminina da história, com 109 deputadas eleitas – um crescimento de 21,1% em relação à legislatura atual.
“Mais mulheres no Plenário significam mais vozes no diálogo e mais força para pautas que fazem diferença na vida das brasileiras e de suas famílias”, disse o presidente por meio de suas redes sociais.
Agência Câmara
Portal Santo André em Foco
Ao elogiar o pronunciamento do senador Renan Filho (MDB-AL) no Plenário nesta terça-feira (6), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pregou “serenidade” no debate político. Ele criticou os ataques pessoais, que, em seu entender, comprometem a qualidade da discussão de propostas.
Davi comentou que o Brasil e o mundo vivem um “drama civilizatório”. Ele lamentou que agentes políticos muitas vezes prefiram “agredir colegas em vez de apresentar uma alternativa para o Brasil”, e cobrou uma postura de serenidade dos senadores, mesmo diante de agressões infundadas.
— Que a gente possa ter a consciência, a tranquilidade, a serenidade de não cair, porque, a partir do momento em que a gente passar a ofender os outros que a gente critica, a gente vai passar a ser um deles — ponderou.
O presidente do Senado classificou Renan Filho — que, em seu pronunciamento, tratou do fim da escala 6x1 (PEC 221/2019) — como um dos melhores representantes da nova geração de políticos, e destacou a importância de sua atuação à frente do Ministério dos Transportes para o desenvolvimento da infraestrutura rodoviária do país.
Agência Senado
Portal Santo André em Foco
De acordo com a Polícia Civil, foram apreendidas uma pistola, um rifle, uma submetralhadora e uma besta. A operação integra uma sequência de ações feitas no Brejo Paraibano, com foco na identificação e prisão de integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes como homicídios, tráfico de drogas, roubos e outros delitos violentos.
A corporação informou que as investigações e ações operacionais têm como objetivo desarticular grupos criminosos, identificar suas lideranças, retirar armas ilegais de circulação e responsabilizar os envolvidos nas práticas criminosas.
Essa operação foi feita com a integração da Polícia Civil da Paraíba, do Grupo Tático Especial (GTE) e do Núcleo de Homicídios da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (8ª DSPC).