Mai 23, 2026
Arimatea

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Um levantamento estatístico produzido pela Usina de Dados do Sebrae/PB aponta que a Paraíba tem o total de 178.195 Microempreendedores Individuais (MEIs). A categoria, que é considerada a porta de entrada para quem deseja formalizar o próprio negócio e empreender no mercado, se destaca também pela expansão de 33% no estado, considerando o período de 2024 e 2025.

Dentro deste contexto, a Semana do MEI vai ser celebrada com várias atividades no estado, entre os dias 25 e 29 de maio.

Em 2024, o território paraibano somou 36.350 novos registros de MEI, enquanto no último ano de 2025 a abertura de empreendimentos na categoria atingiu 48.282 novos pequenos negócios formalizados.

Os setores de serviço (91.772) e comércio (59.396) foram os que mais ocuparam o preenchimento das novas atividades econômicas. Na sequência, complementam essa estatística: indústria (15.880), construção (10.551) e agropecuária (596).

De acordo com a analista técnica do Sebrae/PB, Germana Espínola, a categoria do MEI tem contribuído de forma positiva para o contexto da economia paraibana e impulsionado a geração de novas oportunidades.

“É importante dizer que esse movimento de crescimento fortalece a economia local na realidade de cada município e contribui para o fortalecimento do empreendedorismo de forma geral no estado. A expansão do MEI representa o aumento da formalização das atividades econômicas, o que é algo fundamental para o mapeamento dos pequenos negócios”, disse a analista.

Ainda com relação ao MEI, a categoria aparece no mercado com o percentual de 54% dos empreendimentos, quando se considera a identificação dos pequenos negócios na Paraíba. Os demais registros: Microempresa (ME) tem 120.911 empreendimentos (37%) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) totaliza 18.048 negócios (5%). As Médias e Grandes Empresas (MGE) completam os dados com 14.104 registros (4%).

João Pessoa e Campina Grande lideram estatística

João Pessoa (62.129) e Campina Grande (25.680) são os municípios com maiores registros de MEI. Juntos, eles somam 58,41% dos pequenos negócios ativos na categoria. Os demais Santa Rita (6.263), Patos (5.711) e Bayeux (4.314) completam o levantamento.

Outro aspecto importante analisado pela estatística é a maturidade empresarial dos negócios registrados como MEI. Conforme os dados, 73.598 dos empreendimentos aparecem na classificação “estabelecida” e “super estabelecida”, que considera o período mínimo de existência de três anos e meio a dez anos ou mais no mercado.

As demais “nascentes”, que são aquelas empresas abertas há menos de três meses, somam 13.802 (8%). Por fim, na fase “inicial”, que compreende o período de três meses a três anos e meio de atividade, totaliza 90.795 (51%).

Semana do MEI

Com a proposta de incentivar o conhecimento com a promoção de momentos de palestras e capacitações sobre diversos temas, o Sebrae/PB vai realizar, entre os dias 25 e 29 de maio, a Semana do MEI.

A programação tem o objetivo de compartilhar experiências e atender os microempreendedores individuais de todas as regiões do estado, a partir do trabalho das agências da instituição nas cidades de Araruna, Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira, Itaporanga, João Pessoa, Patos, Pombal, Sousa e Monteiro.

“Essa programação tem um papel estratégico no fortalecimento dos pequenos negócios, porque o Sebrae levará capacitação, orientação e oportunidade para os empreendedores de todas as regiões do território paraibano”, enfatiza Germana Espínola.

Entre os temas que serão abordados na programação destacam-se o impacto da nova reforma tributária, marketing digital, gestão financeira, acesso a crédito, atendimento e vendas e como trabalhar os processos de inovação para alcançar resultados de crescimento. Todas as atividades são gratuitas e a programação pode ser consultada no link: https://pb.loja.sebrae.com.br/semanadomei2026.

Outros detalhes podem ser verificados pelos interessados por meio do atendimento presencial disponibilizado nas agências ou pontos de atendimento do Sebrae, presentes em todas as regiões da Paraíba.

 

Os estudantes interessados em ocupar uma vaga em um curso de graduação em uma instituição pública de ensino superior, no segundo semestre deste ano, terão mais uma oportunidade com o Sisu+, a etapa complementar e inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta quinta-feira (21), o edital com as regras e cronograma do Sisu+.

A iniciativa federal tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior, com a ocupação de eventuais vagas disponíveis nas instituições públicas de ensino superior que aderiram à etapa regular do Sisu 2026.

As instituições de ensino devem ter formalizado a oferta das possíveis vagas não ocupadas na etapa regular do Sisu deste ano, por meio de um aditivo ao termo de adesão original ao Sisu 2026.

A Secretaria de Educação Superior do MEC esclarece que o Sisu+ 2026 não representa um novo processo seletivo, mas a etapa complementar do Sisu 2026.

Isso porque a nova etapa do processo seletivo complementar ocorre após o encerramento das convocações da lista de espera da etapa regular do Sisu 2026 e de processos seletivos próprios realizados pelas instituições participantes, como universidades públicas e institutos federais.

Inscrições

As inscrições para o Sisu+ começam em 15 de junho e se estendem até as 23h59 de 19 de junho, no horário de Brasília.

Para se inscrever, é necessário que os candidatos tenham participado de uma ou mais edições do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos (2023, 2024 e 2025) e que tenham concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026.

Os interessados que cumprirem os requisitos previstos no edital devem se inscrever exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na parte do Sisu.

Ao acessar o sistema, deve ser feito login da conta Gov.br. Os candidatos que participaram do Enem, já têm essa conta. Em seguida, deverão ser preenchidos seus dados pessoais, sociais e econômicos.

Após concluir essa etapa da inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso indicadas como primeira e segunda opção.

Em cada uma delas, o estudante poderá visualizar o curso escolhido, o local de oferta, a instituição de ensino, o turno, o grau, eventuais ações afirmativas próprias da instituição (quando houver) e as modalidades de concorrência nas quais estará inscrito.

Cronograma

As inscrições ficam abertas de 15 a 19 de junho. No dia 24 de junho, ocorrerá a divulgação da chamada regular (única) com os nomes dos pré-selecionados.

O candidato poderá consultar o resultado da única chamada regular do Sisu+ na página eletrônica do Sisu na internet

Para quem precisar recorrer à lista de espera, o prazo para manifestação de interesse será de 24 a 26 de junho.

O processo de matrícula para os selecionados na chamada regular começará a partir de 25 de junho, seguindo o edital de cada instituição pública de ensino.

Por fim, a matrícula dos convocados por meio da lista de espera terá início a partir de 1º de julho.

O processo seletivo do Sisu+ 2026 será constituído de uma única chamada regular.

O Sisu considera diferentes modalidades de concorrência, que levam em conta o perfil socioeconômico dos candidatos, de acordo com a Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012), e também de acordo com as ações afirmativas definidas por cada instituição.

Sisu+

O Sisu+ foi desenhado pelo MEC para ser uma ferramenta mais eficiente para aperfeiçoar a seleção de candidatos para vagas no ensino superior.

O MEC projeta que o Sisu+ seja usado em cursos tradicionalmente com alta rotatividade, onde o estudante é admitido, mas desiste da vaga ou muda de curso, o que gera para as universidades públicas a necessidade da organização de sucessivas chamadas para preenchimento de vagas. 

Com o Sisu+, a instituição pode adotar a estrutura automatizada do Sisu para rodar as listas de espera de forma mais rápida, garantindo que a vaga não fique ociosa.

Outra vantagem apontada pelo MEC é a economia. As instituições de ensino que realizariam processos seletivos próprios, como vestibulares, para vagas com ingresso no segundo semestre, podem reduzir os custos administrativos e usar o sistema do Sisu para seleção dos candidatos.

Nos cursos em que sobram vagas, como licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas que o país precisa desenvolver, o Sisu+ pode ampliar o acesso a essas vagas porque centraliza o que antes ficava disperso em dezenas de sites de universidades diferentes.

Dessa forma, o processo seletivo complementar padroniza a disponibilização de vagas pelas instituições e facilita a consulta das oportunidades pelos estudantes.

Saiba mais sobre o programa na página do Sisu.

 
Agência Brasil
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Os apostadores da Mega-Sena têm até as 22h (horário de Brasília) deste sábado (23) para fazer suas apostas no concurso 3.010, especial da Mega 30 anos. As seis dezenas serão sorteadas às 11h (horário de Brasília), de domingo (24), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Caso não haja ganhadores na faixa principal, com acerto de seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores das cinco dezenas e assim por diante, conforme as regras da modalidade.

Como o concurso é especial, o prêmio estimado em R$ 300 milhões não acumula. 

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

Apostas

Apostas podem ser feitas até as 22h (horário de Brasília) de sábado (23) nas lotéricas de todo o país e pela internet, pelo portal Loterias Caixa, pelo aplicativo Loterias Caixa, disponível para usuários das plataformas Android e iOS, e pelo Internet Banking Caixa.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Agência Brasil
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Um brasileiro foi colocado em prisão preventiva e processado por estupro, agressão e exposição sexual de crianças, nesta sexta-feira (22), no âmbito de uma investigação sobre violências sexuais contra crianças em escolas de educação infantil em Paris, na França.

Segundo o Ministério Público da capital francesa, além do brasileiro, outro homem não identificado também está em prisão preventiva, acusado pelos mesmos crimes.

A medida ocorre após uma operação policial que levou 16 pessoas sob custódia para interrogatório na quarta-feira (20). Desta operação, três pessoas foram encaminhadas ao juiz de instrução para investigações: os “dois homens e uma mulher, monitores, com idades entre 30 e 51 anos”, acusados de “atos de natureza sexual”, segundo nota do MP.

A mulher foi liberada nesta sexta (22), mas segue sob supervisão judicial. A associação de pais de alunos Pequenos Heróis de Saint-Do afirmou que vai contestar a decisão.

A RFI apurou que o brasileiro C., de 51 anos, está entre os principais suspeitos do caso.

Monitor de oficinas de música para crianças de escolas maternais – equivalente das pré-escolas no Brasil – , o homem já estava sob suspeita das autoridades do 7º distrito de Paris desde novembro, após alertas de pais. Ainda assim, segundo um dos advogados do caso, ele teria sido transferido para outra escola do 15º distrito da capital em dezembro, em vez de ser suspenso.

“Represento uma família da escola maternal de Volontaires (15º distrito) e outra da escola de Saint-Dominique (7º), cujos filhos foram vítimas do monitor brasileiro. Ambas as famílias prestaram queixa por estupro contra ele, que é um dos principais suspeitos deste caso”, afirma o advogado Louis Cailliez.

As investigações transcorrem a partir de cerca de 30 denúncias apresentadas por pais de alunos entre o fim do ano passado e fevereiro deste ano. As crianças tinham entre 2 e 4 anos na época dos fatos. 

Como os pais desconfiaram?

A mãe de uma menina de 3 anos, que teria sido vítima de estupro do brasileiro na escola em que ele trabalhou no ano passado, falou à RFI com exclusividade sobre como começou a desconfiar dos abusos.

“Ele era professor de música, monitor no período extracurricular e foi alvo de denúncias entre setembro e dezembro por parte de vários pais, cujos filhos se queixavam de gritos, de raiva, mas não de violência sexual. Houve uma reportagem na escola, gravada com câmera escondida, que foi exibida no final de janeiro na TV francesa, e nós, todos os pais, o reconhecemos”.

Ela conta que, após a reportagem, houve reuniões na escola.

"Muitos pais notaram mudanças de comportamento em seus filhos e, conversando na escola, pudemos entender as peças que faltavam do quebra-cabeça. Percebemos que as crianças eram vítimas de violência sexual dentro da pré-escola, incluindo estupros cometidos por vários monitores, entre eles este cidadão brasileiro", relata a mãe sob condição de anonimato.

Ela acrescenta que, além da queixa por estupro contra o brasileiro, também denunciou outro monitor por agressão sexual e uma terceira pessoa, que seria uma assistente de C. nas oficinas.

“Pelo que entendi da minha filha, era C. quem cometia os estupros e havia uma cúmplice, alguém que estava presente. Entendemos que o agressor era o C.; talvez, com os depoimentos de outras crianças, os investigadores consigam esclarecer isso e definir o papel de cada um. Mas, de qualquer forma, sei que o C. é alvo de várias queixas de estupro contra várias crianças na escola Saint-Dominique”, aponta.

Aliviada com o andamento das investigações, a mãe deseja apenas que seja feita justiça pela filha de 3 anos e pelas outras crianças que foram vítimas.

"Faz quatro meses que apresentamos queixa e nada tinha acontecido. Então estamos aliviados que isso esteja finalmente sendo levado a sério e que existam detenções. Esperamos que ele vá para a prisão. Nossa filha ficou muito mal depois de falar, mas está melhorando. Nos preocupamos muito com o futuro, se ela conseguirá ser feliz, ter uma vida emocional normal, se conseguirá confiar", emociona-se a mãe.

'Obrigou a dar beijos nas partes íntimas'

O pai de um menino de 4 anos, em entrevista à RFI, também afirma ter se dado conta da gravidade do caso após a reportagem exibida na TV francesa.

“Como gostamos muito de música na família, meu filho ia frequentemente às oficinas à tarde. Quando saiu a reportagem na TV, fizemos perguntas ao nosso filho para saber o que ele tinha visto, ouvido ou [se tinha] sofrido de violência. Ele começou a nos dizer que essa pessoa o obrigou a dar beijos nas partes íntimas”, conta o pai, que apresentou queixa em fevereiro contra o monitor brasileiro e outros três assistentes da escola.

O menino também confirmou ao pai a participação de uma cúmplice.

"C. atuava com outra monitora. Eles isolavam as crianças em dupla. Ou eles os forçavam [a dar beijos], ou a monitora dava beijos nas nádegas deles enquanto o outro tirava fotos ou fazia vídeos", diz. “Infelizmente não sabemos [há quanto tempo duram as violências], porque nosso filho está na escola há quase dois anos e essa pessoa já estava lá no ano passado", detalha.

A associação de pais afirma em nota que a monitora citada foi flagrada por câmera escondida pela reportagem do programa de TV beijando uma criança na boca.

Apesar do caso, o menino continua na mesma escola, após o afastamento dos monitores denunciados pelo pai e outras famílias.

Segundo o pai, toda a equipe das oficinas extracurriculares foi renovada. "Por enquanto, meu filho continua na escola, mas no ano que vem irá para outra. Ele quis ficar porque tem amigos, gosta da professora e diz que agora os 'malvados' não estão mais lá", explica.

Famílias não receberam apoio psicológico 

O pai entrevistado pela RFI detalha que as famílias não receberam apoio psicológico institucional, e seu filho, ele e a esposa pagam acompanhamento profissional particular para lidar com o trauma.

Assim como outros pais, ele também reclama da falta de reatividade das autoridades, e da atitude da escola, que no início negou as acusações das crianças.

"O único contato real foi o prefeito de Paris, Emmanuel Grégoire, que nos encontrou na semana passada, se desculpou em nome da prefeitura e reconheceu que fatos graves ocorreram. Eles falharam em proteger as crianças. Nós confiamos em um sistema que não soube proteger crianças de menos de 5 anos", denuncia.

"Esperamos para saber se haverá sanções penais. Nosso filho nos pergunta regularmente se 'os malvados estão na prisão'. Quero poder dizer que sim. Ele ainda tem medo de vê-los”, conclui.

Em nota enviada à RFI, a associação Pequenos Heróis de Saint-Do expressa "imensa indignação contra os agressores, mas também contra as instituições, começando pela prefeitura de Paris e pela escola Saint-Dominique, cujas falhas sucessivas levaram à dramática situação que vivemos hoje. (...) Apesar das ameaças que sofreram, nossos filhos tiveram a coragem de falar. Temos muito orgulho deles – e não ficaremos em silêncio".

 

RFI
Portal Santo André em Foco

A modelo Andrea Del Val acusou o estilista venezuelano Giovanni Laguna de agressão durante sua passagem por Cannes, na França, onde ambos participavam de eventos ligados ao festival de cinema, que acontece até este sábado (23).

A modelo publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece com o rosto ensanguentado dentro de um quarto de hotel. Nas imagens, Del Val mostra os ferimentos enquanto grava Laguna sentado em um canto do cômodo, que aparece revirado, com móveis e objetos espalhados.

"Olhem, foi isso que Giovanni Laguna fez. Parabéns, Giovanni — era isso que eu queria: que você mostrasse quem você realmente é", diz ela no vídeo. 
 

Segundo veículos de imprensa venezuelana e mexicana, hóspedes do hotel ouviram gritos e sons de luta corporal e acionaram a polícia francesa. Vídeos divulgados nas redes sociais também mostram Laguna deixando o hotel escoltado por agentes.

O motivo exato do incidente ainda não está claro, e autoridades francesas investigam a denúncia. 

Laguna é conhecido no circuito latino-americano de concursos de beleza e celebridades. Em vídeos que circularam nas redes sociais e foram reproduzidos por veículos da imprensa latino-americana, Giovanni Laguna nega ter agredido a modelo e apresenta sua versão dos fatos.

Segundo os relatos divulgados, ele afirma que os ferimentos de Andrea teriam ocorrido durante uma confusão no quarto do hotel.

 

Ainda de acordo com essas publicações, Laguna diz que Del Val começou a filmá-lo e ameaçou expô-lo nas redes sociais. O estilista teria admitido apenas um empurra-empurra envolvendo o celular da modelo.

Veículos locais também relataram que Laguna alegou que uma luminária caiu durante a discussão e atingiu o rosto de Andrea de forma acidental.

 

g1
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Os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento anunciaram nesta sexta-feira (22) um bloqueio adicional de R$ 22,1 bilhões no orçamento deste ano. 

  • Esse valor se soma a uma outra retenção de R$ 1,6 bilhão anunciada em em março.
  • Com isso, a limitação em 2026 totaliza R$ 23,7 bilhões. 

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aumentou a previsão de consumo de energia no Brasil para maio. A estimativa agora é de crescimento de 1,2% em relação ao mesmo mês do ano passado, chegando a 79.634 megawatts médios. Há uma semana, a expectativa era de alta menor, de 0,4%. 

O Conselho da Justiça Federal (CJF) autorizou na quinta-feira (21) a liberação de R$ 2,5 bilhões para o pagamento de mais de 208 mil pessoas que ganharam ações judiciais de menor valor contra órgãos federais. Os recursos correspondem a 163,4 mil processos protocolados até abril de 2026. 

A Prefeitura de Desterro, no Sertão da Paraíba, rescindiu contratos e suspendeu os pagamentos de duas empresas investigadas na Operação Viga Mestra, da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU), que apura suspeitas de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro envolvendo municípios paraibanos.

A medida foi publicada em decreto assinado pelo prefeito do município no último dia 18 de maio. O documento determina a rescisão imediata de contratos, atas de registro de preços e ordens de serviço mantidas com as empresas investigadas.

 

Segundo o decreto, a decisão tem caráter “administrativo, cautelar e preventivo” e foi tomada após o município ser alvo de mandado de busca e apreensão expedido pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região no âmbito da Operação Viga Mestra.

O texto, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) afirma que a prefeitura não teve acesso aos autos sigilosos da investigação, mas considerou necessário adotar medidas para “proteção do interesse público, do erário e da regularidade das contratações públicas”.

Além da rescisão dos contratos, a gestão municipal determinou: 

  • suspensão imediata de pagamentos, medições, empenhos e liquidações em favor das empresas investigadas;
  • revogação de licitações e procedimentos de contratação ainda em andamento envolvendo as empresas;
  • proibição de novos contratos ou aditivos com as empresas até nova deliberação;
  • preservação de todos os documentos físicos e eletrônicos relacionados aos contratos investigados. 
 

O decreto também determina que as secretarias municipais encaminhem à Procuradoria-Geral do Município e à Controladoria Interna cópias integrais de contratos, notas fiscais, comprovantes de pagamento, medições e relatórios de execução contratual.

A prefeitura ainda informou que as secretarias deverão adotar medidas para evitar a paralisação de serviços públicos eventualmente afetados pelas rescisões, incluindo possibilidade de contratação emergencial.

A Operação Viga Mestra foi deflagrada pela Polícia Federal e pela CGU no dia 7 de maio. As investigações apontam movimentação financeira superior a R$ 33 milhões em contratos firmados com os municípios de Desterro e Cacimbas.

Segundo a PF, há suspeitas de direcionamento de licitações, lavagem de dinheiro e utilização de pessoas para ocultar os reais beneficiários dos recursos públicos investigados.

 
g1 PB
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Um homem de 56 anos foi preso na cidade de Soledade, no Cariri da Paraíba, por estuprar uma criança de 11 anos com deficiência intelectual. Ele confessou o crime. As informações foram confirmadas pela Polícia Civil.

De acordo com a corporação, o suspeito é vizinho e "amigo de longa data da família" da vítima e se aproveitou da relação de confiança mantida com os pais da criança para atraí-la até a própria residência, onde os abusos eram praticados.

 

Os familiares da vítima procuraram a polícia após saberem dos fatos. Um boletim de ocorrência foi registrado. A Polícia Civil informou que adotou as medidas de "acolhimento e proteção da vítima", além de acionar o Instituto de Polícia Científica (IPC), para realização dos exames periciais no corpo da vítima.

 

Esses exames, inclusive, apontaram "indícios contundentes de violência sexual recente". Após a prisão, o suspeito foi levado para a delegacia da cidade e o foi interrogado formalmente, quando confessou a prática dos abusos, afirmando que os crimes ocorriam de forma contínua desde o início deste ano.

O preso foi encaminhado para a carceragem da Polícia Civil, onde permanecerá à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.

 
g1 PB
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