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Educação

Sarah Hazeemeh, de 21 anos, nasceu em Damasco, na Síria, e cursa farmácia na Uninove (Foto: Marcelo Brandt/ G1)Cerca de 70 refugiados ingressaram em 17 instituições de ensino superior brasileiras entre novembro de 2016 até setembro de 2017, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) obtidos com exclusividade pelo G1. Neste período, 22 diplomas de refugiados foram revalidados por estas mesmas instituições.

No mundo todo, um refugiado tem 36 vezes menos chance de ingressar no ensino superior do que alguém que não está em situação de refúgio. E somente 1% dos refugiados chega à faculdade; no Brasil nove instituições oferecem programas específicos para facilitar o acesso desses alunos.

Segundo dados do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), a população de refugiados no Brasil é formada por 9.552 pessoas de 82 nacionalidades. Não se sabe se o Brasil atinge o índice global de 1% de refugiados no ensino superior porque eles podem estar matriculados em outras instituições que não estão entre as 17 "parceiras" da Acnur.

É o caso da síria Sarah Hazeemeh, de 21 anos, que cursa o quarto semestre de farmácia em uma universidade particular em São Paulo. Sarah teve de aprender português suficiente para conseguir fazer uma redação e ser aprovada no vestibular agendado. Só teve sucesso na segunda tentativa. Também precisou arrumar um emprego para pagar a faculdade.

A unidade de informação pública do Acnur afirma que as 17 universidades brasileiras que integram a chamada "Cátedra Sérgio Vieira de Mello" estão engajadas em diversos projetos com pesquisas e ações que dialogam com suas demandas e contribuem para sua integração. Todos os meses elas atendem 1.000 refugiados assistência jurídica, na área da saúde, além de ensino de português.

No entanto, deste grupo, apenas nove, possuem programas específicos para facilitar o acesso deste público à graduação. Entre elas, a pioneira Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que desde 2009 já recebeu 21 alunos em situação de refúgio para os cursos de graduação – cinco já se formaram, e 13 seguem estudando.

Maiara Folly, pesquisadora do Instituto Iguarapé, reforça que a universidade representa uma chance de reconstrução, de recomeço a longo prazo. “O que acaba acontecendo é que, quando isso não é possível, o refugiado acaba recorrendo a trabalhos de caráter informal, que oferecem uma remuneração pior e o deixam eu uma posição de vulnerabilidade. Com o acesso ao ensino superior, ele sabe que vai ficar melhor do que no local onde estava antes”.

Para facilitar o acesso dos refugiados ao ensino superior, a pesquisadora defende a criação de programas e políticas públicas no âmbito federal.

A pedagoga Thaís Juliana Palomino trabalha na UFSCar e acompanha os estudantes refugiados.

“Eles sempre se destacam seja pela força de superar uma história de vida difícil e também pela dedicação e comprometimento com o curso principalmente pelo desejo de contribuir para a melhor de vida de seus familiares. Eles e elas superam e nos dão uma aula de como continuar buscando seus sonhos.”

Revalidação de diplomas

Além do desafio de ingressar no ensino superior, muitos refugiados que chegam ao Brasil precisam também revalidar seus diplomas, para conseguir um bom emprego ou para dar prosseguimento aos estudos.

Parceira do Acnur, a ONG Compassiva trabalha para revalidar os diplomas de refugiados.

No total, a Compassiva já recebeu 30 solicitações de revalidação de diploma por parte de refugiados – 25 da Síria, dois da República Democrática do Congo, um de Camarões, um do Iraque e um da Líbia. Seis processos já foram deferidos, e 24 ainda estão em andamento.

“A grande maioria dos sírios tinha uma boa condição no seu país, e trazem para o Brasil uma alta qualificação profissional. Muitos deles falam três idiomas, têm mestrado”, diz Camila Suemi, advogada que coordena o processo na Compassiva.

“Isso também muda a visão de que esses refugiados chegam ao Brasil para roubar empregos ou para atrapalhar a economia. É justamente o oposto. Eles são extremamente qualificados, capacitados e empreendedores, e quando têm o diploma validado, contribuem para o crescimento de empresas brasileiras, geram empregos, pagam impostos”, defende André Leitão, presidente da Compassiva.

Para fazer a revalidação, o refugiado precisa comprovar a titulação por meio de documentos. Quando há alguma impossibilidade, as universidades aplicam provas de conhecimentos específicos – o procedimento é autorizado por uma resolução normativa do MEC.

Leitão lembra que a Universidade de Aleppo, por exemplo, foi completamente destruída pela guerra civil que há seis anos atinge a Síria, por isso se algum refugiado precisar de qualquer documento da instituição, será impossível conseguir. A ONG defende que os refugiados sejam isentos das taxas de revalidação que podem chegar a R$ 1 mil, por meio de políticas públicas e não apenas por iniciativa das universidades.

Quais são as 17 universidades parceiras da Acnur?

  • Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC -SP)
  • Universidade Católica de Santos (Unisantos) (*)
  • Universidade de Vila Velha (UVV) (*)
  • Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) (*)
  • Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)
  • Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
  • Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
  • Universidade Federal de Roraima (UFRR)
  • Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) (*)
  • Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) (*)
  • Universidade Federal do ABC (UFABC) (*)
  • Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) (*)
  • Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp)
  • Universidade Federal do Paraná (UFPR) (*)
  • Fundação Casa de Ruy Barbosa (FCRB)
  • Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) (*)

(*) oferecem programas específicos para facilitar o acesso de refugiados

G1
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Encceja - HIstória e Geografia - Ensino Fundamental (Foto: Reprodução)

O Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para residentes no Brasil (Encceja) terá custo de R$ 91.911.110,57. A informação foi divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quinta-feira (21).

Na quarta (20), o G1 publicou uma reportagem apontando que o governo não havia divulgado estimativas dos custos da aplicação do exame. De acordo com o instituto, o empenho financeiro para a aplicação do exame foi liberado nesta segunda-feira (18). (Os dados relacionados ao Enem ainda não foram divulgados: em 2016, o exame custou R$ 788 milhões.)

Os custos por participantes são:

  • Encceja Nacional Regular: R$ 48,52
  • Encceja Nacional Regular com atendimento especializado individual – auxilio ledor e transcritor: R$ 1.687,99
  • Encceja Nacional Regular com atendimento especializado agrupado em até 6 participantes por sala – leitura labial e intérprete de libras: R$ 343,03
  • Encceja Nacional Regular com atendimento especializado agrupado com até 20 participantes por sala – prova ampliada e superampliada: R$ 75,82
  • Encceja Nacional Regular com atendimento especifico que dispensou recurso – idosos, gestante, lactante e outros): R$ 75,66
  • Encceja Nacional PPL: R$ 39,39
  • Encceja Exterior Regular (apenas processamento, digitalização e 1ª e 2ª correção): R$ 17,10
  • Encceja Exterior PPL (apenas processamento e digitalização): R$ 17,10

O Encceja serve para a obtenção do certificado do ensino fundamental e médio. A prova será aplicada em 19 de novembro para 1,5 milhão de brasileiros inscritos. Desde 2009, o Exame
Nacional do Ensino Médio (Enem) era utilizado para conceder os diplomas, mas deixou de ter esta função em 2017.

Banco de itens

Na quarta-feira, o G1 mostrou que a prova que pode dar o diploma escolar para 1,5 milhão de brasileiros neste ano foi elaborada com a reutilização de questões que já foram aplicadas em edições anteriores da avaliação.

Por isso, nenhuma prova antiga do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para residentes no Brasil (Encceja) é divulgada pelo governo federal. O objetivo é tentar manter a surpresa, proibindo que alunos estudem com base nas provas já aplicadas.

Abaixo, veja trecho da nota do Inep que explica as razões para a manutenção do sigilo das provas já aplicadas.

"A maioria das questões que compõe a prova do Encceja 2017 é inédita, ou seja, nunca foram aplicadas em edições passadas. Entretanto, qualquer teste baseado na Teoria de Resposta ao Item (TRI) deve apresentar uma parte de questões pré-testadas. Essas questões funcionam como itens comuns entre as aplicações e permitem calibrar os itens que serão cobrados nas provas. Esse procedimento é essencial para que seja usada a TRI para o cálculo dos resultados de proficiência dos participantes do Exame. A TRI é utilizada no Encceja, no Enem e em outras avaliações desenvolvidas pelo Inep. O uso, nos testes, de itens novos e comuns é uma prática legítima e estabelecida na literatura, não comprometendo a qualidade da prova. Finalmente, o uso da TRI permite que os resultados provenientes das diversas aplicações sejam comparáveis entre si, uma vez que todos os resultados encontram-se em uma mesma escala.

No Encceja 2017, o Inep está trabalhando com quatro aplicações diferentes (Encceja Exterior, Encceja Nacional, Encceja Exterior PPL e Encceja Nacional PPL) para cada nível de ensino, totalizando oito tipos distintos de provas. Como cada prova tem 120 questões, são necessárias 960 questões para garantir a aplicação do Exame.

A produção de itens de prova é complexa. O processo envolve a publicação de um edital de chamada pública, a elaboração e revisão de itens em si, montagem e aplicação de pré-testes, análise psicométrica dos itens pré-testados e reanálise dos itens para montagem dos instrumentos de aplicação. Só após esse processo, demorado e oneroso, a prova é montada. Para isso, considera-se a temporalidade do item e a leitura cruzada entre todas as áreas do conhecimento para evitar repetição de assuntos.

A complexidade da produção de um único item exige uma disponibilidade de recursos expressiva e um calendário definido. A interrupção de aplicação do Encceja para certificação do Ensino Médio paralisou, consequentemente, a produção desse tipo de questão. O Inep, portanto, optou pela reutilização de alguns poucos itens usados em diferentes edições anteriores do Encceja. Para isso, usou recursos de monitoramento de sua exposição pública, com a adoção de períodos de quarentena e intercalações entre as aplicações regulares e nos presídios, no Brasil e no exterior. O uso de alguns itens antigos não diminui a qualidade da prova porque a Matriz de Referência não mudou para as edições analisadas e, consequentemente, os itens permanecem atuais. A Matriz é um recorte curricular do que o participante precisa demonstrar em termos de habilidades.

A não disponibilização das provas anteriores não visa manter a surpresa, muito menos proibir que alunos estudem com base nas provas já aplicadas. O objetivo é manter o sigilo sobre a base de itens. É inviável a produção de 960 itens inéditos a cada edição, considerando que para se ter 960 itens válidos outros tantos precisam ser feitos para pré-testagem. Para se ter uma ideia, o Enem, com duas aplicações anuais – a regular e a PPL – demanda 360 itens.

Não há, também, qualquer obrigação legal de disponibilizar itens para o público. Mesmo assim, para auxiliar os participantes, o Inep disponibiliza, em seu portal, materiais de estudo composto por volume introdutório, quatro volumes de orientações aos professores e oito volumes de orientações aos estudantes (quatro para o Ensino Fundamental e quatro para o Ensino Médio)."

G1
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sala de aulaAs mudanças propostas pelo governo no Financiamento Estudantil (Fies) são fundamentais para garantir a sustentabilidade fiscal do programa e evitar sua descontinuidade. A avaliação é do subsecretário de Governança Fiscal e Regulação de Loteria do Ministério da Fazenda, Alexandre Manoel Ângelo da Silva, que participou hoje (20) de audiência pública na comissão mista do Congresso Nacional que analisa a Medida Provisória 785/2017, que modifica as regras do fundo.

“Não havia como o programa continuar na trajetória que estava”, disse, lembrando que no ano passado o impacto fiscal do Fies chegou a R$ 32 bilhões, especialmente por causa da inadimplência. Segundo ele, em 1991 o crédito estudantil foi suspenso por oito anos no país por problemas de governança.

Ângelo da Silva destacou que a nova modelagem do Fies oferece financiamento a juro zero e sem fiador a estudantes que estão em famílias de baixa renda. “Se o Ministério da Fazenda tivesse apenas a preocupação fiscal, e não tivesse a preocupação social, poderíamos voltar com a figura do fiador, mas isso nunca esteve em pauta no governo”, disse.

O secretário executivo adjunto do Ministério da Educação, Felipe Sartori Sigollo, disse que as mudanças trouxeram ao Fies as melhores práticas internacionais e o melhor modelo de gestão e governança. “O financiamento estudantil é importantíssimo para o país. Eu fui estudante e consegui me formar em engenharia civil graças ao Fies. Sou testemunha do quanto foi importante na minha vida acadêmica e profissional”, disse. Segundo ele, as alterações propostas foram para melhorar a governança do Fies e suprir os questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o programa.

O diretor de gestão de fundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Pedro Antônio Pedrosa, disse que o governo está trabalhando para evitar transtorno na transição dos modelos do Fies. “Estamos acompanhando bem de perto essas mudanças, com reuniões semanais, apontando os riscos e pensando em plano B para garantir que a transição seja o menos problemática possível para os alunos. É um desafio, mas estamos bastante confiantes, não vemos um risco”. O deputado Átila Lira (PSB-PI) manifestou sua preocupação com um possível “colapso” no programa, com a implementação das mudanças.

Essa foi a última audiência pública da Comissão Mista que analisa a medida provisória 785/2017. O relator da MP, deputado Alexandre Canziani (PTB-PR), disse que no mais tardar em duas semanas apresentará seu relatório para votação na comissão. “Acho que o programa foi bem concebido, mas podemos melhorar, avançar”, disse.

Mudanças

Segundo a Medida Provisória 785/2017, enviada pelo governo ao Congresso Nacional, a partir do ano que vem devem ser oferecidos três tipos de financiamento, sendo que 100 mil vagas serão ofertadas com recursos públicos, que terão juro zero e serão voltadas para os estudantes que tiverem renda per capita mensal familiar de três salários mínimos. As outras duas modalidades serão com recursos dos fundos constitucionais regionais e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Outra mudança no Fies foi a fixação de um limite médio de 10% da renda do trabalhador para o pagamento do financiamento, no caso do financiamento com recursos públicos. Os estudantes universitários que financiarem o pagamento das mensalidades de faculdades privadas por meio do Financiamento Estudantil (Fies) vão começar a pagar o empréstimo assim que tiverem renda formal, após deixar a faculdade.

A MP está em vigor desde julho, mas pode ser alterada durante a tramitação no Congresso. As novas regras do Fies vão valer apenas para contratos firmados a partir do ano que vem.

Agência Brasil
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Sala de aula da educação de jovens e adultos na empresa Tecam (Foto: Carlos Bassan/Divulgação)A prova que pode dar o diploma escolar para 1,5 milhão de brasileiros neste ano foi elaborada com a reutilização de questões que já foram aplicadas em edições anteriores da avaliação. Por isso, nenhuma prova antiga do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos para residentes no Brasil (Encceja) é divulgada pelo governo federal. O objetivo é tentar manter a surpresa, proibindo que alunos estudem com base nas provas já aplicadas.

Previsto para 22 de outubro, o exame teve a data alterada pela segunda vez, e agora será aplicado em 19 de novembro. Ele serve para a obtenção do certificado do ensino fundamental e médio. Desde 2009, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) era utilizado para conceder os diplomas, mas deixou de ter esta função em 2017.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) admitiu o processo de "reutilização de itens" após o G1 solicitar a divulgação da série histórica dos cadernos de prova. A publicação do conjunto é procedimento padrão adotado pelo Inep em exames como o Enem ou o Revalida.

Entretanto, o órgão disse que não divulgaria as questões do Encceja com o objetivo de manter o sigilo sobre a base de itens. De acordo com o Inep, a atual versão do exame foi elaborada ao fim de um ciclo de "dificuldades com a definição de calendários e com a disponibilidade de recursos para os processos de produção e pré-testagem de itens".

"Isso acarretou na necessidade de reutilização de itens já aplicados anteriormente como itens-âncora dos pré-testes, de modo a garantir a equalização de parâmetros psicométricos. Também em decorrência disso, optou-se pelo uso dos mesmos itens em diferentes edições do Exame, mediante o monitoramento de sua exposição pública, com a adoção de períodos de quarentena e intercalações entre as aplicações regulares e nos presídios, no Brasil e no exterior", informou o Inep em nota ao G1.

"Dessa forma, os cadernos de provas de anos anteriores não serão disponibilizados para que seja garantida a segurança e isonomia do processo", informou o órgão.

Transparência e eficácia da certificação

O especialista em educação Roberto Catelli Júnior buscou em seu doutorado avaliar se os exames como o Encceja conseguiu cumprir o papel de reduzir as desigualdades ao promover a conclusão da educação básica para jovens e adultos. Em sua pesquisa aponta que os exames não têm se constituído em uma política efetiva de democratização de oportunidades.

Em sua tese, Catelli Jr faz uma análise de algumas questões do exames de 2002 e 2005, já que o exame não foi realizado em 2003 e 2004. E a partir de 2006 o exame foi reformulado e as questões não foram mais disponibilizadas para o público.

“Por razões políticas (...) o Encceja deixou de ser um exame de maior investimento no Inep. O Encceja foi se tornando um exame cada vez mais marginal mesmo, realizado com baixo custo, não havendo nem mesmo a preocupação de manter um calendário regular ao longo dos anos”, disse Roberto Catelli, especialista em educação.

Em sua pesquisa, Catelli lembra que, segundo o Censo 2010, havia cerca de 65 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais sem o diploma do ensino fundamental e outros 22 milhões de pessoas com 18 anos ou mais sem o diploma do ensino médio.

“A questão dos itens de prova não serem abertos, de fato, gera a falta de transparência e também impede que os candidatos possam estudar com base nos itens de prova já elaborados. O problema central está na baixa produção de itens desde 2006”, afirma Catelli.

Gasto não divulgado

Procurado pelo G1, o Inep não divulgou dados sobre os custos da aplicação do exame, sejam estimativas totais ou custo por aluno. O instituto também não deu qualquer detalhe sobre o tamanho do banco de itens do Encceja, qual o investimento necessário para elaboração de novas questões, prazo de quarentena para reutilização das questões.

Claudia Costin, professora da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que foi um erro separar os dois exames, principalmente por conta da crise fiscal que o país enfrenta. “Se há pouco recurso, por que separar as provas? Os dois exames [Encceja e Enem] lidam com a mesma questão que é certificar a educação básica e ser a porta de entrada para a universidade. Não vejo vantagem em separar.”

Falta de referência na preparação

A diretora do Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (Cieja) Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo, Eda Luiz, diz que se surpreendeu com o retorno do Encceja. Eda afirma que a maioria dos alunos da escola – hoje são 1.400 alunos de Educação de Jovens (EJA) do 1º ao 9º ano do ensino fundamental – fazia o Enem com objetivos múltiplos, de adquirir a certificação e ingressar no ensino superior.

Ela teme, agora, que com a separação dos exames, os alunos parem de estudar, após conseguirem a certificação via Encceja. Ou, ainda, desistam se não tiverem bom desempenho.

“A grande maioria dos alunos se inscreveu [para o Encceja], procuramos algum material para auxiliar na preparação deles e servir de subsídio. Pensamos em oferecer oficinas, mas não encontramos nada disponível. Estamos preocupados porque a prova pode ser uma grande surpresa e pode não ser estimulante para o aluno prosseguir nos estudos", disse Eda Luiz, diretora da Cieja Campo Limpo.

Eda lembra que o Enem é uma prova que cobra mais habilidades, por isso era “mais democrática”. “Não sei se isso estará garantido no Encceja.”

G1
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Ciências biológicas é a área com mais programas de pós-graduação que tiraram nota máxima (Foto: Paulo Chiari/EPTV)A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou, nesta semana, a avaliação quadrienal de 4.175 cursos de mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado no Brasil. As notas variam de 1 a 7 e são usadas como referência para que as agências de fomento nacionais e internacionais possam distribuir bolsas de estudo, por exemplo. Nesta edição, apenas 4% dos programas receberam a nota máxima, equivalente a padrões internacionais de excelência.

Dos 179 que tiraram 7, 165 são de instituições de ensino públicas e apenas 14 de particulares. A maior parte delas se concentra na região Sudeste (75%) e nenhuma na Norte.

A análise levou em conta quatro critérios: proposta, corpo docente, corpo discente, produção intelectual e inserção social.

A maior parte dos programas com nota máxima está concentrada em:

  • Ciências biológicas II (12)
  • Astronomia/física (11)
  • Ciências agrárias (10)
  • Química (10)
  • Nas áreas de nutrição, direito, ciências da religião/teologia e arquitetura/urbanismo/design , nenhum programa recebeu a nota máxima.
  • Programas descredenciados
  • Os programas que tiraram nota 1 ou 2 foram descredenciados pela Capes. Neste ano, 119 receberam essa avaliação – o equivalente a 3% do total. Até o dia 20 de outubro, as universidades ainda podem pedir a revisão das notas.
  • Os cursos com piores avaliações são das áreas de:
  • administração pública e de empresas/ciências contábeis/turismo,
  • artes/música
  • astronomia/física
  • biodiversidade
  • ciência da computação
  • ciência de alimentos
  • ciência política e relações internacionais
  • ciências agrárias
  • ciências biológicas
  • comunicação e informação
  • direito
  • enfermagem
  • engenharias
  • filosofia
  • história
  • letras/linguística
  • medicina
  • odontologia
  • planejamento urbano/demografia
  • química
  • serviço social
  • sociologia
  • zootecnia

A lista completa pode ser baixada neste link.

G1
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Resultado de imagem para STF determina que Governo da PB faça repasse integral do duodécimo da UEPBO Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Governo da Paraíba realize o repasse integral de cerca de R$ 2 milhões referente ao duodécimo da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que estava retido desde fevereiro. A decisão da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, foi tomada na terça-feira (19), e acompanhou o parecer do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, favorável à UEPB.

O G1 tentou falar com a procuradoria do Estado, mas até as 11h20 desta quarta-feira (20), as ligações não foram atendidas.

Segundo Janot, no parecer, “o repasse determinado pelo provimento concessivo de liminar, consubstanciado em diferença de aproximadamente R$ 2 milhões por mês, não parece ser suficiente para causar risco de grave lesão às finanças do Estado”.

Em junho, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou a suspensão da retenção, por meio de uma decisão liminar da desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti. À época, a magistrada reforçou que a Lei Orçamentária Anual (LOA) prevê o repasse mensal do duodécimo, porém o Governo começou a realizar o provisionamento do valor a fim de garantir o pagamento do décimo terceiro salário dos servidores. Segundo o Estado, a decisão foi tomada porque a gestão da UEPB não estaria realizando a reserva financeira.

A decisão de Cármen Lúcia foi feita no pedido de suspensão de liminar feito pelo Governo da Paraíba. No pedido, a procuradoria do estado disse que o repasse integral poderia gerar risco de grave lesão à economia pública.

O ex-procurador-geral da República disse, no parecer, que “o não repasse dos duodécimos conforme previsto no cronograma publicado pelo governo estadual pode tumultuar o gerenciamento das finanças e projeções orçamentárias da Universidade Estadual da Paraíba, o que fatalmente prejudicará o exercício de seu mister como instituição pública de ensino”.

G1 PB
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Resultado de imagem para Só 31 escolas públicas com alunos de baixa renda mantêm excelência no ensino desde 2011, diz pesquisaSó 31 escolas públicas brasileiras que atendem alunos de baixo nível socioeconômico do ciclo 1 do ensino fundamental conseguiram manter a excelência do ensino ao longo de três edições consecutivas de uma pesquisa feita pela Fundação Lemann, Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo e Itaú BBA, a partir de dados da Prova Brasil. O resultado da última análise, referente a 2015, foi divulgado nesta terça-feira (19).

No primeiro ano da pesquisa, em 2011, um grupo de 215 escolas foram consideradas excelentes. Elas estão dentro de um universo de 15 mil escolas que atendem alunos de 1º ao 5º ano do ensino fundamental. Destas 215, só 54 se mantiveram neste ano, e apenas 31 apareceram nas três pesquisas (dos anos de 2011, 2013 e 2015). Só quatro delas são da rede estadual, o restante é municipal (veja a lista abaixo).

“É um número baixo, gostaríamos de ter muito mais escolas. Poucas conseguem se manter no patamar que julgamos adequado. Não sabemos se é o perfil do aluno que muda ou se é a gestão, porque a régua não é rigorosa. Houve uma queda no Ideb e estamos tentamos entender o motivo”, diz Ernesto Martins Faria, coordenador do estudo.

O estudo aponta que, entre 2011 e 2015, mais de 80% das escolas que perderam a condição de excelência tiveram também uma diminuição no Ideb. O segundo critério que mais contribuiu para a queda de escolas no topo da qualidade foi o desempenho insuficiente em matemática, o que ocorreu com 63% dos alunos. Outros 35% tiveram desempenho insuficiente em língua portuguesa.

O mapeamento tem como base a Prova Brasil, um exame que avalia os conhecimentos dos alunos em matemática e língua portuguesa. O resultado do desempenho é um dos componentes do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Anos finais do fundamental

O número de escolas excelentes cai muito quando se avalia os anos finais do segundo ciclo do ensino médio. Apenas dez bateram os critérios da pesquisa em 2013 e 2015 (veja a lista abaixo). Nesta fase, que compreende do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, o Brasil também não alcançou as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

Em 2013, o total de 235 escolas foi classificado como excelente, mas em 2015 apenas 61 dessas continuaram no mesmo patamar de qualidade.

“No fundamental 2 os critérios foram menos exigentes. Acho que é escasso o número de escolas com desempenho satisfatório. Não sabemos se o problema é a formação de professor, se é a distância entre aluno ou professor”, afirma Ernesto Martins Faria.

Um dado alarmante é que em muitos estados das regiões Norte e do Nordeste não há uma escola sequer com bons resultados nos anos finais do ensino fundamental. “Isso mostra que, embora algumas regiões sejam destaque [Ceará, por exemplo], ainda há muita desigualdade no país. Em algumas regiões não há nenhuma escola com resultado aceitável que seja referência e sirva de inspiração ao entorno”, diz Ernesto.

Ceará tem maior número de escolas contempladas

O mapeamento aponta que o estado do Ceará tem o maior número de escolas de baixa renda classificadas como excelentes. São 84 unidades que atendem alunos dos anos iniciais, com destaque para a cidade de Sobral, onde estão 19 escolas. Outras 31 escolas cearenses para estudantes do segundo ciclo do fundamental de baixa renda estão na lista de excelência – seis delas, em Sobral.

Para os anos iniciais do ensino fundamental, independente do nível socioeconômico, outros três estados se destacam: São Paulo, Paraná e Minas Gerais. São Paulo agregra também o maior número de escolas excelentes com alunos de alta renda (21).

Em contrapartida, em estados como Amapá, Bahia, Pará, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe não foram identificados nenhum bom exemplo de escola de anos iniciais, independepente da condição socioeconômica dos alunos. Nos anos finais, no Acre, no Alagoas, no Amapá, no Mato Grosso, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, na Roraima, em Rondônia, em Sergipe e no Tocantins também não foram classificadas escolas exemplares.

Escolas que atendem aos critérios 'excelência com equidade' em 2011, 2013 e 2015

ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL (31 escolas)

Escola - estado - cidade - rede

  • Professor Nazaré Varela - Amazonas - Carauari - estadual
  • Dinorah Ramos - Ceará - Sobral - municipal
  • Mocinha Rodrigues - Ceará - Sobral - municipal
  • Raimundo Pimentel Gomes - Ceará - Sobral - municipal
  • Emeferico Veríssimo - Mato Grosso - Lucas do Rio Verde - municipal
  • Couto de Magalhães - Goiás - Corumbaíba - municipal
  • Evangélica Monte Moria - Goiás - Goianésia - municipal
  • Pingo de Gente polo - Mato Grosso do Sul - Nova Andradina - municipal
  • Elisa Rabelo de Mesquista - Minas Gerais - Campo do Meio - municipal
  • João Narciso - Minas Gerais - Congonhas - municipal
  • Paulo Barbosa - Minas Gerais - Formiga - municipal
  • Padre Waldemar Antônio de Pádua Teixeira - Minas Gerais - Itaúna - municipal
  • José Teotônio de Castro - Minas Gerais - Lagoa da Prata - estadual
  • Frei Orlando - Minas Gerais - Morada Nova de Minas - estadual
  • Monsenhor Sebastião Vieira - Minas Gerais - Paraisópolis - municipal
  • Frei Leopoldo - Minas Gerais - Patos de Minas - municipal
  • Professor José Luiz de Araújo - Minas Gerais - Rio Paranaíba - estadual
  • Iracy José Ferreira - Minas Gerais - São Gotardo - municipal
  • Professora Maria Aparecida Passos - Minas Gerais - São José da Barra - municipal
  • Augusto Werner - Paraná - Foz do Iguaçu - municipal
  • Duque de Caxias - Paraná - Foz do Iguaçu - municipal
  • Erico Veríssimo - Paraná - Foz do Iguaçu - municipal
  • Monteiro Lobato - Paraná - Foz do Iguaçu - municipal
  • Olavo Bilac - Paraná - Foz do Iguaçu - municipal
  • Osvaldo Cruz - Paraná - Foz do Iguaçu - municipal
  • Vinicius de Moraes - Paraná - Foz do Iguaçu - municipal
  • Idalina P Bonatto - Paraná - Medianeira - municipal
  • São Francisco de Assis - Paraná - Siqueira Campos - municipal
  • Presidente Tancredo Neves - Pernambuco - Tupanatinga - municipal
  • Tobias Barreto - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - municipal
  • Professor Jair Luiz da Silva - São Paulo - Junqueirópolis - municipal

Escolas que atendem aos critérios 'excelência com equidade' em 2013 e 2015

ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL (10 escolas)

Escola - estado - cidade - rede

  • Aquiles Peres Mota - Ceará - Carnaubal - municipal
  • Inácio de Barros Neto - Ceará - Russas - municipal
  • Francisco Monte - Ceará - Sobral - municipal
  • Armando Ziller - Minas Gerais - Belo Horizonte - municipal
  • Eduardo Senedese - Minas Gerais - Juruaia - estadual
  • João Nunes Ferreira - Minas Gerais - Lambari - estadual
  • Povoado Lagoa de Baixo - Minas Gerais - Rubelita - estadual
  • Rodrigues Alves - Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - municipal
  • Rotary - Rio Grande do Norte - Mossoró - municipal
  • Professora Hebe de Almeida Leite Cardoso - São Paulo - Novo Horizonte - municipal

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Inscrições para as vagas remanescentes do Fies já podem ser feitas (Foto: Reprodução)As inscrições para as 35 mil vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referentes ao segundo semestre de 2017 estão abertas e podem ser feitas pelo site http://fiesselecao.mec.gov.br. Os prazos variam conforme a modalidade em que o estudante se encaixa.

No total, o MEC ofertou 79 mil novas vagas para o Fies neste segundo semestre de 2017.

Poderão concorrer aqueles que tenham participado de alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 2010, obtido nota mínima de 450 pontos nas provas e tirado mais que zero na redação. Além disso, é necessário comprovar renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.

As inscrições deverão ser feitas exclusivamente por meio eletrônico, na página do Sistema de Seleção do Fies (FiesSeleção). Depois, nos dois dias úteis subsequentes, elas terão que ser concluídas pelo candidato por meio do Sistema Informatizado do Fies (Sisfies).

Veja o cronograma completo:

- 18 a 21 de setembro - estudantes inscritos no Fies no segundo semestre de 2017 e não foram beneficiados, desde que não tenham curso superior;

- 19 a 21 de setembro - inscritos no Fies no segundo semestre de 2017, que já quitaram financiamento anterior e que não são graduados;

- 20 e 21 de setembro - participantes do Fies no segundo semestre de 2017, que já possuem curso superior e não foram beneficiados pelo financiamento anteriormente;

- 21 de setembro – inscritos no Fies no segundo semestre de 2017, que já possuem curso superior e quitaram o financiamento estudantil anterior;

- 22 a 25 de setembro - alunos não graduados que nunca foram beneficiados pelo Fies e que pretendem obter financiamento em um curso em que não estão matriculados;

- 23 a 25 de setembro - estudantes não graduados que quitaram financiamento estudantil anterior e que desejam conseguir financiamento em curso que não estão matriculados;

- 24 e 25 de setembro - graduados que nunca foram contemplados com o Fies e que pretendem financiar um curso em que não estão matriculados;

- 25 de setembro - estudantes com curso superior que tiveram o financiamento estudantil quitado anteriormente e que desejam financiar mensalidades de um curso em que não estão matriculados;

- 22 de setembro a 28 de dezembro – candidatos sem curso superior que pretendem financiar a graduação e que nunca foram beneficiados pelo Fies;

- 23 de setembro a 28 de dezembro - estudantes não graduados que tenham quitado financiamento estudantil anterior e que desejam obter o Fies em curso superior em que estão matriculados;

- 24 de setembro a 28 de dezembro – graduados que estão matriculados e pretendem obter o financiamento, desde que nunca tenham sido beneficiados com o Fies;

- 25 de setembro a 28 de dezembro – participantes graduados que já pagaram o financiamento estudantil anterior e que desejam financiar o curso em que estão matriculados.

As vagas que não forem ocupadas até as 23h do dia 28 de novembro serão redistribuídas entre todas as instituições participantes do Fies.

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Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) convoca 349 candidatos no SiSU 2017.2 (Foto: Leonardo Silva/Jornal da Paraíba/Arquivo)A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) convoca 349 candidatos classificados através do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) 2017.2. A sexta chamada de aprovados foi publicada nesta segunda-feira (18), para os cursos de graduação da instituição. De acordo com o edital, estão previstas mais duas chamadas, conforme a existência de vagas.

Veja lista de convocados para a UFCG na sexta chamada do SiSU 2017.2.

O cadastramento ocorre nos dias 21 e 22, das 8h às 11h30 e das 14h às 17h, na coordenação do curso para o qual o candidato foi classificado.

A sétima chamada deve ser publicada no dia 25 deste mês. O início das aulas de 2017.2 está marcado para o dia 9 de outubro. O não comparecimento do candidato e a falta de documentação, dentro do prazo estabelecido, implicará na perda do direito à vaga.

Documentação

São exigidos no ato do cadastramento: cópias do certificado de conclusão do ensino médio ou curso equivalente, ou diploma de graduação em curso superior, devidamente assinado pelo candidato e pela escola; Identidade; CPF; título de eleitor para os brasileiros maiores de 18 anos, com comprovante de presença na última eleição (1º e ou 2º turno da eleição de 2014); prova de quitação com o Serviço Militar, para os brasileiros do sexo masculino e maiores de 18 anos; certidão de nascimento ou de casamento e comprovante de residência.

Os candidatos aprovados nas vagas reservadas devem apresentar documentação complementar comprovando ter cursado o ensino médio na rede pública de ensino e apresentar renda familiar per capita.

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