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Esporte

Mega-sena (Foto: Heloise Hamada/G1)A Caixa Econômica Federal realizou neste sábado (17) o concurso 2.015 da Mega-Sena. As dezenas sorteadas foram: 17 - 18 - 27 - 32 - 39 - 58. Uma aposta de Curitiba ganhou sozinha, e levou R$ 104,5 milhões.

Outras 130 pessoas acertaram na Quina. O prêmio para cada uma é de R$ 51.593,19. Já a Quadra teve 12.558 acertadores, e o prêmio para cada um é de R$ 762,98.

O sorteio foi às 20h (horário de Brasília) em Vinhedo (SP).

O próximo concurso da Mega-Sena acontece na quarta-feira (21), e tem expectativa de prêmio de R$ 3 milhões.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

G1
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O jogo foi equilibrado, especialmente no primeiro tempo. O Boavista valorizou a conquista, ao adotar boa marcação e tentar o ataque. Porém, o Flamengo foi melhor nos comentos decisivos. E, na etapa final, conseguiu fazer com que a maior qualidade fizesse a diferença: 2 a 0, gols de Kadu Fernandes (contra) e Vinicius Junior, no Kleber de Andrade, em Cariacica.

O 21º trófeu da Taça Guanabara da história do Flamengo classifica o time de Carpegiani à semifinal do Carioca. Caso ele também ganhe a Taça Rio, que começa na próxima semana, estará na final do Estadual. E, neste caso, ela será em jogo único.

Equilíbrio. Foi assim o primeiro tempo. Ao conseguir marcar Éverton Ribeiro, Everton e Diego, o time de Saquarema correu poucos riscos. E só permitiu ao Rubro-Negro cruzamentos da intermediária. Conseguiu ainda jogar, trocando passes e buscando sempre o centroavante Leandrão.

Rodinei foi a figura nova de Carpegiani para o segundo tempo. O treinador buscou mais efetividade. E dominou a etapa final. Controlou o rival. Pressionou. E contou com a sorte para abrir o placar, no gol contra de Kadu Fernandes. Depois, Vinicius Junior fechou a contagem em gol com assistência de Éverton Ribeiro. Poderia ter aumentado a contagem com chances perdidas por Diego, Dourado e o próprio Vinicius Junior.

O Flamengo volta a campo na quarta-feira, às 19h30, no Nilton Santos, pela Taça Rio. O Boavista, no dia seguinte, às 17h, desafia a Cabofriense no Correão.

Globo Esporte
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Se é clássico, tem gol de Gabigol! Com um belo chute de esquerda, aproveitando boa jogada de Eduardo Sasha, no início do segundo tempo, Gabriel fez o gol da vitória do Santos por 1 a 0 sobre o São Paulo, na tarde deste domingo, no Morumbi, pela oitava rodada da primeira fase do Campeonato Paulista. Foi o terceiro gol dele neste seu retorno ao Santos (mais do que os dois que fez em 18 meses na Europa, por Inter de Milão e Benfica). Agora ele soma 60 gols com a camisa do Santos, sendo 20% (doze) em clássicos.

Com o resultado, o Santos se mantém na liderança do Grupo D, agora com 14 pontos. Com 10, o São Paulo ainda lidera o Grupo B, empatado com a Ponte Preta, mas vale ressaltar que o Tricolor tem um jogo atrasado da sétima rodada na próxima quarta-feira, contra o Ituano, em Itu. Já o Santos volta a jogar apenas no domingo, contra o Santo André, na Vila Belmiro.

O São Paulo começou melhor, tomando a iniciativa do jogo e anulando a saída de bola do Santos (concebida e treinada por Dorival Júnior, com esses mesmos jogadores). Sem mobilidade alguma no meio-campo, a bola não chegava a Gabigol, muito isolado no ataque. Com isso, o São Paulo tinha mais posse e ficava rondando a área santista. Vanderlei fez boas intervenções, abafando chute de Diego Souza e saindo bem pelo alto.

O Santos mudou o jogo no segundo tempo. Aos 8, Sasha fez bela jogada para a direita e serviu Gabigol, que soube se livrar da marcação dos zagueiros e bater rasteiro, sem chance para Sidão. Dorival atendeu um pedido da torcida por Valdívia e o colocou em campo no lugar de Marcos Guilherme. Trocou depois Cueva por Brenner e Diego Souza por Tréllez. Nada mudou. Bem postado na defesa, o Santos de Jair Ventura soube anular as principais peças ofensivas do São Paulo e segurar a vitória - e com direito a estreia de Guilherme Nunes, volante que foi capitão do Peixe na Copinha.

O gol de Gabriel foi o terceiro dele (em três jogos) neste seu retorno ao Santos. No total, ele tem 60, sendo 12 (20%!) em clássicos (seis contra o Palmeiras e três contra São Paulo e Corinthians). "A movimentação do Gabriel no gol foi espetacular. Ele saiu do meio da área e foi para uma posição em que poderia finalizar. Os zagueiros do São Paulo erraram, alguém tinha que acompanhar o centroavante", disse o comentarista Walter Casagrande Jr. "Tem que valorizar o Sasha, que foi na linha de fundo e não quis se livrar da bola. Ele levantou a cabeça e achou o Gabriel. Aliás, como é bom ter o Gabigol de volta. Ele não deu certo na Europa, mas tem talento e decide muito jogo", completou Caio Ribeiro.

Globo Esporte
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O Palmeiras segue invicto e com a melhor campanha dentre todos os times da Série A no Brasil, mas teve na noite deste domingo seu segundo jogo seguido sem vitória. O empate desta vez foi com a Ponte Preta, em 0 a 0, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, pela oitava rodada da primeira fase do Campeonato Paulista. O gramado encharcado impediu qualquer tentativa de bom futebol - foram muitos os "desarmes" feitos pelas poças d'água. Taticamente, a equipe de Roger Machado se portou bem, diante de uma Ponte Preta montada por Eduardo Baptista para tentar jogar no erro do adversário. Foi de Alejandro Guerra, no início do segundo tempo, a única grande chance de gol do Palmeiras. Mas o venezuelano, titular pelo segundo jogo seguido, desperdiçou. No final, Jailson ainda salvou o Palmeiras em chute de Orinho.

Com o empate, o Palmeiras chega a 20 pontos em 24 possíveis, muito à frente de qualquer rival (o Santos, dono da segunda melhor campanha até o momento, tem 14) e lider absoluto do Grupo C. Já a Ponte chega a 10 e empata com o São Paulo na liderança do Grupo B, mas com uma partida a mais do que o Tricolor. O próximo jogo do Palmeiras é o dérbi contra o Corinthians, sábado, às 17h, em Itaquera. Já a Ponte Preta encara o Mirassol fora de casa, no domingo, às 19h30. 

Encharcado, o gramado impediu que as equipes criassem grandes chances de gol. Muitas jogadas, inclusive, pararam nas poças espalhadas pelo campo. Os dois goleiros, Ivan e Jailson, praticamente só trabalharam em chutes de longa distância ou em jogadas aéreas, que não foram poucas. Guerra teve uma chance de ouro para abrir o placar aos 14, mas chutou em cima do goleiro. No rebote, Willian cabeceou, e a bola sobrou novamente para Guerra, em posição legal e dentro da pequena área, chutar para fora. No fim, Jailson salvou o Palmeiras em chute de Orinho.

O Palmeiras jogou o tempo todo no 4-2-3-1, com Tchê Tchê fazendo dupla de volantes com Thiago Santos, Guerra pela esquerda, Lucas Lima centralizado, Dudu na esquerda e Willian como referência ofensiva na vaga de Borja, cortado do jogo por lesão. No segundo tempo, já aos 22, Roger Machado colocou Keno no lugar de Guerra, para ter mais uma opção de velocidade. O atacante entrou bem, mas não o suficiente para dar a vitória ao Verdão. No fim, Roger trocou Lucas Lima por Bruno Henrique, mantendo Gustavo Scarpa no banco o tempo todo (a outra mudança, no intervalo, foi de Michel Bastos por Victor Luis).

Pendurado com dois cartões amarelos, Felipe Melo foi poupado e ficou no banco, para não correr risco de ficar fora do jogo contra o Corinthians, sábado, em Itaquera.

Globo Esporte
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O Clássico Tradição da noite deste domingo, no Amigão, entre Treze e Botafogo-PB, teve vários ingredientes importantes em um duelo entre grandes rivais. A partida teve seis gols, teve jogador expulso, teve comemoração polêmica, teve golaço. E acabou com vitória do Belo por 4 a 2. Mesmo na casa do Galo, o Alvinegro da Estrela Vermelha conseguiu um bom resultado e manteve a invencibilidade que já dura 12 jogos apenas em 2018. Os gols do time de João Pessoa foram marcados por Dico (2), Nando e Marcos Aurélio. Os do de Campina Grande, por Fábio Neves e Dedé.

O cronômetro já marcava 42 minutos quando Marcos Aurélio avançou com liberdade pela esquerda do ataque do Botafogo-PB. Ele batia na bola com a classe de sempre, carregando ela em direção ao gol. O goleiro Copetti, do Treze, sem ter zagueiros que o ajudassem a parar o meia botaguense e evitar a tragédia, saiu do gol, ficou adiantado. Vítima ideal. Com um toque de classe, o camisa 10 do Belo foi sutil. Bateu por cobertura, com tranquilidade, com requintes de crueldade. Crueldade que o futebol adora. Golaço! Com a assinatura do MA10.

Dois gols no Clássico Tradição deste domingo chamaram atenção pelo mesmo motivo. O árbitro João Bosco Sátiro assinalou o terceiro gol do Botafogo-PB para Dico e o segundo do Treze para Dedé, mas será que não deveriam ser creditados como gols contra? No lance do gol do Belo, Dico chutou, a bola bateu na trave e voltou em direção ao atacante botafoguense, que estava no meio da área. Mas, no meio do caminho, ela encontrou o corpo do goleiro Copetti, do Treze, e mudou novamente de direção, indo para as redes. Já no gol do Galo, o volante Dedé cruzou para o meio da área do Botafogo-PB, e a bola não ia em direção ao gol, até que desviou em Lula e, aí sim, foi para as redes. Nos dois casos, os toques em Copetti e em Lula foram determinantes para que os gols acontecessem. Mesmo assim, Dico e Dedé acabaram saindo de campo como dois dos artilheiros da partida.

Com a vitória, o Botafogo-PB recuperou a terceira colocação do Grupo A, que tinha sido perdida com a vitória do Sousa sobre o Atlético de Cajazeiras. Agora o Belo tem 16 pontos e está atrás de Campinense, que tem 19, e de Nacional de Patos, que também tem 16, mas uma vitória a mais. Sousa, com 14, e Auto Esporte, com 2, completam a classificação da Chave A.

Já o Treze, apesar da derrota, segue líder e tranquilo no Grupo B. Mais que isso, o Galo já está garantido no mata-mata, já que permanece com 14 pontos e não pode ser mais alcançado por Atlético-PB, que tem 7, ou Desportiva Guarabira, que tem 5. CSP, com 9, e Serrano-PB, com 8, fecham a lista de times da Chave B.

A nona e penúltima rodada da primeira fase do Campeonato Paraibano está marcada para o próximo fim de semana. Botafogo-PB e Treze jogam no domingo. Enquanto o Belo recebe a Desportiva Guarabira no Almeidão, às 16h, o Treze vai até o Sertão, onde enfrenta o Sousa no Marizão, às 17h.

Antes disso, porém, as duas equipes têm compromissos por outras competições que disputam paralelamente. Na quarta-feira, o Alvinegro de João Pessoa recebe o Atlético-MG no Almeidão, em jogo da segunda fase da Copa do Brasil. E, na quinta-feira, o Alvinegro de Campina Grande vai até Sergipe, onde encara o Confiança pela terceira rodada da Copa do Nordeste.

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Com a vitória por 2 a 0 sobre o CSP, neste domingo, no Estádio Almeidão, o Campinense chega aos 19 pontos e se garante no mata-mata do Paraibano. Para se garantir na fase semifinal, porém, o Rubro-Negro precisa terminar a fase de grupos na liderança do Grupo A. Já o CSP, segue dentro da zona de classificação ao mata-mata, no Grupo B.

O primeiro tempo de jogo mostrou muito do que seria todo o jogo, com o Campinense pressionando o CSP desde o início da partida, mas sem conseguir acertar o último passe para dar condições de finalização aos seus atacantes. Aliás, o passe foi um fundamento pouco acertado por ambos os times. Com a entrada de Marcinho, na parte final do primeiro tempo, o Campinense passou a acertar um pouco mais os passes e chegou ao gol, após boa jogada do meia e conclusão de Rodrigo Silva.

A etapa final começou com mudança do Campinense, que teve a saída de Rodrigo Silva - sentindo dores no joelho - e a entrada de Müller Fernandes. O CSP até partiu para cima da Raposa nos primeiros minutos, mas logo foi superado novamente pelo time de Celso Teixeira, que apesar de conseguir construir melhor as jogadas, esbarrava sempre no último passe e não conseguia concretizar as oportunidades. Até que Marcinho encontrou Tarcísio com um belo passe e o meia-atacante ampliou o placar, aos 34 minutos, para decidir a partida de vez a favor da Raposa.

O CSP viaja até Patos, para enfrentar o Nacional, no Estádio José Cavalcanti, no próximo domingo.

O Campinense recebe o Serrano no Estádio Amigão, no próximo domingo.

O meia saiu do banco para facilitar o jogo para o Campinense. Thiago Mandi estava mal na partida e Celso Teixeira promoveu a mudança ainda no primeiro tempo, aos 37 minutos. Marcinho entrou e em seguida se livrou de dois marcadores para passar a bola para Rodrigo Silva abrir o placar. Depois, no segundo tempo, achou Tarcísio com um lindo passe em profundidade e o meia-atacante do Campinense ampliou.

O Tigre permanece, pelo menos por enquanto, na segunda colocação do Grupo B, mas segue de olho no clássico entre Atlético de Cajazeiras e Sousa para não cair uma posição. Isso porque, com nove pontos, pode ser ultrapassado caso o Trovão saia vencedor do confronto.

A Raposa está classificada para o mata-mata do Paraibano, chegou aos 19 pontos, na primeira colocação de seu grupo e se terminar a fase de grupos como líder da Chave A, se garante na semifinal.

Globo Esporte
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Resultado de imagem para mega-senaNinguém acertou as seis dezenas do concurso 2014 da Mega-Sena, sorteado na noite desta quarta-feira na cidade de Vinhedo (SP). O prêmio, que era de R$ 71 milhões, acumulou pela décima vez consecutiva e agora pode pagar R$ 100 milhões no próximo sorteio, no sábado.

As dezenas sorteadas foram: 16 - 32 - 40 - 46 - 53 - 56

Segundo a Caixa Econômica Federal, 46 apostas acertaram a quina e levarão R$ 65.621,53 cada uma. Já a quadra teve 4.140 apostas ganhadoras, que receberão R$ 1.041,61 cada um. A arrecadação total é de mais de R$ 52 milhões.

Quem pretende levar os R$ 100 milhões no próximo concurso pode fazer as apostas até as 19h (de Brasília) do dia do próximo sorteio em qualquer lotérica do País. A aposta mínima, de 6 números, custa R$ 3,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do Brasil.

Terra
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O Palmeiras não pode mais se orgulhar de ter uma campanha perfeita em 2018. Na noite desta quinta-feira, em sua arena, o Verdão vacilou por duas vezes e cedeu o empate em 2 a 2 ao Linense, time com o segundo pior aproveitamento no Paulistão. Foram dois momentos em que o time de Roger Machado esteve à frente no placar (ambos com gols de Borja) e dois vacilos defensivos que custaram a vitória. Nada, porém, que sirva para assustar: o Palmeiras segue invicto, agora com seis vitórias e um empate na temporada.

Com o empate, o Palmeiras chegou a 19 pontos em 21 possíveis. Lidera o Gupo C com folga - tem nove pontos a mais do que o São Bento. Já o Linense, com cinco pontos, ainda é sério candidato ao rebaixamento - só o São Caetano, com quatro, tem campanha pior. Na próxima rodada, o Palmeiras encara a Ponte Preta, domingo, em Campinas, às 19h30. Já o Linense recebe o Novorizontino na segunda-feira, às 20h.

O Palmeiras abriu o placar logo aos 3 minutos de jogo, com Borja completando de primeira um lançamento de Guerra, a novidade na escalação, atuando aberto pela direita, mas com liberdade para centralizar e ajudar na armação. Os primeiros 15 minutos do Palmeiras foram muito bons. Mas, com o tempo, o Verdão foi tirando o pé. E acabou levando o empate aos 43, em lance de bola parada, com o zagueiro Adalberto desviando para o gol.

O Palmeiras voltou mais ligado na etapa final e fez o segundo gol aos 6, novamente com Borja, após belo lançamento de Marcos Rocha. Foi o quinto gol de Borja em sete jogos na temporada, que, em fevereiro, já tem metade dos gols que fez em todo o ano passado (dez). Mas, na sequência, o Verdão voltou a dormir em campo. O Linense chegou a empatar com Wilson, aproveitando falha de Felipe Melo e em gol anulado corretamente pela arbitragem por impedimento. Aos 30, porém, não teve jeito: Thiago Martins cortou mal, e Murilo Henrique acertou de fora da área um chute que ainda desviou no próprio zagueiro do Verdão. Roger Machado trocou Guerra, Lucas Lima e Dudu por Gustavo Scarpa, Keno e Willian. Mas nada mudou.

O público foi de 25.712 torcedores (renda: R$ 1.435.029,10). Com isso, o Palmeiras superou a marca de três milhões de torcedores em sua arena desde que o estádio foi modernizado e reinaugurado. De novembro de 2014 para cá, o público acumulado agora é de 3.009.367. O Verdão, aliás, lidera com folga o ranking de público nos estádios no Brasil este ano.

Jailson chegou ao 28º jogo sem perder, assim como fez Emerson Leão entre outubro de 1974 e março de 1975. Essa é a quarta maior sequência invicta entre os goleiros na história do clube. As outras pertencem a Velloso (29 jogos em 1996) e ao próprio Leão (34 jogos em 1973 e 42 jogos entre 1971 e 1972).

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Que jogo do Fluminense. A melhor atuação do time no ano. O Tricolor desfilou bom futebol e goleou o Salgueiro/PE pela segunda fase da Copa do Brasil na noite desta quinta-feira no Estádio Nilton Santos. O nome do jogo foi Sornoza, com três assistências e um gol. Gilberto também brilhou, balançando a rede duas vezes. Robinho e Marcos Júnior completaram a goleada.

O Fluminense agora terá pela frente Juventude ou Avaí. O adversário será conhecido só no dia 22 de fevereiro. As datas reservadas para a terceira fase da Copa do Brasil são 28 de fevereiro e 14 de março. Nesta etapa, volta o sistema de dois jogos, porém, sem o gol qualificado.

Após um começo de ano irregular, Sornoza teve uma atuação de gala nesta noite. O equatoriano chamou a responsabilidade e distribuiu bem as jogadas do Tricolor. Já vinha se consagrando com três assistências e coroou a atuação ao fechar o placar, aos 42 do 2º tempo. Gilberto foi outro destaque. O lateral-direito mostrou grande poder ofensivo e balançou a rede duas vezes.

Foram 70% de posse de bola, quatro escanteios, 11 finalizações e dois gols. Os números mostram o domínio do Fluminense no primeiro tempo. Além de duas bolas na rede, com Gilberto e Marcos Junior, o Tricolor teve pelo menos outras quatro boas oportunidades. O Salgueiro teve apenas duas chances. As finalizações defendidas por Júlio César vieram após o Flu diminuir o ritmo e cochilar com o 2 a 0 no placar.

O 2 a 0 no placar já era mais que suficiente para o Flu alcançar seu objetivo e avançar de fase. Mas o Tricolor não estava satisfeito e voltou para a etapa final com fôlego para fazer ainda mais. Nos primeiros minutos já partiu para cima e teve chances de ampliar. O terceiro veio aos 9 com Gilberto de novo. Com a vantagem ampliada, o time de Abel Braga continuou em cima e foi recompensado aos 21, com Robinho, e aos 42, com Sornoza. Placar elástico para coroar uma noite de gala Tricolor.

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