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Internacional

Presidente dos EUA, Donald Trump, cumprimenta presidente da Namíbia, Hage Geingob, durante encontro de líderes africanos (Foto: Brendan Smialowski/AFP)Durante um encontro com líderes africanos na programação da Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente americano Donald Trump cometeu uma "gafe", e se referiu a um país africano chamado "Nambia", que não consta no mapa do continente.

De acordo com a CNN, o líder americano se referiu duas vezes a "Nambia", em uma confusão com a Namíbia. No almoço, estavam lideres de países incluindo Gana, a Namíbia e a Uganda.

A íntegra do discurso de Trump, disponível no site da Casa Branca (em inglês), confirma a confusão: o presidente deveria se referir à Namíbia, país de dois milhões de habitantes localizado ao sul do continente africano.

"Na Guiné e na Nigéria, vocês lutaram contra um terrível surto de ebola", afirmou o presidente. "O sistema de saúde da 'Nambia' é incrivelmente autosuficiente", finalizou.

De acordo com o jornal "Washington Post", o presidente da Namíbia, Hage Geingob, estava na sala no momento em que Trump fez a confusão, mas não esboçou nenhuma reação.

G1
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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Coreia do Sul se encontraram nesta quinta-feira (21)  (Foto: Kevin Lamarque/ Reuters)O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (21) uma ordem executiva que permite às autoridades norte-americanas impor sanções contra empresas e instituições financeiras que negociarem com a Coreia do Norte.

"Eu anuncio uma nova ordem executiva que amplia significativamente a autoridade [dos EUA] para processar indivíduos, empresas e instituições financeiras que financiam e facilitam o comércio com a Coréia do Norte", disse Trump durante um almoço com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

"Nosso novo decreto irá cortar as fontes de receita que financiam os esforços da Coreia do Norte para desenvolver as armas mais letais que a humanidade conhece", disse Trump, segundo a Reuters.

O presidente americano disse ainda que entre os setores da economia norte-coreana afetados pelas novas medidas estão o têxtil, o de pesca, o de tecnologia da informação e o de manufaturas.

"Os bancos estrangeiros enfrentarão uma ameaça clara: fazer negócios com os EUA ou facilitar o comércio com o regime sem leis da Coreia do Norte", acrescentou Trump.

"Convidamos todas as nações responsáveis a implementarem as sanções da ONU e imporem suas próprias medidas como esta. O que buscamos é a desnuclearização completa da Coreia do Norte", pediu Trump.

Além disso, o presidente americano informou que o banco central da China decidiu encerrar suas transações financeiras com a Coreia do Norte, embora Pequim não tenha confirmado por enquanto essa medida.

O anúncio, que constitui um novo episódio na escalada de tensões com o governo de Pyongyang, acontece dois dias após o discurso de Trump na abertura da 72ª assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em que ele prometeu que irá "destruir totalmente" a Coreia do Norte, caso não tenha outra escolha.

"Os Estados Unidos têm grande força e paciência, mas se forem forçados a defender a si ou a seus aliados, não teremos outra escolha além de destruir totalmente a Coreia do Norte", declarou Trump na terça-feira (19).

Os últimos testes de mísseis feitos pela Coreia do Norte, que sobrevoaram o território japonês recentemente, são um dos temas dominantes da cúpula diplomática na ONU, que começou na terça.

G1
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Homem tenta impedir que água leve mesa de restaurante antes da chegada de do furacão em Punta Cana, na República Dominicana  (Foto: Ricardo Rojas/ Reuters)O furacão Maria assolou partes da República Dominicana com temporais e ventos fortes ao passar pelas costas leste e norte do país nesta quinta-feira (21), após atingir diretamente Porto Rico, causando graves enchentes e cortes de energia em toda a ilha.

De acordo com a agência Efe, durante a madrugada (3h da manhã de Brasília), o olho do furacão estava situado a 90 quilômetros ao norte de Punta Cana e 380 quilômetros ao sudeste da Ilha Grand Turca (Ilhas Turcas e Caicos) e avançava a uma velocidade de 15km/h.

O Maria mantém as 32 províncias dominicanas em alerta, 14 delas em alerta vermelho. As aulas no país inteiro foram suspensas nesta quinta.

Segundo grande furacão a atingir a região neste mês, Maria deixou ao menos 10 mortos em sua passagem pelo Caribe, e o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC) disse que a tempestade está a caminho das Ilhas Turcas e Caicos e do sudeste das Bahamas.

O furacão arrancou os telhados de quase todas as construções da Dominica, onde sete mortes foram confirmadas. O número de vítimas deve aumentar quando as buscas forem retomadas.

A tempestade foi classificada como um furacão de categoria 4, na escala de 5 níveis Saffir-Simpson, com ventos constantes de até 250 km/h, quando chegou a Porto Rico na quarta-feira como a tempestade mais forte a atingir o território norte-americano no Caribe em quase 90 anos.

G1
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Socorrista entra sob escombros de escola Enrique Rebsamen, na Cidade do México, para procurar sobreviventes, nesta quinta-feira (21). Uma menina de 12 anos foi localizada com vida  (Foto: Daniel Becerril/ Reuters)As equipes de resgate já sabem a localização exata de uma menina de 12 anos que está sob os escombros de uma escola que desabou na Cidade do México. O local é um dos mais de 50 prédios destruídos após o tremor de 7,1 de magnitude atingiu o país na terça-feira (19). A operação para a retirada da menina é extremamente delicada, e ainda é cedo para dizer que ela sairá dos destroços rapidamente.

Vinte e cinco pessoas morreram na escola privada Enrique Rebsamen – 21 crianças e quatro adultos. Até o momento, ao menos onze crianças e uma professora foram retiradas com vida dos escombros da escola. O corpo de uma professora de 58 anos foi retirado dos escombros nesta manhã.

O número de mortos no terremoto ainda está desencontrado. De acordo com a Reuters, o terremoto deixou 237 mortos e de 1,9 mil feridos, em cinco estados (Cidade do México, Morelos, Puebla, Guerrero e Oaxaca). Cem pessoas permanecem hospitalizadas. A CNN afirma que 250 morreram.

Através de um buraco cavado nos entulhos e com a ajuda de uma câmera sensível ao calor, Frida Sofia foi localizada abrigada sob uma mesa de granito, que estava no quarto andar do edifício. O resgatista que chegou mais próximo dela, inicialmente, viu apenas a mão da garota. Ele pediu para que Frida a mexesse e ela atendeu ao pedido.

Apenas a mão

Na quarta-feira, o coordenador das operações de resgate, José Luis Vergara, disse ao canal Televisa que conseguiu falar rapidamente com a menina, que recebeu água e oxigênio e disse estar "muito cansada".

O coordenador das operações de resgate equipe não sabia como chegar até a menina “sem provocar o risco de colapso e sem arriscar a vida dos socorristas", de acordo com a France Presse.

Frida Sofia disse aos bombeiros que podia ver outros dois estudantes, mas não era capaz de dizer se eles estavam vivos, de acordo com a emissora Televisa. Na noite de quarta, socorristas disseram ter visto cinco menores de idade com vida, enquanto outros, com equipamentos térmicos, indicaram ter detectado ao menos três sobreviventes.

De acordo com a BBC, o desabamento, que afetou a saída de emergência da escola, ocorreu justamente quando pais e responsáveis retiravam as crianças do local durante o tremor.

Voluntários se uniram aos resgatistas e levam água e comida para as pessoas que permanecem no local. Equipes de resgate dos Estados Unidos e de Israel chegaram ao México para ajudar nos resgates.

A localização de Frida reacendeu a esperança de encontrar mais pessoas com vida sob os escombros. Só na Cidade do México, mais de 50 prédios desabaram. Milhares de pessoas ficaram sem energia e tiveram o fornecimento.

O Papa Francisco, por meio do Dicastétrio para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, disponibilizou uma ajuda de 150 mil dólares para ajudar o México a se recuperar do terremoto, de acordo com a Rádio Vaticano.

Por que tantos terremotos?

O terremoto aconteceu cerca de duas semanas depois de um outro tremor, de 8,1 de magnitude, atingir o sul do país. Chamou a atenção ainda o fato de ele ter ocorrido em 19 de setembro, dia em que, em 1985, um outro terremoto deixou milhares de mortos no país. O epicentro na terça foi registrado a cerca de 150 km ao sudeste da Cidade do México. O país, que está no Círculo de Fogo do Pacífico, por isso, é muito sujeito a tremores.

G1
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acena durante manifestação contra o imperialismo em Caracas, na terça (19) (Foto: Miraflores Palace/Handout via Reuters)O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta quarta-feira (20) que a Casa Branca deu "ordem" para assassiná-lo, um dia após acusar seu homólogo americano, Donald Trump, de ameaçá-lo de morte.

"Sei o que estou dizendo. Deram a ordem para assassinar o presidente da República Bolivariana da Venezuela e a ordem vem do Salão Oval", disse Maduro em declarações à estatal VTV.

O líder venezuelano afirmou que está em andamento um plano orquestrado por Washington para atentar contra sua vida, que contaria com a cumplicidade de Julio Borges, presidente do Parlamento venezuelano, dominado pela oposição.

"Você será responsabilizado, Julio Borges, por qualquer ato de violência que aconteça contra a República e contra a minha vida ordenado pela presidência de Donald Trump", declarou Maduro.

O presidente acusou Borges de ter realizado várias viagens ao exterior em busca de apoio e de "preparar as condições para uma invasão gringa, um golpe de Estado ou o assassinato do presidente".

Na terça-feira, Maduro acusou Trump de tê-lo ameaçado de morte durante o discurso proferido na Assembleia Geral das Nações Unidas.

"Donald Trump hoje ameaçou de morte o presidente da República Bolivariana da Venezuela", disse Maduro para centenas de partidários após uma "passeata anti-imperialista" em Caracas. "A agressão do novo Hitler da política internacional, do senhor Donald Trump, contra o povo da Venezuela, a supremacia racial, imperial, hoje se manifestou".

Ao discursar na Assembleia Geral, Trump definiu o governo Maduro como uma ditadura socialista "inaceitável", e garantiu que ajudará os venezuelanos a restaurar a democracia.

"Não podemos ficar à margem e apenas observar", disse Trump, que já impôs sanções financeiras à Venezuela e a Maduro, e não descarta uma "opção militar" diante da grave crise política e econômica venezuelana.

France Presse
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O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, discursa na 72ª Assembleia Geral da Onu, em Nova York, na quarta-feira (20) (Foto: Timothy A. Clary/AFP)O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, apoiou nesta quarta-feira (20) a posição dos Estados Unidos em um eventual uso da força contra a Coreia do Norte, ao considerar que o tempo do diálogo sobre o programa armamentista do país se esgotou.

Em discurso na Assembleia Geral da ONU, Abe disse que "não há muito mais tempo disponível" para tomar medidas contra Pyongyang, que nas últimas semanas detonou uma bomba nuclear sem precedentes e disparou uma série de mísseis que sobrevoaram o território japonês.

"Apoiamos em consequência a posição dos Estados Unidos de (que) 'todas as opções estão sobre a mesa'", disse Abe, um dia depois de o presidente americano, Donald Trump, ameaçar "destruir totalmente" a Coreia do Norte em caso de ataque.

Abe disse que a comunidade internacional tentou muitas vezes chegar a um acordo negociado com a Coreia do Norte.

"Mais de uma vez, as tentativas de resolver os problemas através do diálogo se reduziram a nada. Em que esperança de êxito estamos repetindo o mesmo fracasso pela terceira vez?", disse.

"O que se necessita para fazer isso não é diálogo, mas pressão", acrescentou.

O premiê japonês mostrou-se alarmado pelos avanços militares norte-coreanos que, segundo disse, põem o regime de Kim Jong-Un próximo a dominar as bombas de hidrogênio e os mísseis balísticos intercontinentais, que poderiam alcançar os Estados Unidos.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou na semana passada a oitava série de sanções para pressionar Pyongyang a renunciar a seus programas balístico e nuclear proibidos.

Abe exigiu a aplicação estrita destas sanções, que preveem um embargo sobre as exportações de gás para a Coreia do Norte, uma limitação nas exportações de petróleo e de produtos refinados e a proibição das exportações norte-coreanas de produtos têxteis.

Mas anos de sanções tiveram efeitos limitados na Coreia do Norte, que apela à sua autossuficiência e conta com a vizinha China como salvaguarda econômica.

France Presse
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Terremoto atinge  (Foto: Infográfico/G1)Um tremor de magnitude 6,1 ocorreu nesta quarta-feira (20) no Oceano Pacífico próximo à costa do Japão, informou o Serviço Geológico dos EUA (USGS).

Segundo o órgão, o abalo aconteceu a 200 milhas (cerca de 322 km) a leste da central nuclear de Fukushima, destruida por outro terremoto de magnitude 9,0 seguido de tsnunami em 2010.

Ainda não há informação se o terremoto foi sentido em território japonês.

O terremoto ocorreu menos de 24 horas depois de um outro poderoso tremor atingir Cidade do México, deixando centenas de mortos.

G1
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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversa com embaixadora americana na Organização das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (18) (Foto: Seth Wenig/ AP)O presidente norte-americano, Donald Trump, não está satisfeito com o acordo sobre o programa nuclear do Irã, mas seu discurso de terça-feira na Organização das Nações Unidas (ONU) não foi um sinal de que os EUA deixarão o tratado. A afirmação foi feita nesta quarta-feira (20) pela embaixadora dos Estados Unidos na organização, Nikki Haley.

"Não é um sinal claro de que ele planeja se retirar. É um sinal claro de que ele não está feliz com o acordo", disse Haley, em entrevista à CBS News, segundo a Reuters.

Se os EUA verificarem em outubro que o Irã não está cumprindo com o acordo, o Congresso norte-americano terá 60 dias para decidir se irá impor novamente as sanções contra o país revogadas pelo tratado internacional de 2015.

No seu discurso, na 72ª assembleia geral das ONU, Trump chamou o acordo nuclear concluído em 2015 com as grandes potências de uma "vergonha" e afirmou que o Irã é dirigido por uma "ditadura corrupta". "O acordo com o Irã é uma das piores transações (...) Francamente, este acordo é uma vergonha para os Estados Unidos".

"É hora de o mundo inteiro se unir a nós para exigir que o governo iraniano pare de semear a morte e a destruição", declarou na tribuna da ONU, criticando as "atividades desestabilizadoras" de Teerã, segundo a France Presse.

O Irã classificou as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como "vergonhosas e ignorantes" e disse que o discurso dele mostrou sua falta de conhecimento sobre a luta de Teerã contra o terrorismo, informou a agência de notícias semi-oficial Fars, segundo a Reuters.

"Os comentários vergonhosos e ignorantes de Trump, nos quais ele ignorou a luta do Irã contra o terrorismo, mostram sua falta de conhecimento e inconsciência", disse o ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif.

Reuters
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Presidente Michel Temer discursa na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas (Foto: Shannon Stapleton/Reuters)O Palácio do Planalto informou, na manhã desta quarta-feira (20), que o encontro que o presidente Michel Temer teria com o líder iraniano Hassan Rouhani foi cancelado pela missão do Irã.

O motivo alegado pela missão, de acordo com o Planalto, foram mudanças de última hora na agenda de Rouhani. Na pauta da reunião estava o financiamento de exportações do Brasil à República Islâmica.

O financiamento de exportações do Brasil é um problema que o governo brasileiro tenta resolver desde a suspensão de parte das sanções comerciais contra o Irã como resultado de acordo com potências internacionais sobre o programa nuclear iraniano.

Mais cedo, Temer assinou o Tratado para Proibição de Armas Nucleares. "Essa é uma importante contribuição para as aspirações comuns de um mundo mais seguro e pacífico", afirmou o presidente no Twitter.

O acordo impede que os signatários – mais de 50 países – desenvolvam, testem, produzam, comprem ou estoquem armas ou dispositivos nucleares.

Ainda fazem parte da agenda de Temer nesta quarta a participação em um seminário sobre oportunidades de investimentos no Brasil.

Discurso e encontros

Na terça-feira (19), após discursar na abertura da 72ª Assembleia Geral das Nações Unidas, Temer encontrou com o presidente palestino, Mahmoud Abbas, que foi convidado pelo presidente a visitar o Brasil.

Também fizeram parte da agenda da delegação brasileira uma reunião bilateral com o presidente do Egito, Abdel Fattah El-Sisi, e com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

O presidente brasileiro ainda teve um encontro com empresário americanos. "Percebi muito entusiasmo dos investidores especialmente com as reformas. Muito mobilizados pelas reformas que nós estamos fazendo e por outras que estou anunciando, por exemplo a simplificação tributária, a reforma da previdência", disse, depois da reunião.

Na segunda-feira (18), quando chegou a Nova York, Temer jantou com o presidente americano, Donald Trump, e outros líderes latino-americanos.

G1
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