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Internacional

O presidente do Irã, Hassan Rouhani, da Rússia, Vladimir Putin, e da Turquia, Tayyip Erdogan, apertam as mãos nesta quarta-feira (22) durante encontro em Sochi, na Rússia (Foto: Sputnik/Mikhail Metzel/Kremlin via Reuters )O presidente russo, Vladimir Putin, assegurou nesta quarta-feira (22) que vê "uma verdadeira oportunidade" para acabar com o conflito que assola a Síria desde 2011, ao início de uma cúpula em Sochi com seus colegas da Turquia, Recep Tayyip Erdogan e do Irã, Hassan Rohani.

Apesar do otimismo, Putin ressaltou que uma solução para a guerra, que já fez mais de 330 mil mortos em seis anos, exigirá "concessões" de todas as partes, "incluindo do governo sírio", de acordo com a agência France Presse.

O chefe de Estado russo acrescentou que o seu governo, o de Teerã e o de Ancara "vão empreender esforços mais ativos para fazer com que este trabalho seja o mais produtivo possível".

Após a reunião com seus colegas, Putin informou que os líderes de Irã e Turquia apoiaram a convocação de um congresso do povo sírio como um dos primeiros passos para estabelecer um diálogo inclusivo no país.

Putin disse que os três líderes instruíram seus diplomatas e entidades de defesa e segurança a trabalharem na composição e em uma data para o congresso, informa a Reuters.

Segundo presidente russo, que se reuniu na última segunda-feira com o líder sírio Bashar Al-Assad, a liderança síria está comprometida com o processo de paz, com uma reforma constitucional e com eleições livres.

Focos de resistência

Nas últimas semanas, o regime, com o apoio do exército russo, recuperou grande parte do território sírio das mãos de grupos rebeldes e extremistas.

Na terça, ele recebeu o presidente sírio Assad e elogiou seu êxitos militares. "Mais de 98% do território sírio estão sob o controle das forças do governo sírio. Os terroristas ainda têm focos de resistência, mas se apagam rapidamente", afirmou Putin.

Após ajudar Assad a ganhar terreno contra os rebeldes e extremistas, o chefe do Kremlin quer relançar o processo de solução política para a guerra na Síria, que deixou mais de 330 mil mortos e milhões de deslocados desde 2011.

Lançada em novembro de 2015, a intervenção militar russa na Síria permitiu às Forças Armadas sírias reverter a situação militar, retomando das mãos dos extremistas do grupo Estado Islâmico (EI) a cidade antiga de Palmira, expulsar os rebeldes de Aleppo (norte) e recuperar o controle dos territórios do sul e do leste do país.

No domingo passado, as forças do governo expulsaram os extremistas de Bukamal, o último reduto urbano importante na Síria do grupo Estado Islâmico, que perdeu quase todo o território que havia conquistado desde 2014.

"A fase ativa da operação militar na Síria está terminando", considerou o chefe do Estado-Maior do Exército russo, Valeri Guerasimov. Em um discurso retransmitido pela televisão, Hassan Rohani, por sua vez, declarou na terça a vitória sobre o EI.

Reunião entre Putin e Assad

A reunião surpresa de Putin com Assad, que ocorreu na segunda-feira mas não se tornou pública até terça, voltou a colocá-lo no tabuleiro diplomático, em um momento de intensificação dos contatos visando as negociações sob o patrocínio da ONU em Genebra, em 28 de novembro.

Assad expressou a Putin "o reconhecimento do povo sírio" à ajuda dada pela Rússia na defesa da "integridade territorial e da independência da Síria".

A Rússia promove com o Irã, aliado de Assad, e a Turquia, que apoia os rebeldes, as negociações de Astana, capital de Cazaquistão, onde o governo e a oposição sírios celebraram sete reuniões em 2017.

As negociações de Astana permitiram criar "zonas de distensão" nas regiões de Idlib (noroeste), Homs (centro), Guta Oriental (perto de Damasco) e no sul.

Essas medidas resultaram na diminuição da tensão e agora a Rússia quer que as negociações de Astana, concentradas até então nos aspectos militares, desemboquem em uma solução política.

G1
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Navio argentino Comandante Espora deixou base naval de Mar del Plata, no sábado (18), para participar das buscas pelo ARA San Juan   (Foto: Vicente Robles/ AP)A Marinha da Argentina afirmou nesta quarta-feira (22) que não há nenhum contato com o submarino ARA San Juan, que fez sua última comunicação com a base no dia 15. A embarcação que transporta 44 militares desapareceu enquanto navegava de Ushuaia para Mar del Plata, no Atlântico Sul.

O porta-voz da Marinha, o capitão Enrique Balbi, afirmou que pistas de localização de sinalizadores ou sinais sonoros foram descartas.

"Dessas três maneiras, de forma acústica com os sonares, infravermelha com a imagem térmica e o detector de anomalias magnéticas, não houve nenhum tipo de contato que se suponha que seja do submarino", afirmou Balbi.

A mídia argentina chegou a relatar na terça-feira, sem citar fontes, que um objeto havia sido localizado na região das buscas, mas a Casa Rosada e a Marinha não tinham comentado a informação até esta manhã.

Segundo Balbi, as pistas falsas tanto de sinais acústicos quanto de sinalizadores podem ter relação com a região onde se dão as buscas. "A leste, a 200 milhas, está a zona de pesca mais importante do Atlantico Sul. É terrível a quantidade de pesqueiros que estão lá."

O porta-voz disse também que 100% da área de buscas já foi sobrevoada por 10 aeronaves. A equipe espera um clima favorável na região para esta quarta-feira, mas que começa a piorar no dia seguinte.

Oxigênio

A Marinha já reconheceu que as buscas entraram em uma fase crítica devido às dificuldades para o submarino de renovar seu oxigênio se estiver, como se acredita, submerso. O porta-voz, no entanto, afrmou que não está descartada a hipótese de o ARA San Juan ter retornado à superfície em algum momento na última semana.

A agência alemã Deutsche Welle afirmou no início da semana, citando a Marinha, que a embarcação possui capacidade para armazenar oxigênio e se manter submerso por sete dias consecutivos.

Incerteza e pessimismo

Na terça-fera, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, cobrou explicações do comando militar sobre o submarino.

Há sinais de um crescente pessimismo, de acordo com relato do jornal "La Nación". Preocupado com a falta de novidades, o presidente argentino reuniu-se com o ministro da Defesa, Oscar Aguad, na tarde de terça, e pediu aos responsáveis pelas buscas que utilizem todos os meios disponíveis para localizá-lo.

De acordo com a Marinha argentina, 4 mil pessoas estão envolvidas nas operações que mobilizam navios, aviões argentinos e de sete países, entre eles, os Estados Unidos.

G1
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Imagem divulgada pela Marinha americana mostra cargueiro USS Ronald Reagan, em imagem de arquivo (Foto: US Navy / AFP)Um avião da Marinha dos Estados Unidos caiu ao sul da ilha japonesa de Okinawa, no oceano Pacífico, nesta quarta-feira (22). Dos 11 tripulantes e passageiros, que estavam na aeronave, oito foram resgatados em boas condições da saúde, segundo a Associated Press.

A aeronave seguia para o porta-aviões USS Ronald Reagan, que está atualmente no mar das Filipinas, quando caiu às 14h45 (horário local). "O USS Ronald Reagan está realizando operações de busca e resgate. A causa da queda ainda não é conhecida", disse a embarcação em um boletim à imprensa.

O ministro da Defesa japonês, Itsunori Onodera, disse a repórteres que a Marinha norte-americana o informou que a queda no mar das Filipinas pode ter resultado de um problema de motor, de acordo com a Reuters.

O avião C-2 Greyhound movido transporta pessoas, correspondência e outras cargas de bases continentais a porta-aviões operando no mar. Os modelos C-2 estão em uso há mais de cinco décadas e devem ser substituídos pela aeronave de longa autonomia Osprey.

A 7ª Frota, à qual pertencia a aeronave, tem realizado exercícios militares na região, que enfrenta uma tensão crescente por causa do programa balístico e nuclear da Coreia do Norte.

G1
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Resultado de imagem para Vídeo mostra fuga de soldado norte-coreano para Coreia do SulO Comando das Nações Unidas publicou nesta quarta-feira (22) vídeos que mostram a fuga de um soldado norte-coreano para a Coreia do Sul. Na segunda-feira (13), o militar atravessou a fronteira enquanto vários companheiros atiravam contra ele.

O incidente ocorreu às 16h no horário local (4h em Brasília), na Área de Segurança Conjunta de Panmunjom, o único lugar da Zona Desmilitarizada (DMZ) no qual soldados das duas Coreias se veem frente a frente.

O vídeo, de 7 minutos, foi feito por câmeras de segurança da faixa sul da fronteira militarizada, segundo a EFE.

O soldado chegou em carro até poucos metros da demarcação que divide os dois países. Em seguida, ele correu para o lado sul enquanto quatro militares norte-coreanos disparavam contra ele.

O militar, que foi resgatado com ferimentos de bala, recuperou a consciência na terça-feira (21), após ter passado por duas cirurgias em um hospital da Coreia do Sul.

Zona Desmilitarizada

As Coreias do Norte e do Sul permanecem tecnicamente em cessar-fogo desde 1953, já que o armistício assinado na época nunca foi substituído por um tratado de paz definitivo.

Apesar do nome, a Zona Desmilitarizada é provavelmente a fronteira mais militarizada do mundo. A faixa de terra, de 4 km de largura por 248 km de comprimento, que demarca a fronteira entre os dois países, tem cercas elétricas, campos minados e muros antitanques.

O episódio mais sangrento na história da passagem – estabelecida após o término da Guerra da Coreia, em 1953 – ocorreu em 1984, quando o estudante soviético Vasily Matuzok desertou à Coreia do Sul aproveitando uma visita turística realizada a Panmunjom durante estadia no lado norte-coreano.

Matuzok começou a correr até atravessar para o outro lado da linha de demarcação militar, o que ocasionou uma prolongada troca de tiros que deixou três soldados norte-coreanos e um sul-coreano morto. Seis pessoas ficaram feridas – entre eles, um militar americano.

EFE
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Senador russo Suleiman Kerimov, em imagem de arquivo (Foto: AP Photo/Alexander Zemlianichenko, file)O Ministério de Relações Exteriores da Rússia denunciou nesta terça-feira (21) que a polícia da França deteve ontem, no aeroporto de Nice, o senador russo Suleiman Kerimov e exigiu a libertação imediata do político, ao afirmar que ele possui imunidade e não pode ser preso em território estrangeiro.

Veículos da imprensa francesa dizem que o senador é suspeito de sonegar impostos e lavar dinheiro. A revista "Forbes" avalia que o político e empresário russo tem uma fortuna de US$ 6,3 bilhões.

"O Ministério de Relações Exteriores da França foi informado que Kerimov é membro do Conselho da Federação (Senado) da Rússia, é um representante oficial do país e, como tal, goza de imunidade no território de outros países. Ele possui um passaporte diplomático", disse um porta-voz da chancelaria russa à agência "Interfax".

Já a porta-voz da embaixada da Rússia em Paris, Anna Slichkova, disse que os diplomatas russos estão em permanente contato com as autoridades francesas para conseguir a libertação de Kerimov, mantido em uma delegacia de Nice desde a detenção no aeroporto.

O vice-presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Senado da Rússia, Franz Klintsevich, classificou o incidente como uma "provocação" e garantiu que Kerimov é uma pessoa respeitável. "Devem existir argumentos de peso para sua detenção", disse.

EFE
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Trump e Putin em imagem de arquivo (Foto: Mikhail KLIMENTYEV / SPUTNIK / AFP)O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversaram nesta terça-feira (21) sobre a guerra civil na Síria, com Putin destacando a importância de encontrar uma solução política para o conflito após encontro com o presidente da Síria.

Trump e Putin conversaram por telefone por cerca de uma hora, cobrindo tópicos incluindo Síria, Ucrânia, Irã, Coreia do Norte e Afeganistão, disse mais cedo uma autoridade da Casa Branca.

A conversa acontece após Putin receber o presidente sírio, Bashar al-Assad, por três horas para conversas nesta segunda, em preparação para um impulso de Moscou para acabar com o conflito na Síria, agora que o Estado Islâmico foi afastado de grande parte de seu autoproclamado califado no Iraque e Síria.

Putin também falou por telefone sobre o encontro com Assad com vários líderes do Oriente Médio, como o rei saudita Salman, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sisi.

Na quarta-feira, o presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, e o presidente do Irã, Hassan Rouhani – cujos países apoiam lados opostos no conflito sírio – irão viajar à Rússia para um encontro com Putin com objetivo de avançar o processo de paz na Síria.

De acordo com o Kremlin, Putin disse para Trump que o “líder sírio confirmou aderência ao processo político, para realizar uma reforma constitucional e eleições presidenciais e parlamentares”.

“A mensagem foi enviada da necessidade de manter a soberania, independência e integridade territorial da Síria e para alcançar um acordo político com base nos princípios que serão estabelecidos em um processo de negociação de larga escala na Síria”, informou o Kremlin.

Reuters
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Parlamentares do Zimbábue comemoram nesta terça-feira (21) após anúncio de que Mugabe renunciou ao poder (Foto: JEKESAI NJIKIZANA / AFP)O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, renunciou nesta terça-feira (21), indicou o presidente do Parlamento do país, Jacob Mudenda. Numa carta de renúncia, Mugabe, que ficou no poder por 37 anos, disse que a sua decisão é voluntária. Com a notícia, pessoas foram às ruas do país para comemorar.

"Eu, Robert Gabriel Mugabe, entrego formalmente minha renúncia como presidente do Zimbábue com efeito imediato. Renunciei para fazer uma transferência de poder tranquila", afirmou o presidente de 93 anos, na carta.

O vice-presidente Emmerson Mnangagwa, demitido por Mugabe, deve assumir o poder no seu lugar ainda esta semana, disse o secretário jurídico do partido governista Zanu-PF.

A renúncia foi amplamente comemorada no Parlamento. O anúncio também foi imediatamente comemorado por um ensurdecedor concerto de buzinas na capital Harare. Alguns manifestantes já estavam na rua, pedindo a saída de Mugabe em frente ao Parlamento, que discutia o processo de impeachment. Também houve celebração no centro de Johannerburgo, na África do Sul.

Nesta segunda-feira (20), expirou o prazo dado pelo seu partido, a União Nacional Africana do Zimbábue - Frente Patriótica (Zanu-PF, na sigla em inglês), para que ele renunciasse e os parlamentares iniciaram o processo.

Após a entrega da carta, o processo de impeachment foi suspenso. Um porta-voz do Parlamento afirmou que trabalha em questões legais para garantir que o novo líder seja empossado até o final desta quarta-feira.

Após o anúncio, Theresa May, primeira-ministra do Reino Unido, do qual o Zimbábue foi colônia, disse que a decisão oferece uma "oportunidade de um novo caminho livre de opressão". "Como o amigo mais antigo do Zimbábue, faremos o que podemos para apoiar" a transição do país, acrescentou May em comunicado.

Os Estados Unidos disseram que se trata de um "momento histórico" e pediram "eleições livres e justas". "Esta noite marca um momento histórico para o Zimbábue. Quaisquer que sejam os acordos a curto prazo que o governo possa estabelecer, o caminho a seguir deve levar a eleições livres, justas e inclusivas", diz o comunicado da embaixada dos EUA em Harare.

Entenda a crise

A crise no Zimbábue começou no início da semana passada, quando militares informaram ter começado uma operação contra "criminosos" próximos ao presidente Robert Mugabe, tomando as ruas e assumindo o controle de prédios públicos e da TV estatal.

Isso aconteceu uma semana após Mugabe demitir o vice Emmerson Mnangagwa, que começava a despontar como seu possível sucessor. Mnangagwa foi demitido por deslealdade e sua saída foi vista como uma estratégia para conduzir a primeira-dama Grace Mugabe ao poder. Mnangagwa está na África do Sul e disse que não retorna ao país até que sua segurança esteja garantida.

Mugabe e a esposa chegaram a ficar confinados em sua mansão de luxo, conhecida como "Blue Roof", por imposição dos militares. No sábado, um sobrinho do líder havia dito que ele estava "pronto para morrer pelo que é correto" e não tinha nenhuma intenção de deixar o poder.

O partido Zanu-PF afastou Mugabe da liderança e o substituiu pelo vice demitido, Mnangagwa. Também estabeleceu um prazo, que terminou nesta segunda-feira, para que Mugabe deixasse o poder. Contrariando as expectativas, o presidente de 93 anos chegou a fazer um longo discurso na TV estatal ZBC (Zimbabwe Broadcasting Corporation), mas não anunciou a sua renúncia. Por isso, os parlamentares deram início ao processo de impeachment.

G1
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Navio argentino Comandante Espora, na base naval de Mar del Plata, na Argentina, é utilizado na busca por submarino desaparecido, em imagem de 18 de novembro   (Foto: Vicente Robles/ AP)Equipes de busca argentinas contam com o apoio de militares norte-americanos nesta terça-feira (21) em uma fase crítica da busca pelo submarino ARA San Juan, desaparecido há seis dias, desde o dia 15 de novembro.

A Marinha da Argentina afirma que a embarcação, com 44 tripulantes a bordo, possui capacidade para armazenar oxigênio e se manter submerso por sete dias no total, segundo informações da agência alemã Deutsche Welle.

A imprensa argentina definiu os esforços de busca do submarino como "sem precedentes" no país. De acordo com o jornal argentino "Clarín", quatro embarcações submergíveis pertencentes à Marina dos EUA, pilotadas por controle remoto, foram colocadas em ação.

A Fragata Rademaker, pertencente à Marinha do Brasil, também foi deslocada para as buscas na Patagônia, segundo o Ministério da Defesa argentino.

Nesta terça, as condições climáticas melhoraram em relação aos dias anteriores na área de busca. Os meteorologistas esperavam ondas de cerca de 2 metros na região, muito inferiores às de 8 metros registradas no final de semana.

Pistas falsas

Na noite de segunda-feira, o porta-voz da Marinha afirmou que o ruído detectado na zona de busca do submarino ARA San Juan não era proveniente da embarcação desaparecida.

O ruído havia sido registrado por dois navios argentinos e bóias especiais lançadas por um avião americano. Gravado, foi analisado por especialistas em terra. Balbi já havia alertado antes mesmo de sair o resultado que não queria alimentar "falsas expectativas".

Mais cedo, a Marinha argentina havia detalhado que as sete chamadas de satélite detectadas no último sábado (18), não foram feitas pelo submarino, como se acreditava inicialmente.

Último contato

O ARA San Juan manteve contato com a base pela última vez na manhã de quarta-feira (15), quando estava no sul do Mar Argentino, a 432 km da costa patagônica do país.

Gabriel Galeazzi, um comandante naval, disse aos repórteres que o submarino veio à tona e comunicou um problema elétrico antes de sumir. "O submarino emergiu e relatou um mau funcionamento, e é por isso que seu comando terrestre ordenou que ele voltasse à sua base naval em Mar del Plata", afirmou.

Galeazzi disse que é normal submarinos sofrerem com o mau funcionamento dos sistemas. "Um navio de guerra tem muitos sistemas auxiliares, para que se passe de um para outro quando há uma pane", explicou.

France Presse
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Presidente russo, Vladimir Putin, e presidente sírio, Bashar al-Assad, encontraram-se na segunda-feira (20) na residência de veraneio do presidente russo no balneário de Sochi, às margens do Mar Negro (Foto: Mikhail Klimentyev/ Sputnik/ Kremlin via Reuters)O presidente russo, Vladimir Putin, se reuniu na segunda-feira (20) com o colega sírio Bashar al-Assad em Sochi (sudoeste da Rússia), a quem felicitou pela luta contra o terrorismo. O encontro aconteceu dois dias antes de uma cúpula entre Rússia, Irã e Turquia sobre a Síria, anunciou o Kremlin.

O governo anunciou ainda que Putin conversará nesta terça-feira (21) sobre a situação na Síria e a busca de uma solução para o conflito com o presidente americano, Donald Trump.

"Vladimir Putin realizou negociações com o presidente sírio Bashar al-Assad, que viajou à Rússia para uma visita de trabalho", indicou o Kremlin em um comunicado.

"Quero felicitá-lo pelos resultados obtidos pela Rússia na luta contar o terrorismo", afirmou Putin a Assad, segundo o comunicado divulgado pelo Kremlin.

"O povo sírio passa por momentos difíceis e se aproxima uma derrota definitiva e inevitável dos terroristas", disse Putin na reunião de segunda-feira à noite.

"Penso que é o momento de passar ao processo político", completou o presidente russo, que na quarta-feira receberá os presidentes da Turquia e do Irã para discutir uma solução à guerra, iniciada em março de 2011 e que deixou pelo menos 300 mil mortos.

O encontro aconteceu na residência de veraneio do presidente russo no balneário de Sochi, às margens do Mar Negro.

O objetivo da reunião era conversar sobre uma "solução política e pacífica a longo prazo" na Síria, afirmou Putin, segundo o comunicado do Kremlin.

Assad expressou a Putin "o reconhecimento do povo sírio" pela ajuda da Rússia na defesa da "integridade territorial e da independência da Síria, segundo uma tradução para o russo de suas palavras.

No encontro, Putin informou que teria muitas conversas com chefes de estado. "Hoje mesmo (segunda-feira) está prevista uma conversa com o emir do Catar e amanhã (terça-feira) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump", disse Putin, segundo o comunicado oficial do Kremlin.

France Presse
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